História Transpiracão (Jikook/Kookmin) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Abuso, Amor Platonico, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Sadomasoquismo
Visualizações 47
Palavras 637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Autonomia



Parou por um momento. Via-me fazendo um semblante pouco amigável por conta do desconforto e ardência que sentia no local. 

Foi difícil demais tirar a atenção das várias feridas feitas por ele. 

"Por que essa cara, Jungkook? Não é isso que você quer? O perdão do hyung?" fazia uma expressão de surpresa, junto à uma cobrança que era feita. 

Fingia a melhor cara que era capaz de fazer. Recobrei parte da consciência, mesmo que desejando uma certa distância, antes de tudo eu precisava de perdão por o que quer que eu tenha feito pro hyung. "Sim." 

"Então termina isso pra mim? Preciso saber se o que diz é verdade, Jungkook. Você confunde, e machuca, tanto o seu hyung. Como pode fazer uma coisa dessas?Hm?", continuava a me persuadir para que voltasse a cometer aquele ato insano.

"Não me decepcione mais, Jungkook. Faça o que o hyung pediu." Proferia determinado esta sentença, comendo-me com os olhos. 

E eu nada respondi. 

Não fiz, e nem poderia ou desejaria fazer, nada que não o agradasse. 

Era um eu diferente, vindo à tona por aquele lugar. 

Num espaço curto de tempo, levei a mão até aquilo, e voltava a tortura. Só que agora, eu era o sujeito dela.

Ele não fingia preocupação, como era comum antes disso tudo. Focava-se inteiramente na esfola produzida por mim. Ele descia e subia, subia e descia com os olhos, cada manobra, cada descarga de energia, cada relevo avermelhado o prendia mais.

Jimin estava fascinado.

A dor já protagonizava a minha atenção. Não mais via Jimin, ou a realidade para o que fazíamos ali. Eu só queria terminar logo. A indulgência de Jimin era o que importava. Eu sei, parece doentio, mas era isso o que eu mais desejava.

No que senti ser suficiente, Jimin olhava-me deslumbrado e orgulhoso, segurando em meu ombro, trazendo meu queixo pra si. 

Via a lágrima que caíra dos meus olhos. Era um misto de sentimentos ruins. Eu estava tão fraco, dependente. Não raciocinava mais claramente, não como antes. E só ele poderia me ajudar. 

"Vai ficar tudo bem, meu Jungkook. Eu vou te ajudar." amaciou a região trapezoidal, indo até o banheiro da suíte, em busca de desinfetante. "Isso vai arder, mas logo passa. Tudo bem?" Só confirmava, se quer ouviu o gemido que soltei, já sentindo o desconforto prematuramente.

"Facilita isso, Jungkook. Me dê o braço." insistia, sem sucesso, conquanto lutasse por figurar humanidade. Mas não transparecia qualquer interesse em meus sentimentos. Devia achar uma piada. Hoje eu me convenci disso. Aquele desgraçado.

E eu não dei. Não consegui. E isso só o deixava mais irritado.

 "Você não quer melhorar? Quer continuar assim, Jungkook? Quer desrespeitar seu hyung, de novo? É isso o que quer?" Ameaçava-me com as palavras. Fez questão de me oprimir, aproximando o rosto do meu, enquanto tomava rudemente o braço para si.

"Ah, baby... Isso deve estar ardendo. Não negue nunca cuidado do hyung quando ele está disposto a ajudar, tudo bem?" Derramava o líquido alcoólico pela extensão do machucado. Meu rosto demonstrava o que sentia. Havia um incêndio ali, ardia pra caralho. 

Mas eu aguentei. Desta vez eu não fraquejaria. 

Aquilo o alimentava. Pude captar a decepção diante da minha neutralidade. Acho que ele queria mais daquilo. Mas eu não daria. Puxei meu braço dos seus, e me retirei do quarto.

Era o meu peito, meu corpo. Meus olhos. Na verdade tudo doía, menos aquela merda de braço. Por que Jimin me usou? Por que se aproveitou daquela forma? Eu não poderia mais continuar ali. Eu queria fugir, tanto que não pensava em mais nada. Por que me permiti passar por aquilo?  Que tipo de pessoa aceita uma situação dessas?

Minha cabeça girava. Meu corpo, com inveja da atenção, procurou por imitá-la. E, no corredor de um hotel três estrelas, em plena noite de uma segunda-feira, eu desmaiei no chão em frente àquele quarto.













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