História Traits Of Destiny - Capítulo 21


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Tags Bangtan Boys, Bts, Bullying, Jeon Jungkook, Jungkook
Visualizações 201
Palavras 1.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - Susto...


Fanfic / Fanfiction Traits Of Destiny - Capítulo 21 - Susto...

Jungkook POVS

 (S/N) e Taehyung andavam mais a nossa frente, fazendo brincadeiras. Pareciam até amigos de longa data e riam que nem uns idiotas, me fazendo revirar os olhos.

— Acho que alguém aqui está com ciúmes. — disse Hoseok apoiando seu braço em meu ombro.
— Claro que não.
— Maknae, escuta seu hyung aqui. Você está com ciúmes, sim. Só não quer admitir! 
— Mano, olha a forma que você tá olhando pros dois. Até parece um namorado controlador. — Nam falou e todos riram.
— Cara, a (S/N) é bonita pra caralho, não sei como você pode ficar com essa de “só mais uma“. O que tem de mais em levar a sério? — É claro que eu já havia pensado nisso... Mas realmente não queria me deixar envolver.

 Chegamos ao parque e ficamos caminhando por lá. Os comércios estavam fechados por ser tarde da noite, as ruas eram iluminadas pela frente dos estabelecimentos fechados e pelos postes. Caminhei em direção a uma máquina de refrigerante, e ao olhar mais à frente, vi Lay e sua gangue. Nesse mesmo momento procurei por (S/N), vendo que estava com V, Jimin e Yoongi que também haviam visto eles de longe, apenas acenando para mim de volta.

 Ainda que não houvesse muito com o que se preocupar, já que Lay provavelmente não iria querer que ela soubesse sobre sua gangue, ficávamos atentos pois a cada aproximação estranha que fizessem, teríamos que estar ao lado dela.

 Notei que se afastaram e fui em direção aos hyungs, onde ela estava. Estávamos todos em uma roda de conversa contando sobre algumas coisas. Vira e mexe um provocava o outro. Nesse exato momento por exemplo, Jimin corria de Namjoon que depois de muitas provocações acabou se estressando. Nós riamos da situação, apenas torcendo pela fuga de Jiminie enquanto davam voltas no parque.

 Olhei para (S/N) vendo que ela tinha um belo sorriso em seu rosto. Por alguns momentos, continuei a fitá-la. “Ela é realmente linda... Seu sorriso, seus lábios macios e rosados... O seu corpo. Ah, o seu corpo... Mas não é nada além de no máximo uma amiga. Eu não posso me apaixonar, não mesmo!

 Passamos mais algum tempo conversando e rindo de algumas bobagens até que procurando por (S/N) novamente, não a encontrei. Olhei para cada um dos hyungs vendo que ela não estava lá e os interrompi, perguntando por ela. Eles me olharam preocupados, observando ao redor e nada. Já estava escuro, o que dificultava um pouco.

 No mesmo momento resolvemos nos separar em alguns grupos ou duplas e depois nos encontraríamos no parque novamente. Resolvi procurar em algumas ruas dali. Olhei em alguns becos, bancos do parque e não a achava. Corri em direção a comércios a procurando, foi quando ao chegar em um lugar não muito longe dali, a vi na frente da máquina de suco, conversando com Lay. Corri até ela, vendo que só estavam os dois.

— Você está louca? Como você sai a essa hora do nada, sem avisar ninguém? Quer nos matar de susto?! — ela notou minha presença, se virando em minha direção.
— D-desculpa. Como eu vim só comprar um suco, pensei que voltaria logo e por isso não avisei. Mas acabei encontrando Lay no meio do caminho e começamos a conversar.
— Vamos logo. Eles estão preocupados. — a puxei pela mão, vendo-a se despedir com um aceno do garoto; ao olhá-lo vi que continha um sorriso desafiador nos lábios, me deixando puto da vida.

 Retornamos ao parque e todos já nos esperavam lá. Assim que viram ela, vieram correndo em nossa direção, a abraçando.

— Desculpa, gente. Eu fui comprar um suco.
— E demorou tanto assim? — falou Jin dando um leve tapa em sua cabeça.
— Eu encontrei um amigo meu, o Lay. Aí eu fui conversar com ele e acabei demorando. — os hyungs me olharam disfarçadamente, meio preocupados com essa aproximação do garoto.
— Sua idiooota, não faça isso de novo! — falou Jimin a abraçando pelos ombros.

Pouco tempo depois nos despedimos e cada um de nós íamos pra casa. Eu acompanhei (S/N) todo o tempo, segurando levemente em seu braço, fazendo com que ela andasse ao meu lado. Entramos em meu apartamento e logo um ronco vindo de sua barriga foi escutado. A olhei fingindo um susto e ela riu, indo para a cozinha.

 — Vou fazer algo pra comer. Se não, acho que morro. Você quer? — concordei, indo em sua direção.

 Ela cortava algumas coisas e eu a abracei por trás, de surpresa, dando um selar demorado em seu pescoço, sentindo que ela se arrepiava.

