História Touch - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Orphan Black
Personagens Cosima Niehaus, Dra. Delphine Cormier, Personagens Originais, Rachel Duncan, Siobhan Sadler "Sra. S"
Tags Cophine, Cosima, Delphine
Visualizações 167
Palavras 2.959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo V


Aquela semana da festa passou muito rápido, mais rápido do que as garotas haviam pensado, e quando notaram já era sexta-feira. Cosima e Delphine cada vez estreitaram os laços da amizade de anos, era bonito ver aquelas duas garotas juntas. Cormier passou a confiar tudo a Niehaus, que já fazia isso há bastante tempo. O sentimento finalmente era recíproco. Cosima apenas ficava triste por saber que Delphine nunca a amaria como mulher, nunca a enxergaria com desejo e Niehaus fazia isso com Cormier há bastante tempo também, mas se pudesse pedir qualquer coisa a um gênio da lâmpada, com certeza, escolheria pedir ter Delphine em seus braços para sempre. Niehaus só não sabia que a melhor amiga compartilhava secretamente dos mesmos sentimentos, mas a implicação religiosa batia em sua porta cada vez que pensava em como seria beijar Cosima, como seria sentir sua pele quente contra a sua. Pela primeira vez em dezessete anos, Delphine Cormier sentia desejo por alguém.


 

— Tudo certo pra mais tarde? — Sarah perguntou a Cosima enquanto os seis amigos comiam o prato do dia da cantina.

 

— Sim, Delphine e eu vamos dar uma ajeitada na piscina antes e vamos trancar os quartos. Quer dizer, o quarto dos meus pais. — a anfitriã respondeu enquanto tomava o suco de laranja.
 

— Seu contato conseguiu bebidas? — Scott, que havia faltado no dia da ideia da festa, perguntou diretamente a Sarah que o encarou com um olhar mortífero.

 

— Você sabe que sim. Meu contato vai deixar as bebidas na casa da Cos durante a tarde. Já está tudo pago e ele me garantiu que ainda dava os gelos de cortesia. — riu ironicamente pelo preço absurdo que havia pago nas bebidas.

 

— A única coisa que eu tenho para reclamar é a presença dos jogadores de futebol. — Alison cuspiu as palavras na mesa observando Felix que estava todo sorridente.

 

— Não começa. — Dawkins respondeu a melhor amiga com o olhar cerrado. — Eu chamei o John, mas se ele quis chamar os outros amigos dele, qual é o problema? Eu pensava que Scott havia chamado Donnie. — Felix se referiu ao garoto que Alison gostava desde que tinha 12 anos.

 

— E eu chamei. Ele disse que irá. — Scott se envolveu na conversa dos melhores amigos confirmando a presença do tal garoto.


 

Cormier nunca falava sobre a festa, na verdade, nunca gostou muito de ocasiões que houvesse muitas pessoas, só a presença de Cosima já estava suficiente e lhe causava enorme satisfação. A morena de longos cachos sabia como fazer uma piada no momento certo, sempre arrancando algumas risadas da loirinha.

 

[...]

Ao retornarem para casa dos Niehaus, Cosima e Delphine almoçaram qualquer coisa porque estavam ansiosas para arrumar a casa para festa. Obviamente, a casa não precisava de decoração nenhuma, os móveis escandinavos de Siobhan já enfeitavam o enfeite sem deixar carga nenhuma no ambiente.

 

—  Você pode usar alguma roupa minha se isso te deixar mais à vontade. — Cosima falou para Delphine que sorriu mostrando seus dentes brancos perfeitos.


 

Não tardou muito para Manning chegar na enorme casa, estava com o celular em mãos esperando a mensagem do seu contato que estava trazendo as bebidas para a festa. Cosima arrastou, com certa dificuldade, o freezer que ficava na garagem para acomodar as bebidas. Sarah havia comprado alguns packs de cerveja e umas dez garrafas de vodka para fazer drinks. A punk sabia como fazer festas como ninguém.


