História Tracker - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Bondage, Darkfic, Stalker, Tracker, Violencia
Exibições 12
Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá meus amores
Desculpem pela demora mas não consegui ter muito o tempo para escrever. Desculpem me.
Mas vou vos compensar com este capítulo que realmente espero que gostem.

Capítulo 8 - Hide


Fanfic / Fanfiction Tracker - Capítulo 8 - Hide

 

A raiva tomava conta de mim.  Queria gritar e correr dali para fora com as mãos nos olhos para ninguém ver as minhas lágrimas. Eu tento controlar-me para não chorar. Tento suster a raiva antes de partir para cima ela. De punhos cerrados e de sobrancelhas franzidas eu observava de longe aquela cena. Ele e ela se beijando intensamente, sem intervalos, sem vergonha.

Pareciam aproveitar muito bem do momento enquanto eu ficava aqui, os observando com raiva e de olhos úmidos,escondida atrás de um poste de pedra branca, tal como da outra vez. Cravei as unhas na pedra afim de suster a fúria que poderia se revelará logo assustador. Entretanto tocou e começou logo a movimentação pelos corredores.

Limpei os olhos para que ninguém visse que realmente eu estava desabar em lágrimas e angústia. A minha última visão foi a de um Bram a sorrir, mostrando o s dentes brancos e perfeitamente alinhados para a vagabunda que, depois de um beijo de despedida saiu do local. Bram também saiu, desaparecendo na multidão de estudantes do corredor.

Virei de costas para o poste e encostei as costas no mesmo. O meu coração havia acalmado um pouco mas a minha respiração continuava ofegante.

Os meus pensamentos eram como flechas que se duplicavam quando penetraram o meu coração. A minha cabeça latejava.

“Porquê, por que é que ele a beijou? Será que realmente ele gosta dela? Ele é feliz com ela mais de aumentar dia será comigo”? Perguntas enchiam cada espaço de mim. Perguntas essas que não tinham resposta.

O único que me podia dar as respostas para estas estas perguntas era ele.

 

:: 15:00h

 

Era tarde e todos já haviam saído da escola, exceto eu, Bram e a outrazinha que irá morrer brevemente com uma faca enfiada na teta.

Provavelmente, devem estar se perguntando e porquê de eu ainda estar na escola com Bram e com a outra pessoa menos relevante para a história. Bem, então é o seguinte. Ao fim das aulas terminarem, eu fui, como de habitual, guardar as minhas coisas no cacifo do terceiro andar, lembrando só que ainda havia gente na escola. Quando ouvi Stan a falar atrás de mim as seguintes palavras:

- Então Rosei, como foi o teu dia?  Secante como o meu ou melhor?

Automaticamente sorri só de ouvir a sua voz, virei-me para ele ainda com um sorriso e simplesmente dei um leve murro no seu braço direito.

- Andas desaparecido. Não te vi desde… ontem.

Pensei nas minhas próprias palavras e Stan soltou uma semelhante gargalhada que me fez cair com tudo e juntar-me também na risada. Mas algo de estranho aconteceu. Stan parou de rir e observou-me durante alguns segundos. Claro que eu também parei de rir e perguntei se estava tudo bem.

- Sim, está.  Eu é que… - ele desviou o seu olhar do meu e as suas bochechas ficaram levemente coradas. Ele parecia embaraçado. -….e-esquece, não é nada.

Achei aquela atitude meio que estranha mas ignorei porque ele era assim mesmo. Ele era o único com quem eu podia contar, desabafar e chorar. O ombro dele estava sempre disponível para mim. Esteve sempre lá, segurando a minha cara e dizendo que tudo ia ficar bem. Porém, ele tem vindo a ficar um pouco estranho quando está comigo.

Bom, depois de ficar um longo tempo a conversar com Stan sobre o meu dia e de mais coisas aleatórias, ele teve que ir embora. Fiquei sozinha a ler um livro, sentada no frio chão do corredor e com as costas encostadas nos cacifos. Eram por volta das cinco da tarde quando ouvi um barulho, parecia uma gargalhada feminina. Logo parei a leitura e levantei-me do chão para ficar mais atenta ao ruído que estava a interromper o meu silêncio naquela hora, na hora que todo mundo já estava em casa.

Não referi anteriormente o facto de eu ser neta da diretora desta escola e por isso tenho a regalia de puder ficar que à espera da minha avó e quanto ela acaba o seu serviço. Mas no momento em que me apercebi de que mais alguém estava vagueando os corredores da escola aquela hora uma adrenalina tomou conta de mim.

Abri a porta de uma sala e escondi-me por entre a escuridão da mesma, mantendo-me em silêncio e esperando que a sujeita aparecesse no corredor.

Os passos aproximavam-se. Ouvia a voz feminina e de vez em quando um riso mais grave. Seriam afinal duas pessoas? Os passos ficavam cada vez mais próximos, e mais próximos,  mais e mais… Até que,  através de uma pequena abertura da porta, pude ver no corredor, bem parados à minha frente, Bram, abraçando de lado uma moça,  a tal moça.

Nem é preciso dizer que naquela hora os meus olhos lançaram chamas de raiva para aquele casal. Desejei mentalmente pragas para aquela vagabunda seca que ria de um jeito falso para Bram. Notava-se nitidamente que os seus risos eram exageradamente estridentes e falsos. Parecia uma arara a ter um ataque cardíaco. Como ele pode gostar de uma pessoa assim?  Tão falsa! 

Quando menos esperei, já eles se beijavam intensamente bem à minha frente. Bram agarrava a cintura fina da moça de um jeito firme enquanto o dois aproveitavam as bocas um do outro. Aquilo enojou-me de tal maneira que tapei a boca para impedir que vomito saísse da mesma. Eles pareciam não se importar do sítio, da hora nem das possíveis pessoas que os vissem, neste caso eu que estava escondida por detrás de uma porta entre aberta. As bocas deles separaram-se ao fim de um intenso beijo.

- Aqui?  A uma hora destas?  Não parece um pouco…indecente?  -  ela proferiu, um pouco desconfortável ainda agarrada a ele.

- Ele fez uma cara de indiferença -  Não. Ninguém está aqui. Todos já foram embora. A diretora está na salina dela e só sai daqui a uma hora. Dá tempo suficiente, não te preocupes.  -  falou tranquilamente,  com a sua segura voz.

Eu não queria acreditar. Eles iam fazer algo tão indecente num local como este?

Eles esqueçeram-se de um pormenor. A neta da diretora também existe.

Bram encostou delicadamente a moça contra a parede branca do corredor. Não conseguia ver bem o que estava acontecer pois as costas dele tapavam toda ação. Até então, eu estou aqui escondida, me perguntando o que acontecerá depois.


Notas Finais


Espero que gostem. Já sabe, comentem e obrigado por me acompanharem


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