História Transgênero - Capítulo 6


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Jackbam, Markjin
Visualizações 90
Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha quem voltou!
Eu, na véspera do comevolta do exo (aaaaa), estou aqui atualizando duas fics para vcês <3
Eu sei que me atrasei, pois era para eu ter liberado essa capitulo semana passada, mas tivemos uns pequenos problemas kkkk para variar.
Enfim, espero que gostem, refiz esse capítulo umas 7 vezes para ver se ficava bom. Espero que esteja pelo menos aceitável kkk
Boa leitura ^^

Capítulo 6 - Religiosidade


Fanfic / Fanfiction Transgênero - Capítulo 6 - Religiosidade

Mais uma manhã iniciara-se na família Tuan.

Como sempre, Dorine tentava a todo o custo domar o gênio forte de seus filhos. Ah, como queria que essa fase adolescente passasse logo.

-Joey, Jenna ligou ontem à noite. –Raymond comentou, enquanto colocava a mesa. Ele e sua esposa gostavam de dividir a tarefa de fazer o café da manhã, era o horário mais calmo do dia-a-dia de sua família.

-Queria que ela estivesse aqui... –O casula, que antes brigava com Mark por um pedaço de pão, reclamou. O menino realmente tinha bons ouvidos.

Jenna era sua prima favorita, mesmo tendo a mesma idade que seu irmão, ela era muito atenciosa e gostava de brincar consigo.

-Quem sabe, se vocês se comportarem, ela não vem passar as férias aqui. –O pai propôs.

 

 

 

 

 

 

 

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Enquanto isso, do outro lado da cidade, Park Jinyoung encontrava-se devidamente vestido. Desta vez sem atrasos. Era capaz que seu pai o matasse por chegar mais um dia em cima da hora na empresa. Pontualidade era o segundo nome dos Park’s.

Pelo horário, Jinyoung tomava seu café da manhã tranquilo e feliz por estar lendo uma de suas obras favoritas de uma coleção limitada. O livro que Joey o presenteou era sem dúvidas o mais valioso de toda a sua biblioteca.

-Jisoo, largue um pouquinho o livro para comer. –Irene o repreendeu.

Era um costume familiar ter as refeições como sagradas. Seus parentes eram extremamente religiosos e seguiam o que a bíblia a finco.

Mesmo depois de tantos transtornos envolvendo o menino, seus pais ainda gostavam e seguiam a Igreja. Claro, fora preciso confrontar muita gente para que seu filho fosse devidamente respeitado. Eles podiam largar mão de tudo para dedicar-se a Jinyoung, mas a religiosidade dos Park nunca deveria ser questionada.

Contudo, o mais lamentável fora a segregação familiar. De um lado os mais intolerantes, que não aceitavam de maneira alguma o pequeno Jinyoung, e de outro os com a mente mais aberta, infelizmente pouquíssimos.

 

-Desculpe, mamãe. -Educado como sempre, obedeceu sua Omma e guardou o livro dentro de sua mochila.

-Domingo vai ter um festival beneficente na Igreja, porque não convida a família de seu amigo para ir conosco? –Irene propôs. Além de não gostar de ver o menino sozinho no meio de um monte de jovens na missa, ela estava ansiosa para conhecer o tal amigo de Jinyoung. Assim, como dizia um ditado, ‘matava dois coelhos numa cajadada só’. Pobre coelhos.

-Não sei se ele gostaria de ir. –Mordeu os lábios pensativo. Ele e Joey conversaram muito nos últimos dias, porém não tinha certeza de qual religião pertencia seu amigo. E se ele fosse um intolerante? Não queria deixa-lo irritado.

-Isso é ótima ideia, filha. –Chanyeol, que até então folheava um jornal, manifestou-se. -Fale com ele, só irá saber se tentar. 

 

 

 

 

 

 

 

 

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No intervalo, Mark encontrava-se deitado. Os últimos dias haviam sido um tanto monótonos para si, e por conta disso mantinha-se quieto enquanto Youngjae tagarelava ao seu lado.

 

-Domingo vai ter um evento na Igreja da minha família, e advinha quem vai ser obrigado a comparecer? –O castanho falara. Era impressionante a quantidade de palavras que deixavam sua boca em pouquíssimos segundos.

-Você? –Perguntou, enquanto balançava tediosamente uma caixinha de suco vazia sobre a mesa.

 

-Sim, dá pra acreditar nisso? Meus pais vão me obrigar a ir. –Continuou. –Se bem que eles me falaram algo sobre poder levar convidados... –Seu olhar mudara-se para desesperado.

-Mas nem pensar! –Apressou-se em dizer, já imaginando o que se passara na cabeça de Youngjae.

-Por favor. –Segurou em suas mãos. –Eu nunca mais te peço nada, por favor não me deixe sozinho naquele inferno. –Mostrou-lhe um biquinho, que julgava ser convencível.

Por que ele havia feito amizade com Youngjae mesmo?

 

-Tudo bem! –Rendera-se. –Eu tenho que ver com meus pais primeiro, e se eu for você nunca mais vai me encher para ir com você a lugar algum.

-Aaaa, muito obrigado. –Jae jogara-se em seus braços.

