História Touch Me - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~larrywhygay

Postado
Categorias One Direction
Tags Adultério, Homossexualidade, Incesto, Poligamia
Exibições 140
Palavras 2.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ESSE GIF É MARAVILHOSO DMSSSS

olá olá

PERDOEM A MINHA DEMORA E N DESISTAM DE MIM

Peço mil desculpas pela demora e vou entender se vcs me odiarem eternamente :')

Mas enfim, boa leitura e espero que gostem osjosjos tem uma certa surpresinha no cap hein ^^ acho q vcs vão AMAR

Capítulo 6 - Welcome


Fanfic / Fanfiction Touch Me - Capítulo 6 - Welcome

Point Of View - Codaline Styles

 

Eu acordei momentaneamente. Minha cabeça doía e meu nariz estava levemente entupido. Espreguicei-me e sentei na cama lentamente. Flashes do dia anterior tomaram a minha mente. Tio Louis. Carro. Ameaças. Beijo. Policial. Larry. Papai. Katherine. IPhone. Lauren. Camila. Pet shop. Mamãe. Viagem. Milão. Hanna. Luke. Londres.

 

Minha mente estava a um milhão. A dor de cabeça só aumentava, fazendo com que eu fechasse os olhos com força. Tudo ao meu redor começou à girar e eu senti que iria desmaiar. Olhei para o relógio digital tentando enxergar as horas. Uma missão quase impossível, levando em conta minha vista embaçada. Depois de muito esforço, consegui finalmente enxergar o horário marcado. Sete e cinco da manhã. Larry ainda dormia serenamente ao meu lado, como se nada tivesse acontecido.

 

Três batidas na porta fizeram com que o filhote acordasse. Ele levantou a cabeça e assim como eu, olhou em direção ao som. A porta se abriu, revelando Lauren sorrindo amigavelmente para mim. Isso instantaneamente me fez lembrar do beijo de ontem com o seu noivo. Me senti mal por ter feito aquilo com Lauren, eu realmente havia gostado dela. Uma vontade súbita de chorar dominou o meu ser, mas eu sorri fraco. Apenas queria chorar no colo de Lauren e contar pra ela tudo o quê eu tinha feito ontem. Era meu segundo dia em Londres e eu não estava nem me reconhecendo.

 

– Bom dia, Coda. – Sorriu, entrando no quarto e fechando a porta atrás de si. Larry deitou sua cabeça entre suas patas novamente, caindo no sono e Lauren se sentou ao meu lado.

 

– Bom dia. – Saudei com a voz rouca quase inaudível.

 

– O que houve com você? – Perguntou, me analisando com uma careta.

 

– Como assim? – Franzi o cenho.

 

– Você está péssima. – Riu logo depois. Forcei o riso e concordei com a cabeça. Sua expressão se tornou séria. – Coda, sobre ontem...

 

Meu coração parou. Ela sabia? Ela havia descoberto sobre o ocorrido de ontem? Eu gelei com o pensamento. Se ela soubesse sobre o beijo eu estaria perdida. Completamente perdida. Tio Louis poderia ser preso por pedofilia ou assédio de menor e provavelmente eu nunca mais o veria porque papai me afastaria dele. Seria o fim.

 

– L-lauren, eu posso explicar... – Comecei, mas ela me interrompeu.

 

– Seu pai e seu tio me explicaram... Sobre o ocorrido. Vocês foram comprar os acessórios para seu cachorro, Louis te deixou sozinha por um momento e você quase foi... Estuprada. – Minha boca se escancarou. Me faltou ar assim que ela terminou a frase. Jesus, como assim?!

 

Ela deu um sorriso solidário.

 

– Sinto muito, Coda. – Ela alcançou minha mão, a segurando carinhosamente. Meus olhos estavam quase pulando para fora e eu fiquei sem fala, não conseguia acreditar nisso. Eu franzi os lábios segurando as lágrimas. Lauren, ao perceber que eu acabaria por chorar ali, mudou de assunto rapidamente. – Seu pai quer falar com você, querida.

 

Assenti levemente, me levantando com as pernas meio bambas.

 

– Estamos te esperando na cozinha. – Se levantou, saindo do quarto. Suspirei pesadamente e meu coração se apertou. Culpa seria meu devastador castigo? Sempre me senti sobre pressão e qualquer coisinha que eu fazia de errado, eu já sentia a culpa pesar em meus ombros, imagine então algo desse tipo? Algo que aos olhos de todos era pecaminoso e errado? Céus, meu lugar no inferno já deveria estar reservado. Pessoas como eu talvez não tivessem mais salvação, isso era certo.

 

Me arrastei até o banheiro, me escorando na parede e em alguns móveis. Assim que entrei no local e fechei a porta, tirei minha roupa e me pus a adentrar o Box, ligando o chuveiro logo em seguida. Levei um leve choque quando a água quente entrou em contato com o meu corpo frio.

