História Transcendentes da Alma - Capítulo 55


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Categorias Saint Seiya
Personagens Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Apolo, Ártemis, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Fudou de Virgem, Hades, Hyoga de Cisne, June de Camaleão, Kanon de Gêmeos, Kiki de Áries, Kouga de Pégaso, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Paradox de Gêmeos, Personagens Originais, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio, Thetis de Sereia
Exibições 5
Palavras 1.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá leitores, como vão? Espero que bem. Hoje é dia de sabermos de um pouco mais de como foi feito os elfos de Ártemis e como é o reino de Etérian. Espero que gostem. ;)

Capítulo 55 - Capítulo 55 - Dia de Passeio.


A manhã havia chegado em Eterian e todos os lemurianos estavam de pé, exceto Luthien que ainda dormia embora Sect já estivesse acordado. O príncipe sentou-se ao lado da cama tocando suavemente nas costas de sua amada na intenção de acorda-la, fazendo com que  levasse um pequeno susto levantou sorrindo ao perceber que era Sect, dando um abraço carinhoso no noivo, Sect a puxou pela mão fazendo com que levantasse, enquanto terminava de se arrumar Luthien foi tomar um banho. Naquele momento Mu bateu na porta e entrou junto de Kiki.

- Bom dia Sect, vocês estão prontos? Só falta vocês agora. – disse Mu animado, com trajes pesado de inverno.

- Acho que vamos demorar mais um pouco, a Lu acabou de acordar e está tomando banho, porque vocês não vão na frente e tomam o café da manhã? Iremos logo em seguida. – sorriu ao ver o sogro e o cunhado, dando um abraço em cada um.

- Está certo, vamos então Kiki. – retribuiu o abraço e saiu do quarto acompanhado do filho.

Depois que saíram do quarto de Sect, Mu e Kiki seguiram pelos corredores indo para uma sala onde seria servido o desjejum na companhia do rei e da rainha, enquanto Mu ia buscar os outros familiares Kiki ia na frente, pois tinha a certeza de que o rei e a rainha já estavam esperando fazia algum tempo e não desejavam deixa-los esperar mais. Ao chegar na sala fez uma reverencia a moda dos elfos com a mão no peito e inclinando-se levemente o corpo, sentou-se ao lado do rei, logo em seguida todos iam chegando na sala, menos Sect e Luthien que ainda não haviam chegado.

- Bom dia majestades. – disse Shion fazendo uma reverencia, seguido de todos os outros, sentando nos lugares restantes.

- Bom dia meus amigos, fico feliz que tenham chegado! – disse o rei levantando-se junto da rainha, reverenciando a moda dos elfos os presentes, sentando-se logo em seguida. – Que dia maravilhoso hoje para um passeio não é mesmo? Creio que meu filho vai fazer com que valha a pena a passagem de vocês por aqui. – disse o rei animado, servindo-se de pães quentinhos, recém saídos do forno com queijo e tomate seco, e uma xícara de chá.

- Ah sim tenho certeza de que irá! O senhor não tem vontade de se aventurar no mundo de Atena? – perguntou Shion com certa curiosidade, servindo-se de chá e bolachas doces.

- Tenho, mas também tenho um pouco de receio. Também não posso deixar o reino assim, sem mais nem menos não é mesmo? – disse dando uma gargalhada.

- Verdade, mas poderia deixar seus filhos cuidando de tudo e ir para Atenas, tenho certeza de que a aventura vale a pena! – deu um sorriso, rindo junto com o rei.

Logo Sect e Luthien chegaram e reverenciaram o rei e a rainha sentando-se a mesa, todos estavam numa conversa animada e extrovertida desfrutando daquele desjejum em família muito saboroso, os pães, as frutas, sucos, chás, bolachas e tudo que havia de gostoso que pudesse imaginar estava a mesa. Assim que terminaram de fazer o desjejum foram levantando e indo por um corredor que levava a uma escada dava acesso a entrada principal do castelo, o rei e a rainha foram com os visitantes até o jardim de gelo.  O jardim embora fosse realmente congelado tinha uma beleza estonteante. No pátio principal onde uma cúpula de ferro e rosas de várias cores entrelaçavam entre si embelezando aquele local, duas escadarias iguais se abriam revelando no lance de baixo um espelho d’água com vitórias régias e flores de lótus, ao lado das escadas havia roseirais que desciam até o portal da cidade que se via ao longe. Em volta do espelho se via outro pátio e um peitoral feito de ferro entrelaçado cheio de rosas e duas escadas ao lado que os levaria para mais abaixo na entrada do pátio principal onde um portal também de ferro era envoltos por rosas em sua forma abobadada.

