História Tragic - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Melissa Benoist
Personagens Personagens Originais
Tags Criminal, Drama, Humor, Mistério, Romance
Visualizações 157
Palavras 2.670
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI MINHAS COISAS DELICIOSASSSSS
Dessa vez eu avisei que iria demorar, então, vcs nem podem ficar bravas comigo!!!!
Ou podem??? heuhsuhe

Enfim, foi uma semana maravilhosa, espero que tenha sido pra vocês também.
Aproveitem a leitura.

Capítulo 10 - Dumb Girl


Fanfic / Fanfiction Tragic - Capítulo 10 - Dumb Girl

Meu corpo ainda parecia flutuar, mesmo depois de minutos que havíamos parado o beijo.

Justin permaneceu com a testa colada na minha enquanto nossas respirações iam voltando ao normal.

Eu nunca quis tanto saber o que uma outra pessoa pensava, quanto naquele momento.

— Acha que um dia poderá sentir o mesmo por mim? — sua pergunta pegou-me totalmente de surpresa.

Eu não sabia o que responder.

Era bem provável que já estava bem próximo disso, mas também havia um outro espaço preenchido por Natan.

— Justin… — tentei falar, mas um nó se formou em minha garganta. Meus olhos se esquentaram e logo algumas lágrimas começaram a rolar — … gostaria de dizer que a situação é fácil, mas…

— Eu entendo, Brooke, não vou cobrar nada de você. Prometo — Justin acariciou meu rosto para enxugar as lágrimas. Foi um gesto muito carinhoso — Só te peço que não brinque comigo. Depois de hoje eu tenho certeza absoluta de que sente algo, então, não negue isso.

Em outro momento eu o chamaria de metido, no entanto, sei que ele está coberto de razão agora.

Eu já tinha chegado a um ponto alto demais para retornar.

Não vou mentir, dizendo que não quis ter feito toda essa bagunça. Algo dentro de mim me dizia que não tinha problema. Agora sei que foi errado. Porém, acredito que não seja a maior culpada.

— Posso te beijar de novo? — perguntou após um tempo.

— Agora você pede? — comecei a rir de sua cara de bunda. Foi muito engraçado.

— Bem, não levei a melhor nas últimas vezes que tentei fazê-lo.

Verdade.

Não nego que me lembrei do nosso primeiro beijo. Foi vergonhoso para ele me ver correndo de pavor.

Comecei a rir por conta das lembranças e o beijei novamente. Só que mais intensamente. Ele também não parecia querer calmaria, pois, agarrou minha cintura com força e emaranhou os dedos por entre meus cabelos.

A minha aparência não iria ficar muito boa.

— Justin… — o empurrei de leve — Nosso tempo está acabando — ele me olhou confuso. Parecia estar no mundo da lua — O desafio…

— Ah! — comecei a rir de seu descontentamento.

E foi nesse momento que tive uma ideia um tanto quanto maluca.

Acho que poderia fazer com que nós dois ganhássemos o maldito desafio.

— Justin, se você sair antes de mim, e eu ainda ficar até completar os quarenta minutos, pode se dizer que nós dois ganhamos o desafio?

Ele pensou por alguns instantes antes de sorrir de forma sapeca.

— Brooke, você é uma diabinha! — dei de ombros fingindo não me importar — Por que você quer tanto fazer isso com meus amigos?

— Eles só sabem ir a festas, Justin — revirei os olhos — A vida é muito mais do que todo esse luxo, sabia?

Foi a vez dele de revirar os olhos.

— Qual é, Brooke? — respirou fundo — Os caras foram criados assim, isso é uma covardia — fez um biquinho que não pude deixar de beijar — Sabe que eles não vão cumprir, né?

Gargalhei alto.

Tenho certeza de que todo mundo da festa me escutou.

Parece que eles não me conheciam.

— Acredite, eu conheço alguns meios de persuasão.

— Tortura? Só se for… — gargalhei mais uma vez — Até a sua maldita risada é maravilhosa de se ouvir. Eu odeio você.

— Isso é recíproco.

Então, foi nesse momento que eu percebi. Era recíproco. Todo o sentimento. Que, no caso, não era ódio.

Eu estava muito ferrada.

— Então... — pigarreei — Você sai agora, e eu saio em… — olhei em meu celular, que finalmente tinha conseguido de volta — três minutos.

Justin assentiu e se virou para ir até a porta. Ele a destrancou e abriu, mas, antes de sair, fechou a porta novamente e me puxou para um último beijo.

Não recusei.

Pude ouvir gritos histéricos dos garotos do lado de fora, eles queriam matar Justin por tê-los feito perder um importante desafio.

