História Tormenta de Amor - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Merope Gaunt, Tom Riddle Jr.
Tags Magia, Romance
Exibições 36
Palavras 1.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal!
Desculpe o atraso, mas aqui ainda é domingo kakakakkakakakak
Vamos lá, sem mais enrolação...

Capítulo 11 - Começo de uma amizade


11    Começo de uma amizade------------- MG ∞ TR ----------------------------

Tom estava feliz, a risada alegra de Cecília ecoava no ar. Tudo estava bem, logo que eles passaram pelo casebre, um louco trombou neles, causando risadas, mas logo a risada morreu, pois da casa era possível ouvir gritos de pura dor.

"Ela esta gritando! Porque será? Eu devia ir ver? Mas não é da minha conta..." ele parou indeciso.

- Venha Tom, sua mãe esta nos esperando. - comentou Cecília indiferente aos gritos de dor que ecoava no ar calmo da manhã - Seria indelicado chegarmos atrasados.

- Claro. - disse ele ainda olhando para trás - não é da nossa conta.

Seguiram para a mansão.

Tom olhou para trás.

 

Cecilia

Tom chegou cedo, completamente arrumado, pegamos a carruagem e fomos para a mansão dele, ela nunca havia estado lá, mas ouvira falar que era magnífica. Após saírem da cidade, ela viu o belo vale e um casebre horroroso, com uma cobra pendurada. Credo! Que pena que não era de Tom, seria ótimo se livrar daquele lixo.

Eles estavam alegres, Tom tinha chamado ela de querida, era um ótimo sinal, logo, ela seria Cecília Riddle! Permitiu uma gargalhada de prazer.

Mas gritos horríveis vieram da casa e Tom parou. Será que ele ia tentar salvar a garota? Ela não podia permitir! Nisso sai da casa um homem vestido de palhaço - só pode - e trombou neles, causando risos. Outro veio da mesma direção gritando coisas esquisitas e passou por eles correndo. Da casa ainda se ouvia os gritos, esse povinho podia ser mais discreto, precisava mesmo causar tanto escândalo para morrer? Que nojo.

Ela podia ver que Tom estava tentado a salvar o estrupício que gritava, e pelos gritos era uma garota, então desviou a atenção dele, chamando-o para a mansão. Ela não olhou para trás.

Ela foi muito bem recebida por seus futuros sogros e se impressionou com o lugar, realmente, não fizera uma má escolha ao decidir por Tom.

 

Mérope

Dias depois, Mérope estava melhor, sentada na beira do lago ela refletia sobre o que sentia. A primeira coisa que sentiu, quando melhorou foi: alivio, agora eles não poderiam mais machucá-la. Depois ela sentiu culpa. Em seguida desespero: como poderia sobreviver sem eles? Ela não tinha nada, ela não tinha ninguém.

Então, sozinha, chorou.

 

Ethan

Maldição! Ele não conseguia tirar ela da cabeça! Nos últimos dias, ele bebera e transara mais do que fizera a vida toda. Mas nada se igualava a ela, sua Cecília, não dele não, a Cecília de Tom, a futura esposa vadia de seu amigo. Ele riu. Que ironia!

Toda vez que ele estava perto dela, ele sentia que lhe olhava, que ela lhe queria, então por quê? Porque escolheu o Tom? Ele precisava de um plano para convencê-la que se casar com o homem que ela não ama, era errado. Ele não iria permitir.

Ele desmaiou na cama do Clube.

 

Ryan

Porcaria! Duvidava que alguém fosse mais miserável que ele!

Será que só ele via como as coisas se caminhavam para o desastre? Suspirou.

Ele queria, precisava, necessitava ficar sozinho. Qual o melhor lugar? O lago.

Só depois que desceu do cavalo, ele ouviu um soluço. Assustado, olhou em volta e quase não viu a garota encostada na pedra, que soluçava, enquanto grossas lágrimas escorriam por seu rosto sujo. Ela usava um vestido rasgado, sujo e encardido, parecia um cadáver que voltou a vida como um zumbi.

Ele se assustou, e percebeu que realmente havia alguém com a vida pior que a dele. Aquele choro, comoveu ele. Sem querer assustar a garota, se aproximou:

- Aqui.

Ela se assustou e encolheu toda, olhando aterrorizada para ele.

- Desculpa. - deu um sorriso triste para ela - Não queria te assustar. - Estendeu o lenço para ela.

Ela só balançou a cabeça negativamente e se levantou, pronta para ir embora.

- Pode ficar. Eu... Desculpa. Eu vou embora.