 

—  Vic, seu cretino, eu pensava que você ia me deixar na mão. — falou assim que a caminhonete estacionou no portão de entrada da casa dos Niehaus.

 

— E eu já fiz isso com você? Quando? — o homem de sobrancelha falha e barba por fazer respondeu Manning descendo do veículo e indo em direção a parte traseira do carro. — Tudo que você pediu está aqui: cervejas e vodkas. Eu ainda consegui duas garrafas de tequila para esquentar as coisas por aí.

 

— Pelo preço que você me cobra isso é ainda pouco. Me ajuda a levar isso até a parte da piscina pra colocar no freezer. — a morena pegou dois packs de cerveja e carregou até o freezer. Com três viagens conseguiu deixar tudo na casa dos Niehaus.


 

A morena de longos cabelos pegou a segunda parte do pagamento no cós da calça e entregou a Vic, vendo-o partir logo em seguida, respirou aliviada porque sua parte do combinado estava cumprida, faltava apenas preparar os drinks.


 

— Cadê Felix e Scott com as comidas? Eu preciso das frutas para colocar nas bebidas. — Sarah disse se jogando no sofá cinza e observando os olhos de Cormier ficarem cerrados pela postura.

 

— Felix me mandou uma mensagem quase agora falando que estavam vindo, você sabe como é o carro do Scott, uma vida para pegar. Alison disse que está trazendo algumas coisas para comermos e não ficarmos somente nas bebidas.
 

— Eu não entendo a Ali, ela disse que não queria ter trabalho e lá vem ela trazendo comida. — Sarah respondeu ainda sendo encarada por Delphine. A morena arqueou a sobrancelha não entendendo a postura de Cormier.

Apesar de serem melhores amigos, Delphine se sentia intimidada por Sarah. Manning era toda descolada e sexualmente aberta para qualquer experiência, e ela sabia que Cosima e Sarah trocavam mensagens durante o dia e que estavam sempre mais próximas. A punk poderia ter quem quisesse aos seus pés justamente por seu estilo ousado e pela beleza dela.

 

[...]

 

Quando os melhores amigos finalmente se reuniram e terminaram de organizar a festa foram se arrumar para receberem os convidados. Os dois garotos se trocaram no quarto de hóspedes, enquanto as meninas estavam no quarto de Cosima. A anfitriã da festa estava maravilhosa, a saia de tubinho e o top cropped realçava seu corpo escultural. Hendrix optou por uma calça de cavalaria verde musgo com um suéter branco, Manning usou um cropped com tiras nas costas e uma calça preta que lhe caía maravilhosamente bem, mas a surpresa da noite foi Delphine. A loira estava com uma calça escura colada em seu corpo com uma blusa branca, e inacreditavelmente de batom vermelho. O cabelo loiro e cacheado fazia com que ela iluminasse o quarto, deixando Cosima de queixo caído.

 

— Eu estou tão ruim assim? — disse com postura curvada, ruborizada de vergonha pelos olhares das amigas.
 

— Oh não, querida. Você está maravilhosamente bem. — Alison disse se aproximando de Cormier apreciando sua beleza.

 

— Se você não fosse filha de quem é, seria a garota mais desejada do colégio. — Manning foi sincera nas palavras, pois estava se sentindo atraída pela loira.


 

Infelizmente, a opinião que mais importava nada falou. Cosima permaneceu calada observando a melhor amiga com um olhar cheio de desejo, mas Cormier era muito inocente para reconhecer aquele olhar. Ela não sabia reconhecê-lo quando ele saía dos rostos dos jogadores de futebol, que dirá da melhor amiga que cresceu junto a ela.

 

Quando Alison olhou pela janela avistou o primeiro carro trazendo os convidados, e se bem conhecia os alunos daquele colégio era um dos carros dos jogadores de futebol. Dentro da escola dos garotos possuía uma hierarquia. A família Niehaus era a mais rica, mas Cosima não ostentava sua fortuna, muito pelo contrário, em seguida vinha todos as famílias dos jogadores de futebol, então era fácil de identificar os modelos de carro.