Esperei até que o tempo se findasse e ainda mais um minuto para que não houvessem erros. Assim que coloquei os pés para fora, vi que os rapazes estavam digitando algo no celular.

— Parabéns, Brooke, os rapazes acabaram de fazer uma transação de dez mil para a conta de Justin.

Eu bati palmas animadamente.

O plano tinha tudo para dar errado, inclusive, eles poderiam querer me esfolar viva, mas não foi o que aconteceu.

— Eu não vou ficar sem festa porcaria nenhuma! — Christian reclamou feito uma criancinha mimada. Os outros assentiram em concordância.

Era a hora de pôr meu plano em ação.

— Imaginei que iriam dar pra trás — falei, fingindo desinteresse — Homens de verdade cumpririam o acordo, mas vocês... — respirei fundo — … são apenas vocês.

— Acha que ferindo o meu ego vai fazer com que eu mude de ideia? — Marcus perguntou com deboche.

— É só isso o que tem? — todos franziram o cenho — Um maldito ego? — sorri de forma diabólica para eles, que ficaram sérios — Só não reclamem quando ninguém mais aceitar cumprir os desafios de vocês.

Ryan me olhou como se eu fosse um pedaço de carne pendurada, e ele, um pitbul pronto para destroçar-me totalmente.

— Não acredito que estou dizendo isso, mas… — bufou alto — A Brooklyn tem razão.

— Cai fora, Ryan — Christian revirou os olhos e deu as costas para nós. O outro rapaz o acompanhou.

Eu ainda ria de suas caras de bravo quando senti o toque de Natan em meu braço. Tive que engolir o maldito nó que se formou, antes de olha-lo nos olhos.

— Não precisava ter ficado — sorriu de forma serena e aconchegante, algo que eu não merecia.

Eu não merecia nada.

Nem um mísero grão de arroz.

— Desculpe por te fazer perder dez mil — sorri envergonhada — Eu só queria que os rapazes perdessem no desafio que fiz a eles.

— Certo — ele riu pelo nariz — O que fez para aturar Justin por tanto tempo?

Ah, nada! Só fiquei me agarrando com ele!

Minha cabeça até doeu só de pensar na possibilidade de falar isso para ele.

Eu não conseguiria.

Natan não merecia alguém tão hipócrita quanto eu.

Ele era maravilhoso demais.

(…)

Uma semana havia se passado desde a festa na piscina. Justin viajou na mesma noite, então, não tive a oportunidade de conversar com ele.

Essa semana que passamos longe um do outro só me fez perceber o quanto eu estava enganada em pensar que ele não conseguiria me conquistar.

Ele tinha conseguido antes de avisar que faria.

Estava parada perto da piscina do prédio onde trabalhava, esperando por Natan. Combinamos de nos encontrar aqui porque ele tinha algo muito importante para me falar.

Mal sabia ele que eu também tinha.

Decidi que contaria sobre meu beijo com outro cara, só não diria que o tal cara era Justin.

— Desculpa a demora — Natan disse ao se aproximar. Tentei me esquivar de um selinho, porém, ele foi mais rápido — São pra você — mostrou-me um buquê de rosas vermelhas.

Era muito lindo.

Mas eu, particularmente, acho um grande desperdício de beleza.

Nunca gostei do fato de que eles arrancam rosas para deixar estragar.

Mas é óbvio que eu nunca diria nada a ele.

— São lindas, Natan. Não precisava.

Não precisava mesmo.

Eu estava prestes a partir o coração dele.

Ele respirou fundo e abaixou a cabeça por alguns segundos. Eu fiquei incomodada com o silêncio.

— Eu ensaiei um milhão de coisas, mas agora estou nervoso demais para me lembrar de ao menos uma delas — meu coração começou a se acelerar.

Ele não ia fazer o que eu estava pensando.

Ou ia?

— A questão aqui é que eu quero aprofundar um pouco mais o que nós dois temos.

Ah não!

— Eu já tinha dito que estava encantado com você, mas agora é diferente — sorriu de uma forma terna. Isso fez me coração se aquecer novamente por ele — Eu realmente estou apaixonado por você, Brooklyn.

— Natan…

— Por favor, seja minha namorada.

Droga!

Não acredito que estou cogitando a ideia de recusar.

Na verdade, eu sei que não aceitarei.

Não posso fazê-lo.

— Eu não posso aceitar — falei de uma vez.

Em seguida, contemplei o mais belo sorriso se desmanchando.

Foi horrível.