 

O banho todo eu passei refletindo sobre como seria daqui pra frente com tio Louis. Seria melhor para todos nós se eu fingisse que nada aconteceu. Como Hanna diz, igual uma trouxa. Talvez eu devesse ir à igreja mais próxima, confessar meus pecados e implorar perdão por tudo que fiz, até pelas brincadeiras de quando eu era pequena. Vou pensar nisso mais tarde. Quando terminei, saí do Box, peguei uma toalha e me enrolei nela. Escovei os dentes rapidamente e me dei uma olhada no espelho. Eu estava um pouco melhor. Fui até o armário e peguei uma saia rosa claro de pregas, uma blusa de botões e sapatilhas rosas, vestindo-os. Hanna sempre disse que eu me visto como uma “Suzie estragada”, mas eu não vejo problema nisso. Penteei meu cabelo e o prendi em uma trança. Voltei para o banheiro e deixei a toalha no vidro do Box. Segui para fora do banheiro e logo depois para fora do quarto. Só pude ver Larry me seguindo afobado. Desci as escadas, sentindo meu corpo pesar a cada passo que eu dava. Quando finalmente cheguei à cozinha, dei um suspiro de alivio. Cada passo era como pisar em trilhões de cacos de vidro.

 

Papai estava sentado na mesa, lendo alguma notícia sobre a empresa em seu IPad, Lauren mexia em seu celular distraidamente e Katherine estava cozinhando algo. O homem abriu um sorriso encantador assim que me viu, o que acabou por me fazer sorrir também.

 

– Bom dia. – Murmurei baixo, me sentando na cadeira de frente para o de olhos verdes. Pude ouvir uma bufada vinda de Katherine mas todos ignoraram. Lauren voltou seu olhar para mim e sibilou um “bom dia, sweet”.

 

– Bom dia, anjo. – Papai falou. Katherine colocou panquecas à minha frente e eu sussurrei um “obrigado”. – Katherine, será que você podia colocar água e comida para Larry, por favor?

 

O sorriso que ela abriu foi enorme.

 

– Claro, senhor. – Meu coração se apertou ao ver ela pegar Larry e o levar para fora. Virei o rosto tentando não pensar que aquela mulher o maltrataria.

 

– Lauren disse que o senhor queria falar comigo... – Ele me encarou arduamente e se pôs a falar:

 

– Eu apenas queria dizer que ontem à noite depois que você dormiu eu acabei por ligar para um amigo meu que é diretor de um dos melhores colégios daqui e matriculei você nele. – Isso não me surpreendeu muito. Ele nunca deixaria que eu ficasse em casa sem fazer nada e sem ter qualquer tipo de estudo. Apenas concordei. Eu realmente não queria estudar, não de novo. Já era ruim o suficiente as meninas caçoando de mim no internato, imagine garotas e garotos agora? Reprimi um suspiro cansado e comecei a comer. – Suas aulas começam daqui há quarenta e cinco minutos, babe. Melhor se apressar.

 

Arregalo os olhos com isso e papai ri de meu desespero. Apresso-me a comer a comida deliciosamente gostosa, eu realmente detestava atrasos. Meu pai encarou minha boca dar cada mordida nas panquecas, o que me deixou um pouco constrangida. Hey, isso é normal. Quantas vezes Hanna já fez isso com você? É totalmente normal, não se preocupe. Pensei e consegui finalmente me acalmar um pouco. Quando terminei, dei uma última golada no suco e me levantei da cadeira, seguindo papai para fora. Era tudo muito estranho. Fazia menos de 72 horas que eu havia chego e já estavam me colocando em uma escola. Quando já estávamos ao lado do carro, ele se virou para mim e disse:

 

– Para a sua sorte, falei com os pais de Hanna e os conveci de a matricularem nesta mesma escola. Você não precisará ficar sozinha, Coda. – Minha boca fica seca. Havia me esquecido de que papai não sabia sobre o quanto eu havia sofrido no internato por causa de Hanna e suas amigas. Todos os micos e humilhações... Meus olhos ficaram molhados ao lembrar de tudo, mas eu respirei fundo. – Seu antigo material escolar e o seu celular estão na sua mochila. Então podemos ir logo.

 

Concordo e ao abrir a porta do banco de traz, papai a fecha bruscamente. Eu pulo com o susto e o olho, ele está com um sorriso estranho no rosto. Isso me dá um pouco de medo e eu aperto meus dedos fortemente.

 

– Sente-se no banco da frente, querida. – Querendo evitar o pior, abro a porta do carona e me sento. Papai anda calmamente para o banco do motorista. Tento me convencer de que isso é só coisa da minha cabeça. Antes de dar partida, ele dá uma rápida olhada em mim.

 

No meio do caminho e de seu silêncio ensurdecedor, me lembro de não ter visto tio Lou a manhã toda.