 

[...]

 

A música ecoava alta na fazenda Niehaus, mas como era afastada das demais casas, nada incomodou. Toda vez que Cormier passava por qualquer convidado, o mesmo voltava seus olhos para ela. Realmente, estava diferente, aquela roupa combinava com ela e depois que assumiu uma postura confiante ficou ainda mais bonita.

 

Foi até a cozinha para pegar um pouco d’água e viu Sarah fazendo um pouco dos seus famosos drinks. Encarou o liquidificador que misturava a bebida e como quis provar. Como queria ter uma dose de coragem para finalmente agir com a própria vontade, finalmente sentir a dose de adrenalina que sempre precisou.


 

— Você quer provar? — Sarah indagou percebendo o olhar curioso da loira. — Você aproveita e me diz se precisa de mais alguma coisa.


 

Delphine estava tentada. Uma das suas maiores tentações estava em sua frente. Finalmente beber e tomar coragem para ter atitude ou apenas ficar observando as coisas acontecerem em sua frente e nada fazer. As palavras que queria que saíssem da sua boca era “não”, mas ela permaneceu muda e confirmou com a cabeça. Fazendo com que o diabinho do lado esquerdo do seu corpo vibrasse de alegria ao finalmente vê-la tendo prazer da carne.

 

Manning pegou um copo descartável e colocou a bebida nele. A bebida era vermelha e com uma textura de neve. Curiosamente, estava fazendo bastante calor naquela noite, era bem raro para aquela época do ano, então com um gole de culpa, Delphine bebeu o líquido que desceu um rasgando um pouco sua garganta. Tudo era questão de adaptação. Sarah deu um largo sorriso ao ver a loira saboreando sua bebida.


 

— Está boa assim. — Cormier respondeu depois sentir ainda mais o sabor de morango em sua boca. Era o segundo sabor de liberdade que havia testado só naquela semana.

 

— Eu ainda acho que você devia se soltar mais. — Sarah abaixou do balcão pegando a garrafa de tequila que havia escondido mais cedo. — Isso vai te ajudar.

 

— O que é isso? — Delphine perguntou olhando curiosa para garrafa de formato estranho.

 

— Tequila. Vai te soltar rapidinho e a gente nem precisa de muita coisa. — respondeu olhando maliciosamente para a loira. — Você quer? Vamos, vai ser legal… — a voz arrastada com o sotaque inglês fez com que algo despertasse em Delphine, que mais uma vez confirmou com a cabeça.


 

Manning já conhecia a cozinha dos Niehaus como ninguém e pegou dois copos especiais para esse tipo de bebida destilada. Pegou dois limões na geladeira e um pouco de sal. A receita para a libertação de Cormier estava em cima do balcão de mármore. Delphine se aproximou daquela parte da cozinha e sentou-se numa das cadeiras elevadas ficando na frente de Sarah, que estava preparando a dose.

 

— Me segue. — ordenou Sarah olhando fixamente para os olhos cor de âmbar.

 

Manning lambeu as costas das mãos e com a saliva ali presente, colou um pouco do sal. Delphine assistia tudo e imitou a morena. Sarah segurou o pedaço de limão com a mesma mão em que o sal estava fixado e o copo com a dose pousava no balcão.

 

— Primeiro vamos lamber o sal, depois beber e depois chupar o limão, OK?

 

Delphine mais uma vez não respondeu, apenas confirmou com a cabeça e esperou a morena fazer a contagem regressiva. 3, 2, 1. Elas fizeram os procedimentos no mesmo instante. A cara amarrada de Cormier denunciou o gosto que ela estava sentindo. A bebida mais uma vez desceu rasgando por sua garganta e aqueceu ainda mais seu corpo. O olhar orgulhoso de Sarah estampava a alegria de ver Delphine finalmente integrada por completo nas festas do grupo.

