História Tóxic Desire • Justin Bieber - Capítulo 16


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Categorias 50 Tons de Cinza, Caitlin Beadles, Cameron Dallas, Candice Swanepoel, Cara Delevingne, Chaz Somers, Christian Beadles, Hayley Williams, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Liam Neeson, Megan Fox, Natalie Portman, One Direction, Ryan Butler
Personagens Caitlin Beadles, Cameron Dallas, Candice Swanepoel, Cara Delevingne, Chaz Somers, Christian Beadles, Hayley Williams, Ian Somerhalder, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Liam Neeson, Megan Fox, Natalie Portman, Personagens Originais, Ryan Butler, Zayn Malik
Tags Amor, Assassinatos, Criminal, Impossible, Jayne, Justin Bieber, Kathleen Layne Smith, Máfia, Megan Fox, Mentiras, Obsessão, Ódio, Possessivo, Tóxico
Visualizações 142
Palavras 2.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura, my loves.💖

Capítulo 16 - That's My Girl.


Fanfic / Fanfiction Tóxic Desire • Justin Bieber - Capítulo 16 - That's My Girl.

Você tem um corpo impecável que agora dói da cabeça aos pés, isso não é nada, isso não é nada todas as garotas ao redor do mundo, isso não é nada, isso não é nada as garotas boazinhas têm que ser duronas. That's My Girl • Fifth Harmony. 


 Kathleen Layne - Point of View 


— Para de ser idiota Kathleen, será que eu mesmo vou ter que te arrastar pelos os cabelos daí? — Consegui identificar pela leitura lábial – ele que nem ouse tocar em sequer um fiozinho de cabelo meu, nem pensar o meu cabelo é o meu xodó. — tirei o cinto saindo do carro. Olhei em volta e percebi que tinha um depósito grande, com alguns seguranças rondando e fazendo a escolta dali. Era um local distante e logo atrás tinha meio que uma mata, não pude evitar de fazer uma careta ao perceber isso 

— O que é isso? — Pergunto seguindo o Bieber.

— Esse é o galpão sul, uns dos meus depósitos aqui de LA. — Respondeu, logo o mesmo abriu um cadeado e estávamos em uma sala não muito grande onde tinha uns caixotes e um armário.

— O que você guarda aqui? — Pergunto rodeando aquelas caixas e tentando abrir o armário, o que não consegui pois o mesmo estava trancado.

— Drogas, armas, e antigos contratos de negociações da época do meu pai. — Falou indiferente, dando de ombros. Peguei um caixote mais que estava muito pesado mesmo, acabei me desequilibrando e o mesmo caiu no chão junto com várias armas, umas granadas de susto e também um lançador de granada XM – 25, fiquei boquiaberta.

— Porra, tu é desastrada hein, Kathleen. — Ouvi Justin reclamar, mas simplesmente não dei ouvidos. Me aproximei pegando uma Barret M82A1.

— Caralho, man. — Falei impressionada com a arma em minhas mãos, com certeza meus olhos estavam brilhando. — Essa arma é muito foda, eu sempre quis ter uma dessa. — Digo e percebi que a mesma estava sem munição. Coloquei as mesmas que estavam no chão e as que haviam caído  no chão de volta na caixa, deixando tudo exatamente no lugar onde eu encontrei. Andei em volta daquela sala e percebi uma escada que certamente levaria ao andar de cima. Olhei para o Bieber e antes que eu perguntasse  ele me responde.

— É o meu escritório e mais umas salas de equipamentos, logo abaixo no terrário tem o campo de treinamento. — Ele disse e eu o segui.

— Você tem mais desses galpões aqui em LA? — Perguntei.

— Tenho vários, não só aqui mais muitos outros espalhados por ai.

— Você comprou isso? — Indaguei, às vezes a minha curiosidade extrema consegue estressar até a mim mesma.

— Na verdade foi de uma dívida que eu recebi, isso era um cuble de piscina enorme e eu o transformei em um depósito. — Falou, quando iria abrir a boca ele me interrompe. — Já chega de perguntas, você fala demais. — Ele disse grosso, revirei os olhos e me mantive calada. Subimos até ao seu escritório e o mesmo se sentou na mesa, fumando o seu inseparável cigarro. Confesso que por mais que eu fume de vez em quando e tal, eu não sou muito fã de cigarros... mas porra, como esse homem apenas tragando um cigarro em um ato tão simples consegue ser incrívelmente sexy? Isso deveria ser pecado. Suspiro e me levanto observando o lugar, até que era limpo, e tinha uns quadros de obras na parede. E entre outras coisas espalhadas pelo o local.

— Edvard Munch. — Murmurei. — Você roubou não foi? — Perguntei me refererindo aos quadros das obras de artes famosas que tinham ali.

— Roubar é uma palavra muito forte, Kathleen. — Debochou.

