História Totalmente Insanos - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~QueenBieber_

Postado
Categorias Gigi Hadid, Justin Bieber
Personagens Gigi Hadid, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette
Tags Adultério, Filha, Incesto, Irmã, Irmão, Pai, Romance, Sexo, Triângulo Amoroso
Visualizações 3.641
Palavras 5.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores!
Como postei anteriormente, estavamos de mudança e por isso demoramos a postar.

A foto do capítulo é da Jessy na viagem.
Espero qee gostem do capítulo.

Boa leitura!

Capítulo 12 - ' , I'm Not Like Jeremy!


Fanfic / Fanfiction Totalmente Insanos - Capítulo 12 - ' , I'm Not Like Jeremy!

A única coisa difícil será reprimir os meus desejos porque toda vez que estamos muito próximos, sinto uma enorme vontade de beija-la...

Alguns dias se passaram após aquela tarde. A Jessy continua aqui no meu apartamento pois minha mãe viajou com as amigas no dia seguinte e apareceu uma viagem de negócios na empresa. Como minha mãe quem faz essas viagens e não estava disponível, meu pai teve que ir em seu lugar. 

Ele queria levar a Jessy em sua viagem, mas eu insisti em ficar com ela e no fim do caso ele cedeu para que eu não "desconfiasse" de alguma coisa. Não queria deixar ela ir por conta do que ele havia feito com ela, não queria que aquilo se repetisse várias vezes durante a viagem e quando voltassem, minha irmã estaria se sentindo pior do que se sentiu quando eles transaram.

Eu tentei imaginar, mas só o que senti foi repulsa e indgnação. Queria eu poder vou denuncia-lo por abuso sexual e pedofilía, ele merece estar atrás das grades. Mas não posso denúncia-lo por ela, se algo der errado ele vai sumir com ela e sua vida será infeliz para sempre.

Nos primeiros 4 dias, ela ficou meio abatida. Não era aquela menina sapeca e atrevida, vivia aérea nos momentos em que eu ficava distante e toda vez que me aproximava, ela tentava disfarçar sua tristeza. Contudo, falhou todas às vezes. Para ajuda-la, comecei a fazer programas de irmãos para que ela se alegrasse: Noite de filmes, passeio ao shopping, sorveterias, desafios engraçados, entre outras coisas. Tive êxito em todos fazendo a Jessy se alegrar assim esquecendo sua tristeza.

O complicado disso tudo é que a Jessy estando mais próxima, as imagens de sua íntimidade volta a minha cabeça com mais nitídez como seu estivesse a vendo novamente. Não queria pensar nela desse jeito, mas parece que a cabeça que comanda o meu corpo é a de baixo. Tudo piora porque ela confia em mim, senta no meu colo e anda semi-nua na minha frente trazendo a mim como consequência, masturbações com pensamentos insanos sobre ela.

Será que eu sou como o Jeremy?

Eu me controlo ao máximo para não tocar nela de outra forma, não quero ser mais um pesadelo em sua vida, não quero que ela seja infeliz por minha causa. 
Sou seu porto seguro e é assim que tem que ser.

- Justin! - a porta do meu quarto foi aberta com violência e a Jessy passou por ele correndo com uma cara feliz. - A mamãe ligou, ela quer falar com você.

Puta que pariu! Eu estava deitado pensando e ela, além de me assustar com seu grito, sentou-se exatamente na zona proibida do meu corpo.

Droga, Jessy!

Tentei me distrair para não acabar me excitando e causando um grande constragimento, peguei o telefone de sua mão e percebi que era facetime.

- Oi, mãe! - acenei para a câmera.

- Oi, meu filho. Mamãe está com saudades de você, bebê! - revirei os olhos rindo. - A Jessy está se comportando?

- Um pouco. - recebi um tapa da mesma. - Está sim, mãe! Sua filha é um anjo, não sabe?

- Claro que ela é! - minha mãe riu. - A viagem com minhas amigas acaba amanhã, mas como a Jessy está de férias decidi passar aí para pega-la e vou a levar para Cuba.

