História Toxic Desire - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Belieber, Criminal, Justin Bieber
Visualizações 27
Palavras 3.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Genteee, eu sei que os primeiros caps. vão ser bem chatinhos maaaas eu prometo que depois vai melhorar BASTANTE. Boa leitura <3

Capítulo 4 - Deal with it.


Los Angeles, 
Beverly Hills, California
Junho de 2015. 
– Chelsea Anderson's POV
 

Justin conseguiu me roubar um beijo daqui e dali porém assim que eu decidi que já tinha o provocado bastante, ao ponto de ele ficar duro, me afastei do idiota, fingindo estar passando mal devido a gravidez. 

Eu sei, muito infantil de minha parte. 

Acontece que quando você está lidando com crianças, sempre acaba se tornando um pouco infantil. É a vida. 

Nós brigamos. Foi feio. Xingamentos foram jogados e acusações injustas não poderão mais ser apagadas. 

Mesmo assim, Justin insistiu em me arrastar para casa dele, alegando que o seu filho não ficaria na casa de Tyson de jeito nenhum. 

Ainda teria que me acostumar com isso. Parece estranho demais o facto de Justin ter aceitado assumir a paternidade de minha criança. Aliás, ele não está fazendo mais do que sua obrigação... Porém algo parece estar muito estranho. 

Eu decido não me preocupar com isso agora e estico meus braços, procurando algum conforto em meu corpo. A cama do quarto de hóspedes era extremamente confortável porém eu estava toda dolorida, principalmente nos seios. 

Suspiro e coço meus olhos, logo prendendo meu cabelo em um coque, levantando da cama. Ainda estou usando o vestido de ontem e por mais que ele fosse lindo, está me incomodando bastante. 

Tudo por culpa de Justin que não aceitou ir pegar minhas coisas na casa de Tyson. Eu juro que é hoje que furo o olho dele. 

Antes de pensar em fazer qualquer coisa, entro no banheiro e limpo os dentes com o dedo mesmo, já que minha escova não estava comigo. Maldito Justin. 

Bufo irritada e saio do quarto, descalça, com a maquiagem toda borrada e usando o vestido decotado e apertado demais. 

— Justin! — Berro, indo em direção ao seu quarto, que era a porra de uma suíte. Ele não merecia metade do que tinha. Mas se você fosse realmente pensar sobre isso, tudo que Justin possuía eram apenas coisas de valor. Ele tinha amigos, sim, melhores amigos até. Porém entre o dinheiro e salvar a vida de um deles... Eu fico triste em imaginar o que ele escolheria. 

E o mais fodido em toda essa história, é que eu o entendo. Justin e eu crescemos juntos, literalmente. Meu pai, Edward Anderson, era alcóolico. E depois de milhares de vezes me abandonar a mim e a minha mãe, Giselle Durand, sozinhas em casa sem nem um tostão para nos alimentar... Ele fugiu. Simplesmente evaporou no ar, sem mais nem menos, deixando apenas uma nota de cem dólares na nossa porta. A porra de uma nota de cem dólares. 

Na época, eu tinha apenas oito anos. Ainda não sabia exatamente que ele tinha sumido para valer. Mamãe chorou horrores, sempre sussurrando o quanto ela se arrependia de ter se casado com um maldito americano. Giselle é francesa. Ela teve que abandonar sua família em uma pequena cidade de França quando descobriu que estava grávida do meu pai. Os dois foram para o Canadá, Montreal e ficaram por lá até eu nascer. Oito anos se passaram, e meu pai conseguiu estragar tudo. Com a nota de cem dólares, minha mãe pegou em mim e nos poucos pertences que tínhamos e juntas fomos para Stratford, Ontario. 

Foi aí que eu conheci Justin. O menino lindo de olhos dourados e sorriso sacana. Ele sempre foi assim desde que era um pivete. 

E algo me dizia que a criança se formando dentro de mim não seria nada diferente. 

— Chelsea! — Justin grita na minha cara, me dando um susto do caralho. Meus olhos se arregalam e eu só não caio porque ele é rápido em agarrar minha cintura, rindo que nem um macaco. Fecho a cara e distribuo tapas por seu peito. 

