História Torture ecstasy - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Clary28

Postado
Categorias Hunter x Hunter
Personagens Chrollo Lucilfer, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight
Tags Hunterxhunter, Killugon, Psycho
Exibições 116
Palavras 1.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá mundanos, aqui quem fala é sua governante suprema~
Mentira, nem eu acreditei nisso aushuauashuas
Eai, como estão?
Mais uma fanfic, agora em parceria com minha maravilhosa amiga ❤
Espero que gostem ❤ Boa leitura

Se você é a governante, quem sou eu?! HAHA
Então pessoal, vocês estão prontos pra essa parceria maravilhosa com a Clary28?
To prevendo que vai ser um tiro atrás do outro, então sentem, e aproveitem.
Nos vemos nas notas finais.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Torture ecstasy - Capítulo 1 - Prólogo

O sol terminava de se por no horizonte, e pelos corredores da mansão, o silencio reinava.

Killua caminhava pacientemente pelos corredores vazios, ouvindo apenas o som oco de seus próprios passos. Enquanto em sua cabeça reinava a mais pura desordem.

Ele mal podia conter o sorriso.

No começo fora difícil. Seu pai decidiu iniciá-lo no mundo assassino quando tinha apenas quatro anos. As primeiras torturas quase o mataram.

Sentiu medo ao realizar seu primeiro trabalho aos nove. Aos doze já não sentia nada. Aos quinze descobriu que tudo isso poderia ser extremamente prazeroso. Hoje aos vinte e três sentia que havia nascido para isso.

Agora, enquanto se dirigia para o porão, seu coração palpitava em expectativa. A verdade é que ele sentia o mais puro nojo de todas aquelas pessoas, mas não conseguia evitar sentir tanto prazer quando ouvia seus gritos. O desespero, a compreensão em seus olhos quando percebem que nada no mundo ira salva-las... Era impagável.

 

Quando acendeu a luz do porão, procurou se conter para não rir, afinal isso seria rude com a visita não é mesmo?

A visita arregalou os olhos, quando esses se acostumaram com a claridade e ele finalmente percebeu que seu terror de cabelos brancos havia chegado.

Killua se abaixou para ficar na mesma altura do homem.

- Passou uma boa noite? Dormiu e descansou bastante para podermos continuar hoje de onde paramos? – e então riu, quando o homem engasgou e começou a choramingar baixinho.

O de cabelos brancos vestiu um par de luvas e um avental que um dia fora branco, mas agora se encontrava com tantas manchas de sangue, que era impossível dizer qual havia sido sua cor original um dia.

Sua vitima agora parecia rezar baixinho enquanto chorava copiosamente. Seu corpo apresentava varias manchas roxas de diversas formas e tamanhos em resultado da pequena brincadeira de ontem.

Killua lambeu os lábios ao lembrar-se do dia anterior, e em apreensão do que estava para fazer.

- Fique tranquilo, terminaremos hoje, e você finalmente descansara. Ou não. – disse com um sorriso travesso nos lábios e já se sentindo excitado.

Finalmente escolheu um punhal de punho de couro que se encaixava deliciosamente em sua mão, e brilhava sob as luzes artificiais com sua lamina de pouco mais de 10 centímetros.

 

No corredor, um homem alto de cabelos longos e brancos e feição séria, caminhava em direção à sala de tortura. Seu nome: Silva Zoldyck, patriarca da maior família de assassinos do Japão. 

A família Zoldyck sempre cumpria suas missões, não importava o quão difíceis elas eram. Cada membro era treinado desde muito novo para levar o grande sobrenome cada vez mais para o topo.

De todos os membros, Silva sabia que seu filho mais novo era de longe o mais promissor. Killua não demorou para mostrar-se um prodígio, fazendo com que o pai tivesse-o como o filho que mais se orgulhava. 