-Tá, tá, agora me solta.

 

 

 

 

 

 

 

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-Jisoo! –Joey gritava por si na saída da escola.

 

Como de costume, o menino saíra correndo em sua direção. A mochila pendendo para um dos lados e o sorriso estampado em seu rosto.

 

-Joey! –Segurava uma das pastas, que quase escorregara de sua mão. –Já falei para você tomar cuidado, pode se machucar.

Jinyoung, desde o dia que se conheceram, aflorara em si um comportamento de irmão mais velho. Cuidava do menino a todo o momento, orientando com os estudos e principalmente preocupando-se com sua saúde.

-Já falei que não precisa se preocupar comigo, eu sei me cuidar. –Falou o menor convencido.

-Tudo bem senhor adulto. –Riu. –Pode me explicar o porquê de tanta euforia? –Passou as mãos pelos fios do menino, penteando como podia o cabelo que fora totalmente bagunçado pelo vento.

-Eu segui a dica que você me falou. –Joey ficara subitamente vermelho. –Me declarei para Minhae e ela aceitou.

Levou um tempo para Jinyoung perceber sobre o que o menino falava.

-Sério? –Impressionou-se.

Minhae era a garota na qual Joey estava apaixonado. Há dias o menino vinha em sua volta clamando por ajuda e Jinyoung, como o péssimo romântico que era, mandara o mais novo ir se declarar. Uma péssima ideia, que por incrível que pareça dera certo.

A culpa não era sua se sua vida social/amorosa resumia-se apenas a contos e fábulas.

 

-Sim, ela falou que eu sou engraçado e que queria ir tomar sorvete comigo qualquer dia. Muito obrigado Ji. –O menino o abraçou animado.

-Fico feliz em ter ajudado, mesmo eu não sendo a pessoa mais indicada para isso. –Sorriu.

-Ah, já ia me esquecendo. Não tem problema se você não quiser ir... – Lembrou-se do acontecimento de domingo. –A Igreja que frequento está organizando um evento beneficente e eu queria saber se você quer ir com a sua família também.  –Agora era Jinyoung quem estava envergonhado.

-Aaa, que legal! Vai ter comida lá? –Joey o encara, subitamente interessado.

-Vai...

-Então eu vou! -Disparou.

-Seu gulosinho! Você nem pediu permissão a seus pais ainda. –O repreendeu, movendo os braços de encontro aos sovacos do garoto e iniciando uma série de cócegas.     

-P-para Ji!

 

 

 

 

 

 

 

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Dorine lavava a louça do jantar fingindo estar despreocupada. Seus filhos ainda estavam na mesa, e isso significava apenas uma coisa: Eles queriam lhe pedir algo.

 

-Falem logo o que vocês querem. –Raymond manifestou-se, cansado de ver toda a situação.

-Minha amiga me pediu para ir na Igreja da família dela, podemos ir, por favorzinho? –Joey, como sempre muito esperto, disparou.

-Que dia? –Virou-se para encarar a face do filho.

-Domingo, vai ter comida lá, por favor mãe. –Pediu mais uma vez, sabendo que os mais velhos não demorariam a ceder a seus encantos.

-Não sei, vou pensar. Peça para ela o número de seus pais, eu ligo e depois vejo.

-Ok. –O mais novo saíra correndo em direção as escadas. 

-Esse pequeno... –Raymond sua balançava a cabeça rindo. Joey crescera tão rápido, até mais esperto estava ficando.

 

-E você Mark? –Guardou o restante louça limpa e sentou-se frente a seu outro filho.

Mark sempre fora mais calmo, desde pequeno muito observador e intuitivo. Por esses motivos Dorine aprendeu a olhar com um pouco mais de cuidado para o filho. Diferente de Joey, que era sentimental e expressava-se constantemente, Mark tinha uma imensa dificuldade para se comunicar. Ele preferia se demonstrar através de pequenas ações, e isso sempre acabava por preocupar a matriarca.

 

 -Meu amigo também me convidou para ir com ele numa Igreja.

-Igreja também? Como meus filhos estão ficando cultos, estou amando essas influencias de vocês. –Raymond brincou.

-Com certeza, pai. –Mark revirou os olhos. –Tá, mãe eu posso ir?

-Não sei, eu disse que vou pensar. Tenho que ver que Igreja é essa, o horário e se não vamos incomodar. –Disse por fim.

Em Los Angeles sua família costumava ir numa Igreja próxima de seu bairro, isso de vez enquanto, pois todos trabalhavam muito. Mesmo assim, tinha que analisar a Igreja na qual os amigos de seus filhos iam. Não iria os soltar em qualquer lugar sem saber suas crenças e influências.

-Vai ser legal para as crianças, conhecer pessoas novas, religiões novas... –O Tuan mais velho ponderou.

-Depois resolvemos isso.

 

 

Continua...


Notas Finais


Consideração: O próximo capítulo vai ser um pré treta, então preparem-se.
Não se preocupem, eu vou tentar ser bem boazinha com os personagens kkkk
Enfim, não posso falar mais nada se não estarei dando grandes spoilers.
Espero que tenham gostado ^^
Perdão pelos erros ortográficos.
Beijos, Anne <3


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