História Transylvania - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer, McFly, One Direction
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Danny Jones, Dougie Poynter, Harry Judd, Liam Payne, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Tom Fletcher
Exibições 19
Palavras 2.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEMBRETE PARA NÃO SE PERDEREM NA HISTÓRIA. SE ALGUÉM SE CONFUNDIR, É SÓ VOLTAR AQUI E VERIFICAR:

• Jupiterianos (Júpiter): Tem asas, sentidos ouriçados e são bons de luta. Kannah é de lá.
• Saturianos (Saturno): Lêem e confundem mentes. Dougie é de lá.
• Marteanos (Marte): Ferem e curam.
• Uranianos (Urano): Confundem realidades e podem ultrapassar barreiras como paredes.
• Netuno é um Deus.

Na guerra:

Jupiterianos e Marteanos são aliados: É só lembrar, os dois que têm força, que podem ferir.
Uranianos e Saturianos são aliados: Os dois mexem com a mente, um controla e confunde, e o outro muda a realidade.

Espero que gostem. :)

Capítulo 2 - Capítulo II.


Fanfic / Fanfiction Transylvania - Capítulo 2 - Capítulo II.

Eu observei o caos de cima enquanto batia minhas asas. O ataque provocou a guerra que deveria ser evitada. O reforço de Júpiter chegou logo na manhã seguinte assim como nossos aliados em Marte. Eu percebia que Saturno tinha aliados de Urano e tomei cuidado de proteger minha mente, porque trocar o meu cenário seria bem perigoso para se voar.

Nas ruas, as pessoas lutavam da melhor maneira que conseguiam. Eu observei diversas máquinas enormes de metros de altura atacarem mais de dez pessoas ao mesmo tempo como um trator, empurrando todo o lixo para longe. Muitos jupiterianos eram ousados e conseguiam subir em cima das máquinas para tentar destruí-las. Se eu estivesse ali no meio, estaria fazendo exatamente o mesmo com meu povo.

Eu verifiquei um grupo de uranianos tentando enganar jupiterianos e voei para mais longe, porque não queria ser arrastada para o ataque também. Uranianos confundiam realidades e isso poderia ser extremamente perigoso.

Eu estava procurando pelo governador de Saturno, qualquer autoridade que eu pudesse destruir e fazer essa guerra acabar. Queria atacar diretamente no núcleo mesmo que essa não tivesse sido a ordem de Farah.

No entanto, algo me chamou a atenção. O humano que salvei no dia anterior gritava no meio da rua movimentada e era completamente ignorado. Eu pousei em cima de um prédio para ouvi-lo, perplexa.

- Parem! – Ele gritava com um grupo de saturianos. – Vocês sabem que vão destruí-los.

- Nós faremos qualquer coisa. Eles podem ter força, mas a inteligência é toda nossa. – Um dos homens se gabou ao som da risada dos demais.

- Isso vai ser golpe sujo. – O humano falou, frustrado.

- Dane-se. Nós vamos ganhar, custe o que custar. Saturianos são mais inteligentes e devem reinar, você discorda, Poynter?

- Não é isso. – Ele disse, meio arredio e eu franzi o cenho. Então era isso que Saturno planejava? Governar o sistema solar por serem, supostamente, mais inteligentes?

- Então o que é? – Outro se aproximou de Poynter, o humano que eu tinha salvo, de maneira ameaçadora. – Você tem potencial para ser um dos mais fortes, mas você sempre será fraco. Tudo porque você não soube colocar seu coração no mudo e pensar com a cabeça. Todo um potencial desperdiçado.

- Jupiterianos são bons, não são? – Poynter continuou, nervoso. – Nós todos lemos sobre isso em livros. Eles têm um instinto protetor, eles salvam pessoas.

- São só livros. – O outro homem continuou.

- Não são! Ontem eu fui salvo por um deles. Se não fosse por ela... Eu teria queimado no incêndio. – Ele disse, mais baixo.