— Sério, você é mesmo um cretino, hein. — Reclamei por tamanha cara de pau dele. — Por que você não revendeu, essa obra de arte com certeza te daria uma grana preta ainda mais no mercado negro, não é? — Pergunto arqueando uma sobrancelha.

— Revendi algumas, eu e os caras roubamos elas no mês passado. — Ele falou indiferente como se fosse a coisa mais normal do mundo. E com certeza pra ele, era sim. — Fiquei com um pouco e depois ganhei o dobro do dinheiro pelo o que elas realmente valiam. — Ele diz.

— Também tenho algumas obras de artes famosas, mas ficaram na minha casa, lá no Brasil. — Digo observando a expressura do quadro. — E diferente de tu, eu não roubei e sim comprei, né? — Debochei mas vejo que ele não se afetou nem um pouco com isso, apenas abriu un sorrisinho irônico.

— Tu tem cara de patricinha e parece bem mimada, sabia? — Debochou. — Não faz ideia do que é o mundo real Kathleen, porque certamente o seu papai te criou e fez com que você se idealizasse em um mundinho cor de rosa. — Ele completou se levantando. Esse idiota pensa que é quem para falar assim comigo? Ele nem ao menos sabe e nem faz ideia do que eu passei nessa droga de vida.

— Você não me conhece, para me achar mimada e patricinha. — Rosno passando na sua frente. Sim, ele tinha conseguido me irritar com tão pouco. Talvez por um lado ele tenha razão, porém posso até ser um pouco mimada mais patricinha eu não sou. Ouço ele rir debochado. Por que diabos ele sempre vem com esse jeito de debochado que com certeza consegueria irritar até a pessoa mais calma desse mundo? Por que ele nunca leva nada a sério? Poxa, eu só queria ajudá-lo e tentar compreendê-lo. 

— Aliás bela bunda hein, rebola pra esquerda que a direita ta ganhando. — Ele maliciou, como esse ser consegue simplesmente não levar nada a sério? Por que diabos sempre que estou tentando trabalhar a mente dele, ele simplesmente debocha e vem com esse ar irônico insuportável? Ou então tem que falar besteira e ser um tarado daqueles? Estou vendo que tenho que manter a calma, pois o Bieber não é fácil de se lidar. E eu também sou osso duro de roer, então pronto estou em uma situação difícil. Entro no carro que foi destravado por ele e o caminho para casa foi silencioso. As vezes pelo rabo de olho encarava o Bieber dirigir, ele corria feito louco por aquelas ruas. Mas eu não me importava, nem sequer estava com o cinto de segurança.

— Você não tem medo? — Justin perguntou se referindo ao cinto neguei com a cabeça dando de ombros indiferente. Na mesma hora o mesmo virou com tudo em uma curva perigosa, o meu corpo foi impulsionado para frente, eu repremi a vontade de soltar um gritinho de susto. Me recompus, sentando relaxada no carro e por mais que o Bieber tentasse disfarçar, eu tinha percebido o pingo de surpresa em seu olhar.

— Qualé? — Perguntei debochando. — Já sou uma mulher de vinte anos Bieber... — Fiz uma pausa mordendo o lábio inferior.— Então com certeza, já passei da idade de fazer xixi na cama. — Minha voz soou desafiadora e sexy. Vi Justin abrir um sorrisinho irônico.

— Você definitivamente é uma louca que não tem noção do perigo. — Ele diz, e eu ri pelo nariz. Talvez eu seja uma sem noção mesmo.

 — Então Bieber, vamos falar sobre você. — Digo e ouvi o mesmo bufar.

— Você é curiosa hein, não tem nada importante sobre a minha vida. — Ele diz, dou de ombros.

— Não importa, mesmo assim eu quero saber. — Falo sorrindo fraco. — Que tal um jogo de perguntas e respostas, eu começo! — Digo exasperada, o vi revirar os olhos pela visão periférica. — Sua família? Como é a sua relação com a sua família? — Perguntei, o vi engolir em seco antes de suspirar.

— Péssima, você nem imagina... — Ele diz rindo sem humor. — O únicos quem eu respeito e ainda tenho um pouco de consideração são os meus avós, não sei se é por eles terem uma idade já avançada ou se é costume, mas eu me sinto bem com Diane e Bruce, dona Patricia mais conhecida como minha mãe tenta me mudar e vive pegando no meu pé, e na boa man, eu odeio isso. — Ele apertou as mãos no volante. — Tenho dois irmãos mais novos Jaxon de oito anos e Jazmyn de sete, só que mal nos falamos eles tem medo de mim. — Ele completa, sério e sem nenhuma expressão. Sorri boba, eu adoro crianças elas são tão adoráveis.

— Por que eles teriam medo de você? Se são sangue do seu sangue Bieber, eu gostaria de conhecê-los, adoro crianças. — Falo animada.

