História Tragedy - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 9
Palavras 1.675
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Essa é minha primeira história.
Espero que vocês gostem♥♥♥

Capítulo 1 - Tragedy


Fanfic / Fanfiction Tragedy - Capítulo 1 - Tragedy

- Então o que você achou desse? - ela perguntou. 

       

       - Está lindo, Sarah. - Dyllan respondeu. - Assim como o azul, o vermelho, o roxo, o... 


       - Mas eu quero saber o que você achou desse. - ela o imterrompe, dando uma volta afim de que ele veja melhor o vestido. 


       - Se eu disser que sim não vai adiantar nada. - ele diz, revirando os olhos. - Você vai voltar pro quarto e experimentar outro vestido. 


       Foi a vez dela de revirar os olhos. 


       - Porque você sempre diz "sim". - Sarah fala. - Agora - ela se senta ao lado dele no sofá. -, se você me disser que está perfeito, mara... 


       - Esse vestido está perfeito - ele a imterrompe. -, maravilhoso, deixa muito mais linda do que já é. 


       - Isso. - ela bate palmas alegre, fazendo ele gargalhar. 


       - Uma hora vendo você experimentar vestidos sem parar e eu só precisava dizer palavras doces pra você parar. - balança a cabeça. 


       Ela dá um tapa em seu braço. 


       - Você só precisava ser sincero. 


       - Ah, então me desculpe. Não usei toda minha sinceridade. - ele diz, ainda rindo. - Esse vestido deixa você muito mais linda. - aponta para o vestido que ela usa. - Mas o primeiro estava perfeito. Destacava os seus olhos. 


       - Sério? 


       Ele confirma com a cabeça. 


       - Mas... Como você já esta com esse, vamos logo. Se não vamos perder as reservas. 

       - Hum... Espera vou pegar minha bolsa. - ela lhe dá um selinho e se levanta. - Já volto. 


       Depois do que pareceu uns 20 minutos, para Dyllan, Sarah volta com o primeiro vestido que havia colocado, o azul. 


       - Você é demais. - Dyllan fala, se levantando do sofá e indo até ela. 


       Ela sorri quando ele passa o braço pela sua cintura e a guia até a porta do apartamento. 


       - Eu sei. - fala. 


       Estavam quase entrando no carro quando... 


       - Espera! - Sarah se assusta. - Esqueci meu celular, volto em um segundo. 


       - Ah, pelo amor de Deus. Dyllan, você consegue ficar uma noite sem seu celular. 


       - Não demoro. - ele grita, da entrada do prédio. 


       ***


       Enquanto Dyllan sobe para pegar seu celular... 


       ***


       - Ah, vamos Josias. - Nessa insiste. 


       - Eu já disse que não, Vanessa. - ele responde, irritado. 


       - Poorr faavvoorr


       - Eu já disse que não quero ir. - e olha pra ela com a cara fechada. 


       - Ah, qual é? Você não quer ir por quê? - ela olha para Josias. 


       - Porque não. - ele dá de ombros, e muda a TV de canal. 


       - Porque não - tenta, vão imitar a voz dele. -, não é resposta. - ela toma controle da mão dele e desliga a TV. 


       - Ah, você é muito chata. - ele se levanta. - Já tá a meia hora tentando me convencer a ir com você. - diz, indo até a cozinha. - Sendo que você já poderia estar lá agora. 


       - É verdade. - ela concorda. - Mas, como uma boa irmã, resolvi tentar convencer o meu maninho a ir comigo. 


       - Hum, tá sei. - Josias diz, voltando da cozinha com um pacote de salgadinhos na mão. - Tem algum motivo pra você querer que eu vá com você. Não é? - pega um punhado dos salgados e bota na boca. 


       - Claro. - confirma. - Não querer deixar você sozinho aqui. - emenda. 


       Ele pega outro punhado dos salgados. 


       - Outro motivo além desse. 


       A garota faz cara feia quando o irmão fala de boca cheia. 


       - Bem... - ela pega uma almofada. - Sabe aquele cara, o que ficava me seguindo?


       - O que você deu um fora? 


       Ela confirma. 


       - Quê que tem? - ele pergunta, botando os salgados de lado. 


       - É que ele vai tá lá...


       - E você quer que e vá pra ser seu guarda-costas, é isso? Quer ter uma garantia de que ele vai ficar longe de você? 


       Ela, mais uma vez, confirma. 


       Josias avalia Nessa com o olhar. Então abre um sorriso. 


       - Se é por isso, eu vou. Vou adorar dá um soco na cara dele, se tentar chegar perto de você. 


       Ela larga a almofada, se levanta e vai correndo até o irmão para lhe dá um abraço. 


       - Você é o melhor irmão do mundo. 


       - É, eu sei. - sorri convencido. 


       - Agora vai se arrumar. - desfaz o abraço. - Essa festa vai ser incrível, não quero perder uma parte. - diz. - Anda, vai logo. - apressa, quando percebe que o irmão não saiu do lugar. 


       - Tô indo. 


       ***


       Naquele mesmo instante, Sarah estava quase indo atrás de Dyllan, quando ele aparece na porta do prédio. 


       - Até que enfim. 


       - Desculpa, amor. - ele lhe dá um beijo rápido, ao chegar mais perto. - Não conseguia lembrar onde havia colocado o celular. - mostra o aparelho. 


       - Hum... Vamos logo, se não perdemos a reserva. 


