História Traçando Minha Própria História - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Iruka Umino, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Kankuro, Karin, Kushina Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikadai Nara, Shikaku Nara, Shikamaru Nara, Shisui Uchiha, Tayuya, Toneri Otsutsuki, Tsunade Senju
Tags Naruhina, Sasusaku, Shikatema
Exibições 239
Palavras 2.760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, estou enfrentando um problema que várias pessoas que escrevem ou fazem vlogs enfrentam que é a falta de criativid… MENTIRA, EU NÃO SOFRO DISSO.PELO CONTRÁRIO, SOFRO DE SUPER CRIATIVIDADE, J´Q BOLEI COISA QUE VAI ACONTECER DEPOIS DA PREGAÇÃO E TALZ "HEHE"

Primeiramente desculpem ❤
Segundamente, primeiramente.

Tá parei, vou explicar. Eu estou viajando. E acho que é mal da humanidade. Toda casa na praia não tem wi-fi. E eu não sei por aue cargas d'agua meu 3G parece eu subindo na vida, não tá rolando. E outra coisa é o tempo. Tipo eu estou em um apartamento que você atravessa a rua e tá na praia. CARA EU SOU MINEIRA,TENHO MEUS PECADOS E GOSTO MUITO DE PRAIA! Tô toda queimada, tô mais preta que sou,descobri que ser morena não muda nada que se você pegar sol fica vermelha e ardendo do mesmo jeito. Mas voltando ao foco, eu vou postar mas com menos frequência. É chato a pessoa te levar para passear e você não sair do celular. Vou tentar escrever durante as noites, e se vocês não sabem quando eu escrevo capítulo fico o dia todo pensando. Mas me perdoem, vou postar sempre que der. Semana que vem, se a fic continuar volta ao normal 💚

Bom, boa leitura ❤ e não me matem.

Capítulo 17 - Confissões Da Madrugada


Fanfic / Fanfiction Traçando Minha Própria História - Capítulo 17 - Confissões Da Madrugada

[…]  "— Você pode ficar aqui mais um pouco? Por favor…

  MEU KAMI, O QUE EU DISSE?"

  Shikamaru me olhou espantado, e logo raciocinei o que disse e corei levemente olhando para baixo,para que ele não visse meu rosto. Ele apenas sorriu, se sentou do meu lado e me abraçou. Eu estava assustada, eu não entendi o porquê de tal desespero que senti quando Shikamaru foi esfaqueado, eu não entendia o porquê de ele ter ficado repetindo que estava tudo bem. Eu não entendia o porquê de sonhar com isso.

— Shikamaru, ele te matou na minha frente. Ele te esfaqueou na minha frente, ele estava rindo e voc... - Antes que terminasse ele se sentou no chão e me puxou para sentar com ele,me abraçando. Eu estava tremendo um pouco, mas aos poucos me acalmei.

— Tema, nos nossos sonhos geralmente acontecem coisas que seu subconsciente quer que aconteça ou que teme que aconteça. Exemplo: você quer muito e deseja ir em uma cachoeira, seu subconsciente "armazena" essa informação e libera em um sonho. Entende? – Fiz que sim. Minha cabeça estava encostada em seu peitoral, eu estava de costas para ele e ele então apoiou o queixo na minha cabeça. – Mas seu subconsciente também armazena seus medos e temores. Exemplo: você falou que ele matou seus irmão. Isso é por que você teme com toda suas forças que isso aconteça. O fato de eu ter sido esfaqueado na sua frente, significa que você teme que eles façam algo comigo. E o fato de eu falar que ia ficar tudo bem, significa que você acredita e confia em mim e quer acreditar em minha palavra - ele me abraça com mais força e apoia a cabeça no meu ombro. — Temari, eu provavelmente não vou lembrar desss conversa amanhã. Então vou lhe dizer logo "Obrigado".

  Ele ficou quieto e mantinha os braços apertado em minha barriga. Eu sorri

— Pelo quê Shika?

— Sei lá - disse rindo - é cansativo pensar em todas as coisas que aconteceram depois que você entrou na minha vida. - disse sorrindo

— Fale elas, eu não consigo imaginar. A única coisa que eu vejo que te trouxe foi problemas e riscos. Ah! Eu trouxe pizza algumas vezes também. – ele sorriu ainda com o rosto enterrado em meu ombro

— Problemática... - Eu arrepiei com sua voz que saiu meio rouca e estava perto do meu ouvido. Era uma voz grave mas gentil.