 

— Pronta para mais uma dose? — Manning perguntou para loira que ainda piscava os olhos tentando assimilar as coisas. A tequila que Vic deu a Sarah era mexicana e uma das mais fortes produzidas. Duas doses e Cormier já estaria pronta para enfrentar seus demônios.

 

As palavras não existiram para Delphine naquela noite, mais uma vez ela confirmou com a cabeça, aceitando a oferta de uma noite de plena libertação com Sarah. Quando Cormier lambeu as costas das mãos para a próxima dose, Sarah negou com a cabeça, fazendo um barulho de negação para loira que a olhou confusa. A morena foi para o lado do balcão em que Delphine estava e se aproximou do corpo magro a sua frente.

 

— Eu vou te ensinar uma coisa que eu aprendi quando tinha 14 anos, o jeito certo de beber tequila com alguém.

 

Como se tudo estivesse mais lento que o de costume, Cormier viu Manning se aproximar ainda mais do seu corpo jogando os cabelos loiros para trás, deixando o pescoço de Delphine totalmente visível e exposto. Sarah se aproximou ainda mais lambendo a pele que não estava mais escondida pelo cabelos. Um arrepio correu por todo corpo de Delphine, nunca havia estado tão próxima assim de alguém e aquilo lhe causava uma sensação gélida em sua barriga. Manning fixou o sal no pescoço da loira e repetiu a ação que havia feito um pouco antes. Lambendo o sal, chupou o limão - de uma maneira extremamente sexual - e bebeu a dose de tequila. O calor havia voltado a ocupar o corpo de Delphine, principalmente em seu centro. Agora, ela tinha certeza que aquele calor tinha a ver com seu desejo sexual.

 

[...]

 

Cosima dançava as batidas eletrônicas com maestria, compartilhava o som com algumas pessoas no deck da piscina. Estava sendo desejada por Cal Morrison e Ferdinand Chevalier dois jogadores de futebol do colégio, mas ela não conseguia nem prestar atenção naqueles olhares. As órbitas castanho-esverdeadas de Niehaus procuravam por Cormier em todos os cantos. Ela saiu um pouco do ambiente para procurar a loira, infelizmente, assim que entrou na sala de estar viu Delphine dando seu primeiro beijo em Paul Dierden, o quarterback do time. Sentiu seu peito doer, era como se estivesse sendo dilacerada ao meio, como se seu coração estivesse sendo atravessado por uma lança enferrujada. Aquela cena só serviu para confirmar a maior tristeza de Cosima, Delphine nunca a aceitaria como mulher, nunca a aceitaria como um amor e automaticamente os olhos de Niehaus se sobrecarregaram de lágrimas e duas gotas rolaram pelo rosto, desmanchando o delineado que havia feito mais cedo.

 

Permaneceu muda, olhando a cena com dor e uma quantidade considerável de ódio. Sentiu todos os sentimentos de uma vez, o dissabor na sua língua estava descendo pela garganta. Os punhos estavam cerrados, o sangue todo estava em suas mãos e queria socar o loiro de olhos claros, mas nada fez. Entrou em silêncio e assim saiu, subindo as escadas da casa rapidamente e se trancando no quarto para finalmente chorar em paz.

 

Deitou-se na cama e deixou que as lágrimas guardadas rolassem pelo rosto, terminando de borrar o restante da maquiagem. Estava pouco se importando, na verdade. Cosima começou a ficar em posição fetal quando ouviu um barulho vindo da suíte, era Sarah.


 

— O que aconteceu com você? — Manning perguntou ao perceber o estado da amiga que já estava com a ponta do nariz vermelha.

 

— Nada demais, é besteira minha. — respondeu arisca, com medo dos sentimentos que estava invadiam seu corpo.