— Você está maluco ou já nasceu assim burro, mesmo? Porque puta que me pariu, eu corto teu pau se você sequer pensar em fazer isso de novo Justin. — Aviso, entredentes. 

— Eu que estou maluco? — Aponta para si mesmo, indignado. — Você é a idiota que tava parada encarando o nada. O que estava pensando, hm, Chels? No que eu poderia ter feito com você ontem à noite? — Justin sussurra, apertando minha cintura e puxando ainda mais meu corpo contra o seu. Engulo em seco e desvio meu olhar do seu para evitar qualquer coisa que possa acabar na cama. 

— Na verdade estava pensando nas mil e uma formas que eu poderia te matar. — Dou dois tapinhas em seu ombro e tento me soltar dele, o que resultou em meu corpo sendo jogado contra a parede. Justin logo prensa seu corpo contra o meu e puxa meu cabelo para o lado, encaixando seus lábios nos meus. 

O beijo já começa com a fúria que ambos temos um pelo outro, logo sendo substituído pelo desejo, o que me faz arranhar seu pescoço lentamente e subir minha coxa até sua cintura. Justin sorri por entre o beijo e aproveita a nova posição para chocar nossos sexos cobertos, me arrancando um gemido abafado que apenas o faz continuar, quase como se ele estivesse me penetrando. Afasto nossos lábios devido à falta de ar e abro minha boca em um gemido inaudível, logo sentindo os lábios de Justin passearem por meu pescoço, onde ele faz questão de dar algumas mordidas que com certeza deixariam marcas. 

Justin desliza a mão que estava em meu cabelo até minha bunda, apertando a mesma ao mesmo tempo que puxa ainda mais meu corpo contra o seu. Eu estava tão excitada que poderia gozar apenas pelo som de sua voz. 

Depois ainda me pergunto como engravidei. Ha! 

— Aí Justin, era só para te avisar que o nosso assalto é hoje e... — Empurro rapidamente Justin para longe de mim e puxo meu vestido para baixo, lançando um sorriso inocente para Chris. 

— Chris! Nossa, quanto tempo. Parece que não te vejo há uma eternidade. — Dou uma risada forçada. Chris estava que nem a porra de uma estátua, provavelmente sem saber o que fazer. 

— Ah qual é, filho da puta, veio interromper só para ficar aí parado? — Justin resmunga, me fazendo revirar os olhos. 

— Não se preocupe que não interrompeu nada, Chris. Agora você, — Aponto para Justin, o vendo erguer uma sobrancelha. — Eu preciso de ir pegar as suas coisas. 

— Chaz já foi pegar as suas merdas, tão lá no meu quarto. — Justin ergue o queixo, apontando na direção de seu quarto. Olho para ele desconfiada, pronta para perguntar porque porra não colocaram minhas coisas no quarto onde eu estava ficando porém a visão de suas mãos cobrindo seu pau me faz cair na risada. 

Chris segue meu olhar tentando descobrir o motivo de toda graça e logo se junta a mim, rindo do amigo. Justin revira os olhos e levanta seu dedo do meio, pegando meu braço para me puxar até seu quarto. 

Só o pensamento de Justin e Samantha naquela cama faz meu estômago revirar. E quando me dou conta estou me debruçando sobre seu vaso, libertando apenas líquidos, já que não tinha nada no estômago. 

Justin fica parado no batente da porta, apenas me encarando. 

— O que está fazendo? — Digo, irritada. — Saia daqui. 

— Isso acontece muitas vezes? — Ele totalmente me ignora, cruzando os braços. 

— Se você não sair daqui agora eu juro que vomito na sua cara, Justin. — Cuspo, passando o dorso da minha mão em meus lábios. Ele revira os olhos e eu faço o mesmo, dando a descarga e indo em direção a pia, onde eu escovo, novamente, meus dentes com o dedo. 

Finalmente, Justin me deixa sozinha. 

E eu aproveito o momento para encarar meu reflexo no espelho. Minha aparência está horrível. Me pergunto porque caralho Justin ficou duro quando eu estou parecendo uma espécie de animal selvagem. 

— Aqui, pode tomar banho aí se quiser. — Justin aparece novamente, agora segurando a pequena mala que eu arrumei quando fui para casa de Tyson. 