— Shikamaru diga,eu não levo jeito com elogios então devo fazer você parar antes. E não sei quando terei a chance de conversar com você novamente assim, tipo você pode não lembrar de nada amanhã

— Ou posso. – novamente me arrepiei com sua voz, mas logo me recompus.— Bom… - disse devagar e de forma arrastada. – eu durmo menos, tipo bem menos;Eu saiu de casa mais; eu perco e levo Shougi mais a sério,eu voltei a ser depende de café, eu já assisti todas as séries possíveis da FlixNet e já já terminaremos de ver todas do "drama ferver"; agora tenho alguém que cozinha para mim- eu o cutuquei e ele riu —minha casa agora só tem o seu cheiro, não sei o por quê;Eu sempre ouço uma gargalhada sua, o que eu nunca ouviria se ainda morasse sozinho; Vejo todo dia o sorriso de uma linda mulher, porém assustadora. - comecei a ficar corada - Você me chama de "Shika" as vezes de uma forma muito bonitinha que me sinto meio gay pensando assim;Você acaba com minha água que as vezes desconfio que você quem merece ser chamada de esponja; adoro quando você fica bravinha porque seu ship não deu certo e você diz que vai cometer suicídio. Gosto do fato de você sempre escutar quando necessário, e sua sinceridade é fatal.— ele deu uma pausa, recuperando fôlego e eu ainda sendo abraçada por ele eu estava meio corada. — eu odeio te ver triste e espero nunca mais ver seus olhos como eu os vi hoje. Tenho medo de me apegar muito a você e ficar muito mal quando você for embora, que confesso não gostar de pensar nisso. Eu fico bolado quando você come mais que eu,me sinto menos homem - eu ri e ele riu de volta. - É bom te ouvir cantar músicas Americanas e Brasileirad. E você fica muito fofinha cantando coreano. Um posso de cultura, do funk aos K-pop. Gosto do fato de você ser mente aberta e ser muito inteligente, eu sempre quis alguém inteligente para discutir. Você é muito responsável. Você se encaixa exatamente no perfil de uma mulher perfeita, pelo menos para mim.

Ficou um silêncio entre nós e eu ainda estava corada. Mas não queria sair dali, ou acabar com aquilo. Apenas fiquei ali. Ele levantou a cabeça do meu ombro e colocou sobre minha cabeça.

— Juro que não queria falar nada disso, as palavras somente saíram. Desculpa. Espero amanhã não lembrar disso, se não vai ser difícil olhar para você. - Ele deitou novamente a cabeça em meus ombros, ele meio que apoiava os olhos nos meus ombros e senti sua pele quente.

— E você Temari?

— Eu? Eu o quê.

— Inha, morar com um cara que mal conhece. A gente se conheceu a menos de quatro meses e já me sinto me pegado horrores a você.

— Como assim??

— O quê?

— Você se sente apegado a mim??

— Puta que me Pariu, me perdoe mãe. Olha o que você faz comigo. Eu não sou de falar muito. Eu era mó calado. Agora eu falo até o que não devo. Desculpe Temari, eu estou meio bêbado e com sono.

— Senti mesmo um cheiro diferente do seu quando você me abraçou, então era isso. Achei que tinha saído com alguma amiga e talz...

— Está com ciúme senhorita Sabaku?

— L-Logico que não!

— Seguinifica que você gosta e reconhece meu cheiro?

— N-Não... Idiota...

— Já vi que você não vai se soltar. Levanta rapidinho, vou pegar uma coisa. - Foi aí que notei que estava praticamente no colo dele. Me envergonhei por um momento, mas ele não se lembraria disso no dia seguinte. Eu sai e ele foi na cozinha e voltou com uma garrafa de whisky, ice e vodka . Ótimo eu iria ficar bêbada. Eu não estava com mente forte o suficiente pra não ficar. Ele se apoiou na parede atrás de mim e deslizou as costas,logo abrindo as pernas em volta de mim, eu fiquei receosa mas logo cheguei para trás encostando em seu peito. Podia ouvir seu coração batendo forte. Corei e senti que o meu também estava assim. Não sabia o porque de estar corando tanto por coisas tão bobas. Ele encheu um copinho e me deu. Ele mal me deixava respirar e já enchia novamente.

— Calma aÍ Abacaxi, quer me deixar bêbada para abusar de mim ou é para me fazer ficar solta??

Ele gargalhou de forma gostosa de ouvir

— Ótimo.Ótimo. Relaxe, não irei abusar de você. Não faria nada que você não quisesse. Mas voltando,vamos lá,reponda minhas perguntas. O que você acha de morar comigo?