— Não desapareça assim novamente. Se não, vai ter que arcar com as consequências. — dei um tapa em sua bunda, dando uma mordida em seu pescoço em seguida. Me afastando e indo para a sala, como se nada tivesse acontecido.

 Após um tempo, a comida já estava pronta e eu não tinha como negar, ela cozinha muito bem.

— Dyá pod casá. — falei com a boca um pouco cheia, engolindo em seguida e ela riu. — Mentira. Se for com aquele cara idiota, não pode.
— Acho que nunca vou entender a razão por trás dessa sua implicância boba. — deu uma garfada — ...Eu não sei se quero realmente me casar. Quer dizer, quando eu era pequena, era o meu sonho. Eu nunca acreditei nessas histórias de príncipe encantado, sempre fui muito realista. O que é meio contraditório, já que eu acreditava em “amor verdadeiro“.
— Não acredita mais?
— Não sei... Se algum dia eu encontrar um, eu te respondo.

 Terminamos de comer e a ajudei a arrumar as coisas. Me sentei no sofá, a puxando junto comigo. Eu estava sentado com as pernas em cima do sofá e as costas apoiadas no braço do mesmo. Ela estava entre minhas pernas, com suas costas apoiadas em meu peito... Era confortável estar com ela. Talvez cômodo, eu não sei. Ela me passa tranquilidade, isso quando não brigava comigo por uma razão idiota. Pode ser que antigamente eu não faria isso e nem ela permitiria. Mas agora, pode-se dizer que já estávamos acostumados com coisas surpreendentes. Nos habituamos com essa quase “amizade colorida“.

 Senti o doce perfume de seu pescoço e o cheiro bom de seu cabelo. Por um momento, apoiei o meu queixo sobre o topo de sua cabeça e coloquei meus braços ao redor dela, como se fosse um urso de pelúcia. Eu assistia televisão tranquilamente, enquanto sentia ela segurar minhas mãos. Passei a olhar a cena.

 Ela olhava minhas mãos, a acariciando. Olhava meus dedos, a forma de minha mão e até comparava o tamanho das nossas, vendo que a minha, comparada a dela, era maior, claro. “O que essa garota tá fazendo? Que estranha... mas a mão dela é macia. Ah, imagina a mão dela no meu... Porra, não pensa isso agora! Ela tá praticamente no seu colo. Não fode. Literalmente.

 Quem nos visse agora, até pensaria que somos um casal de verdade. O que em alguns momentos me fazia pensar sobre isso. Será que algum dia eu realmente iria querer um relacionamento de verdade? Duradouro como o Taehyung havia dito?

 Notei que ela tinha parado de mexer em minhas mãos e que olhava para a televisão atenta. Coloquei seus cabelos para o lado, encaixando meu rosto na curvatura de seu pescoço, olhando pra frente. Estiquei minhas mãos, segurando as dela. Agora, quem conhecia suas mãos era eu. Olhei atentamente, vendo que as dela eram delicadas e macias; e sua pele era lisa como seda. Parei, selando seu pescoço novamente, ouvindo um suspiro. Adorava a provocar. Suas reações eram uma caixinha de surpresas. Eu nunca sabia quando ficaria brava ou quando não diria nada.

 Me lembrei da noite anterior e de como seu corpo era bonito. Suas curvas eram perfeitas, a cor de sua pele, tudo. Tudo era como uma pintura. Ela era linda, e na verdade eu tinha que admitir. Não se comparava a gordinha que sofria bullying na escola.

 Eu sabia que o que eu havia feito anos atrás foi errado e egoísta. Eu tinha consciência de ter abandonado minha melhor amiga. Aquela que me acolheu quando eu cheguei na escola sem ter ninguém. Aquela que alegrava meus dias em momentos difíceis. No final, ver como ela sofria com as ofensas, os xingamentos, doía em meu peito. Eu tinha percebido que acima de tudo, eu gostava dela e vê-la sofrer era algo ruim pra mim e eu sempre me arrependi daquela idiotice.

 Em certo momento, eu resolvi que me desculparia. Já não aguentava mais agir dessa forma, apenas por meia dúzia de amigos. Foi quando ela foi embora sem nem se despedir e eu fiquei sem me desculpar. Agora, com ela em meus braços, sei que deveria aproveitar a chance e simplesmente não magoá-la novamente. Talvez eu devesse deixar a aposta de lado e terminar tudo com ela. Toda aquela farsa.

 Olhei para ela, vendo seu rosto sereno assistindo à televisão. Ouvi meu celular tocando e saí do sofá, indo ao quarto e vendo ser meu ex padrasto, não atendi. “O que esse filha da puta pensa que está fazendo me ligando a essa hora?!“. Retornei a sala, vendo que ela já dormia e que parte de sua camiseta estava levantada, mostrando sua barriga. 

 A peguei no colo, a levando para o quarto e a deixei deitada lá. O short jeans parecia a incomodar, então tirei. A deixando dormir apenas de camiseta e calcinha. Tomei um banho e me arrumei para dormir, me deitando ao lado dela em seguida.

Ah, (S/N)... Eu realmente não quero te magoar. Eu sinto muito.“ Dei um leve beijo em sua testa, a vendo sorrir entre o sono.



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