História Toy 》 KaiSoo - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Chanbaek, Kaisoo, Sekai
Exibições 113
Palavras 845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O capítulo está pequeno, porque as coisas vão começar a acontecer a partir de agora.

Boa leitura.

Capítulo 12 - New Message


Kai POV

Meus olhos ainda se mantinham arregalados. Não era mensagem de KyungSoo, como eu esperava. E sim imagens de nós dois juntos, e de uma maneira nada decente. Era imagens da noite em que tivemos juntos. O número era desconhecido, e eu não tinha idéia de quem podia ser. Fiquei com um pouco de medo naquele momento, afinal, o que essa pessoa poderia fazer com essas fotos? E o que ela queria de mim?

Voltei a caminhar rumo a minha casa, tentava não me manter preso a essa mensagem, mas isso foi impossível. Pois novamente o mesmo número mandou outra mensagem.

Número Desconhecido: Você não devia ter feito isso com ele, e sim comigo. Pequeno Kai, ingênuo. Tenho pena de você. Mas logo ficaremos juntos.

Eu me sentia naqueles filmes, onde essas cenas sempre ocorrem. Mas isso não era um filme. A maneira como essa pessoa dizia, parecia ser possessiva e só essa idéia me dava medo. Poderia responder, xingando esse ser, mas vai que isso deixasse ele ainda pior. Não queria arriscar algo, não agora.

Já estava quase chegando em casa, meu corpo estava um pouco dolorido, mas nada grave. Eu estava um tanto curioso para saber quem seria, e o motivo dele ter tirado fotos minhas e de Soo. Mas meu instinto dizia que eu não iria gostar quando descobrisse.

Subo as escadas rapidamente e quando chego na porta de meu apartamento, me deparo com KyungLee ali parado, ele parecia estar cansado e já estar esperando a um bom tempo.

— Oi, Lee. O que você faz aqui? — Digo sorrindo fraco e franzindo meu cenho.

— Oi, Kai. — Ele sorria da mesma maneira, porém parecia nervoso. —  Bem, eu apenas não te vi essa semana e queria saber como você estava.

— Nha! Eu estou bem. — Digo rindo e abrindo a porta. — E você, como está?  Você sumiu essa semana.

— Eu estou levando. — Convido ele para entrar e assim é feito. — Eu estava tentando resolver minha vida, já que tudo parecia ter voltando aos tempos antigos.

— As coisas só são como antes se você ficar preso a elas, KyungLee. — Digo sorrindo.

Caminho até a cozinha e pego a maquina de fazer café, colocando tudo o que era necessário para que o café saísse o mais rápido possível.

— Eu sei, mas tem coisas que são presas a nós mesmo, como um nó cego, impossível de ser tirado. — Ele diz calmo e pensativo. Me sento no balcão em frente a ele.

— Quando temos nós cegos, sempre temos uma maneira de desatar eles. Corte esse nó cego que te deixa preso e seja livre. — Gostava da maneira metafórica que estávamos falando, era ao mesmo tempo confusa, mas bem clara.

— Parece que eu nunca irei encontrar um objeto cortante para fazer isso. E tenho certeza que se eu encontra-lo irá contar meu coração e não o nó.

— Talvez. Mas você nunca irá saber se não se arriscar. Kyung se você não tentar isso irá te machucar cada vez mais. — Escuto o barulho da maquina avisando que estava pronto, então pego dois copos e despejo o café ali dentro. Entrego um a ele e fico com o outro.

Meu celular estava vibrando constantemente, porém eu não estava ligando. Podia ser algo importante, mas no momento estava ocupado e creio que seja lá o que fosse seria uma preocupação maior ainda .

— Você tem razão, eu irei fazer isso. — Lee sorria e parecia estar aliviado e com um peso a menos em suas costas. — Você não vai ver quem é?

— Depois eu vejo, não deve ser nada demais. — Termino de beber o café que havia na xícara. KyungLee se levantava e eu franzi minhas sobrancelhas.

— Eu vou indo, já está tarde. Obrigado por me ajudar, Kai. — Ele diz sorrindo e podia ver sinceridade ali. Me levanto para acompanhar o garoto até a porta.

— Não precisa agradecer. Espero que você consiga destruir esse nó que te aprisiona. — Digo num tom baixinho.

— Eu também espero. Boa noite.

Dou um último sorriso a ele então o mesmo vai embora. Fecho a porta e solto um suspiro alto. Resolvo ir tomar um banho, já que o dia estava cansativo demais. E assim faço, depois de umas meia hora saio do banheiro, me sentia totalmente reconfortavel. Me joguei na cama e olhei para o teto por alguns instantes. Logo me lembro das mensagens que haviam chegado recentemente. Pego meu celular e deslizo o ecrã.

Número desconhecido: Já partiu pro irmão? Que feio em. Bem agora tenho trabalho duplo. Irei me livrar dos dois irmãos.

Número desconhecido: A menos que você seja apenas meu por escolha própria.

Número desconhecido: Boa noite, ou não.

Seja quem for, ela era muito assustadora, possessiva e estranha. Não podia deixar com que ela afetasse "Os Kyung's", muito menos que me afetasse, porém se para que não ocorra nada de errado com os que me rodeiam, fosse preciso me afetar, assim seria feito.


Notas Finais


Quem será que está mandando mensagens?

Não desistam de mim ♡~♡

Te amo vocês.

kisses ❤


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