A Jessy festejava sobre mim, aquilo não iria prestar.

- Pode leva-la ao aeroporto para mim não precisar ir para casa e depois voltar?

- Sim, que horas?

- Meu vôo sai daqui às 07:15hs, devo chegar aí por volta dàs 10:00 ou 10:30hs. - minha mãe fez um rápido cálculo. - Então esteja lá no horário. Não deixe ela esquecer o passaporte e os documentos.

- Sim senhor, general! - bati continencia e ela começou a rir. - Como foi a viagem?

- Animada, digamos assim. Foi bem divertido, um dia trago vocês aqui no Havaí.

- Não ficou de biquíni não, né?

- É claro que fiquei, como eu iria aproveitar o sol maravilhoso desse lugar? - perguntou risonha.

- Você aproveita o sol e esses homens maldosos daí se aproveitam de você. Vou falar para o meu pai!

- Vai lá, fifi! - rimos. 

- Oi, meu amor! - tia Sharon apareceu acenando para mim. - Como você está?

- Estou bem, tia. 'Tá cuidando da minha mãe aí, né? Não deixou ela conversar com nenhum havaiano não, né? 

- Sua mãe ama seu pai, menino! Não pense besteiras. - ela disse rindo. - Cadê o Ryan? Tem visto ele?

- Deve estar com alguma mulher. 

- Só isso que ele sabe fazer! - ela revirou os olhos. - Amanhã estou de volta, meu amor! Beijos.

- Beijo, tia! - mandei beijo para ela e minha mãe virou a tela para si. 

- Até amanhã, pimpolho! 

- Mãe?! - a reprendi. Odiava quando ela me chamava desse jeito, apelido escroto. - Tchau!

- Deixa eu falar com a minha mãe. 

A Jessy tomou o celular da minha mão, saiu de cima de mim e foi em direção a porta dizendo que amava a minha mãe.

Ah, bajuladora.

Ainda bem que consegui me distrair, seria muito constrangedor ficar excitado com ela sentada em cima do meu pau.

Essa garota esta mexendo comigo de uma maneira surreal. Talvez seja pelo fato dela ser minha irmã e eu não poder tê-la em minha cama gemendo meu nome a noite interira . Eu sei que é errado ter esses tipos  de pensamen to pela minha irmã caçula, mas parece que o errado me atrai e por isso é tão excitante deseja-la.     

Eu necessito beijar aqueles lábios carnudos e tocar naquele corpo com curvas tão sedutoras . Esse desejo pela Jessy me faz querer tomar atitudes que pode afetar a nossa irmandade e eu não quero isso, passei meses ignorando ela fazendo as vontades da Amber e agora que conseguimos retomar essa proximidade, eu não quero estragar tudo por causa dessa " loucura". Tenho medo que ela pense que sou como o Jeremy e a machucaria, muito pelo contrario, eu faria ela ter sua experiência sexual, faria ela chegar ao orgasmo inúmeras vezes, a transformaria em uma ninfeta bem safada.

Oh, meu Deus, eu preciso parar de pensar nisso pois ja estou duro feito pedra, novamente, por causa dela.

                    Pov's Jhessyca Bieber

- Sabe que eu iria adorar passar um tempo com você em Cuba, né?! - estava deitada no sofá da sala ainda conversando com minha mãe pelo facetime.

- Mas é claro que você vai adorar meu amor, estou pensando em fazer algo bem legal, um momento só pra nós sem rapazes. Que tal renovar o guarda roupas e mudar o visual? - ela só podee estar de brincadeira né.

Minha mãe é a melhor!

Vibrei só com o pensamento de poder comprar tudo novo e ainda por cima arrasar na mudança radical, eu já estava pensando nisso há um tempo atrás, mas minha vida esta uma bagunça que mal consigo parar para pensar em mim, tudo agora vem girando em torno do Jeremy.

