História Too Good - Scorbus - Capítulo 11


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Albus, Albus Severus, Albus Severus Potter, Amor, Gay, Hogwarts, Malfoy, Nova Geração, Potter, Romance, Scorbus, Scorpius, Scorpius Malfoy
Visualizações 285
Palavras 1.722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me perdoem por excluir o capítulo, mas precisei tirar aquela última (e horrível) parte. Aproveitem, porque no próximo capítulo vai ter uma passagem de tempo para fic não ficar tediosa.

Capítulo 11 - Quidditch


“I'm a hundred kinds of crazy,

But I only wanna find

One sweet little angel,

Who's gonna let me speak my mind.

All I ever do these days

Is dumb my process down;

She's making her decision,

But now I'm losing all my ground.

 

So I'm gonna try (try)

I'm gonna try (try)

Gonna try to be myself

Although myself will wonder why

I'm gonna try (try)

I'm gonna try (try)

Gonna try to be myself this time.”

(Try – John Mayer to Sophie and Percy)

 

Narrador observador.

 

- Eu acho que não vou não, Al – Scorpius tentava mudar de assunto, desejando se esconder embaixo das cobertas e nunca mais ter de sair de lá. – Sabe, tem essa dor na minha coluna, um monte de tarefas de poções. Não sei se vou conseguir manter minhas notas e o quadribol, então você pode ir, estarei bem, aqui, há distância de uma vassoura.

Albus revirara os olhos tantas vezes durante o falso discurso que quase achara que não conseguiria mais parar, adquirindo uma raiva repentina.

- Levanta logo essa sua bunda dessa cama e pega a droga da sua Firebolt 2001, porque você vai comigo, sim, senhor! – o moreno brigou.

Scorpius choramingou ao sentir Albus puxando seu braço, com agressividade. Estava cheio de receio, mesmo tendo sido apanhador durante os últimos quatro anos de sua vida. Adorava o que fazia, mas, sem motivo aparente, não continha a coragem necessária para os testes desse ano.

- Eu falo sério, Al – Scorpius olhou no fundo dos olhos verdes do garoto à sua frente, que baixaram a guarda, atentos. – Estamos adiantados, eu sei. Me perdoe por, praticamente, obrigar Josh e Percy a saírem daqui, mas é que eu estou mesmo com medo. Não queria que ninguém além de você me visse parecendo um bocó.

- Ninguém, nem mesmo eu, vai ver você parecendo um “bocó”, Scorpius – Albus se aproximou, segurando as mãos de Scorpius, que estavam estendidas ao lado de seu corpo, como se estivesse cansado, e as apertando. – Porque você não é um. É, na verdade, a pessoa mais incrível que eu já conheci e a qual eu mais confio no mundo inteirinho! Colocaria minha vida em suas mãos de olhos fechados e saberia, mesmo assim, que acabaria bem, então, posso apostar que consegue lidar com um joguinho bobo de Hogwarts.

As palavras usadas geraram a reação que Albus esperava. Scorpius sorria levemente, e finalmente dava indícios de uma mínima confiança.

- Por você – Scorpius soltou, respirando fundo logo em seguida. – Só por você, Potter.

- Juro que vou te recompensar, porém, se puder se apressar – Albus apontou para a vassoura encostada na parede.

Scorpius entendeu o recado. Correu até a vassoura e a segurou, indo de encontro à Albus, levando-o, de mãos dadas, pelos corredores do salão comunal.

Faltavam vinte minutos para o início dos testes, que começariam às nove horas em ponto, quando os dois chegaram ao campo, o que não demorou muito para passar, uma vez que, por mais que escondesse, Albus estivesse ansioso.

Ele se surpreendeu ao ver quase a metade dos alunos da Sonserina acordados no horário marcado, mas agradeceu pelos melhores de sua casa terem aparecido, com isso, contando Percy, Josh e Scorpius. Os anos começaram pelo terceiro até o sétimo ano.

- Obrigada por virem hoje – Albus agradeceu, feliz por ter todas as atenções voltadas a si.

“Eu morreria, se estivesse no lugar dele”, Percy cochichou para Scorpius, que concordou imediatamente.

“Eu teria preguiça, apenas”, Josh interveio, sem deixar de prestar atenção no amigo, que desempenhava o papel de líder muito bem.

- Vamos começar pelo básico e ir avançando o nível dos testes até termos nossos sete jogadores definidos. Acredito que esse ano seja da Sonserina, e, por isso, preciso dos melhores jogando comigo – Albus exclamou, causando um burburinho pelo local, cheio de pessoas animadas com a possibilidade de uma taça no fim do ano. – Por esse motivo, deem tudo de si e guardem a sensação de ganhar para o resto da temporada.

Ele apontou para o céu e não demorou até nenhum deles tivesse o pé no chão.

Dois antigos jogadores, Frederic e Peter, do ano anterior, se distraiam jogando a bola de um para outro. Scorpius sabia que Albus havia se irritado quando viu este avermelhar-se nas orelhas, gritando.

- O fato de alguns de vocês terem estado no time, em anos anteriores, não quer dizer que vão continuar no atual – olhou para os garotos que antes atrapalhavam o treino. – Nem amigos meus serão beneficiados sem merecer. Espero ter sido claro.

- Transparente – Frederic respondeu, assustado com a raiva repentina.

- Ótimo – Albus retrucou, friamente.                           

Albus decidiu tentar pelo mais simples. Pediu para que todos se dividissem em grupos de dez ou menos, de acordo com sua posição no quadribol, e voassem, com uma volta completa, em torno do campo, o que acabou sendo uma boa ideia, uma vez que cada grupo diminuía um pouco suas opções, mostrando aqueles que não eram habituados ao voo.