       - Agora você está preocupada com a reserva, hein? - ele sorri. 


       - Ah, vamos logo. - ela diz, tentando parecer séria, sem sucesso. 


       Pouco tempo depois eles estão indo em direção ao restaurante. 


       ***


       Naquele momento, Josias e Nessa entram em um táxi. E o celular de Nessa toca. 


       - Oi, Jane. - cumprimenta com um sorriso. - Sério? Por que?... Hum, claro que sim... Tchau. 


       Ela se vira para o irmão, ao seu lado. 


       - Será que a gente pode pegar a Jane? - pergunta a ele. 


       Josias olha de lado pra ela. 


       - Por que o namorado dela não a leva? 


       - Porque eles terminaram. - ela responde entortando a boca. 


       - E o que a gente tem com isso? 


       - JOSIAS! 


       - Tá bom, tá bom... - ele revira os olhos. 


       Nessa diz ao motorista o endereço da amiga e eles mudam de rota. 


       ***


       Dyllan e Sarah chegam ao restaurante. Enquanto Dyllan estaciona o carro, Sarah vai até o estabelecimento confirmar a reserva. 


       Ele vai até Sarah, que o aguarda na porta juntamente de um garçon, após descer do carro. 


       - Boa noite. - ele e o garçon se cumprimentam. 


       Eles, Sarah e Dyllan, são guiados até uma mesa. Assim que percebe a qual mesa estão sendo levados, Dyllan fala:


       - Com lincença, essa não é a mesa que eu reservei. 


       - Qual mesa o senhor reservou? 


       Dyllan aponta para uma mesa, próxima à janela, que já estava ocupada. 


       - Oh, mas... - o garçon pareceu confuso. - Só um minuto. Venham comigo. 


       Eles o seguem em na direção de um homem mais velho. O garçon fala alguma coisa para o mais velho, que assente. 


       - Oi eu sou o Carlos. Sou o gerente do restaurante. 


       ***


       Naquele momento, Jane entra no táxi juntando-se a Nessa, que continua no banco de trás, e Josias, que foi para o banco vago na frente, afim de dar espaço a Jane. 


      - Ainda bem que vocês aceitaram vir me buscar, não queria ir sozinha. 


      Josias e Nessa respondem com um sorriso. 

      15 minutos depois, eles param na frente de uma bela casa. 


       Jane e Nessa são as primeiras a sair do carro, Josias fica para pagar o transporte. 


       Ao chegarem na porta são surpreendidas por Mary, a suposta dona da festa. 


       - Ah, oi gente. - ela dá um sorriso sem graça. - Bem a festa acabou, teve uma briga e o idiota do Marcos vomitou no tapete. - fala, fazendo uma careta na última parte. 


       5 minutos depois eles estão indo em direção a uma pizzaria no táxi que, por sorte, Josias ainda nã havia liberado. 


       ***


       Nesse mesmo instante, Dyllan e Sarah estão voltando pra casa que desistiram do jantar após o gerente sugerir tirar o casal da mesa que eles haviam reservado. 


       - Talvez no próxima vez não se enganem com as mesas. - Sarah fala.


       - Não vai ter próxima vez. - Dyllan diz sério. 


       - Dyllan, por favor, você... 


       - Não naquele restaurante. - olha pra ela sorrindo. - Na próxima vez vamos ao Bob, como nos velhos tempos. 


       Ela sorri e lhe dá um beijo na bochecha. 


       Ele para o carro ao notar o sinal vermelho. E se inclina para lhe dá um beijo na boca e não nota quando o sinal passa para o verde. 


       ***


       Voltemos a Josias, Nessa, Jane e nosso motorista. 


       Jane dá um grito. 


       - UMA BARATA! - aponta para o chão do carro. 


       O motorista que se destraiu por um segundo. Notou tarde demais que o sinal estava vermelho e que um carro passava a sua frente. 


       O táxi bateu no lado onde Sarah estava. Ele motorist do táxi ainda tentou desviar, mas, um movimento que poderia salvar mais vidas, salvou apena uma. 


       Dyllan. 


       Que depois que recebeu alta do hospital. Se matou. Deixando um bilhete que dizia:


       "Não consigo viver sem ela."


       ***


       Se pelo ao menos um coisa tivesse sido diferente... 


       Se Sarah tivesse decido ir com o vestido azul desde o começo ou se Josias tivesse aceitado de uma vez ir a festa...


       Se Dyllan não tivesse ido pegar o celular ou se Jane não tivesse terminado com o namorado e ligado pra Nessa ir busca-lá.... 


        Se o garçon não tivesse marcado a mesa errada ou se a festa não tivesse acabado cedo... 


       Se, até mesmo, Dyllan não tivesse notado o sinal antes enquanto beijava Sarah, e seguido seu caminho alguns segundos antes de táxi passar ou se a maldita barata não estivesse no lugar errado e na hora errada... 


       Se qualquer um desses acontecimentos tivesse sido diferente... 


       Sarah e Dyllan estariam vendo um filme juntos. 


       Josias e Nessa estariam comemorando o aniversário da mãe. 


       Jane teria se reconciliado com seu namorado. 


       O motorista estaria em casa brincando com os filhos. 


       Mas nós não podemos mudar o que Deus escreveu. Se Ele escreveu que eles iriam morrer naqule dia e exato momento, eles morrem naquele dia e exato momento. 


       Afinal, nossa vida é um filme e no final nós morremos. 



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