— É divertido ter alguém para conversar sobre meus pontos de vista e ter alguém para ver séries de todos os gêneros. Quando eu via de romance com meu irmão ele falava que era mal de mulher. Me sinto segura estando perto de você e é legal fazer tranças no seu cabelo quando dorme vendo série comigo. Adoro quando você ri verdadeiramente ou larga a preguiça, que parece morar nas duas costas, para fazer algo comigo. Confesso que eu amo me lembrar do ano novo, por que foi perfeito. Gostaria de lembrar do natal mas estava dopada. Achei muito legal você ficar comigo no hospital lutando contra o sono. Sinto uma intimidade diferente com você e sinto vontade de te abraçar do nada as vezes. Não sei por que caralhos, eu posso estar em uma multidão, se eu passar os olhos, a primeira pessoa que vejo é você. Pera, qual era a pergunta mesmo?- ele sorriu e se me lembro bem, parecia envergonhado.

— Okay, próxima pergunta. Antes disso, pode soar mal mas pode sentar aqui? - Disse apontando suas pernas cruzadas.- Quero apoiar minha cabeça no seu ombro.

Se eu estivesse sã eu pensaria mil vezes, mas não estava então apenas cheguei para trás e ele logo apoiou em minha cabeça com o queixo

— Ótimo - disse sorrindo tomando um gole de whisky. - Você se sente apegada a mim? De alguma forma.

— Sim - respondi sem nem pensar direito, depois pensei um pouco e me toquei que já estava meio bêbada - Porra Shika tu me embebedou legal, que merda em? - Disse brava, ele apenas sorriu

— Pode ficar brava senhorita, só peço que não se mexa muito, seria desconfortável para mim. Mas continue

— Não sei  porque ter dito "Sim" sem nem terminar de falar a frase, mas eu tô bêbada então foda-se. Me sinto apegada sim, as vezes sinto ciúme, as vezes me sinto sozinha quando você vai dormir e me deixa sozinha na sala. Me sinto meio solitária quando você precisa ir fazer algum trabalho na casa de algum amigo. Adoro o fato de você fumar, mas não em excesso sabe? Porque eu sou assim. Adoro sua cara de sono e da sua voz quando acaba de acordar. Se jogar tudo o que falei em um gráfico, diriam que sou completamente apegada a você. Talvez seja. Sei lá, não entendo de sentimentos. Nunca senti isso, é meio diferente. Pera, qual a pergunta mesmo?

  Ele riu e eu fiquei rindo também. Eu comecei a ficar sonolenta e acabei dormindo ali mesmo.

Acordamos com meu despertador tocando. Eu pulei de susto e Shikamaru me apertou como reflexo. Quando me vi sentada no colo dele eu pulei para fora. Ele estava acordando ainda com aquele cabelo todo bagunçado. Eu corri e desliguei o despertador. Shikamaru olhou pra mim é sorriu

- O-Ohayou... - Disse esfregando os olhos

- O-Ohayou — um silêncio ficou entre nós, ficamos apenas nos olhando até que meu celular toca o despertador novamente. Eu me assustei e o peguei. Eu sempre acordava mais cedo para ir mais disposta para a faculdade, mas hoje só tinha aula de tarde e anoite. Era oito da manhã.

— Okay, vou tomar banho - disse Shikamaru para quebrar o silêncio.

— Es-espera. - Ele parou, eu em um ato involuntária o abracei e ele se assustou.

— O-O que foi?

— Nada, só obrigada... - Disse me afastando ficando na frente dele. Ele sorriu pra mim

— Problemática

— Abacaxi - disse sorrindo de lado. Ele saiu e eu levei as garrafas de bebidas vazias para a cozinha. Agora entendo o por que de ter dito aquelas coisas... Eu estava muito bêbada. Ele chegou pronto na cozinha.

— Ué, você só tem aula durante a tarde, não é?

— É, vou no mercado, quer ir?

— Claro, pera vou colocar uma calça.

  Coloquei uma roupa e fui. Ele apenas riu de lado quando viu e foi andando na direção da porta,eu o segui. Fomos para o mercado, aproveitei para comprar remédio de cabeça porque bebi muito, muito mesmo. Quando acabamos, eu pedi para passar em uma loja para comprar capinha para meu celular e ele foi no banco ali perto para sacar dinheiro. Ele pediu para eu esperar ele perto da moto. Quando eu terminei de comprar a capinha e a película sai da loja e vi um grupinho de garotos,daqueles que você passa longe porque sabe que são repugnantes. Eu não estava com cabeça para aturar aquilo. Eles mexeram comigo, mas eu estava muito distraída e o remédio de dor de cabeça me deixou meio desligada. Eu só sai andando e fiquei encostada em um poste do lado da moto esperando o Shika. Daí vi eles se aproximarem de mim. Um deles, o mais alto colocou o braço em cima de mim

— Eae gatinha, tá esperando seu "príncipe encantado"?  Porque se for, ele já chegou.

— Acho que estou esperando você ter um pouco de cérebro e fazer uma cantada melhor, otário - respondi ríspida.

— Que isso loirinha, é o seguinte, tá esperando seu namorado?  Se não,pode vir comigo. Só mordo se você quiser.