- Você socializou com um deles? – O outro perguntou, nervoso.

- Não, não deu tempo. – Poynter se apressou. – Acho que a assustei quando tentei ler a mente dela. Mas, é verdade, eles tentam salvar as pessoas!

- Não seja ingênuo, Dougie. – Um homem se aproximou do grupo falando mais alto. Prestei atenção nele, concluindo que ele deveria ser mais próximo de Poynter para chamá-lo pelo primeiro nome. Ele tinha um cabelo castanho e olhos claros, era um pouco mais encorpado que o próprio Dougie e também um pouco mais alto.

- Danny, não comece. – Dougie falou, frustrado. Anotei mentalmente o nome deste também.

- Olhe em volta. Você vê algum deles tentando nos salvar? Eles estão conseguindo destruir todas as máquinas que criamos. Então, precisamos agir.

- CORRAM! – Outro homem surgiu, correndo, trazendo o caos consigo.

- Agora. – Danny comandou o grupo enquanto eu percebi que alguns marteanos se aproximavam, correndo. Eu logo concluí que era Danny que eu deveria atacar para matar. Ele comandava algo por lá.

Os saturianos se mantiveram parados e alguns martenos simplesmente caíram. Eu observei, surpresa.  Não conseguia entender, porque nem uma faísca saía de lugar algum. Mas, era apenas o poder da mente. Em torno de dez marteanos começaram a se contorcer de dor, no chão, o que era uma ironia, porque eles sempre causaram dor. Mas, aparentemente, era dolorido demais para eles seja lá o que os saturianos estivessem fazendo em suas mentes.

O que me chamou a atenção foi que Dougie não seguiu seus colegas e simplesmente entrou correndo no prédio em que eu estava espiando de cima. Eu mantive meus olhos firmes em Danny. Não poderia me aproximar agora e correr risco de ser afetada. Mas, assim que ele fraquejasse, eu o atacaria por trás. No entanto, eu logo percebi que alguns marteanos que escaparam da tortura, entraram rapidamente no prédio, atrás de Dougie, eu concluí.

Por que eu tinha que sentir aquelas coisas? Eu queria ficar e matar Danny. Mas, eu não conseguia me concentrar. Eu ouvia os marteanos dentro no prédio, correndo, enquanto Dougie nem percebia a presença deles se aproximando. Por que Dougie estava parado? Eu queria saber o que ele estava fazendo lá dentro.

Decidi me esgueirar, voando até encontrá-lo em alguma janela. Eu o via de um canto, mas ele não conseguia me ver. Ele estava parado, num cômodo vazio e sem móveis, perto da janela, Dougie encarava a multidão lá embaixo. Eu já ia chamá-lo de covarde por fugir quando finalmente entendi o que acontecia. O grupo de saturianos lá embaixo caiu, sem conseguir infligir dor na mente dos marteanos. Dougie mantinha os olhos firmes neles e então, como um passe de mágica, os marteanos deram meia volta e correram, todos confusos. Eu sabia agora que era o humano que tinha feito os marteanos mudarem de ideia e correrem para se salvar. Logo Dougie correu para outra janela, disposto a fazer o mesmo com outro grupo. Ele ia mesmo usar toda a sua força para apartar as brigas? Eram muitas, ele nunca daria conta de mudar tantas mentes.

De repente, algo me alertou. Um som ensurdecedor. Os marteanos iriam alcançá-lo. Meu coração acelerou logo que a porta se abriu e Dougie perdeu contato visual com a multidão para virar para os marteanos no prédio.

Um gesto de Dougie com a mão e os marteanos caíram todos. Ele era mais forte do que eu pensava. Talvez, ele desse conta. Eu deveria voltar e tentar pegar Danny que ainda estava enraivecido por ter perdido a batalha. Mas, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, um humano simplesmente ultrapassou uma parede, diante de todos, encontrando Dougie. O controle da mente não parecia funcionar mais nesse novo ser moreno e alto que ultrapassava barreiras.