— Algum bicho te mordeu? — Semicerro os olhos e ele ergue as sobrancelhas, como se estivesse me pedindo para elaborar minha pergunta. — Eu te recusei sexo duas vezes e você está sendo estranhamente... Agradável. 

— Acredita em mim, Chels, eu pensei em queimar suas roupas para você não ter merda nenhuma para vestir e desfilar seu corpo nu pela minha mansão. — Ele pisca para mim e dessa vez sou eu que ergo as sobrancelhas, pegando a mala de suas mãos. — Mas aí eu pensei... Pra que perder meu tempo quando eu posso ir para um bar e arranjar uma mulher bem mais experiente que você? — Abre um sorriso presunçoso. — Bom banho, babe. Se estiver a fim de economizar água... — O corto. 

— Eu chamarei o Tyson, já que você estará ocupado demais fodendo com alguém mais experiente que eu. — Sorrio sarcástica e o empurro para fora do banheiro, fechando a porta em sua cara e logo trancando a mesma. — Vê se não engravida ela também, Jay. — Debocho. 

— Quem caralho você pensa que é para fechar a porta do meu banheiro na minha cara? — Consigo sentir a raiva presente em sua voz, seguida de chutes na porta. Tem como Justin Bieber ser mais idiota? 

— A mãe da sua criança, garoto, me respeite. 

                                 ✵

— Tem certeza que você também vem, Chelsea? — Ryan pergunta pela milésima vez. Reviro os olhos e solto meu cabelo, deixando os fios dourados caírem sobre meus ombros. 

— Ryan, por favor, eu estou grávida... Não doente. — Completo, passando o batom com sabor de cereja em meus lábios carnudos. 

— Eu sei mas é que... Ah, você sabe. — Ele suspira e eu imediatamente me sinto mal, parando de me encarar no espelho para olhar em sua direção. — Esse lance de gravidez me deixa sensível para caralho. E eu odeio isso. 

— Ry... — O chamo pelo apelido usado quando éramos apenas crianças. Só um de nós ainda continua nessa fase, vulgo, Justin. — Eu sinto a falta dela. — Mordo minha bochecha, tentando não chorar pelas lembranças de minha melhor amiga que passam como flashes em minha mente. Minha gravidez estava fodendo com todas as barreiras que eu construí a volta de mim quando tudo aconteceu. E eu odiava isso, porque essa não era a nova Chelsea. 

— Eu sei, Chels, também sinto a falta dela. — Ryan sussurra, encarando seus pés. Me jogo nos braços dele e o aperto com força, sentindo seus braços rodearem minha cintura. — Eu só queria poder voltar na porra do tempo. — Ele lamenta, mordendo o lábio inferior para evitar lágrimas indesejadas. Tudo aconteceu há três anos atrás e parece que foi ontem. Principalmente para mim e para Ryan. 

— Você tem certeza que a gente deve fazer isso? — Liv pergunta, meio receosa. Reviro os olhos para minha melhor amiga e agarro sua mão, puxando ela para trás do sofá da casa de Justin. 

— Você tem certeza que quer passar o resto da eternidade se perguntando o que merda Justin e Ryan estão fazendo quando não estão com a gente? — Levanto uma sobrancelha, vendo Olivia desviar o olhar. — Exato, foi o que eu pensei. — Me abaixo e puxo ela junto comigo. 

— Eu trouxe Cheetos, vai querer? — Liv abre um sorriso enorme, puxando o pacote de Cheetos de dentro do seu moletom. É impossível prender a risada. 

— Você querendo dividir comida? Essa é nova. — Digo entre risadas, enchendo minha mão de Cheetos. 

— Não abuse, vadia. — Liv dá um tapa em minha mão, me fuzilando com o olhar. — Além do mais, não é como se você não fosse simplesmente roubar caso eu não te oferecesse. — Dou de ombros, confirmando sua teoria. — Mas não tem problema. Eu posso dividir com minha parceira dos crimes. — Ela ri, engachando seu braço no meu. 

                                 ✵

— Chelsea, corre minha filha. — Olivia literalmente invade meu quarto, batendo com a porta logo de seguida. Arregalo os olhos. 