- Mãe, a senhora é a melhor! Eu estive pensando à um tempo atrás em mudar o visual e agora seria o momento perfeito! - falei empolgada vendo ela sorrir e concordar na mesma empolgação que eu .

- Uhum... Teria alguma sugestão para me dar? - perguntou soltando o seu cabelo que antes estava preso em um coque frouxo - Não sei muito o que fazer, só não quero pinta-lo! 

- Cortar um pouco! Deixe eles na altura dos ombros. Faz um corte radical. - sugeri e minha disse que iria pensar.

Continuamos conversando por mais alguns minutos até que ela desligou logo após de se despedir com um beijo na camera do celular.

Sorri boba bloqueando o meu iPhone e o joguei na mesinha de centro enquanto me esparramava no sofá. 

Como eu queria que tudo fosse tão simples, minha mãe não merece um marido um traste como o meu pai. Nesse momento me sinto tão suja por sentir prazer com ele, me entrego tão fácil aos seus toques. E sim, isso é uma traição de minha parte, pois eu sempre chego ao orgasmo com ele e. infelizmente, eu nao posso negar que o sexo é gostoso. É por isso que eu odeio toda essa situação, pela minha mãe, que nao merece um marido tão sujo como o que tem e nem uma filha tão traidora como eu.

Já queria chorar, novamente, por causa desse problema, a minha sorte é ter o Justin. Ele tem sido um porto seguro para mim. Todo o tempo que eu passo com ele é como se tudo evaporase e só ele e eu existissemos. São muitas diversões, atrapalhadas, risadas. Eu amo meu irmao por tudo isso, ele é a única coisa boa que me aconteceu nessas últimas semanas. O Justin mudou bastante desde que terminou com a cobra da Amber. Ele é tão atencioso, carinhoso, engraçado, e eu nunca tinha percebido esse lado tão protetor dele. Eu o amo tanto e não quero perde-lo de novo por nada nesse mundo e fiz ele me prometer que nunca mais mudaria por nada, nem por trabalho, nem por amigos e muito menos por mulher.

Essa mudança do Justin foi perfeita para mim, pois não sei se conseguiria passar por tudo isso sem ter ele para me proteger. Não foi só no comportamento e no modo de agir, até o físico dele está em mudança, ultimamente, ele tem frequentado a academia e está lutando box. Ele disse que precisava pegar massa corporal e aprender a dar socos melhores. Eu discordei e falei que ele já socava bem, pois ele quase estouro minha veia com a porrada que deu em meu olho. Ele não gostou muito desse meu comentário e, novamente, me pediu perdão e começou a dizer o quanto babaca ele era e bla bla bla ... 

Mas a academia e essas aulas de box tem feito um bem danado à ele, porque suas costas estão mais largas e seus braços mais fortes. E bom, um tanquinho maravilhoso que de vez enquando rouba minha atenção quando ele desfila sem camisa pela casa. Meu irmão está ficando gostoso. Isso eu nao posso negar, não mesmo.

Preciso parar de pensar nessas coisas, daqui a pouco estarei como o Jeremy.

Espero que, dessa vez, o Justin arrume uma garota de verdade que lhe dê valor e o respeite. 

Me levantei do sofá, fui em direção a cozinha e peguei uma garrafinha d'água na geladeira. Caminhei em direção ao quarto do Justin para chamá-lo para me ajudar a preparar o almoço, mas assim que coloquei a mão sobre a maçaneta, ouvi gemidos roucos não muito altos vindo daquele cômodo. Mordi o lábio inferior tentando me controlar, mas fui movida pelas ações da curiosidade. Girei a maçaneta com cuidado para não fazer barulho, empurrei a porta de leve deixando uma pequena brecha e olhei através dela presenciando uma cena que me deixou um tanto supresa e digamos que... Excitada.

O Justin tinha sua cueca na altura dos joelhos, seus olhos estavam fechados, seu corpo, levemente, suado e sua mão escorregava, sobre seu pênis, de baixo para cima num ritmo razoável. O que me surpreendeu foi o cumprimento de seu membro. Não era tão grande quanto o de Jeremy, talvez uns dois centímetros maior do que o Ethan, mas não posso negar que ele é bem dotado.

