História Toy 》 KaiSoo - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Chanbaek, Kaisoo, Sekai
Exibições 101
Palavras 2.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem.. Não tenho muito o que dizer.
Apenas me desculpem se tiver algum erro.

Capítulo 11 - Save Me


Fanfic / Fanfiction Toy 》 KaiSoo - Capítulo 11 - Save Me

Kai POV

Alguns dias depois.

Apoio minhas mãos na prateleira enquanto observava o lado de fora da loja, fazia dias que o movimento aqui estava fraco, então meu trabalho era praticamente ficar sentado observando as pessoas que passavam pela rua. Olho para a tela de meu celular esperando alguma mensagem, afinal porque estava ansioso assim?

Mordo meu lábio enquanto meus pensamos tomaram conta de mim, não que eu tivesse permitido isso, mas foi algo que eu não pude controlar.

Três dias antes - Flashback on

Já fazia algumas horas que havia saído de meu trabalho, porém a rua estava mais parada que o normal, do lado de fora chovia e eu não havia levado nada para me proteger das gotas fortes que caía. Então o jeito foi sair na chuva mesmo, e tentar andar pelos cantos.

Caminhava lentamente e tentando clarear com a luz de meu celular, já que estava escuro e as luzes da rua estavam piscando, só os clarões dos raios e relâmpagos clarearam bem naquele momento. O vento frio batia em meu rosto causando arrepios por minha espinha.

Entrei em um beco para chegar em casa mais rápido, porém quando senti duas mãos me empurrarem para a parede, percebi que naquele momento não chegaria em casa tão cedo, escutei algumas risadas e elas me pareciam familiares, porém não me lembrei de onde. As gotas da chuva molhavam meu rosto, sentia várias mãos passearem por meu corpo, e uma voz rouca escoar por meus ouvidos dizendo que se eu tentasse fugir seria pior. Eu apenas me rebatia contra a pessoa a minha frente, porém tendo outras pessoas me segurando seria difícil sair dali.  Sinto os lábios dele sobre o meu, então algumas lágrimas se misturaram as gotas da chuva.

— Cara me solta!!! — Eu gritava, e então senti uma mão dar um soco em meus estômago, logo em seguida em meus lábios. O gosto metálico estava sobre minha língua, então fiz uma careta.

— Eu disse pra você ficar quieto.. Mas você não obedeceu, agora vai ter que lidar com as consequências. — Aquela voz rouca ecoou sobre meus ouvidos e eu me estremeci.

O garoto alto tirou um canivete de seu bolso e aproximou de meu pescoço, fazendo um corte ali. Soltei um grunhido baixo e logo minha visão ficou falha.

— Solta ele, ChanYeol!! — Uma voz surgiu de longe. E logo a imagem de KyungSoo apareceu entre os flash dos relâmpago. Não sabia se devia me sentir seguro naquele momento, mas eu me senti.

— Olha lá, o maior vilão querendo pagar de herói.— O garoto, cujo nome que KyungSoo havia dito, ChanYeol, se pronunciou.

— Aí, aí, é melhor você querer obedecer o herói aqui então, porque senão... — Soo disse porém foi interrompido. Eu estava sem entender toda a situação minhas pernas estavam bambas, mas os garotos atrás de mim, ainda me mantinham em pé.

— Senão, o que? — ChanYeol jogou a lâmina no chão e se virou para o garoto. KyungSoo sussurrou algo no ouvido dele e o mesmo parecia ter ficado sem palavras. — Vamos embora.

ChanYeol saiu andando então os campangas dele atrás de mim me soltaram, minhas pernas falharam, porém as mãos de KyungSoo rodearam minha cintura me segurando.

— Está tudo bem.

Foram as últimas palavras que ouvi naquele momento, logo minha visão ficou totalmente escura.

(...)

Abro meus olhos lentamente e fecho de volta, tento me acostumar com a claridade da luz e logo consigo, olho ao redor e logo percebo que estava em casa. Solto um suspiro alto e me levanto devaga, me sentando. Meu corpo não estava tão dolorido, afinal foram somente ao laguna socos, porém o corte que havia em meu pescoço ainda ardia.

— Kai? — KyungSoo apareceu com uma xícara de café na mão e entregou a mim. Peguei rapidamente e bebi a mesma com calma.