No momento, se encontrava em frente à sala de tortura, ouvindo os gritos do governador corrupto de uma cidade vizinha, missão que fora dada a Killua. O sumiço do governador foi anunciado em todas as mídias, ninguém sabia como ele havia sumido, não tinham nenhuma pista e nunca teriam. Killua Zoldyck não cometia erros. 

Bateu duas vezes na porta antes de entrar. Observou seu filho rodar o punhal entre os dedos, entediado. Esse era o único problema dele, nada o divertia por muito tempo, o tornando incontrolável. Silva, apesar de mostrar-se muito orgulhoso do filho, o monitorava constantemente. Quando o garoto enlouquecia, era preciso que Silva e Zeno, seu avô, o controlassem, com muita dificuldade. 

Seguiu seu olhar para o homem quase morto no chão. Os cortes, minuciosamente selecionados para que ele não morresse depressa, escorriam sangue pelo chão da sala. Era possível ouvir os sussurros de arrependimento do governador, fazendo com que Killua revirasse os olhos em escárnio.

- Killua. – Silva pronunciou virando-se para seu filho. – Tenho uma missão para você, já chega de brincadeiras.

O sorriso de escárnio do garoto só aumentou. Manteve-se em silencio, deixando que seu pai continuasse e lhe passasse a missão.

- Descobrimos que Ging Freecss tem um filho. Seu nome é Gon. Você deve mata-lo. Presumimos que assim, Ging saíra de seu esconderijo. 

Era palpável o ódio em que Silva pronunciava o nome de homem. Ging Freecss foi à única missão que os Zoldyck não conseguiram realizar. 

Há dezesseis anos, receberam um pedido de um dos clientes mais fiéis que tinham, Hisoka Morow, um psicopata rico que tinha apenas quatorze anos na época. 

Hisoka sempre foi brilhante, seus pais haviam morrido quando ele completava seis anos. O garoto comandava os negócios sujos de sua família como ninguém, apesar de sua loucura e psicopatia, nunca teve dificuldades em conseguir o que queria, nunca ninguém que se opôs a ele ficou vivo. 

Qual foi a surpresa de Silva quando o garoto entrou como um furacão raivoso em sua casa, jogando para ele a foto de um homem. Morow explicou que aquele homem tinha destruído seus planos e quase o levou a falência em apenas um dia, além de deixar claro ser praticamente impossível mata-lo. Ordenou que a família Zoldyck inteira matasse aquele homem e logo depois jogou um saco de dinheiro no chão, se retirando sem dizer mais nada. 

Os pedidos dos clientes eram levados extremamente a serio. Se Hisoka queria que a família Zoldyck inteira fosse à caça, então a família Zoldyck inteira iria caçar. 

Depois de algumas pesquisas, Zeno identificou o local onde possivelmente Ging se escondia, e com toda a sua família, encaminhou-se até lá. 

Quando chegaram, ao amanhecer, existiam nove integrantes. Ao por do sol, apenas seis sobreviveram. Os corpos Alluka, Kalluto e Maha foram levados para casa e queimados, como tradição familiar. A promessa de vingança foi registrada naquele dia. 

Quinze anos depois da tragédia, ainda não conseguiram capturar Ging, porém, agora com a descoberta de seu filho, pareciam estar cada vez mais perto. 

- Você tem uma semana para enviar fotos do garoto ainda com vida. Quando Ging sair de seu esconderijo, mate o garoto e volte. Vamos vingar nossa família. – Silva ordenou, jogando a foto de Gon para seu filho, saindo da sala em seguida.

 

Killua observava com interesse a foto em suas mãos. Fazia tempo que não pegava alguém tão novo. Não que isso importasse, ainda mais sendo ele filho de quem era.

Olhou sua vitima no chão, a beira de um colapso, e resolveu que aquilo já estava chato.

Pegou um abridor de cartas que estava sob a mesa. Seu cabo era trabalhado com vários arabescos rebuscados que lhe garantia classe, serviria perfeitamente.

Se abaixou ao lado do homem semi inconsciente, e lhe deu uma bofetada na cara para que acordasse.