— Ele está aí? — Sussurro, vestindo rapidamente uma calça jeans, já que só usava uma blusa enorme de alguma equipa americana. 

— Fofinha, só faz o que eu to dizendo. — Liv abre um sorriso sarcástico, se colocando contra a porta caso Justin quisesse entrar. 

— Droga, eu não vou fugir. — Decido, cruzando os braços. — Se ele quer vir falar comigo, que fale. — Dou de ombros. 

— Chelsea Giselle Anderson, some daqui antes que eu infeste seu quarto com meu peido. — Ameaça, me fazendo arregalar os olhos. 

— Você não teria coragem... — Digo, desacreditada. O cheiro do peido de Olívia era simplesmente a definição de suicídio. 

— Só não peido se você sair. 

— Promete de dedinho? — Liv sorri, entrelaçando seu dedinho com o meu. 

— Chelsea, caralho! 

— Vocês parecem que tão indo pro óbito, não assaltar a merda de um banco. Qual é? Preciso de mais motivação. — Chaz entra no quarto, abrindo um sorriso relaxado. 

Me solto de Ryan e limpo rapidamente as lágrimas teimosas que insistiram em cair, só depois encarando Chaz. 

— Bora, cambada. — Tento bloquear todas as memórias de Olivia, passando por Chaz para ir para a sala. 

— Onde pensa que vai? — Justin aparece à frente de mim, todo vestido de preto. Droga, eu queria tanto pular para cima dele. Era incrível o quanto esse garoto conseguia ficar sexy em qualquer coisa. 

— Com quem pensa que está falando? — Zombo, tentando passar por ele. Adivinhem só? O imbecil espalma suas mãos em minha bunda, onde ele aperta com força, juntando nossos corpos. 

Estou tendo flashbacks dos acontecimentos desta tarde. 

— Ah, Chels, espera só quando eu foder você até não conseguir andar. Ai não vai ter como você sair de casa. — Ele pisca, mordendo meu lábio inferior. Dou um tapa em seu braço, tentando puxar suas mãos de minha bunda. — O que foi caralho? — Se irrita, chupando meu lábio com força. 

— Ai, Justin, seu ogro de merda. — Reclamo. — Largue minha bunda. 

— Só tou pegando no que é meu. — Abre um sorrisinho convencido. Os lábios dele estavam mais vermelhos do que o normal, o que me fazia querer beijar o desgraçado mais do que o normal. Se é que isso é possível. 

— Ha! Querido, adoro seu senso de humor. — Reviro os olhos, pegando suas mãos e as direcionando até minha barriga. — A única coisa que te pertence em meu corpo, é esse projeto de pessoa aqui. — Sorrio sarcástica e tento me afastar, sendo parada pelo toque de Justin em minha barriga, novamente. Ele olha para lá de uma maneira estranha e depois de alguns longos segundos sobe o olhar para o meu, se afastando de mim numa rapidez assustadora. 

O riso dos garotos ecoa pela sala de estar e só agora eu percebo que eles estiveram ali o tempo todo, vendo a pequena cena que Justin deu. 

— Nossa, cara, você viu? — Ryan começa, olhando para Chaz. 

— Eu vi mano, e você? — Chaz olha para Chris, que está todo vermelho de rir. 

— Caralho. Eu vi muito isso. — Chris parecia retardado. 

— De que porra vocês tão rindo? Tem algum palhaço aqui, por acaso? — Justin diz, seco. 

— Tem, você. — Implico. 

— Ah, bro, você tinha que ter visto sua cara! Nunca pensei viver para ver Justin Bieber com medo de alguém. — Chris diz, me deixando confusa. 

— Está dizendo que esse aí tem medo de mim? 

— Que isso, Chelsy, ele tem medo é do próprio esperma. — Até eu ri dessa barbaridade. 

                                 ✵

Eu definitivamente odeio Justin Bieber.

Estava tudo bem... Até ele decidir que eu não podia entrar no banco por motivos de segurança. 

Mas que merda é essa? 

Até parece que eu não sei como me defender. Tenho feito isso desde os meus 12 anos. Não era a porra do Justin idiota Drew imbecil Bieber que ia mudar isso. 