— Natan, eu não vou procurar palavras que aliviem o sofrimento que eu vou te causar, até porque elas não existem — senti minha garganta começar a queimar. Iria chorar a qualquer momento — Não vou mentir, dizendo que não gosto de você. Eu gosto — a primeira lágrima desceu desgovernada, como um aviso de que uma tempestade estava por vir — Só que tem outro alguém ocupando o meu coração.

Abaixei a cabeça para esconder a minha vergonha. Estava prestes a decepciona-lo ainda mais.

— Eu beijei uma pessoa há alguns dias.

E como eu imaginei, uma grande tempestade se formou no olhar de Natan, eles ficaram escuros.

Ele estava aterrorizante.

— Foi o Justin, não foi? — ele se aproximou perigosamente de mim e agarrou meus braços. Nada que fosse forte demais, acredito que ele nunca me machucaria — Mesmo que não fale, eu sei que foi ele. Aquele desgraçado sempre vai entrar no meu caminho.

Toda aquela situação estava me deixando assustada.

— Natan…

— Não, Brooklyn, não precisa se desculpar. Eu sei que ele entrou na sua mente.

Isso não era verdade.

Eu sou forte o suficiente para não me deixar manipular por alguém.

Meu sentimento por Justin é algo mais sério do que um joguinho.

— Diz pra mim que não está recusando meu pedido por causa dele — Natan se abaixou um pouco e me olhou nos olhos com as mãos unidas em súplica — Por favor, Brooke.

Eu não diria nada.

— Por favor, apenas entenda que eu não estou preparada para algo, não agora.

— E não comigo, certo? — gritou. Assustando-me.

— Certo — disse no mesmo tom — Pensei que entenderia — o olhei feio.

Pela primeira vez eu havia ficado irritada com Natan. Ele estava totalmente diferente.

— Não, eu não entendo! — continuou falando alto — Tenho certeza de que ele está te enganando! — respirei fundo — Vamos lá, Brooklyn, sei que é esperta. Deve ter percebido as palhaçadas.

— Eu beijei ele por que eu quis, Natan — gritei.

Gritei bem alto mesmo.

Tenho certeza de que até a Pattie ouviu lá no último andar.

Natan suavizou a expressão. Começou a me olhar de uma forma diferente.

Talvez fosse desgosto.

— Pode achar o que quiser de mim, não me importo — ergui a postura e o olhei séria — Tem todo o direito de ficar puto comigo, afinal, o que eu fiz não foi legal. Mas, não crie falsas ideias para se conformar — entreguei o buquê para ele — Você disse que não teríamos problema, caso não desse certo. Espero que cumpra sua palavra.

Beijei rapidamente o rosto de Natan e dei-lhe as costas. Queria sair dali o mais rápido possível.

Eu estava me sentindo culpada por ter causado um conflito tão idiota, e, provavelmente afastado dois amigos. Porém, algo dentro de mim me dizia que eu estava certa em recusar Natan.

Era como se aquilo fosse errado.

E talvez fosse.

Talvez eu estivesse me enganando há muito tempo, afinal, havia pensado que a reação dele seria menos agressiva.

E não foi.

Enquanto os minutos iam se passando no metrô, vários pensamentos inundavam a minha mente.

O clima na casa de Pattie nunca mais seria o mesmo.

E a culpa era toda minha.

Eu sou mesmo uma grande burra.

— Boa noite, Brooke — Henry me cumprimentou assim que entrei — como foi o trabalho hoje?

Suspirei alto e me encostei a parede.

— Foi tão ruim assim?

— Não, meu trabalho foi ótimo — suspirei mais uma vez — O problema todo veio depois.

Henry colocou as mãos debaixo do queixo, indicando que queria saber do ocorrido.

— Eu recusei o pedido de namoro do Natan — disparei.

— E está triste por isso? — ergueu a cabeça como se estivesse me olhando.

— Não — respondi simples — Estou me sentindo estranha por não estar triste.

Henry caiu na gargalhada, já eu, fiquei com uma enorme cara de bunda.

Qual era a graça?

Eu era tão patética assim?

— Eu sabia que isso iria acontecer.

É claro que sabia.

Ele já havia deixado clara a opinião sobre o assunto.

— Quando você vai dizer ao outro rapaz que está doida por ele?

Nunca.

Porque eu não estou.

Certo?

Não cheguei a esse ponto ainda.

— Henry, não exagera! — arregalei o olhos por conta da irritação repentina.

Ele apenas riu novamente e balançou a cabeça negativamente.

Aquele velho cego enxergava mais coisas do que qualquer um que eu já tenha conhecido.

