História Translúcido - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjo, Aventura, Demonios, Drama, Romance, Sacrificios, Tragedia
Visualizações 2
Palavras 1.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - O sobrenatural


Fanfic / Fanfiction Translúcido - Capítulo 5 - O sobrenatural

Acordei com uma fraca dor de cabeça, o mundo parecia dar voltas e o meu maior receio era de ser verdade aquilo da noite passada, parecia um sonho. Eu queria crer que era, fazia mais sentido. Me levantei as pressas e do lado da minha cama tinha roupas novas, junto a uma mochila simples com um bilhete cujo interior escrito dizia o endereço. Eu fiquei totalmente desconfiada, afinal que pessoa sã vai ficar seguindo sonhos ou algo tão sobrenatural. Será que estou louca ouvindo vozes? Qualquer religião diria que fiquei e que provavelmente são demônios perturbando, mas Donde já se viu! Segui meus instintos e peguei tudo, acordei Hope e ele meio sem saber ainda desnorteado foi se levando e me seguindo. Saímos para uma estação e de lá, viajamos por cerca de 1 hora para o endereço posto no papel. Tudo era muito calmo, muito verde, com templos, lojas, bazares, e casas simples. Deveríamos estar no centro não tenho certeza.

—Cherry? Você espera que eu acredite que seu nome é esse?

—e qual o problema se for?

—nenhum mas é cereja. Uma cereja!-comecei a rir de sua indignação.- eu que deveria rir, qual é!

—Eu lembrei- na verdade não havia lembrado. E também não tenho certeza, mas ontem a noite ele havia sugerido

 "Ch..." e foi a primeira palavra que me veio em mente. É eu sei, totalmente idiota. Mas eu gostei.

—tá mais fala aí não me engoliu essa história de voz. Como você sabe deste lugar.-falou quando paramos enfrente a uma casa de tom claro.

-já te disse Hope, acredite foi isso mesmo. Ontem à noite ou madrugada não lembro-toquei a campainha e esperamos.

-ah claro um ser vem do além e fala pra você um endereço e você vai assim sem mais nem menos. Muito lógico

—comparado com o que já ouvi preferi seguir essa voz ela me acalmou.

—hum a loca é tu não eu.

-o que desejam?

Uma voz tão doce e gentil, uma senhora de cabelos longo e brancos. Não teria mais de 50 anos.

-Oi Am- ela começou a me olhar diferente, como quem procurava algo.

—desculpe por não te reconhecer querida, é que você não está acompanhada com ele Cherry venha entre.

Hope me olhou desconfiado e cochichou.

—tem certeza que este é o lugar?- fiz um gesto simples com os ombros de não sei e entrei.

A senhora havia sumido mas logo apareceu com uma bandeja nas mãos.

—aqui, vocês devem estar com fome.

-você costuma receber muita visita?

-que nada ele me disse que você viria.

-com todo o respeito mas de onde você me conhece? E como sabe meu nome?

-calma querida tudo vai ficar bem, só descanse.

—Acho melhor eu ir embora

-está ficando tarde, não sabe que essa é a hora dos demônios.

-essa senhora é piradinha- cochichou Hope.- vamos embora Cherry.

—Hope, não é? Um prazer querido, te conhecer. O que andas fazendo? O mesmo serviço de seu pai?

—Hein?! Como me conhece? Você conhece o meu pai?

A senhora suspirou, provavelmente percebendo que nós não sabíamos do que ela falava de jeito nenhum. Realmente era muito difícil, aturar tudo isso e ainda acreditar em uma senhora que imagino jamais ter visto em toda minha vida me dizendo coisas estranhas.

De repente a xícara no pires começou a tremer junto com o seu líquido, Foi quando ela se levantou em um movimento brusco.

—rápido precisamos nos proteger!

