História Tragedies - Capítulo 12


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Categorias Pierce The Veil, Sleeping With Sirens
Personagens Jaime Preciado, Kellin Quinn, Mike Fuentes, Personagens Originais, Vic Fuentes
Tags Kellic, Perrentes
Visualizações 16
Palavras 550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Asfixia


Fanfic / Fanfiction Tragedies - Capítulo 12 - Asfixia

Narração ON

Os meses se passaram em uma monotomia para Kellin. Recebia visitas de Victor uma vez na semana.

Quando o via, seu coração transbordava alegria. A única pessoa que queria vê-lo verdadeiramente bem.

Isso fazia com que o mais novo notasse todo o amor que estava sentindo pelo mais velho.

Victor se arriscava para vê-lo e cuidar dele.

Essa era uma prova de afeto.

Mas na mente de Kellin, era uma linda demonstração de amor e se Victor o visitasse naquele dia, poderia ouvir saindo pelos lábios do mais novo em uma voz doce e delicada dizendo: Eu te amo.

Quando a porta de seu quarto foi aberta, platou-se um sorriso imediáto em seus rosto, esperando um certo mexicano gentil. Mas ao que viu quem ele menos queria ver na vida entrar no quarto, seu sorriso se conteve e foi substituído por um amargor e ódio.

-Kellin! -O'Conor exclamou feliz. -Ah, meu querido, você precisa ver como o bar ficou.

-Eu não quero voltar para esse lugar, não importa que você faça duzentas reformas, eu ainda vou sentir nojo de entrar em um lugar com pessoas tão desprezíveis.

-O bar, não é mais um bar. -Disse sorrindo.-Agora se chama Boate Bermuda Triangle. Fiz isso para o evento que sei que você ama, o nosso Carnaval. -Kellin engoliu em seco, não queria se lembrar de todas as lembranças daquele momento de sua vida.

Era terrível. Sem nem mesmo notar, lágrimas corriam silenciosas pela sua face.

-E olhe para você, está chorando de emoção! -Exclamou.

-Eu não posso participar no turno da festa, estou doente.

-Se levante. -Disse com sua voz firme.

Kellin fez o que foi pedido, mesmo relutante.

-Minha tia tem te dado o que se alimento? Seja sincero. -Disse analizando as coxas antes finas mas agora se encontravam fartas, assim como o seu corpo.

-Principalmente carne. -Respondeu. -Ela começou à cozinhar comida brasileira.

-Está comendo a comida de um povo e já está com o corpo semelhante ao das mulheres de lá. -Disse ainda olhando fixamente os quadris do garoto a sua frente. -Não vejo a hora de poder foder essa sua bunda... -Comentou enquanto rodeava o garoto. Acertou um pequeno tapa na citada, assustando o mais novo. -Porque esperar? -Disse para si mesmo e jogou Kellin na cama, sem preocupação alguma.

Kellin aprendeu com o tempo à ficar calado, não demonstrar nada, mas algo que Victor estava subitamente ensinando ao mais novo era expresar seus sentimentos.

O menor ficou paralisado pensando em tudo que Victor sempre dizia.


"Você é um ser humano incrível, não a puta que O'Conor acha que você é."


"Você merece alguém que te ame, mostre respeito e preocupação com a sua pessoa."


"Não importa o que ele diga sobre você, eu sei que você é muito mais do que todos aqueles comentários desmerecidos."


-Sai de cima de mim! -Exclamou acertando um tapa no rosto do mais velho que já estava em cima de si.

-Ah, meu Deus! -Exclamou sorrindo. -O que você acha que está fazendo? -Perguntou com a voz baixa, colocou uma de suas mãos no pescoço de Kellin, apertando seus dedos alí. -Ficou solto e já criou asas... -Disse em seu típico tom sarcástico. -Está na hora de alguém arranca-las de uma vez por todas... -Disse enquanto conseguia sufocar o menor, que tentava a todo custo respirar a se soltar, se mechendo constantemente, mas Conor era mais forte e encistente. 

Ele iria mata-lo...


Notas Finais


Soltei a bomba e sai correndo


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