— Minha vez agora, por que você não vai atrás dos seus pais biológicos? — Ele pergunta, me remexo desconfortável no banco do carro. Sim, esse assunto me incomoda muito é como uma ferida que pode até cicatrizar mais mesmo assim sempre ficará a marca e nunca parará de doer. Eu não gosto disso, as vezes eu queria apenas não sentir, talvez assim seria melhor e evitaria decepções, mas eu sou humana, tenho um coração, então querendo ou não, eu tenho que aceitar isso. Respiro fundo.

— Não tenho nenhum tipo de interesse em conhecê-los. — Minto. — Aliás não adiantaria nada, eles podem estarem mortos não tenho nenhuma informação coerente deles. — Desvio o olhar para a janela. — E a única que poderia me responder e me ajudar a encontrá-los era a minha madrasta, o que não vai ser possivel pois a mesma desapareceu.— Digo fechando as mãos em punhos, como eu odiava aquela maldita mulher.

— Huhum. — Bieber murmurou.

— Agora repetindo a pergunta anterior, por que os seus irmãozinhos teriam medo de você, Bieber? — Pergunto e ele sorri irônico.

— Digamos que eu odeio crianças, pirralhos só servem para fazerem bagunça. — Ele diz, eu confesso que fiquei um pouco surpresa. Como um ser humano poderia odiar uma criança? São apenas, crianças. — Eles pensam que eu não os amo, brigo com eles direto nossa convivência é tão ruim que eles nunca ficaram mais de uma semana na minha casa. — Ele riu pelo o nariz. — E nem preciso dizer que Dona Pattie coloca essa situação na lista demais sermões. — Adentramos a mansão, e logo o Bieber estacionou o carro. Saio do carro, e o mesmo continuou dentro apenas me esperando cair fora pra ele sair cantando pneu senti uma onda de raiva me preencher, aquele puto óbviamente foi para alguma boate curtir, já estava ficando tarde e creio que ele não vá resolver negócios do trabalho, até porque os garotos certamente estariam em casa. Revirei os olhos, não tenho nada a ver com isso mesmo. Entrei na mansão e vi Cait comendo algo e conversando com seu irmão. Enquanto Ryan e Chaz jogavam vídeo game e nem sequer piscavam. Bufei, indo para cozinha buscar um copo d'água. Percebi que Angel lia uns livros encostada no balcão da cozinha, enquanto bebia um suco.

— Angel. — Chamei-a, ela me olhou. — É, você sabe se a Aída está por aqui? — Pergunto formalmente como quem não queria nada. — Ela me olhou e sorriu fraco.

— Pelo o que eu sei ela passaria o dia num spa. — Ela disse. Assenti me retirando da cozinha. Entrei no meu quarto e suspirei de alívio ao perceber uma caixa e uma sacola. Sorri internamente e peguei as coisas que seriam muito úteis para mim. Passei pro andar de baixo, tentando passar despercebida e acho que consegui. Entro no quarto da Aída fechando a porta, e tiro as luvas do meu bolso colocando-as nas minhas mãos. Eu tinha que ser rápida, não poderia dar bobeira e ser pega em flagrante. Entrei no banheiro dela que era enorme, e vi uns shampoos e cremes de pele. Tentei alcançá-los ficando na ponta dos pés, mas não consegui; por isso odeio ser baixinha. Puxo uma cadeira e subo em cima, abro rápido os shampoos e os cremes hidratantes corporais. Jogo todo o pozinho mágico do frasquinho azul dentro deles. Logo em seguida os fecho, chacoalhando eles. Dei um riso fraco descendo da cadeira e a colocando onde eu achei. Em seguida fui para o seu closet — que era enorme, e tenho que confessar não é que a vadiazinha tem um pouco de bom gosto — fui nos seus vestidos e blusas e abri o meu potinho com o meu adorável "pó de mico" espalhei por todos os seus vestidos. Sem deixar escapar um pózinho sequer. Ri fraco em satisfação, em seguida meti o pé de seu quarto. Ainda bem que ninguém me viu. Eu avisei para aquela idiota não se meter comigo, mas ela não quis me escutar agora vai pagar o preço. Comigo as coisas sempre foram assim: Mexeu, levou. Nunca fui de levar desaforo pra casa e não vai ser agora que isso vai acontecer. Ri baixo balançando a cabeça negativamente ao imaginar a cara da Aída e a raiva dela quando a mesma perceber o que lhe espera. Com certeza, isso será mais do que divertido. Ouvi meu celular vibrar e rolei os olhos ao perceber que se tratava de Candice.

Mensagens On:

• Kath eu recebi a sua ecomenda no seu nome, o que era aquilo? Você esta bem né? Não fez nenhuma loucura não, né Layne? – Bufei, ah Candice nem imagina.

• Relaxa, eu estou bem, não fiz nada demais. E não me chame de Layne. – Enviei bloqueando o celular em seguida. 
 
Mensagens Off.

Levanto da cama saltitante e fui para o banheiro tomar um banho. 


Notas Finais


Desculpem os erros ortográficos, gatitas! 💗
Até o próximo e bjs de luz.💥


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