História Traits Of Destiny - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Tags Bangtan Boys, Bts, Bullying, Jeon Jungkook, Jungkook
Visualizações 58
Palavras 1.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Imprevisto no basquete.


(S/N) POVS

 Era domingo e desde o dia em que... Bom, eu acabei... Dormindo com o Jeon, nós já não nos falamos mais.

 Amanhã seria o dia da excursão e minhas coisas já estavam prontas. Recebi uma mensagem de Lay e resolvi o encontrar em um shopping não muito longe daqui. Realmente precisava sair, espairecer um pouco. Aproveitando que agora já me sentia melhor e que as dores em meu corpo já haviam diminuído.

 Me arrumei colocando um tênis, uma camiseta, calça jeans e uma jaqueta. Esperei em frente ao prédio, vendo que uma garota passava por mim em seguida. “Ela não mora aqui. tenho quase certeza. Mas então... Onde já vi ela antes?“ Continuei pensando em várias possibilidades, até notar que Lay chegava em uma moto. Nos cumprimentamos e fomos a caminho do lugar. Era uma moto boa, diga-se de passagem, mas eu sempre soube que ainda que não fosse rico, era bem de vida e por isso aquilo não me surpreendia tanto.

 Segurei levemente em sua blusa no percurso, evitando ao máximo um contato mais próximo que isso.

 Logo que chegamos fomos até a área de jogos que ele já sabia ser um dos meus locais favoritos. Pois na época em que ainda frequentava minha antiga escola, desde que nos tornamos amigos, aquele era o lugar onde mais íamos, além do ginásio de basquete da escola.

 Jogamos animadamente, rindo e conversando sobre nossa vida aqui e as diferenças que notávamos entre o interior e a capital que nem conhecíamos completamente. 

 Por um momento, me abaixei para amarrar meus cadarços e na hora em que me levantei novamente, vi que me encarava com seriedade

— O que foi?
— (S/N), que marca é essa aqui? — disse abaixando levemente a gola de minha camiseta, o suficiente para ver o início de um chupão. “Merda, tinha me esquecido disso. E agora?“ — Quem fez isso em você?
— Quem, você diz... O-ora, Lay, isso foi apenas uma alergia que eu tive ao meu novo sabonete. Assim que comecei a usar, notei que em alguns dias essas marcas começaram a aparecer e tive que trocar de marca, acredita? Alergia... — falei tentando parecer convincente, mas pela cara que ainda fazia, não tinha dado muito certo.
— Foi ele, não foi? Aquele garoto. Achei que o seu namoro fosse uma farsa.
— E é. Uma farsa criada por ele, mas... Argh. — Passei a mão pelos cabelos, nervosa. — Eu sei lá. Só aconteceu.
— Aconteceu mais do que um simples chupão então? (S/N)... — suspirou pesadamente. — Não confio naquele garoto e não sei o que sente por ele, mas vai por mim, não confie muito nele. Conheço aquele tipo. Não vai te fazer bem. Qualquer coisa que ele fizer que te magoe, me avise.
— Eu entendo a sua preocupação, mas fica tranquilo, tá? — baguncei levemente seus cabelos. — Vamos? — concordou e saímos do shopping.

 Ele me levou até um lugar não muito distante, próximo do parque que fui a pouco tempo com os meninos. Não muito longe dali, havia uma quadra de basquete pública aberta. Lay estacionou a moto e fomos andando até lá.

 Assim que chegamos ele pegou uma bola que estava no canto da quadra e de longe já fez uma cesta. Lay era realmente muito bom nos esportes, principalmente no basquete, já que era do time da escola. Por causa disso era quase um ídolo por lá e as garotas sempre tinham seu nome na ponta da língua, em algum jogo. Não eram só elas, os garotos também admiravam seu talento e por isso tinha vários amigos.

 Foi dessa maneira que havia aprendido a jogar. Quando começamos a conversar, eu sempre tive vontade de aprender, mas simplesmente não conseguia fazer cestas e nem o mínimo possível. Foi então que sabendo disso, passou a me ensinar nos intervalos e no final do período escolar e com o tempo íamos nos aproximando mais e mais, até que... Bom, acabamos namorando.

 Lay havia sido meu primeiro namorado e principalmente um grande amigo. Depois dele, só tinha Miki e podia dizer que nós três éramos quase como Naruto, Sasuke e Sakura; já que desde que havia entrado na escola, ainda no fundamental, em pouco tempo já éramos inseparáveis e por isso, acompanharam toda a minha transformação até aqui.

 Nesse momento ele fazia algumas manobras com a bola, fazendo cesta em seguida. O que ele não esperava era que no meio de uma de suas manobras eu roubaria a bola, fazendo um ponto. Ele me encarou de forma desafiadora e rimos, passando a jogar.

 Eu gritava com ele brava quando o mesmo roubava a bola de minhas mãos repentinamente e com isso nos divertíamos como no passado. Levávamos o jogo realmente a sério já que desde o início eu nunca deixei e nem quis que pegasse leve comigo por ser sua amiga e nem nada do tipo. 