Senti minha intimidade contrair, aquilo foi o suficiente para alertar o meu cérebro e me expulsar dalí. Eu não podia me excitar com o meu próprio irmão, se não eu seria como o Jeremy. E a última coisa que eu quero nessa vida é ser insana como o meu pai. 

Me afastei do quarto do Justin e fui em direção a cozinha para preparar algo pra comermos.  

Enquanto eu preparava o almoço não parava de pensar naquela cena do Justin se masturbando. Ele estava tão sexy que se eu não fosse irmã dele eu entrava naquele quarto e transava com ele. 

Mas eu não posso, então preciso me contentar com isso e terminar de fazer o almoço.

Com tudo já pronto, coloquei à mesa e gritei o Justin avisando que o almoço estava pronto. Não queria ter que ir em seu quarto chama-lo e acabar me deparando com tudo aquilo, novamente.

Me sentei, e logo vi o Justin passar pela porta, ele havia acababado de sair do banho pois a tolha estava em volta do seu pescoço, e ainda estava um pouco molhado.

- O que tem de gostoso para mim comer ? - perguntou sentando-se na mesa .

- Macarrão à bolonhesa, o que você mais gosta. 

- Hmm, tá merecendo um prêmio. - ele beijou minha bochecha e se sentou à mesa.

- Vou cobrar, pode ter certeza.

Servimos nossos pratos e começamos a conversar enquanto almoçavamos. Eu não queria, mas não conseguia para de pensar no que vi e aquilo não era bom porque começou a me excitar. Tentei evitar que isso acontecesse, mas falhei. Sentia minha intimidade contrair e mesmo não tocando-a, tinha plena certeza de que ela estava, completamente, molhada.

Merda! Eu estou enlouquecendo, preciso de alguém para me aliviar, estou a ponto de subir pelas paredes.

Tentei causar fricção esfregando uma perna na outra, mas aquilo só me causava agonia. Precisava me aliviar, aquilo estava me torturando tanto por estar, extremamente, excitada quanto por ele ser meu irmão. Não quero ser insana como o Jeremy, isso é apenas coisa do momento e eu não posso me entregar a isso.

- Vai querer ir amanhã na casa dos nossos pais buscar suas coisas para fazer a mala, ou hoje? - ele perguntou e foi bom para me tirar dos pensamentos.

- Quero ir hoje e depois vamos passar na Alícia, quero me despedir dela e do Ethan.

- Tudo bem. - ele revirou os olhos... Da mesma forma que fez quando estava se masturbando. 

Droga! Não pense nisso, Jessy!

- O que foi? - ele perguntou curioso com a cara que eu estava fazendo.

- Hum? Nada não. - nenguei fingindo que nada estava acontecendo.

Mas tinha muita coisa acontecendo... Dentro da minha calcinha.

                    Dia seguinte...

- JUSTIN, VAMOS LOGO! - o gritei da sala.

Estava super ansiosa para sair de viagem com a minha mãe, serão duas semanas perfeita em Cuba e farei de tudo para me divertir ao extremo. Vou esquecer os meus problemas, diga-se de passagem, Jeremy, e vou curtir as minhas férias ao lado da minha mãe. É um pouco complicado ter que olhar para ela sabendo que ei já transei com meu pai, mesmo que não tenha sido consetido, mas eu senti prazer e gozei com ele. Não sou hipócrita para pôr a culpa só no que ele faz, porque todas às vezes que ele me toca, no fim eu estou suada, sem fôlego e com espasmos.

Minha mãe não merece uma filha como eu.

- Vamos! - disse o Justin aparecendo e me tirando do transe.

Ele vestia uma calça jeans rasgada no joelho, um sacaco metade cinza escuro e a outra metade braco com capuz, uma touca branca e o tênis vans da mesma cor.