- Muito obrigado pela diversão, não foi das melhores, mas mesmo assim o agradeço. – Killua riu enquanto o homem percebia que havia chegado ao fim. 

Em um rompante de excitação e êxtase, cravou o abridor de cartas no peito do homem, atingindo seu coração.

- Você vai sentir muita dor, mas não morrerá de imediato. Atingi um ponto fatal de seu coração, então acredito que você terá mais alguns minutos apenas. Aproveite.

Levantou-se observando a cena. Havia sangue por toda parte. Suas luvas e avental estavam lastimáveis. Retirou as luvas e passou a mão pelos cabelos ajeitando os fios brancos. Havia sangue ali também.

- Hora de tomar um banho antes de ir conhecê-lo – pensou consigo mesmo- A primeira impressão é sempre muito importante não é mesmo? – e sorriu em antecipação.

 

Killua havia vestido uma muda de roupas novas para a ocasião tão especial. Afinal não é sempre que temos a oportunidade de encontrar o filho de um grande inimigo.

Trajava roupas pretas sob um casaco de couro igualmente preto, que contrastava violentamente com sua pele e cabelos extremamente brancos.

Sentia-se poderoso. 

Saber que era um assassino, um dos mais promissores da atualidade, o dava essa sensação de poder. Sentia-se invencível.

Encontrar o endereço que seu pai o passara fora fácil.

Chegando ao local percebeu porém que Gon não havia chegado ainda, então encostou na porta e aguardou em silêncio.

 

Já era madrugada quando Gon Freecss caminhava lentamente de volta para seu apartamento. Depois de um longo dia de trabalho, não conseguia andar rapidamente, por isso acabava por chegar tarde e dormir menos. 

Seu bairro era considerado por muitos o mais perigoso, mas ele não se importava com isso, sabia se defender. Viveu nas ruas por muito tempo e aprendeu da maneira mais difícil o que era preciso para sobreviver. Quando teve a oportunidade de trabalhar, aos quatorze anos, alugou um pequeno apartamento naquele mesmo bairro, onde mora até hoje, com vinte e dois anos.

Nunca ligou para luxo, nunca teve a oportunidade de se importar. Não repudiava quem tinha, mas nunca conseguiu sentir afeição por quem nasceu em um berço de ouro. Parecia injusto depois de tudo o que passou e viu pelas ruas.

O Freecss parou em sua caixa de correio antes de entrar em seu apartamento, pegando suas correspondências, quando algo lhe chamou atenção: um envelope preto entre as contas. Olhou o remetente e se surpreendeu, quase deixou tudo cair. 

Ging Freecss.

Seu pai.

O pai que o abandonou.

O mesmo pai que nunca havia entrado em contato com ele.

Seu peito queimou, enchendo-se de ódio reprimido pelo que ele julgava ser o culpado de tudo o que ele passou, amassou a carta e enfiou-a em sua mochila, simplesmente para não jogava no chão, planejando queima-la em seu apartamento.

Respirou fundo se controlando e subiu os quatro lances de escadas, desviando de sujeiras ocasionais, até que chegou ao apartamento 401, o seu. Qual foi sua surpresa quando encontrou algo estranho para si em sua porta.

Um garoto.

Um garoto de cabelos brancos escorado em sua porta, de olhos fechados.

Quem era ele?

O que queria? 

- Pode sair de frente do meu apartamento? – pediu rodando as chaves no dedo, impaciente.

O garoto de cabelos brancos abriu os olhos. Os olhos azuis mais bonitos que Gon já tinha visto, mas por que um tremor percorreu seu corpo assim que os olhares se chocaram? 

O leve tremor foi notado pelo garoto, que abriu um sorriso em seguida. Gon pensou que podia cair de joelhos só com aquele sorriso, parecia brilhar a palavra “perigo”. Passou tantos anos nas ruas e nunca tinha sentido tanto medo. 


Notas Finais


O que acharam?
Comentem e contem pra gente!
Tia Mary e tia Pam amam vocês. <3
Até a próxima.


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