 A partida fluía, ele com 15 pontos e eu com 13. Eu estava prestes a fazer uma cesta, mas ele interrompeu, pegando a bola antes que passasse o arco. Roubei a bola novamente, rindo e ele veio correndo em minha direção. Me abraçou por trás, tentando pegá-la de volta e quando me virei notei que estávamos muito próximos.

 Ambos ofegávamos devido ao jogo e nos olhávamos sem reação. Em questão de segundos, Lay se aproximou mais, me dando um selar demorado. Inicialmente fechei os olhos, jogando a bola em um canto qualquer, mas me afastei quando, por alguma razão, a imagem de Jungkook veio a minha mente.

 Mesmo que fosse um namoro falso, tínhamos combinado de não ficarmos com ninguém e eu preferia acreditar que ele estava sendo fiel ao trato e dessa forma, retribuiria. 

— Me desculpa, agi por impulso. — colocou as mãos no bolso, levemente envergonhado.
— Tudo bem, não tem problema algum. Aconteceu. — caminhei em sua direção, tentando ignorar o fato ocorrido a pouco. — Que tal a gente comer alguma coisa? — concordou e fomos até uma lanchonete.

 Fizemos o nosso pedido, não deixando de conversar normalmente. Soube que ele também iria a excursão, já que seria para os segundos e terceiros anos e assim como eu, cursava o segundo.

 Não demorou para que tentasse retornar ao assunto do chupão, mas eu sempre desviava e falava sobre algo diferente. Ele podia ser muito meu amigo, mas ainda era estranho comentar sobre isso com ele. Principalmente sabendo que ele e Jungkook não se davam bem e que acima de tudo, ele havia sido meu namorado no passado.

 [...]

 Me levou até em casa e o convidei para entrar, por já estar tarde. Me lembrei de quando ainda morava com meus pais e tanto ele, quanto Miki vinham em casa assistir filmes e séries comigo. Já era um costume para meus pais, que até esperavam que ambos viessem na semana.

 Nos sentamos no chão, escolhendo algum filme de terror e apagamos as luzes. Lay fazia caretas quando algum monstro aparecia, tentando o imitar, tornando o filme que deveria ser de horror, uma comédia. Era engraçado e ríamos mais das expressões amedrontadas das pessoas do que ficávamos apreensivos com o que acontecia.

 O filme acabou e aproveitei que estava distraído para pegar dois travesseiros em meu quarto, jogando-os com uma certa força em sua cabeça. Foi engraçado e não pude deixar de segurar a risada, vendo-o me encarar estressado.

 Ligamos as luzes, começando uma guerra de travesseiros. Parecia cena de filme, voavam até algumas penas e nem ligávamos. Estava despreocupada pois esses eram meus travesseiros extras e eu não usaria eles murchos depois. Por um momento, estando de meia escorreguei e por relance o puxei tentando manter o equilíbrio, porém ele caiu em cima de mim. Permaneci imóvel e ele se levantou, provavelmente por se lembrar do que incidente na quadra.

 Arrumamos a sala e limpamos tudo. Quando olhei para o relógio vi que já passava da meia noite e o convidei para dormir em casa e ele aceitou. Podia até parecer estranho, mas minha mãe, quase que adivinhando que algum dia o encontraria novamente e reviveria os velhos tempos de quando Lay vinha em casa, me fez guardar um pijama masculino em minha mala, dizendo que algum dia poderia ser útil. No dia, bufei e revirei os olhos, dizendo ser apenas um peso a mais na mala. Agora dava graças aos céus por tê-lo e até ficava assustada com sua mania de previsões. “Mãe é foda. Vai entender.

 Entreguei as roupas para ele, arrumando o sofá para que dormisse lá. Nos despedimos e fomos dormir. Ele com certeza teria que acordar mais cedo, já que amanhã seria dia de excursão e por isso, teria que voltar para casa e pegar suas coisas antes de partir. A sorte é que não era muito longe e que havia vindo de moto, se não, seria um problema.

[...]

  Acordei mais ou menos 6:30h indo até a sala. Chamei por Lay e vendo que dormia de forma fofa, tirei uma foto. Com certeza usaria contra ele depois e ri maléfica pelo meu próprio pensamento. Chacoalhei, o acordando e ele foi se trocar enquanto organizava a sala. Teríamos que estar na escola até as 8h, já que partiríamos às 8:15.

 O acompanhei até a porta e já lá fora, me despedi, agradecendo pelo dia anterior com um beijo em sua bochecha. Foi quando ao olhar para o lado, vi que meu vizinho abria a porta. De primeiro momento, pareceu não notar nossa presença, mas ao olhar para nós não fez uma cara agradável ao ver o garoto em minha frente, mas ignorou, caminhando com uma sacola até as escadas, provavelmente indo a colocar lá em baixo.

 Lay saiu e quando estava voltando para o meu apartamento, ouvi passos, notando ser Jungkook. Surpreendentemente ele apenas passou por mim, não dizendo nada e nem sequer olhando em minha direção, o que diga-se de passagem era bem fora do habitual.



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