História Tóxic Desire • Justin Bieber - Capítulo 15


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Categorias 50 Tons de Cinza, Caitlin Beadles, Cameron Dallas, Candice Swanepoel, Cara Delevingne, Chaz Somers, Christian Beadles, Hayley Williams, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Liam Neeson, Megan Fox, Natalie Portman, One Direction, Ryan Butler
Personagens Caitlin Beadles, Cameron Dallas, Candice Swanepoel, Cara Delevingne, Chaz Somers, Christian Beadles, Hayley Williams, Ian Somerhalder, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Liam Neeson, Megan Fox, Natalie Portman, Personagens Originais, Ryan Butler, Zayn Malik
Tags Amor, Assassinatos, Criminal, Impossible, Jayne, Justin Bieber, Kathleen Layne Smith, Máfia, Megan Fox, Mentiras, Obsessão, Ódio, Possessivo, Tóxico
Visualizações 143
Palavras 2.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIIE, Gatitas do meu coração, tudo bem com vocês? Espero que sim, pois eu estou bem na medida do possível.😧
Como dizem tudo que é bom infelizmente, dura pouco..😟
Minhas férias já acabaram... Então certamente as coisas vão ficar puxadas pro meu lado, mas prometo que postarei assim que possível!

Capítulo 15 - My place.


Fanfic / Fanfiction Tóxic Desire • Justin Bieber - Capítulo 15 - My place.

"Você já ficou com medo de não esquecer um tipo que gruda na sua cabeça como algo em seus dentes? Você tem alguma carta na manga? Você não tem ideia de que é minha obsessão?" – Do I Wanna Know • Arctic Monkeys…


Justin Bieber • Point of View


Empurrei o corpo de Kathleen em cima da mesa sem deixar de parar o nosso beijo, pressiono o meu corpo ainda mais no dela, que pensei que o nossos corpos poderíam até se tornar em  um só. Senti que ela iria arranhar minha nuca, então no mesmo momento prendi seus braços acima da sua cabeça, fiz um caminho com a minha boca até o seu pescoço chupando, beijando  e mordiscando. Kathleen gemia baixo ao pé do meu ouvido, e caralho isso só servia para me deixar ainda mais louco de vontade de fodê-la e tê-la só pra mim. Rasguei aquela mini blusa e encarei os belos par de seios a minha frente, durinhos e fartos do jeito que eu gosto, cai de boca no esquerdo enquanto massegeava o direito e assim fazia em vice e versa, mordiscando e chupando os mesmo, os gemidos de Kathleen eram como música para os meus ouvidos, e ainda bem que o meu escritório era a prova de som. Quando tirei o seus shorts, a mesma se levantou, rasgando a minha blusa. Sem deixarmos de quebrar o contato visual, nossos olhares brilhavam, a pouca iluminação do abajur deixava tudo ainda mais instigante, suas mãos desceram até a barra da minha calça a tirando e eu terminei de tirá-la com os meus pés, seus olhos foram para o volume já notável por cima da minha boxer preta, percebi suas bochecha corarem, ela sorriu debochada e começou a massegear meu membro por cima do tecido da cueca mesmo. Caralho, aquele jeito de tímida e ousada ao mesmo tempo dela, me deixava louco – aliás acho que deixaria qualquer um louco – logo senti sua mão massegear o meu pau e em rítmo frenético, sentia meu membro cada vez mais duro e tão pulsante que chegava até a doer, porra parece que vou explodir de tanto tesão. Ela lambeu a glande só para me atiçar e começou a diminuir a velocidade, me provocando,  vadia desgraçada. 