Obrigado.. Por ter me ajudado, realmente não sei o que eles fariam se você não tivesse chegado.— Digo dando uma pequena pausa. Olho ao redor de meu quarto, que não tinha um ponto fixo para olhar e olhar nos olhos deles naquele momento seria constrangedor.

— Eu sei bem o que eles iriam fazer e não precisa agradecer, não fiz nada demais. — Ele de ombros e seu olhar vai parar na janela. — Parece que seu vizinho está vidrado em seu quarto.

— Hã?! — Me levantei e olhei na janela, o apartamento ao lado estava claro e alguém agora fechava a cortina. Não me lembro de ninguém que morava ali, mas se estava olhando para meu quarto algum motivo tinha. — Pelo visto ele se foi.

— Tanto faz, também. Agora eu preciso ir, atingi minha cota de bons atos hoje. — KyungSoo diz rindo e eu me junto a ele. Apesar do que ele disse não ter tido graça alguma no que ele disse, sua risada foi contagiante.

— Já está tarde, e melhor você ficar, e está chovendo bem forte. Pode ser perigoso. — Digo e coloco o copo de café na cabeceira.

— Você acha mesmo que eu tenho medo de perigo? — As mãos deles foram em meu queixo levantando o mesmo fazendo com que nossos olhares se encontrassem.

— Definitivamente não. — Mordo meu lábio por puro nervosismo, não sabia porque estava me sentindo nervoso assim. Provavelmente algo momentâneo.

— Então, isso prova que eu possa ir embora. À menos que você queira que eu  fique. — Soo diz rindo e seu dedo indicador toca meu labio inferior,  por cima do corte que havia ali.

— Talvez eu queira que você fique. — Eu não sabia ao certo o que estava dizendo, mas minha vontade havia falado mais alto naquele momento.

— Eu não quero um talvez. Eu quero uma certeza, talvez sempre estraga tudo. — KyungSoo me empurra contra a parede atrás de mim, deixando as mãos deles sobre a mesma. Minha respiração ja estava ofegante com um simples ato.

— Então considere este talvez como uma certeza. — Digo fechando meus olhos e inalando o perfume dele.

KyungSoo desde que o conheci despertava esse lado ousado de mim, eu não sabia se isso era algo bom, ou algo ruim. Mas que deixava a desejar, não posso negar.

Eu não esperava que ele dissesse algo e sim que ele agisse. Não demorou muito para isso acontecer, os lábios deles atacaram o meu de uma maneira violenta e prazerosa, as mãos deles puxavam minha cintura para mais perto de si, já as minhas mãos puxavam os fios cedosos e curtos do cabelo dele.

Nosso beijo tinha um leve gosto de proibido e desejo, o gosto de rendição e prazer. Tudo o que algum pode desejar estava ali presente. KyungSoo podia ser menor que eu fisicamente, mas parecia ser bem experiente no que fazia. Já eu, era um tanto desajeitado, mas estava me entregando ao máximo.

As mãos dele agora afegavam minhas nádegas, e puxavam contra suas mãos, nossos membros haviam se chocado e nossos gemidos saíram em um belo uníssono. Fazendo com que logo em seguida mais um gemido escapasse de meus lábios.

Pego nas mãos dele o puxando para minha cama. Deito e o mesmo fica por cima de mim, nossos olhares não perdiam contato sequer um minuto, e somente por aqueles olharem sentia minha barriga formigar. Os pequenos dedos dele abriam o zíper de minha calça. Curvo um pouco minhas costas para facilitar. Logo a peça é jogada ao chão, Soo analisava minha coxa com luxúria nos olhos e eu analisava ele da mesma maneira.

Puxo a blusa dele impulsionando a tira-la e Soo ergue seus braços fazendo com que isso ocorra mais rápido. Mordo meu lábio analisando o abdômen dele e soltando um riso em seguida. Ele não era definido ou algo do tipo, porém não me importava com isso. Sinto os lábios dele sobre meu pescoço, o lado aonde não havia corte ou algum machucado. O mesmo marcava cada canto daquele local, as mãos ágeis deles puxaram minha blusa com força, rasgando a mesma, os beijos e sugadas dele agora eram direcionados ao meus peitoral, estava totalmente estremecido com tais toques, meu corpo estava em pleno êxtase. E o dele não parecia estar diferente. Curvo minhas costas enquanto sentia a língua dele sobre um de meus mamilos. Minha barriga já estava formigando e meu membro totalmente em ação.