- Não, eu já ia embora. Pode ficar. - sussurrou olhando para o chão.

- Fica aqui comigo. Não precisa ter medo, não vou te machucar. Prometo.

Indecisa Mérope da um passo para trás.

- Por favor. - ele fala baixinho.

Com um pouco de medo, a garota senta na rocha, e joga uma pedrinha na água, causando uma ondulação, logo seguida de outra, outra e outra. O tempo vai passando, enquanto os dois ficam em silêncio, absortos em seus problemas. Quando inicia o por-do-sol, a garota se levanta e com uma voz fraca diz:

- Adeus.

Surpreso Ryan olha para ela:

- Precisa de uma carona?

Ela sacode a cabeça negativamente, dando um pequeno sorriso e desaparece entre as pedras.

 

------------- MG ∞ TR ----------------------------

Dias passaram de vagar, cada um deles imerso em sua infelicidade e  planos para conseguir o que queria.

Mérope sem muito o que fazer, passava as manhas arrumando o casebre - que nunca ficava limpo - cozinhava e passava a tarde cuidando o pequeno jardim ou no lago. Sempre que ia no lago, encontrava o rapaz bonito e triste que ficava olhando para a água, ela entendia perfeitamente o sentimento de dor presente nos olhos dele, era quase um reflexo da dor nos olhos dela. O silêncio deles era confortável, um consolando o outro, palavras não eram necessárias.

O simples fato de saber que não era a única sofrendo, aliviava sua dor e a deixava triste, ela queria ver um sorriso de alegria naquele rosto triste, mas ela não podia fazer nada e nem dar nada para fazê-lo sorrir.

 

Ryan

Há, sua vida era uma farsa completa! Sempre fingindo ser o que não era. Passava a imagem de um rico e mimado filho de papai, sem sentimentos ou culpa. Fingia não amar nada e nem ninguém, fingia não ter um coração. Era melhor assim.

Cecília estragou tudo, sua mascara estava escorregando, quebrando. Ele não agüentava mais, fugia a cada oportunidade para o lago, lá ele podia retirar a mascara, ser ele mesmo. O engraçado, era que  a única pessoa que o entendia e não julgava, era a garota mais estranha que ele já viu. Por Deus, como ela era triste, ele não sabia o que dizer a ela, ele queria tanto ver um sorriso no rosto dela. Apenas um sorriso verdadeiro, sem toda aquela tristeza, mas não havia nada que ele pudesse fazer, não sabia o que falar...

 

------------- MG ∞ TR ----------------------------

Naquela tarde em particular Ethan saiu de casa, pronto para mais uma rodada de sexo e bebida ou bebida e sexo, era o mais provável, assim não veria o que ou quem levaria para cama. Sua vida sempre foi boa e ordenada, até ela chegar e estragar tudo.

No portão da casa encontrou Ryan, que vinha chegando.

- Olá Ryan, estou de saida pra o Clube, você prefere ir ou tomar um chá aqui?

- Tomar um chá seria melhor, Ethan. Não esta muito cedo para ir ao Clube?

- Nunca é cedo para a diversão, meu amigo. Você devia se divertir também, esta parecendo um velho preso no corpo de um rapaz.

Eles caminharam em silencio ate a sala, belamente e confortavelmente mobiliada. Assim que Ethan ordenou o chá e o mesmo chegou, Ryan quebrou o silêncio:

- Ethan, o que esta acontecendo? - perguntou mesmo sabendo o que estava se passando e sabendo que o amigo não se abriria com ele.

- Nada. Porque você acha que esta acontecendo alguma coisa?

Ryan riu sem humor.

- Eu te conheço bem o suficiente para saber que algo não esta certo. Não minta. - balançou a cabeça, quando o amigo fez menção de falar - não para mim. Nunca. Eu te conheço o suficiente para ter um palpite muito bom sobre o que é.

- Não enche Ryan! Não esta acontecendo porra nenhuma!

- Ethan...

- Já disse que não esta acontecendo nada. Que porra! Sai dessa Ryan, eu também sei o que você tenta esconder! Nem por isso fico te incomodando. Me deixe agora.

Ao ouvir essas palavras Ryan empalideceu como um cadáver. Com a voz tremida disse:

- Se... você sabe. Tudo... tudo bem. Me deixe saber... se precisar de alguma coisa.

Caminhou para a saída, deixando o chá intocado na mesa. Já na porta parou de disse:

- Só para você saber, ela não vale a pena. Esta se vendendo pelo preço mais alto. Mas você já sabia disso ou não estaria agindo assim. Adeus Ethan.

 

 

 


Notas Finais


E então....


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