— Kathleen. — Rosnei seu nome, sentindo os meus dentes rangerem. Ela riu fraco e logo me olhou inocente começando a me chupar e o que não cabia na boca, masturbava com as mãos. Levo uma de minhas mãos a sua cabeça, agarrando os cabelos de sua nuca, a ajudando com os movimentos. Cada vez mais ela aumentava o ritmo dos movimentos, reprimi um gemido assim que jorrei a minha porra toda em sua boca. Ela fez questão de engolir tudo, percebo que ainda tinha um pouco no canto de sua boca e a mesma se apoiou no chão, limpando com o dedo logo levando-o até a boca e chupando o mesmo, sem desviar os nossos olhares em nenhum segundo sequer. Puta que pariu, como essa vadia consegue ser tão gostosa assim sem nem ao menos se esforçar? Que tipo de feitiço ela fez para que em um simples gesto eu já me imagine a fodendo em todas as posições inimagináveis? É o caralho mesmo hein, a levantei com tudo pouco me importando se iria machucá-la ou não, e a deitei sobre minha mesa de novo. Me inclinei rasgando aquele pedaço de pano que ela chama de calcinha, e penetrei três dedos de uma vez só na mesma ouvindo o seu grito alto e estridente, senti as paredes de sua intimidade apertarem os meus dedos, porra ela sendo apertadinha do jeito que é, isso faz o sexo ficar mais gostoso ainda. E não, eu simplesmente não me importaria em fodê-la para o resto da vida. Notei que a mesma começou a remexer o quadril em busca demais contato, passei o meu polegar e logo abri mais suas pernas. Sorri malicioso com a visão que tive, sua boceta rosada, molhadinha e completamente lisa pra mim. Caralho, me aproximei e a penetrei com a língua fazendo movimentos circulares, mordisquei e chupei seus lábios vaginais ouvindo seu grito de prazer, sorri satisfeito e pressionei mais minhas mãos em seu quadril para ela parasse de se remexer. Continuei com os meus movimentos até sentir o corpo de Kathleen tremer, dando indício de que estava chegando ao seu limite e logo a mesma liberou o seu orgasmo, engoli tudo, não desperdicei nenhuma gota. O gosto dela é incrível, porra. Me levantei e senti Kathleen me puxar para outro beijo, o ar condicionado estava ligado, mas nem parecia que estava, de tanto calor, nossos corpos eram quentes. Me aproximei da mesma e a penetrei sem aviso prévio, calando o grito dela com um beijo, continuei meus movimentos prensando os seus braços em cima da minha mesa. Não permitiria que ela me marcasse.

Ahm. — Gemeu ao pé do meu ouvido.

Como você é apertada, vadia. —Gemi rouco, acelerando os meus movimentos em um vai e vem mais do que gostoso, e logo a mesma revirou os olhos me beijando assim que senti seu gozo escorrer em mim, mais três estocadas e eu libero a minha porra procurando gozar o mais profundo possível a ponto que marque o seu útero, para que ela se lembre da melhor foda que teve na vida. Saio de dentro dela, e procuro minhas roupas vendo a mesma fazer o mesmo.

Enchi o meu copo de Whisky e tomo tudo de uma vez só, sentindo o mesmo raspar minha garganta a baixo. Ofereço a garrafa para Kathleen e ela parece pensativa.

— Não sei se seria boa ideia. —Suspira. —  Pode cortar o efeito dos remédios. — Semicerrou os seus olhos azuis. 

— Qual é? Não é como se tu fosse morrer por uma gotinha de álcool, Kathleen. — Ironizei, ela revirou os olhos, sorrindo fraco.

— Se eu morrer volto para puxar o teu pé. — Falou tomando um gole da garrafa.

— Então tu tens medo de morrer?— Debochei.

— Claro eu sou muito nova, ainda tenho muito o que viver. — Falou. — E você, tem medo da morte? — Ela perguntou, pensei um pouco. Eu não vivo, apenas existo então dá exatamente no mesmo nessa merda de vida. E bom, o caminho no qual eu escolhi seguir, os perigos do meu trabalho, morrer é uma das coisas que poderia acontecer comigo a qualquer momento – da pior forma possível, até provavelmente sobre uma tortura traumatizante – mais eu simplesmente fico de boa nem ligo para isso, até por que quem se importaria? 