— Desculpe não vai rolar, se eu quiser um merdinha sem cérebro que só faz as coisas para aparecer para os amiguinhos, eu te procuro - a situação tava de boa, até ele me tocar. Cara, não suporto que me toquem. Eu não suporto,se né tocam é porque tem intimidade. Ele pegou no meu queixo

— Espertinha em? Só conversa olhando nos olhos, gosto de mulheres assim. - Nem raciocinei,dei um soco de gancho no maxilar dele. Dei com muita força, e a boca dele começou a sangrar,e minha mão também. Ele começou a gritar e os coleguinhas logo, com raiva, viera para cima. Eu estava sem paciência nenhuma, só montei uma guarda alta e separei minhas pernas, um veio com o soco direto no meu rosto e eu desviei puxando pelo braço chutando as bolas dele, mas logo pedindo "desculpa" quando senti outro soco chegando, vi uma mão segurando ele. Shikamaru apenas o encarou segurando a mão dele.

— Colega, não compra briga com ela. Ela matou um homem. - Logo olhou pra mim, empurrando o cara para trás pela mão - Tema, você não pode comprar briga tão facilmente, olha o que fez com o rosto do ser humano deitado agonizando no chão. - Diz apontando para o que me encostou. Do chão ele perguntou

— Quem é você? O namoradinho herói?

— Talvez seja,mas não herói. Essa história aqui é outra - ele me puxa pelo pulso me entregando o capacete - Vem Temari. - Eu apenas fui com ele, subimos na moto e ele passou por eles. Eu apenas revirei os olhos e me apoiei no Shikamaru, estava cansada, com sono. Não fomos direto para casa. Minha aula era só no meio da tarde e a dele também. Fomos para a casa dos pais dele, que pareciam ter uma folga hoje. Chegando lá a mãe dele foi nos receber. Me recebeu com um beijo e um abraço apertado e ele com um cascudo,o que me fez rir. Ela por algum motivo gostava de mim e logo saiu me puxando pelo braço para dentro da casa deles. Olhei para trás e Shikamaru apenas sorriu com um sinal tipo " sei lá, só vai" eu ri e ela me levou para a cozinha. Apontou para eu sentar e ficou conversando comigo. Eu adorava o jeito dela, Shikamaru disse que as vezes eu parecia com ela. Ajudei ela a preparar o almoço e coloquei as coisas na mesa de almoço. Shikaku me vendo logo comentou :

— Eae Shikamaru, quando que vai assumir que ela é minha Nora? - Me desequilibrei e quase deixei a panela cair no chão, mas logo a mãe dele apareceu atrás me equilibrando e sorrindo. Eu apenas coloquei na mesa

— Pai… Menos, bem menos. Não somos assim, ela não é assim… - notei um pingo de tristeza na voz dele. Um flashback da noite passada e de outras me passou na cabeça o que me fez ficar envergonhada por um momento. Shikaku viu isso é sorriu. Voltei para a cozinha para deixar o avental. Quando cheguei lá Yoshino já estava do lado do marido e eu me sentei ao lado do Shika.

— Itadakimasu -falamos juntos em coro. Dali almoçamos e ficamos conversando. Os pais dele pareciam gostar muito de mim. E eu me sentia acolhida. Na hora de tirar a mesa,eu ia ajudar mas  Yoshino se recusou a aceitar a ajuda.

— Ahh Temari sobre o mercenário, ele fez algo com você? Eu tentei perguntar mas alguém estava muito estressado no telefone.– Disse apontando para Shikamaru. Que estava deitado com o braço sobre os olhos. Ele apenas olhou para o pai e colocou os braços em cima dos olhos novamente, o pai apenas riu

— Ahm, ele...  - cenas voltaram na minha cabeça e o sonho veio junto, o que me fez ficar paralisada ao lembrar de Shikamaru morto com sangue em sua volta e ele me estuprando, e meus irmãos mortos. Senti meus olhos enxerem de água, eu parecia ter voltado no tempo e ter sentido tudo aquilo de novo. Voltei para realidade quando Shikamaru me puxou. Eu olhei para frente e o pai dele já nem estava lá. — O-O que aconteceu? 

— Eu respondi por você. Você ficou meio que em transe e, como você diz, suor feminino desceu pelos seus olhos. - Disse passando as mãos nas minha bochechas tirando uma solitária lágrima. Ele me abraçou - Tema, aquilo não é real. Você precisa parar de pensar assim, okay? - Apenas concordei com a cabeça me afundando mais em seu abraço.
 


Notas Finais


Dezgurpa, não ficou bom. ELES NAO DORMIRAM JUNTOS PORQUE COMO DISSE, NAO SOU PREVISÍVEL U.U

Continua…


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...