 

– Onde tio Louis está? – Minha curiosidade fala mais alto que meu medo e acabo por perguntar. Papai sorri de lado antes de responder.

 

– Ele foi resolver algumas coisas, você o verá ainda hoje, eu prometo. – Seu tom é de mistério, ele fala quase como se fosse irônico. Contragosto, eu ignoro.

 

O trajeto inteiro foi composto por perguntas banais que pais fazem, tal como “se divertiu no internato?”, “suas notas estão boas?” e dentre outras. Não acredito que ele me perguntou se minhas notas estavam boas, ele não sabia não? Aparentemente minha teoria de que ele realmente nunca ligou para a escola para saber como eu estava se mostrou ser verdadeira. Encarei a janela tristemente.

 

Papai parou em frente a um prédio escolar com a aparência impecável mas ainda sim com um ar antigo. Adolescentes entravam no local, outros apenas estavam chegando ou conversando. Eu realmente não estava preparada psicologicamente para enfrentar tudo isso, não de novo. Pensei na possibilidade de começar a chorar ali mesmo e implorar pra não ir, mas eu sabia que só uma garotinha protegida pelo papai faria isso. Peguei minha mochila e dei um beijo na bochecha dele.

 

– Venho te pegar mais tarde. Eu coloquei o número de Lauren, Louis e o meu em seu celular. Qualquer coisa, ligue.

 

– Certo. – Falo baixo e abro a porta do carro. Alguns alunos me encaram quando me coloco para fora, talvez por causa do carro ou por causa da aluna nova fragilmente ridícula. – Até mais tarde, papai.

 

– Até, anjo. E não se meta em encrencas, estou de olho em você. – O esverdeado pisca para mim e eu balanço a cabeça, concordando. Bato a porta do carro e o homem acelera, me deixando para traz com um absurdo medo de ter que conviver com pessoas novas.

 

Penduro a mochila no ombro e caminho até a porta de entrada, tentando evitar os poucos olhares sobre mim. Assim que coloco o pé no primeiro degrau, o sinal toca. Pessoas passam correndo pra mim, esbarrando no meu ombro. Poucos minutos e os corredores já estão vazios, exceto pelo faxineiro que limpava algum tipo de refrigerante derramado. Procuro a porta a qual seja da diretoria e quando a acho, dou duas leves batidas na mesma.

 

– Entre. – Uma voz grossa e masculina diz de dentro da sala. Quando o faço, um homem de cabelos grisalhos me encara. Um sorriso gentil toma seu rosto.  – Codaline Styles? – Assinto, ele sorri mais ainda e se aproxima para apertar a minha mão. – Meu nome é Anthony Baker, seu pai é um grande amigo meu. – Ele ri, lembrando de algo. – Você é a cara da sua mãe.

 

Sorrio fraco.

 

– Sempre me dizem isso. – Concordo.

 

– Bem, preciso ser rápido, sua aula já começou e não quero lhe atrasar no seu primeiro dia. – Sigo seus movimentos com os olhos. Ele pega alguns livros e coloca em cima da mesa, juntamente com uma chave e um papel. – Seus livros, seu horário e a chave do seu armário. Duzentos e três, corredor seis.

 

– Obrigada. – Olho os horários e vejo que meu primeiro tempo é de inglês, fico feliz por isso. Tiro notas boas em todas as matérias mas inglês é a qual eu mais me dedico. – Hmm... O senhor pode me dizer onde fica a sala cinco?

 

– Siga reto, é a última porta à esquerda desse corredor. Não tem erro.

 

Agradeço baixo e antes que eu saia, ele diz:

 

– Ah e seja bem vinda ao London High School, qualquer coisa não hesite em falar comigo.

 

– Tudo bem.

 

Saio da sala e sigo pelo corredor, a procura da sala. A encontro e adentro-a. Alguns param e me encaram, mas apenas sigo para o fundo da sala e me sento em uma carteira vazia. Aparentemente o professor ainda não havia chego, aproveito para ler o conteúdo da matéria. Pessoas ao meu redor cochicham e me encaram, outras apenas conversavam.

 

Todo o barulho se cessa quando a porta se abre, prefiro permanecer de cabeça baixa e mordo o lábio inferior. Algo me diz para que eu fique de cabeça baixa mas minha curiosidade está gritando.

 

– Peço desculpas pelo atraso, o trânsito estava horrível. – Meus olhos se arregalam, não é possível. Essa voz... Cristo.

 

Levanto a cabeça e a pessoa olha diretamente para mim, dando um sorriso malicioso.

 

– Meu nome é Louis Tomlinson e eu irei ser o novo professor de inglês de vocês.  


Notas Finais


OPA OPA
tio lou n disse q ia dar o jeito dele? ENTÃO

espero que tenham gostado, comentem o que acharam xx


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