— Não, eu não me importo e não tenho medo as vezes acho que seria até melhor, assim pouparia a sociedade de mais um monstro sem coração nesse mundo. — Abro um sorrisinho maléfico, agora noto seu olhar atento sobre mim.

— Não fale isso, Bieber. Não pensa nas pessoas que te amam e que se importam contigo, em como elas ficariam? — Essa foi a minha vez de rir sem humor.

— Não sou digno de amor, é melhor eu pensar só em mim mesmo, quem sabe assim eu até evito um pouco o sofrimento dessas "pessoas". — Fiz aspas com os dedos. — Até porque eu sou assim, esse é o meu jeito e não vou mudar por nada e nem por ninguém. - Completei, Kathleen balançou a cabeça negativamente.

— Todo ser humano é digno de amor, não diga isso, Bieber. — Nego novamente. 

— Você fala isso por que não me conhece o suficente e não faz idéia do que eu sou capaz de fazer, do que eu já fiz e faço até hoje. — Digo encarando seus olhos azuis. — Porque se soubesse, tenho certeza de que até tu reveria os seus conceitos e pensaria direito a respeito, principalmente teria medo de mim. —Digo apontando pro meu colo, onde a mesma se sentou e continuamos bebendo o Wishky em silêncio. Quando percebi a mesa já estava com cinco garrafas vazias de Whisky. Kathleen levantou, e eu fiz o mesmo pegando a chave do meu Lande Rover.

— Vai sair? — Ouvi a voz arrastada da Kathleen. Apenas assenti. — Me leva junto?

— Não, nem pens...— Fui interrompido pela mesma.

— Vai Bieber, por favor, eu não quero ficar aqui nesse tédio, por...—

— Tabom, caralho tu é insistente. — Reclamo, ela sorri vitoriosa, dando pulinhos de alegria e batendo palmas soltando um gritinho de entusiasmo me acompanhando. Saio da mansão e peço que os seguranças não me acompanhem. Não há necessidade disso.

— Justin, você devia ter ouvido o Khalil, e se nos perseguirem de novo? — Perguntou Kathleen. No banco do carona ao meu lado. 

— Relaxa não vai acontecer nada, ninguém seria louco de me atacar no meu território. — Falei.

— Ah, ninguém seria louco, mas teve o Robert Sanchez que foi louco o suficiente, não é? — Debochou. Resolvi ignorar o seu deboche, não quero perder a paciência agora. Peguei uma pequena estrada de chão, era tão estreita que parecia até uma trilha.

— Justin o que nós viemos fazer aqui no meio do nada? Você não vai me esquartejar e depois ir embora não, né? — Kathleen ironizou. Porra, será que essa mulher não consegue manter a boca fechada nem por um mínimo segundo sequer?

— Pensando bem até que não seria má idéia. — Digo sério sem nenhum tom de ironia ou sarcasmo. Ouvi ela bufar e seguimos em silêncio. Estacionei o meu carro no final da trilha e desci, logo Kathleen desceu confusa antes que ela começasse com o interrogatório, fiz um sinal para que  mesma me seguisse e assim foi feito. Quebrei um galho de uma árvore passando direto, apressando os meus passos, ainda bem que eu sei esse caminho de cor. Esse é o meu lugar preferido.

Aaah, Argh! Aff, esses pernilongos dos infernos! — Ouvia os gritos e reclamações da Kathleen. Juro que estava me controlando para não perder o controle com ela. — Ah tira Justin, pelo amor de Deus tira! Um bicho, Aahh!  Olhei para trás e Kathleen se debatia gritando, bufei me aproximando dela, e tirei a joaninha que estava em cima do seu cabelo. Percebi que seus olhos estavam marejados, porra, é isso mesmo ela vai chorar por causa de um insento inofensivo? Eu odeio ver mulher chorando. 