- Hmm, tá gatinho! - apertei sua bunda e acabei recebendo um puxão de cabelo. - Aí, seu bruto!

- Vamos logo, se não te deixo aqui e vou no seu lugar.

Bufei pegando minha mala, ele pegou a outra e saímos de seu apartamento. Descemos de elevador até a garagem, onde entramos em seu carro e o Justin deu partida para o aeroporto. 

Coloquei meus fones, cliquei em uma playlist e comecei a trocar mensagens com a Alícia e o Ethan. Recebi duas mensagens de números diferentes, abri a primeira e vi que era do Brad me convidando para sair, respondi dizendo que não poderia porque estava a caminho de Cuba e na outra dizia:

"Comporte-se na viagem, se não o papai vai te castigar quando voltar. 

                            Beijos do papai na sua boca."

Esse homem nunca vai me deixar em paz? 

Estava me sentindo tão bem com a minha ida para viagem, estava quase me esquecendo dele e agora ele reapareasse, depois de tanto tempo e acaba com a minha alegria. Ele podia continuar focado em seus negócios e me esquecer por um bom tempo, por um longo tempo.

Senti a mão do Justin na minha perna, retirei os fones e o olhei.

- O que foi?

- Seu pai mandou mensagem. - disse raivosa. 

- Seu pai também. - ele disse rindo tentando descontrariar. - O que ele disse?

- Para mim me comportar, se não iria me pôr de "castigo" quando voltasse.

Percebi o Justin apertar o volante com força e se mexer desconfortável em seu banco. Ele não falou nada, raspou a garganta e continuou dirigindo em silêncio. Isso pareceu incomoda-lo, mas não como antes quando eu lhe contei pela primeira vez sobre o Jeremy, só não sei dizer como foi agora.

O resto do trajeto foi em completo silêncio, o Justin estava esquisito e hora ou outra, apertava o volante enquanto tinha o maxilar travado. Queria poder ler sua mente para saber o que tanto lhe perturbava.

Assim que ele estacionou o carro, encostou sua cabeça no volante e começou a chorar, copiosamente. Retirei meu cinto de segurança e fiz um leve carinho em suas costas.

- O que foi, Justin? - perguntei com vontade de chorar por ele. - Está com saudades da Amber?

Ele apenas negou sem me olhar e continuou chorando. 

- Me conta o que foi, Justin. Por favor!

- Estou ficando louco, Jessy! - ele me olhou. - Me perdoa, eu não quero ser como o Jeremy!

- Do que você está falando? - não entendi o que ele quis dizer com aquilo.

- Isso está me enlouquecendo, eu prefiro morrer à ter que te fazer sofrer. - ele me abraçou. 

- Pare de chorar, Justin! - limpei seu rosto e o fiz me olhar. - O que está acontecendo com você? Me fale para o que eu possa entender.

- Você vai me odiar. - ele abaixou o olhar.

- É claro que não, você foi a pessoa que mais me ajudou e...

- Eu não te olho mais como minha irmã. - disse ele, fazendo-me calar.

Voltei a minha posição inicial, sentada no banco e olhando para frente, sem saber o que dizer ou pensar. Foi um choque para mim, realmente, não esperava por aquilo. 

- Me desculpa, eu não queria! - ele escondeu o rosto entre as mãos e voltou a chorar. - Não me odeie, por favor.

Aquilo estava me partindo o coração.

- Justin?! - o chamei. - Nunca irei te odiar, você é o meu irmão mais velho e quem eu mais confio. Você só deve estar confuso com o termino de seu namoro com a Amber e sua carência deve ter causado isso. E também o fato de eu estar na sua casa por muito tempo fazendo o papel de "mulher" para você. - ele continuava a chorar. - Quer saber? Essas duas semanas serão muito boas para ambos. Vou ficar longe, vou curtir e você vai pôr seus sentimentos em ordem.

- Estou com muita vergonha! - disse ele me causando mais aperto no coração. - Me sinto um merda por você estar passando por um monte de coisa com o próprio pai e agora eu, seu irmão, começo.a te olhar de forma errada.