A senhora desconhecida nos acompanhou as presas para um local. Mais assustada que o normal não teria como recusar. Mas o que mais me admirou foi o subsolo da senhora. Um cômodo como um porão, as paredes fortes de metal foi preciso descer algumas escadas, o compartimentos das prateleiras eram lotadas de alimento, equipamentos de emergência e suporte para primeiros socorros. Com certeza essa não foi a primeira vez.

—terremoto?!- me desesperei, precisava confirmar.

—sim, isso é normal mais no Japão. Mas aqui também acontece de vez em quando- confortou Hope.

—quer dizer que é normal todos terem esse-apontei pro local todo.

—bom comum não é mas eu não conheço ninguém que tenha Além desta senhora estranha. - ela nos olhou repentinamente por um momento pensei que teria nos escutado.

-não se preocupem, esse terremoto não foi tão forte vai logo passar, mas ficaremos aqui por precaução.

-tudo bem - disse tentando normalizar os Batimentos do meu coração ao me escorar na parede enquanto Hope parecida o mais normal possível no sofá.

O tempo passou e ninguém se atrevia a quebrar o silêncio, sentia que por mais que fizesse perguntas eu não teria as respostas tão cedo então decido entrar no jogo que queriam que eu jogasse.

—para que o ele me trouxe aqui?

—para iluminar seus pensamentos, eu não posso te contar tudo mas já é seguro eu te explicar o principal.

—FINALMENTE! -Hope se alegrou tão explícito que até eu soltei um sorriso simples no ar.

—eu queria esperá-lo mas ele não virá.

—senhora, primeiro porque deveríamos confiar no que você nos diz?

-antes de suas perguntas deixe—me esclarecer algo. Anjos existem querida e demônios também. Ambos dançam em sincronia lado a lado prontos para triunfar. O que você vê é algo que poucos tem, mas infelizmente é de família, prazer você não se lembra de mim mas eu fui a guardiã de sua mãe.

—não acredite nessa velha! Precisamos sair daqui.

Hope pegou minha mão e começou a me puxar, eu estava afogada em pensamentos. Acreditar ou não crer o que poderia fazer, o que ela havia dito fazia todo o sentido mas para o mundo parece tão impossível eu consigo acreditar mas como ter certeza de coisas tão surreais como algo que não podemos ver ou que até então pessoas normais não enxergam?

Hope parou precipitadamente ao trombar em um homem que se encontrava parado sem se abalar em frente a porta. Eu fiquei estática pela surpresa mas já me afastando ele pareceu me notar.

-O que faz aqui!? - Esbravejou a tão doce senhora, que há instantes passados estava sorrindo. Agora, suas faces percorriam linhas de expressões odiosas. Onde a raiva a consumia e ela mal conseguia se controlar.

—shiiu- o Homem se mostrou autoritário e em um piscar de olhos as luzes se apagaram, então, imediatamente eu senti uma dor forte no ombro o que me fez me entregar fragilmente para a escuridão Mais uma vez.

não me toque não me toque - ele insistia sendo o mais frio possível. Eu estava curiosa, eu sentia que ansiava por isso a muito tempo. Eu continuava a encará-lo, seus olhos cor de mel não pareciam temerosos, pareciam gentis. Os seus olhos eram a única feição que eu poderia ter certeza que eram suas, pois o resto do seu rosto se encontravam cobertos. Até que então ele desapareceu mais uma vez ao dizer: -não me toque.

E então Cherry, acordou.

Mais uma vez em mãos estranhas, Apenas talvez mais uma única vez sem saber de nada. é agonizante não ter certeza do que se passa e sempre deixar a desejar cada situação mas, nem sempre existe o livro cheio de dicas e respostas para a sua vida. Nem sempre você saberá o que está acontecendo e o porque tal fato ocorreu. Só mais uma vez, tente de novo e não peça ajuda. Foi lhe dado um livro quando você nasceu um livro em branco para você escrever o tanto de páginas, termine o livro dia após dia e então ao final você poderá ver tudo de feliz que o marcou em cada página para que assim então você vá para a biblioteca da vida. Você é o autor e personagem principal do seu próprio livro.


Notas Finais


~GC


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