— Larga de ser fresca. — Reclamei, revirando os olhos. — Era só uma joaninha, não é como se isso fosse o fim do mundo. — Digo continuando a seguir o caminho.

— Joaninha? Mesmo assim não deixa de ser um inseto! O que tu tens na cabeça para vir no meio do mato, para que diabos estamos subindo esse morro Justin? — Ela indagou incrédula.

— Não foi tu quem queria porque queria me acompanhar? Então agora agüenta e de preferência com a boquinha fechada, morô? — Perguntei e seguimos silêncio.

Kathleen Layne Green • Point of View

Na boa, estava detestando tudo isso. Esses pernilongos, insetos e esse mato penicante. Qual é? Não me julguem mais eu sempre fui criada só na cidade grande, sou gente e não um bicho para viver no meio do mato, óbvio isso não é? Por isso eu odeio mato e principalmente insetos, pois tive um trauma no passado por causa de um maldito bicho com uma brincadeira sem graça do meu meio-irmão, que me resultou entomofobia. Revirei os olhos, senti um gramado liso, e uma brisa leve. Sorri fraco observando o lugar, aqui era tipo um topo de um morro que dava a visão inteira de Los Angeles e o por do sol — que brilhava radiante no horizonte — sorri abobalhada e encantada com aquilo tudo.

— Que dá hora man, nunca tinha visto nada igual. — Digo sorrindo.

— Viu como toda a sua reclamação à toa valeu a pena? Esse aqui é o meu lugar preferido, distante e calmo, sempre quando estou a ponto de explodir venho aqui. — Ouço Justin falar. Realmente aqui é maravilhoso apenas os sons dos pássaros e tinha uma brisa serena e confortante, não tenho palavras para descrever a ótima sensação de paz interior que esse lugar proporciona. — Eu gosto de ver a noite e o por do sol daqui de cima, é uma das poucas coisas que me dá uma sensação leve, de relaxamento. Quando estou aqui não tem peso nas minhas costas, não tem assunto de trabalho e nem problemas, é só eu e essa visão. — Quando ele termina de dizer, fico um pouco surpresa.

— Te confesso que eu jamais iria imaginar que você conhecesse e muito menos gostasse de um lugar como este. — Admiti. — Tu com esse seu jeitão de bad boy, esse lado frio, egoísta e grosso de ser, sabe eu acho que bem lá no fundo você é uma boa pessoa Justin, por que não mostra e deixa as pessoas verem que ainda resta um pouco de bondade em ti? – Pergunto séria, ele sorriu debochado.

 — Porque realmente não há nada de bom em mim e eu também não gosto que as pessoas pensem que eu sou bom, se não elas vão esperar por essa "bondade" da minha parte. — Fez aspas com os dedos, logo em seguida respirando fundo. — E na boa, eu não quero que elas se decepcionem mais criando falsas expectativas, num caso que já está perdido. — Ele disse por fim, andando e voltando pro caminho que eu acho que é onde o carro estava estacionado. Apenas o acompanhei em silêncio, quando adentramos o carro seguimos para outro caminho mais distante ainda de LA. Franzi o cenho, mas não falei nada, não queria arriscar até porque nunca se sabe qual seria as mudanças de humor repentinas do Bieber. E eu já não sou a pessoa mais paciente do mundo, então convenhamos, né? Não é sensato nós descutirmos logo agora, ele poderia muito bem me deixar na rua e voltar para sua casa como se nada tivesse acontecido, e se pelo menos eu não tivesse esquecido meu celular em casa, talvez até arriscaria. Percebi que ele entrou  em uma estrada de chão distante, e logo depois de longos minutos que mais pareceriam eternidade, ele parou o carro e saiu. Fiquei observando o lugar e não queria sair do carro. E se ele quisesse me matar? Ninguém ali iria me ajudar caso isso acontecesse. Logo ouvi o mesmo bater na porta impaciente e o encarei.


Notas Finais


Desculpem os erros ortográficos, amores...💕


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