- Está tudo bem! - sorri e o abracei. 

Não consegui sentir raiva dele em hipótese alguma, fiquei feliz por ele ter sido sincero e ter me confessado o que sentia. Bem diferente do Jeremy que me obriga a ter relações com ele. Ele me confessar isso é muito bizarro, mas como eu posso julga-lo se também o olhei de forma errada quando o peguei se masturbando.

Isso acontece, não é um tipo de escolha. Mas como ele, eu também não ultrapassei o limite do olhar, diferente do Jeremy. 

- Para você se sentir melhor, eu também te olhei errado. - confessei e ele me olhou. - Ontem eu peguei você se masturbando e fiquei excitada. Isso acontece, não se sinta mal.

- Verdade? - assenti. - Eu juro que vou tentar esquecer toda essa loucura, prometo voltar a te olhar apenas como irmão.

- Eu também! - rimos e ele me deu um abraço forte. - Vou sentir sua falta.

- Também sentirei falta da minha empregada. - lhe acertei um tapa no braço. - Aí!

- Me ajude a levar as malas para dentro do aéro-porto, anda!

Entramos no enorme estabelecimento, fiz o meu check-in e me dirigi para a pista particular que meu pai comprou só para uso da nossa família. O Justin ficou comigo esperando por nossa mãe, ele já estava mais discontraído e parecia ter tirado o Monte Evereste de suas costas.

Assim que o jatinho da minha mãe pousou, ela desceu e veio até nós junto à dois seguranças que pegaram minhas malas. Ela estava bem morena, sua blusa jogadinha no ombro denunciava a marquinha de seu biquíni, aquilo só realçava mais sua beleza e a deixava mais nova.

- Mãe! - a abracei com força. - Muito obrigada por me levar nessa viagem.

- As meninas precisam de seus momentos. - disse ela piscando cúmplice para mim. - Na próxima, iremos todos nós. Vou conversar com o pai de vocês para irmos à algum lugar bem legal.

Minha mãe ficou matando a saudade do Justin enquanto faziam reposições e reparos no jatinho. Ficamos aguardando por quase uma hora, até que o piloto veio nos avisar que o jatinho estava pronto para decolar. Nos despedimos do Justin, durante o nosso abraço ele sussurrou "Me perdoe e tenha uma boa viagem" me fazendo sorrir e bater em seu braço. Seguimos para a aéro-nave, fiquei surpresa com a beleza daquele jatinho, era tudo tão luxuoso e bem sofísticado. Mamãe tinha um bom gosto.

- Quer beber o que, senhoritas? - perguntou um comissário de bordo.

- Nos sirva uma champanhe. - minha mãe respondeu.

- Sim senhora! - ele se retirou.

Olhei para minha e ela riu com cumplicidade.

- Não fale nada para o seu pai que estou deixando  você tomar bebidas alcólicas. - disse ela me fazendo rir. - Agora se prepare para 6 horas de vôo e isso porque estamos de jatinho, porque de avião é mais de 11 horas.

- Estou tão ansiosa para conhecer Cuba! - soltei um gritinho de entusiasmo. - Iremos para qual cidade?

- Para a capital, Havana. Tem uns hotéis lindos lá, mas escolhi um resort que fica na práia, é perfeito. - disse ela animada. - Iremos chegar lá por volta das 14:00hs, no horário de Cuba. Vai dar para aproveitarmos um pouco da praia hoje e conhecer o resort.

- Há quanto tempo que não vou em uma praia descente?! - me questionei a fazendo rir. 

O comissário nos serviu a champanhe, eu e mamãe brindamos em nome da viagem e começamos a conversar sobre a minha estadia na casa do Justin. Durante nossa conversa, acabei me lembrando do que ele me contou no carro e não sei por qual motivo, mas eu acabei deixando um sorriso escapar.

                     [...]