Depois de cerca de vinte minutos, ele havia decidido mais dois artilheiros, que jogariam consigo na posição, por meio de testes mais difíceis: Percy e Agatha, uma quintanista que surpreendia por não ser corvina, de tão boa aluna, com pele negra e cabelos longos e enrolados, cheio de fios cor-de-rosa, da última vez o que pintara.

A escolha eliminou grande parte dos que se encontravam ali.

Já sobre os batedores, Albus não poderia estar mais confiante ao visualizar a vitória. Josh e Steve, rápidos e fortes, o último com cabelo loiro escuro, olhos castanhos e uma pele bronzeada, que fazia várias garotas e garotos se juntarem nas arquibancadas para apreciar, permaneceram na função, sendo, estes, os melhores da escola, na opinião de Albus.

Para o teste de goleiros, Albus só possuía goleiras, no feminino, o que o alegrou. Elas eram mais ágeis e atentas para defender os aros. Uma das garotas era Jade Kristian, que maravilhou seu capitão ao capturar todas as cinco jogadas, feitas pelos artilheiros selecionados, ganhando em disparada das outras, que, em média, acertavam três ou quatro pegadas de bola, e se tornando a goleira oficial.

O último teste, para apanhador, fora deixado para depois, para que, em segredo, Scorpius acalmasse seus nervos, o que, aparentemente, não ocorrera. Malfoy suava frio, mas demonstrava confiança para quem não era íntimo dele.

Sua disputa era, apenas, com Marjorie, uma sonserina dona de cabelos pretos e longos, lisos como Albus nunca vira, e uma expressão séria, que não combinava com os olhos puxados. Seria ainda mais bonita se não parecesse querer matar Scorpius com um olhar.

Depois que o pomo de ouro fora lançado, não demorou até que dois borrões passassem como fogo em gasolina na frente de Albus, atrás da pequena bola dourada. Albus se preocupara, mas, no fim, se advertiu por tanta inquietação. Scorpius fora mais rápido e ganhara o posto, deixando a japonesa irada de ódio enquanto se dirigia até a saída mais próxima, sem brigar ou dirigir sequer palavra alguma para ninguém.

Com uma felicidade antiética, Albus percebeu que os jogadores que atrapalharam—no, no início, não haviam ido bem, ficando fora do time.

O garoto se virou para o grupo que se uniu atrás de si. Seus artilheiros, Percy e Agatha; os batedores, Josh e Steve; a goleira, Jade e, o mais querido, apanhador, Malfoy.

- Vocês todos foram muito bem e ganharam a vaga por puro mérito – Albus esclarecia, observando as expressões de todos ali. – O primeiro treino será na terça, a partir do último horário vago da Sonserina, às três e meia até quatro e vinte, ultrapassando cinco minutos do marcado nas agendas.

Com o combinado, todos passaram a se despedir de Albus, agradecendo pela confiança que tal havia depositado. No fim, restou apenas seu grupo de amigos, no qual dois dele observavam duas garotas que desciam as arquibancadas, em sua direção.

Sophie e Anne seguiam lado a lado durante todo o percurso; pelo menos até chegarem na grama verde e molhada, quando Sophie correu até os meninos e deu um abraço apertado em Percy, que retribui a alegria, e levantando do chão, o que admirou Albus e Scorpius, mas não Josh, que parecia não ser capaz de tirar os olhos da loira que se aproximava mais devagar, mas ainda assim sem desviar seu olhar uma única vez.

Sophie e Percy não ficaram muito tempo colados, se afastando até rápido demais para o gosto do garoto.

- Você foi incrível! – Sophiu explodiu, sorrindo. Olhou em volta, avermelhando-se. – Todos vocês foram.

- Pois é, até que você é um bom capitão, para um garoto, Potter – Anne riu quando chegou, cutucando Albus com o cotovelo.

- Vocês ainda não viram nada – Albus deu de ombros, sorrindo presunçoso. – Vamos detonar a Corvinal esse ano.

- É o que vamos ver – Anne balançou os cabelos.

- Só não apostem, seria uma pena beldades como você serem humilhadas – Josh se aproximou, recebendo um olhar indignado de Anne, que não respondeu.

- Não subestima, não, cara – Percy aconselhou.

- Bem, Scorpius – Albus chamou, cortando o diálogo e olhando para o loiro ao seu lado, que parecia compartilhar da mesma ideia em sua mente, – Lembra-se daqueles resumos que você precisava me passar? Poderíamos? – apontou para o castelo, puxando a manga do uniforme do colega.

- Claro, vamos logo – Scorpius sorriu, empurrando Albus e deixando os outros quatro, resmungando, para trás, sem se atentar às despedidas.

Ambos sabiam que não queriam, e nem iriam, estudar.

- Não é mais fácil dizer “Ei, Scorpius, vamos dar uns pegas”? – Scorpius se retesou, perguntando engraçado.

- Quem te garante que eu quero dar uns pegas? – Albus reverteu a situação, deixando Scorpius sem graça.

- Você é o namorado mais babaca que eu poderia ter – o loiro soltou, escondendo o rosto, sem perceber o que tinha acabado de dizer – o que não significava que Albus não havia notado.

- O que disse? – Albus parou no corredor.

- O que? – Scorpius olhou, confuso, para trás.

- Ah... – Albus se conteve. – Esqueça, vamos logo. Temos muito a fazer. Sabe... Comemorar o quão incrível você foi e ter a recompensa por ter comparecido!

Juntos, os garotos logo se encontravam no seu quarto, onde os beijos pareciam não ter fim. Não havia ninguém para controla-los e eles sabiam que nunca haviam sido tão felizes quanto naquele momento, quando eram apenas eles. Verdadeiramente.


Notas Finais


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