História Translúcido - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjo, Aventura, Demonios, Drama, Romance, Sacrificios, Tragedia
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Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Destino


Fanfic / Fanfiction Translúcido - Capítulo 7 - Destino


22:35
22:45
22:55
23:00?
Não sei que horas são.
Ficar sentada sob esta pedra, tendo a visão das estrelas.  Sem saber que mundo ou dimensão é essa e quem são essas pessoas que posso não ter conhecido ou sim. Isso é confusão. Dói a cabeça, meu pescoço ferido e meus pés.
Dói a cabeça por ter deixado aquele homem que diz ser meu marido machucar meu pescoço e por esse motivo sair correndo mundo afora sem calçados para os meus pés ficarem gelados dessa baixa temperatura.
De 20°c pode ter caído mais. pode estar menos de 15°c ou 10°c Eu.Não.Sei.
Não sei quem eu sou.
Não sei onde estou.
Não sei de onde vim.
Não sei como cheguei aqui.
Não sei se tenho amigos, família ou um porto seguro.
Não sei o que houve após eu acordar naquela floresta gelada.
Não sei para onde irei.
- Fique tranquila Cherry. 
Disse para mim mesma.
Antes eu conseguia ouvir com mais frequência a voz rouca que queria meu bem, em meus pensamentos se preocupava. Agora? Onde está? No momento mais preciso de toda essa situação.
Eu queria quem quer que seja você aqui.
- Cherry!? 
Uma voz me chamou de longe. Olhei a baixo, no campo um homem alto e desengonçado, vestes da época olhar para mim e abanar frequentemente. Confusa me levantei e forcei a visão mas ele voltou a me chamar com euforia.
- CHERRY?! 
eu desci da pedra, e fui ao seu encontro. 
- H..Hope? - disse baixo mais não para que ele não ouvisse.
-Cherry... - me abraçou.- como eu vim parar aqui?- eu estava estática.
- Eu que pergunto Hope. - segurei pelos ombros e voltei a observá-lo- e que trapos são esses.
- e seu rosto, é pela luz da lua ou realmente a algo de errado?
- sou eu mesma, e sim está diferente.
- entranho...
-você se acostuma. 
- Cherry, eu estava em uma sela e nossa! Foi horrível!
-ei ei Hope vamos com calma... você pode me contar o que houve quando eu apaguei?
- AH! OUVE TUDO CHERRY!
 Ele começou a contar andando de um lado para o outro foi difícil entender as primeiras partes , mas eu foquei mais depois de sentar no gramado. - Uns caras vasculharam a casa e pegaram algumas coisas, a velhota também desmaiou mas uns brutamontes a levou logo depois aquele cara pálido te carregou. ELES ME IGNORAM TOTALMENTE!- disse ofendido.
 -Eu juro que tentei te achar, eu peguei um táxi e o carro deles era uma range rover branco foi fácil seguir. Eles foram para um galpão, fora da cidade bem pro interior demorou muito só que eles me descobriram, me prenderam e nossa! Aquela sela fedia muito! 
- Hope quem te prendeu?
- O cara pálida...

O mesmo cara que eu havia visto antes de apagar...
-AH!!!! - Hope gritou
- O QUE FOI?!- me assustei também já olhando para todos os lados.
- seu pesco...ço- ele apontou.
- ah isso.- coloquei minha mão sob a minha pele e a mesma contraiu.- foi um acidente.
- como?!
-foi
-o cara pálida
-quem? 
Não deu tempo de me virar ele
Pegou minha mão, começou a correr comigo e eu sem entender nada fui com ele.
Ao me virar não havia nada e bruscamente fomos jogados ao chão.  Hope acabou batendo no homem que estava a nossa frente o mesmo homem que feriu meu pescoço e traiu minha confiança mas desta vez eu não estava sozinha.
-me traindo? -perguntou sarcástico. 
Eu fiquei quieta, me levantei e voltei a correr pela direção contrária. Mas ele voltou a aparecer em minha frente.  
-pare de fugir.  
Mais uma ordem sua que eu descumpri, ele não apareceu na minha frente mas como me segurou pelos braços, tentou me prender contra seu corpo e assim que o fez eu senti uma dormência pelo corpo,  cãibra pelas articulações e o pior não conseguir me mexer.
-não precisava fazer isso, mas você me obrigou.
-eu não quero ficar perto de você,  você tentou me matar.  
-oh! Ficou magoada comigo querida?  Não fique.  Você não teria me contado se fosse por outro modo. 
-eu teria Se você tivesse sido gentil. 
-gentileza não está na minha personalidade. 
-como sua esposa te aguentava – pensei alto, mas em tom de voz suficiente para ele ouvir também. 
-não me provoque! 
-o que você também quer de mim?
-nada mais que saber de onde você vem. 

" -nada mais que saber de onde você vem você vem o lugar sua origem "
-sua origem Cherlote vem de muito tempo atrás isso será passado pros seus filhos pois você tem o dom de ver o bem e o mal e ajudar ambos. Uma profecia foi destinada a você. 
O poder do fruto proibido corre no seu DNA.
 
—qual profecia?
-você saberá quando for o seu tempo.
—porque ninguém me responde o que eu sou!!!
-  você saberá de onde vem você saberá o que é você. "


Uma dor na cabeça foi sentida, o impacto me derrubou mas ele me segurou. 
—o que houve!?
Tentei me pronunciar mais o zumbido em meu ouvido foi forte e tudo parecia desaparecer, foi me dado um tempo e isso me fez melhor logo comecei a me pronunciar.
-eu vi.
-viu? Viu o que? A não  você viu seu passado? 
-eu não sei.- estava fraca,  sem forças.
-venha vou te levar para casa, lá conversamos. 
-não! -Busquei forças suficientes para tentar me soltar e ir longe.
 – você não está em condições de escolher. - ele me colocou em Seus ombros bruscamente. 
-HOPE! HOPE! Leve Hope junto!! Por favor Não me deixe sozinha
-quem? Aquele esqueleto ambulante? É melhor estar sozinha do que com aquele idiota para atrapalhar. 
O resto só foi uma visão embaçada eu me calei. Estou tonta, fraca e mal posso ouvir.
Com a caminhada pude me recuperar com o ar puro da noite e a umidade me senti melhor. O barulho dos grilos era como um calmante e a melhor parte era saber que Hope caminhava ao meu lado. Nele eu confiava, porém nem tudo é perfeito e eu estava sob os ombros de alguém que se pudesse teria me matado com uma faca. Eu não costumo guardar rancor mas ele não pediu perdão. 
Ao chegar fui colocada sob uma cama, coberta por lençóis finos e escutei Hope sentar ao meu lado na beira da cama. 
-onde ele está?  
-foi buscar algo para você. Descanse um pouco preciso te dizer algo importante.




Notas Finais


~GC


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