Mas, aqui estou eu, na parte de fora do maldito banco, servindo de vigia. Pelo menos estava fazendo alguma coisa. 

Talvez não devesse avisá-los quando alguém, mais especificamente, a polícia, estiver chegando... É, gostei. 

— Chelsea Anderson? É uma honra voltar a vê-la. — Uma voz masculina soa atrás de mim. Ah, sério? 

Reviro os olhos, me virando para trás com todo o tédio do mundo. 

Jeremy Bieber. É uma pena não poder dizer o mesmo. — Sorrio cínica, vendo o mesmo soltar uma risada. 

— Vejo que continua a mesma peste irritante de sempre. — Jeremy coça o queixo, me encarando de cima a baixo. Rio incrédula. 

— Então deve saber que eu não quero perder meu tempo com você, caralho. — Cuspo, pronta para me virar. Jeremy agarra meu braço com força, me impedindo de andar. 

Oh, vejam só, já sabemos de onde Justin tirou essa obsessão. 

— Vai tratar assim seu sogro? — Ergue as sobrancelhas grossas, fingindo decepção. 

— Já não estou com o Justin. Está muito desatualizado, vovô Jeremy. — Debocho, tentando puxar meu braço do aperto do dono do espermatozóide que deu origem ao Justin. 

— Você já não está com o Justin? — Ele ri, parecendo surpreso. — Quem diria, hein. Nunca pensei que... 

— Na boa, Jeremy, eu estou pouco me fodendo para o que você pensa ou deixa de pensar. Se quer dividir seus pensamentos com alguém, procure um psicólogo. Obrigada, de nada. — Puxo meu braço com força e antes que ele pudesse reagir, tiro a arma presa no cós de minha calça, apontando para ele. — E fique longe de mim. Eu não terei porra de pena nenhuma em acabar com você. — Cuspo, me afastando dele. Meu corpo esbarra com um musculoso e eu logo sei quem é, pelo cheiro que entra em minhas narinas. 

Ótimo, encontro entre papai e filho. Isso não vai correr nada bem. 

— Justin, vamos embora. — Começo por dizer, sendo totalmente ignorada. 

— Que merda você está fazendo aqui? — Eu conhecia aquele tom de voz. Era quando Justin estava fervendo de raiva. E normalmente ele acabava descontando essa raiva matando alguém. 

Jeremy levanta as mãos, em defesa, e sai dali sem dizer mais nada, com a merda de um sorriso enorme no rosto. Ele está, com certeza, planeando algo. E isso não era nada bom. 

— Just... 

— Cale a porra da boca. — Justin pega meu rosto com suas mãos e inicia um beijo selvagem, onde ele tenta buscar as forças para se acalmar. Relaxo meu corpo e intensifico o beijo, começando uma dança rápida e sensual com sua língua quente. Suas mãos vão para minha bunda e logo minhas pernas se entrelaçam em sua cintura. 

Justin desliza seus beijos até meu pescoço e eu jogo a cabeça para trás, passando meus dedos sobre seus fios dourados. Quase da mesma cor que os meus. 

Estava tão perdida no beijo que quase não vi o homem coberto de preto, apontando uma arma na direção de Justin, bastante longe da gente. Arregalo os olhos e levanto a mão em que eu segurava a arma, mirando em sua direção, logo o vendo cair no chão. 

— Porra, — Justin murmura em meu pescoço, me pousando no chão. — A gente tem que sair daqui agora. 

— Não me diga. — Salto para o chão, irritada. A gente começa a andar até a van preta, onde Chris ficava controlando todas as câmeras e rádios e etc. 

— Não comece. 

— O que vai fazer? 

— Enfiar meu pau nessa tua boca para ver se você faz algo de jeito além de ser uma vadia insuportável. 

— Oh, sério? Seria lindo se eu mordesse ele, não acha? 

— Eu vou te foder, Chelsea. Você já está me tirando do sério. 

— Quer dizer que se eu te irritar mais você vai me foder? 

— Vou te arrombar, filha da puta. 

— Ridículo. Você estragou o clima todo. 

 

 


Notas Finais


Esses primeiros capítulos é mais p vcs ficarem conhecendo mais os personagens e etc etc. Me façam um favor enorme e comentem o que estão achando, por favorzinho <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...