 

— Tem a ver com Delphine? — a punk indagou olhando fixamente para Niehaus, fazendo com que a morena se sentisse sufocada com a pergunta. — Tem a ver com o fato de você gostar dela bem mais do que na esfera da amizade? — foi direta, fazendo com que a nerd arregalasse os olhos. — Não é mistério pra mim, Cos, mas você sabe que é impossível que você e a Delph fiquem juntas. Eu a vi com o Paul lá embaixo, foi isso que incomodou você? Porque eu sei de uma garota que não se importaria em ficar com você.

 

— Quem? — perguntou rapidamente, querendo saciar o desejo que estava sentindo desde o começo da semana e isso não podia ser com nenhum garoto, afinal, não se sentia atraída por nenhum.

 

— Eu.

 

Manning não esperou uma resposta. Atacou os lábios de Cosima e a beijou com toda a vontade e desejo do mundo. Sua língua ágil foi logo pedindo passagem, que logo foi autorizada por Cosima. O beijo era quente e o hálito de morango que emanava dos lábios de Sarah dava uma esfera totalmente diferente. Manning segurou a nuca de Niehaus e continuou afundando seus lábios na boca da amiga, não tardou muito para que a punk estivesse em cima da nerd fundindo seus corpos em um, tentando ao máximo estar mais perto. As mãos de Sarah estavam subindo a saia de tubinho da amiga que suspirava pesadamente com aqueles toque. Niehaus nunca esteve com alguém assim, em toda sua vida havia beijado somente três garotos, mas aquele momento com Sarah a fez perceber que ela era lésbica. Gostava apenas de mulheres, gostava de Delphine.

 

Quando a punk conseguiu subir a saia de Cosima, ouviu algumas batidas na porta interrompendo os movimentos mais ousados da inglesa.


 

— Quem é? — a voz trêmula de Niehaus denunciou o momento íntimo que estava tendo com a amiga.

 

— Cos, sou eu, Delphine, eu quero falar com você. — o tom de voz de Cormier era choroso, como se algo tivesse acontecido com ela e aquilo preocupou a morena de cabelo cacheado que tratou de se levantar logo da cama.


 

Caminhou um pouco desajeitada, tentando puxar a saia que estava na altura da cintura. Respirou profundamente antes de abrir a porta e se deparar com uma Delphine Cormier totalmente vulnerável. Seus lábios estavam borrados de batom, e Cosima logo deduziu que foi pela troca de beijos com Dierden no sofá da sua sala de estar.


 

— Eu realmente preciso falar com você. — Delphine entrou no quarto quase que atropelando Niehaus e se deparou com Sarah na cama da melhor amiga. — O que faz aqui?

 

— Nada demais, estou apenas conversando com Cosima. — Manning soltou uma piscadela para a morena de cachos e mordeu os lábios. Cormier já havia entendido tudo.


 

Os olhos âmbar ficaram escurecidos, o olhar de Delphine estava totalmente perdido, se sentia sem chão. A sensação de ter uma lança enferrujada havia atravessado o coração da loira naquele momento, era quase igual o dissabor que Niehaus havia provado momentos antes. Cormier não respondeu, as palavras sumiram de sua boca e ela correu, saindo do quarto e deixando a melhor amiga com uma cara confusa, afinal, Delphine estava com Paul um pouco antes. A morena sentou-se na cama e foi abordada por Manning lhe dando vários beijos na nuca, descendo pelas costas. O que quer que fosse, a loira precisaria falar mais tarde, Niehaus estava ocupada dando atenção a Sarah.

 


Notas Finais


oi gente, estou atualizando as fanfics o mais rápido possível e eu acho que o clone club merece uma felicidade depois de tanta tristeza nos últimos dois eps de orphan black (se você não assiste a série desconsidere a mensagem), espero que vocês tenham gostado do capítulo e não esqueçam daquele feedback que sempre me ajuda MUITO na construção da história.

ps: nessa fase da fanfic, a Cosima ainda não tem os dreads então imaginem ela mais ou menos assim http://imgur.com/a/QnGaE e http://imgur.com/a/mXxy4 (só que com óculos)

online 24hrs no twitter evilynebrochu


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