Chegamos ao resort onde minha mãe havia reservado uma suíte presidencial para nos hospedarmos. Era, realmente, tudo muito lindo e a praia, uma das mais belas que já vi. Enquanto minha mãe foi a recepção fazer o nosso check-in, aproveitei para continuar olhando a praia através do enorme vidro que fazia papel de parede, pois o resort era todo detalhado em madeira e vidro. Haviam muitos banhistas na praia, alguns meninos atraíram minha atenção, mas eu não iria ficar com ninguém porque quero aproveitar a viagem com a minha mãe.

- Estou com a chave da suíte, vamos? - disse ela atraíndo minha atenção.

Assenti e seguimos rumo à nosso quarto. Era estranho um resort, estou acostumada com hotéis, mas isso aqui era bem mais bonito. Parecia um monte de casas luxuosas, uma ao lado da outra, só que quase todas eram iguais. Passamos por uma área de lazer, onde tinha uma enorme piscina com formato diferente dos padrões, em volta haviam espreguiçadeiras de madeiras, com uma mesinha de vidro e um guarda-sol em cada. Também havia área kids com piscina infantil e brinquedos. Naquele local haviam poucas pessoas, a maioria eram idosos e crianças.

Chegamos ao nosso quarto, as malas já estavam lá, mamãe e eu admiramos o local, fiquei chocada com o luxo que era aquele lugar. Todo trabalhado em nas cores branca e ouro, parecia uma casa de verdade, só que não tinha cozinha.

- Que coisa mais linda! - exclamei.

- Lindo mesmo. - disse minha mãe. - Vamos nos trocar para irmos para a praia.

Comemorei com pulinhos e fui até a minha mala. Peguei um maiô branco que comprei ontem com a Alícia, ele tinha um enorm decote na frente e delineava minhas curvas. Separei uma saída de praia, um chapéu que parecia ser de palha, mas não era, e um óculos preto. Vesti meu maiô e fui até a cama pegar o que eu havia separado.

- Jessy, o que está acontecendo com você menina? - olhei para trás e vi minha mãe saindo do banheiro com um biquíni preto com detalhes branco. Valorizou seu corpo a deixando sexy.

- O que foi, mãe? 

- Que corpo é esse, minha filha? - ela perguntou e eu ri por não saber o que responder. - Jessy, nunca conversamos sobre isso... - lá vem. - Você ainda é virgem?

- Mãe?! - a repreendi com vergonha. 

- Eu sou sua mãe, precisa me contar essas coisas, sou sua amiga também. - disse ela se aproximando.

- Que vergonha, não quero falar disso. 

- Vai, filha! - ela me abraçou. - Conta para sua mãe, ainda é virgem?

- Não! - abaixei a cabeça sem graça e ela começou a comemorar. - Para com isso, estou ficando sem graça.

- Não precisa, meu amor! Isso é bom, você já vai fazer 16 anos e precisa arrumar um namoradinho, experimentar os prazeres da vida...

- MÃE?! - já estava ficando roxa de vergonha.

- Quando voltarmos da praia, vou te ensinar umas coisas sobre sexo, vou te ensinar tudo que os homens gostam. Pelo menos o seu pai gosta! - disse ela rindo. - Com quem foi?

- Com o Ethan.

- EU SABIA! - ela me assustou com seu grito. - E como foi? Ele é bom? Tem o pau grande? Gozou?

- Para, mãe! 

- Me conta, vai. Quero todos os detalhes!

Eu mereço!

                   2 semanas depois...

A viagem foi ótima, foram duas semanas de pura diversão com minha mãe. Eu nunca tive esse contato tão próximo à ela por causa de suas viagens pela empresa, eram raros esses momentos de mãe e filha. Nessa viagem pude conhecer um lado jovem da minha mãe, uma mulher que não tem medo das consequências e que gosta de se divertir como pode. Ela tem um espírito jovem, nem parecia aquela mulher responsável e madura que é em casa.

Era uma outra Pattie.