Ao passarem pelo jardim cruzaram o portal e em frente havia uma rua principal horizontal e outra vertical que se abria num semicírculo conforme era o formado da cidade, o chão era pavimentado com mármores brancos e azuis e suas casas lembravam os templos e casas japonesas, feitas de madeira trabalhada, com janelas e portas enfeitadas com gravuras de cristal de gelo. Apenas os templos a deusa Ártemis eram feitos de mármore branco no estilo pagode tibetano. Os elfos que ali moravam usavam uma vestimenta pesado azul-escuro para os homens, azul claro para as mulheres e branco para as crianças, todo o local estava coberto por neve exceto o jardim. Havia um dique na encosta da praia onde a núcleo de Etérian dominava, e o porto era repleto de pequenas embarcações. Nas entranhas da cidade podia se encontrar os pátios, salões, bibliotecas antigas, além dos templos grandes e pequenos espalhados pela pequena cidade portuária.

Admirados pela simplicidade e beleza da cidade visitaram todos os lugares possíveis, chegando finalmente a praia. A praia tinha um aspecto diferente do que a praia no mundo de Atena. A cor da areia era como cristais que refletiam o céu num efeito refração não sabiam se estavam no céu ou no mar de tão ténue era a aparência de ambos.

- Nossa, que sensação estranha. – disse Mu ao pisar na areia pela primeira vez. – Não sei se estou no céu ou no mar, que areia estranha... – disse olhando no chão arenoso.

- Isso porque nunca foi nos saleiros do Chile, lá sim é bem confuso. Parece um chão de vidro. – olhou Shion para o filho rindo da forma como o outro reagia.

- Mas pai lá é um espelho, aqui é areia. É confuso. – disse olhando para o mais velho, saindo da areia.

- É realmente ruim de andar aqui, mas é só nesse horário que fica assim, depois das duas horas é apenas uma areia fina e noite também acontece o mesmo fenômeno a meia noite. Tem uma história sobre essa refração na areia... – disse Sect olhando a todos com um sorriso. – Querem ouvir?

- Queremos, mas vamos sair daqui esse lugar está me dando vertigem. – disse Kiki saindo da praia, observando Milena brincar com Gustav na areia.

Depois que todos saíram da praia Sect os levou até o pátio beira mar, perto do cais da praia. Entraram num salão onde vários elfos se encontravam cantando músicas antigas embaladas pelos instrumentos que tocavam, sentaram-se um pouco distante sobre um tapete muito bonito com desenhos de flores e animais silvestres que circundavam a região e algumas almofadas que estavam ali para melhor acomodar quem quisesse por ventura descansar. Formaram então um círculo em volta do príncipe esperando ansiosos pelas suas histórias.

- Conte-nos sua história Sect, por favor. – pediu Shion demonstrando interesse, enquanto se ajeitava ao lado de Yuzuriha.

- Está bem! – disse ajeitando uma mecha de cabelo que insistia em cair sobre seu rosto. – Bem... Há muito tempo atrás, depois que Ártemis criou este mundo quis ela ter suas próprias criaturas assim como Atena tem os seus, Poseidon tem os seus... Assim como todos os deuses tem os seus. Um dia andando por essa mesma praia contemplou o por do sol e percebeu que as estrelas formavam os pontos na areia como se a própria areia fosse um espelho do céu e em sua mente formou-se criaturas cheias de luz e sabedoria. A deusa olhou para a areia e do seu pensamento fez com que o pó das estrelas viessem se encontrar com o pó da areia do mar e então fomos formados. Quando despertamos era noite e o céu era como um cobertor e lua enorme e convidativa nos indicava o caminho onde deveríamos viver. Naquele dia a própria Ártemis se fez presente no nosso nascimento e dividiu as tribos conforme seu coração estelar, formando assim os quatro clãs de elfos deste mundo. – disse olhando fixamente para um ponto no tapete como se estivesse vivendo aquele momento, depois do relato saiu de seu transe olhando para todos com um sorriso sereno.

- Interessante, você fala como se estivesse presente no momento. – Kiki ergueu a sobrancelha estranhando o fato, ajeitando Gustav nos braços pois estava quase pegando no sono.

- Pois é eu falei mesmo e nem percebi. Posso ser velho, mas não tanto a ponto de ter vivido no tempo dos meus ancestrais. – deu uma risada sem graça coçando a cabeça.

- Eles morreram? – perguntou Kiki olhando para Sect ainda um tanto surpreso.

- Não... São os anciãos do nosso povo. Moram no reino do sul, onde o sol de Apolo bate com mais força. Você já passou por lá Kiki, não se lembra da mansão dos anciões? – ergueu a sobrancelha estranhando pelo cunhado não lembrar do fato.

- Ah é mesmo, havia me esquecido! – disse com a mão no queixo.

Todos que viam os dois conversando nada entendiam, embora achassem a história de Sect muito bonita. Ficaram ali sentados por um bom tempo até que o frio começou a intensificar e todos resolveram voltar para o castelo. Aquele passeio embora fosse curto, foi divertido para todos e cansativo também por conta do frio. A noite havia chegado e os planos de Sect estavam amadurecendo em sua mente, teria de ser rápido antes que decidissem partir de uma vez para Atlântida.


Notas Finais


Essa história eu me inspirei no livro de Silmarilion de Tolkien, para aqueles que já leram o livro devem ter entendido a referencia. Esperem pelo próximo capítulo! ;) Abraço e até mais! <3


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