História Translucent - Capítulo 8


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Fantasia, Fantasma, Harry Styles, One Direction, Revelaçoes, Romance, Suspence
Exibições 8
Palavras 1.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - 0.5 Desmond Styles


O interior é de  um veludo avermelhado, e é um espaço pequeno. Não há uma única partícula de poeira no interior da caixa, mas isso não era a coisa estranha embora.

Papéis dobrados e já meio amarelados se encontravam na mesma. Levada pela curiosidade pego a primeira folha. Olho hesitante para o ser que me observava intensamente, talvez pedindo permissão ou algo assim. Ainda não sei do que ele é capaz, e prefiro não me arriscar mais do que já estou. Assim que ele percebeu meu nervosismo me olha mais duramente e acena me encorajando. Engulo em seco voltando a encarar o papel em minhas mãos. Relutante desdobro a folha delicadamente, sem querer rasga-la.

Vejo pelo modo como é impresso, um jornal. Talvez uma das primeiras edições já feita no século XX ao que índica sua qualidade simplificada e já desbotada. Entretanto, como da outra vez, isso não é o mais impressionante, mas sim o título que vem logo a seguir, com um certo destaque.

 O herdeiro do grande império 'Styles Enterprise' é encontrado morto em sua casa nessa manhã de sexta-feira (01)

E logo a baixo há uma fotografia em preto e branco, um tanto danificada pelo tempo. Apenas me possibilitando ver uma cabeleira bem parecida com a do quadro e, bem, a do ser que me queimava com seus furtivos olhos verdes, porém só deve ser uma coincidência.

Levanto minha cabeça para encara-lo novamente. Isso só pode ser uma brincadeira estúpida. Onde ele quer me levar com tudo isso? Não faz sentido.

-Continua.- O mesmo diz roucamente quebrando o silêncio tenso e constrangedor, fazendo com que, inconscientemente, alguns pelos da minha nuca se arrepiarem.

Ignorando seu olhar, volto a ler a folha enrugada pelas minhas mãos soadas. Céus, que merda ele está fazendo comigo? 

Hoje é um dia lamentável para a família Styles, Após a morte de Desmond Styles no dia 13 de dezembro de 1914, seu filho mais novo e herdeiro de seu grande império, é encontrado morto em sua cama na grande mansão Brokiole, onde viveu sua vida inteiro, vitima de um ataque de tuberculose. Deixando para trás sua mãe e irmã desoladas. 

Algumas fontes dizem que, desda morte de seu progenitor, Harry Edward Styles havia se afastado de sua família, e por fim vinha vivendo sozinho no grande casarão. No entanto, apesar de muitas hipóteses, não a nada concreto sobre seu afastamento repentino de sua família. Porém a ideia mais provável, seria que Harry havia descoberto sobre sua doença e, incidentemente, se afastado de seus parentes para os poupar da dor, sendo que sua doença não teria cura.

Entretanto não podemos afirmar nada, apenas que, enquanto vivos ou mortos, a família Styles continuará um mistério, assim como a morte repentina de Desmond.

Novamente, logo a baixo há uma pequena fotografia, bem mais preservada do que a primeira, me possibilitando de ver um homem, que deveria ter no máximo seus quarenta e cinco anos, robusto e sem qualquer barba, porém seus olhos me chamavam atenção. Havia algo sobre eles, algo muito familiar.

Quase simultaneamente, agarro o outro papel que ainda se encontrava na caixa, sem me preocupar com o psicopata que fitava todos meus movimentos.

Por um momento enrugo a testa em confusão. Havia apenas uma lista de nomes diferentes, e todos relacionados a família Styles, porém um me chamou a atenção em particular.

(...)

Rose Mirreal Styles

Sam Welld Styles

Lucy Styles Dellon

Lilian D'lact Styles

Judith Styles Tousher

De repente sinto como se não bebesse nada a dias, enquanto minha boca seca ruidosamente, passo a língua por meus lábios os umedecendo e engulo dificilmente, tentando desfazer o nó que se embola em minha garganta. Porém nada do que eu faça pode simplesmente desfazer minha agonia.

Judith Styles Tousher ou apenas Judith Tousher como eu pensava. Isso está tudo muito confuso, e posso até sentir minha cabeça pulsar de tantos pensamentos aleatórios. Mas os principais eram:

Porque ele estaria me mostrando tudo isso?  

E porque não tenho um pressentimento muito bom sobre?  

Antes de levar qualquer conclusão, volto a encarar a caixa que ainda contém mais alguma coisa. Ergo minha mão até a mesma e logo pego a folha que mais parecia papel cartão.