Decidi deixa-lo na cozinha com toda a zombaria e fui tomar um banho rápido. A água estava fria por conta de um problema na fiação do nosso apartamento velho, então, não quis ficar muito tempo para não pegar uma gripe. Nova York estava muito fria nos últimos dias.

De repente, meu celular se acendeu e uma mensagem de um número desconhecido apareceu.

[?] - Tive que invadir o quarto da minha mãe para procurar seu número no meio dos papéis dela. A velha é jogo duro. Não quis me passar.

Na hora eu deduzi que fosse Justin.

Fiquei rindo ao imaginar o quanto Pattie ficaria brava se soubesse que ele tinha a chamado de velha.

Em seguida, outra mensagem chegou.

[?] - Estou contando as horas para poder te beijar de novo.

Acompanhada da mensagem havia um print da tela de bloqueio com uma foto minha no dia da festa vermelha.

Eu parecia estar distante na foto. E realmente estava, pois nem percebi que ele tinha tirado.

Meu coração se abalou.

[B] - Não sei se terão outros beijos

Sorri imaginando sua cara de desapontado.

[J] - Deixe que eu me encarrego disso.

Revirei os olhos e resolvi não responder apenas salvei o número.

Justin não falou mais nada depois daquilo.

Depois de um certo tempo deitada, acabei adormecendo.

(…)

Um barulho na janela me acordou. Abri meus olhos lentamente para me acostumar com pouca luz que invadia o quarto. Havia uma silhueta masculina passando pela janela.

Levantei-me rapidamente, praguejando meu desleixo em não ter fechado a porcaria da janela. Nosso prédio tinha uma escadaria na lateral que dava acesso a todos os apartamentos do pequeno prédio.

— Você entrou no lugar errado — avisei.

— Brooklyn, sou eu! — acendi o abajur ao meu lado e me deparei com Justin parado a beira da minha cama.

— O que diabos você está fazendo na minha casa há essa hora? — perguntei irritada.

Ele sorriu de forma nervosa e se ajoelhou na cama, ficando com o rosto a centímetros do meu.

— Justin… ?

— Não quis esperar até amanhã pra te ver.

Eu até pensei em responder algo, mas ele foi mais rápido e me beijou antes.

No início eu tentei empurra-lo para longe, porém, quando me dei conta, estava o puxando para mais perto.

Justin me deitou novamente e passou as pernas por cima do meu corpo, certificando-se de que eu não tentaria escapar de suas garras.

Puxei sua camiseta preta para cima até tirá-la completamente.

A cada minuto o beijo se intensificava ainda mais.

— Eu gostaria de fazer uma coisa — sussurrou entre o beijo.

Minha mente estava a mil, eu não raciocinava. Então, apenas assenti com a cabeça enquanto ele fazia um caminho de beijos do meu pescoço até meu umbigo.

— Tudo bem para você? — perguntou logo após agarrar a o elástico do meu pijama de abacaxis junto com a calcinha.

— S-sim…

Então, ele aproximou os lábios e beijou um pouco abaixo do umbigo antes de puxar os tecidos para baixo.

 

 

Saltei da cama feito uma maluca ao acordar. Eu já tinha tido muito sonhos, mas nada nunca chegou perto desse.

Eu tinha acabado de ter um sonho semi-erótico com Justin.

Acho que subestimei o poder dele contra mim.

— Minha nossa! — coloquei as mãos sob o peito.

Meu coração estava tão acelerado que parecia que ia ter um ataque a qualquer instante.

Olhei-me no espelho rapidamente e vi que minhas bochechas estavam avermelhadas. Aquilo certamente mexeu comigo de uma forma que não consigo explicar. Causou até um leve formigamento em minhas partes baixas.

Durante o restante da noite eu não consegui pregar os olhos. Toda vez que os fechava, a imagem de Justin sorrindo descaradamente me fazia dar um pequeno pulo.

Aquele infeliz tinha me fisgado, e eu, como a menina burra que sou, estava o querendo cada vez mais.


Notas Finais


Não deixem de comentar, ok? Isso é muito importante pra mim, monas

Esse cap tava maior, tipo, bem maior mesmo, mas como eram assuntos demais pra um capítulo só, decidi cortar o fim dele e deixar pro próximo, que também vai estar cheio de assuntos... ai Deusssss me ajuda

Sobre o sonho da Brooklyn com o Justin kkkjkjjjjkjkjj (emoji de lua) coitada da virgem, gente

Enfim... espero que vocês tenham gostado. Se sim, comentem, se não, comentem também pra dar uma forma e eu melhorar kkkkk

Até o próximooooo
Bj bj


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