Com todas as pessoas que falamos durante a viagem, sempre nos perguntavamos se éramos irmãs e ficavam pasmos quando falávamos que somos mãe e filha. Foi uma viagem muito divertida e quero repeti-la mais vezes.

Todas as noites dessas duas semanas, antes de dormir, eu ficava pensando no Justin e em suas palavras. Pedi para que ele esquecesse, mas quem estava lembrando era eu.

E em todas as lembranças, eu sorria feito uma garotinha boba apaixonada.

Não, eu não estou apaixonada pelo meu irmão. Isso é coisa da minha cabeça.

Eu preciso chegar perto dele para saber se tudo está normal como antes, preciso dessa certeza.

- Mãe, eu posso ir na casa do Justin? - perguntei.

- Sim, vai voltar hoje? - ela perguntou.

- Não, vou dormir lá. Talvez eu ligue para a Alícia e o Ethan irem para lá.

- Tudo bem, meu amor.

Minha mãe pediu ao motorista, que estava nos levando do aeroporto para casa, para que ele me deixasse na casa do Justin. Ela lhe passou o endereço e ele seguiu para lá. Assim que o carro estacionou, me despedi da minha mãe e desci do veículo que logo deu partida. Entrei no prédio, peguei o elevador e parei no andar do Justin. Estava aflita, queria vê-lo porque aquilo estava me perturbando.

- Não sou como o Jeremy! - sussurrei para mim mesma e a porta se abriu.

- Jessy? - o Justin franziu o cenho ao me ver alí. - Voltou quando?

- Hoje! - respondi e entrei em seu apartamento.

Era um pouco estranho estar perto dele, minhas mãos estavam suando e pude sentir um frio na barriga.

- O que veio fazer aqui? Já descançou da viagem?

- Não, é porque não queria ver o Jeremy! - menti.

- Ah sim. - disse ele. - E como foi a viagem?

Ele se jogou no sofá e como estava sem camisa, seu tanquinho definido chamou minha atenção. Suspirei fundo tentando me controlar, me sentei ao seu lado e comecei lhe contar sobre a viagem. E sobre o lado louco de nossa mãe. Ele morria de rir de nossas travessuras, mas quase se engasgou quando contei que haviamos posto pircing.

- Pircing? Onde? - ele perguntou.

- Eu coloquei só no mamilo, minha mãe colocou no mamilo  também e lá naquele lugar, eu não tive coragem. - neguei com a cabeça. 

- Dona Pattie tá muito saidinha. - disse ele rindo. - Doeu pôr aí?

- Muito! Por isso nem tive coragem de pôr no clitóris. Nossa mãe é louca! - rimos. - Olha!

Levantei a minha blusa para lhe mostrar o pircing, seu olhar queimou sobre o meu seio desnudo e pude ver ele passar a língua nos lábios, lentamente, enquanto segurava seu membro para tentar esconder uma semi-ereção, mas foi falho. Tentei abaixar a blusa, mas num movimento rápido ele segurou minha mão impedindo o ato e fechou os olhos como se tivesse sentindo dor.

- Eu não sou como o Jeremy! - ele sussurrou e abriu os olhos para me olhar. - Não quero ser como ele.

- E não precisa... - me sentei em seu colo com uma perna de cada lado de sua cintura e sussurrei em seu ouvido: - Porque eu quero você, Justin!
 

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Quero pedir uma ajuda a vocês. 

Meus primos montaram um grupo de rap, eles aida estão começando e esse mês vão gravar a primeira música. Sei que é bem chato isso, mas queria pedir para curtirem a pagina deles no facebook e se inscrevessem no canal deles do youtube. Não vai lhes custar nada. Eles só precisam de uma oportunidade para mostrarem que são bons, assim como vocês me deram oportunidade de chegar até aqui.

Agradeço a todos que puderem fazer isso, aos que não podem agradeço da mesma forma.

Links nas notas finais.
 


Notas Finais


Links: https://m.facebook.com/sextosentido6/
https://youtu.be/8DrKrNXc_MQ

Espero que tenham gostado.

Até o próximo!


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