Vejo que, em uma letra cursiva e desleixada está escrito ' Verão de 1913- Família Styles'. Viro o papel hesitante e vejo uma foto, que faz com que eu me mantenha tensa e de olhos arregalados.

Havia pessoas sorridentes e aparentemente felizes, enfrente a um casarão rustico e antigo, porém a aura da família, mesmo que por foto, conseguia transmitir uma boa vibração a casa, que agora mais parece saída de um filme de terror.

Entretanto não era apenas isso. As pessoas estavam vestidas e imaculadas, com vestuários, que nem minha avó usaria. Porém imediatamente reconheci três daquelas quatro pessoas. Sentia minha mãos tremerem como varas enquanto passava meus dedos pelas pequenas imagens. Primeiro foi uma mulher, muito bonita, que não poderia ter mais do que quarenta anos, em seguida vinha a mesma jovem, que vi ao quadro no corredor, e depois vinha Desmond com toda sua postura exuberante  e confiante; Por fim vinha ele, o ser que estava adormentando meus pensamentos e vinha me deixando louca em um curto prazo de tempo. Harry Edward Styles.

1914. Olhei para cima e vi quando seus olhos transbordavam expectativas e talvez, se não for minha imaginação, um pouco de medo. 2016. Olho novamente para foto, sem conseguir pronunciar nada. Isso era impossível. Estava claro que ele estava fazendo uma brincadeira. Isso não é real. 

Ouço algo sendo arrastado e levanto minha cabeça em direção ao barulho, vendo quando Ele abre as grandes cortinas do comodo, deixando com que todo quarto seja iluminado pelas luzes inebriantes do luar. A quanto tempo estou aqui? 

Vejo quando ele calmamente me olha e se senta no batente da janela. 

Encaro confusa as coisas ao meu redor. Como eu deveria agir? Oque eu deveria falar? Será que eu deveria rir de tudo isso, mostrando que não fiquei afetada pelo seu jogo?-Mesmo que isso não seja totalmente verdade; Ou será que eu deveria está temendo de medo, como uma garotinha que acabou de se perder de sua mãe-Como eu estou me sentindo por dentro?

Eu não sei, no entanto, não é como se eu conseguisse expressar nada. Eu estava confusa, meus pensamentos estavam desorganizados e para além de tudo me sentia perdida. Pela primeira vez na minha vida, não sei fazer mas nada do que ficar e agir como uma estatua estúpida.

-O-que...oque é isso?- Pergunto depois de alguns minutos que mais pareceram horas. E finalmente tenho coragem para encara-lo.

Ele não me diz uma palavra se quer, antes de se levantar e acenar para que eu o seguir. Observo quando ele se levanta e quando ele vai em direção a porta a caminho do corredor.

Lentamente me levanto, não estando muito segura de minhas pernas e vou ao seu encontro me apoiando pelas paredes. Ando até o fim do corredor, onde mostrava uma porta aberta, me possibilitando de ver a luz saindo por de trás dela, e sigo até lá como se fosse o meu caminho para o paraíso encantado. 

Chego ao batente e paro quando vejo o mesmo a encarar um móvel coberto por um pano branco e silenciosamente sigo confusa até ele. Quando percebe que estou ao seu lado, ele leva sua mão ao pano e puxa-o sem exitar. 

Era um espelho. Encaro meu reflexo e demoro um tempo para entender, e quando faço, não sei se desmaio ou corro para qualquer outro lugar longe dele. 

Abro a boca e a fecho diversas vezes tentando proferir alguma frase correta, enquanto inverto meu olhar entre ele e o espelho. Porém nada sai. Quanto ele finalmente nota que eu não sou capaz de dizer nada, ele se vira em minha direção.

-Eu sinto muito.- Sussurra olhando para minhas mãos e eu franzo a testa.

Entretanto de um momento para o outro começo a ver pontos pretos em minha visão e a sentir meus olhos pesarem. E com aquela sensação de está flutuando novamente, apago.

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HEY COMO VÃO POVO DO MEU HEART? O capítulo não ficou lá muito essas coisas, eu sei okay, eu só estou muito cansada para pensar ou algo do tipo. Rapidamente quero pedir desculpa a quem recebeu a notificação do capítulo antes, foi que eu cliquei em 'publicar' em vez de 'guarda' sem querer, então sorry por isso. MAS OLHA COMO EU SOU UMA BOA PESSOA(e também por que to feliz por não ter aula amanhã) temos DUPLIC UPDATE, porém só vou postar amanhã/ que seria hoje. porque estou muito cansada para terminar o capítulo agora, então só farei isso amanha.TCHAU CRIATURINHAS. Até a próxima atualização. Bye. 

xoxo

- ☠ F A Y E ☠ 

 

 

 



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