Troco nossas posições ficando por cima dele e arranhando o abdômen dele com minhas umas ralas, meus lábios estavam descendo pelo peitoral dele, deixando pequenas mordiscadas no local. Podia escutar atento os gemidos manhosos dele, minhas mãos desciam a calça dele, sua cueca já estava manchada com o pré-gozo. Arfei baixinho enquanto senti as mãos dele sobre meu cabelo e seu olhar me indicar que necessitava de mais. Afastei a cueca dele, e peguei em seu membro ereto, o masturbando lentamente, ele sussurrava alguns palavrões e mandava eu acelerar tais movimentos, queria provoca-lo porém sabia que se fizesse isso ele faria o mesmo comigo.

Acelerei meus movimentos numa velocidade alta, passei minha língua sobre a glande dele, em seguida abocanhei totalmente seu membro deixando o completar minha boca. Fiz movimentos de vai e vem por ato próprio, porém agora as mãos deles que estavam em meu cabelo impulsionaram meus movimentos com a boca. Sentia o gosto dele em meus lábios e eu apenas queria mais.

KyungSoo faz com que eu pare o que estava fazendo e me deita na cama, tirando minha cueca rapidamente. Ele não estava paciente para enrolações e muito menos eu queria enrolações.

— Eu não quero que você se arrependa depois e fique se lamentando. — Ele diz enquanto umidecia dois de seus dedos, com sua saliva.

— Aquele talvez era uma certeza. — Digo num tom manhoso e fechei meus olhos ao sentir um dos dedos dele penetrar em minha entrada.

Mordi meu lábio com força e me remexi um pouco pedindo por mais, não demorou muito para mais um dedo ser inserido. Soo fazia movimentos de tesouradas, e isso estava proporcionando um prazer imenso para mim. Mas ambos de nós dois necessitávamos mais do que isso.

— Soo... — Ele entendeu bem o que eu queria.

Kyung foi até o chão pegando em sua calça e tirando dali uma camisinha e em seguida voltando até mim. Me posicionei de quatro e curvei meu pescoço para analisar ele. Não demorou muito para que o mesmo me penetrasse, puxei o lençol contra minha mão e mordi meu lábio tentando conter meus gemidos, porém isso foi totalmente falho. Os gemidos podiam ser escutados naquele quarto como uma melodia única, os trovões do lado de fora não podiam ofusca-los.

As mãos de KyungSoo apertavam minha cintura e suas estocadas agora eram rápidas, me fazendo rebolar levemente. Podia sentir uma pequena dor, mas isso não me fez parar, muito pelo contrário.

O barulho da cama se chocando contra a parede era notável, o barulho de nossos corpos se chocando era mais notável ainda. Pedi para que era saísse de dentro de mim e assim foi feito.

Fiz com que Soo se sentasse, em seguida me sentei lentamente em seu colo, sentindo seu membro me preencher novamente. Minhas mãos estavam nos ombros dele apertando a região com força, nossos lábios juntos escondiam os gemidos que queriam escapar. Nossas testas estavam grudadas e o suor só facilitava isso. As mãos de KyungSoo estavam sobre meu membro o masturbando na mesma intensidade que eu rebolava, o prazer naquele momento era mútuo. Não demorou muito para que eu atingisse minha ápice, e minutos depois Soo também atingiu a sua.

Cai deitado na cama ao seu lado respirando ofegante, e ele estava da mesma maneira. O êxtase ainda estava percorrendo por nosso corpo.

(...)

Acordo no dia seguinte olhando para o espaço ao lado de minha cama, o mesmo estava vazio, porém um bilhete estava pousado em minha cama. Pego o mesmo lendo o que estava escrito ali.

"Obrigado pela noite.
Eu sei que você não tinha certeza do que fizemos e eu disse que talvez sempre estraga tudo. Porém podemos repetir esses 'talvez' mais vezes. Depois te mando uma mensagem.
                                                       - Do KyungSoo."

Flashback off

Dou uma última olhada em meu celular, não devia continuar esperando alguma mensagem de KyungSoo. Solto um suspiro e dou uma olhada em geral, já era hora de fechar a loja então desliguei todas as luzes e tranquei rapidamente a porta. Quando comecei a caminhar senti meu celular vibrar e olhei para o que seria, ao analisar a mensagem que havia ali arregalei meus olhos.


Notas Finais


O que será que tinha na mensagem?
Sexta no globo repórter.
Comentem o que vocês acham e obrigado a todos por lerem 💙


Kisses ❤


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