Eu encarei Danny lá embaixo que tentava correr para encontrar alguém para atacar. Voltei a olhar para Dougie que simplesmente caiu no chão, parecendo tonto, enquanto o moreno ria, fazendo gestos com a mão. Todos os marteanos também se mantiveram no chão, desnorteados.

Droga. Por que esse humano sempre se metia em problemas? Eu voei em direção à janela e a quebrei com meu próprio corpo, apenas protegendo o rosto. Alguns cortes não eram nada para quem tinha o poder da cura em seu sangue. No entanto, assim que entrei no cômodo, senti uma tontura imensa. O cômodo se tornou marrom e não branco como era comum dos saturianos. E girava, girava furiosamente. Dougie parecia fraco, no chão e eu encarei o moreno em pé. Uraniano com certeza, alterando a realidade. Eu nem se quer, conseguia ficar em pé e logo vi ser projetado um dragão enorme. Dougie gritou, apavorado, assim que o dragão veio direto sobre ele, tentando atacá-lo. O problema de confundir realidades é que se a pessoa realmente começasse a acreditar no que estava vendo, ela poderia ficar presa ali e nunca mais sair daquela ilusão. Ser jupiteriana tinha seus benefícios. Nós aprendíamos a lutar e nos defender de todas as outras espécies. Eu respirei fundo e tentei fechar a mente, mas não obtive sucesso. Não era forte o suficiente contra um uraniano. Então, fiz o que pude. Voei no meio do redemoinho e deitei sobre Dougie, abrindo as asas para protegê-lo do dragão.

- AH! – Eu gritei quando senti minhas asas começarem a queimar. Não havia fogo, mas eu sentia um ardor terrível.

- Você! – Dougie me encarou, surpreso, mas parecia aliviado. Eu me mantive firme sobre ele e olhei no fundo de seus olhos, porque eu aprendi a lidar com dor. Eu poderia sentir o dragão me queimar, mas Dougie não teria uma chance se quer naquela ilusão.

- Não é real. – Eu falei para ele, com dificuldade.

- O quê? – Ele perguntou, confuso. – Ele está te machucando, saia. – Ele pediu, ficando sério. – Eu consigo confundir a mente de outros seres também.

- Não é um ser para ser confundido. – Eu falei, baixo e logo dei mais um grito de dor, sentindo o ardor aumentar. – É uma ilusão uraniana.

- Urano? – Ele perguntou, finalmente entendendo o que acontecia. – Não é real. – Ele repetiu, segurando meu rosto, de repente. Eu mordi o lábio, tentando conter a dor que se espalhava. Eu sentia que poderia perder as asas. – Olhe para mim, não olhe em volta. – Ele pediu e eu tentei focar em seus olhos verdes, percebendo, pela primeira vez, o quão claros eram. – Olhe para mim. – Ele continuou pedindo e uma dor diferente me invadiu. – Você será meus olhos. – Eu sentia uma leve pontada na cabeça, mas já não sentia mais minhas asas queimarem. – O cômodo é assim. – Dougie falou e eu conseguia ver o cômodo claramente, tão branco e sem móveis. Apenas as pessoas marteanas jogadas no chão, desnorteadas. Não havia redemoinho e nem dragão. Ele puxou meu rosto novamente para ele. – Não, não olhe. Só para mim. – Ele pediu e eu assenti, porque a dor na mente era controlável. – Nos tire daqui. – Ele falou, firme, e eu obedeci, o puxando pela camisa. Ele se agarrou em mim novamente e eu abri as asas, conseguindo enxergar o cômodo em vez do redemoinho. Voei para fora do prédio antes que o uraniano pudesse fazer algo. Nunca soube se ele realmente reagiu, porque não ousei olhar para trás. Decidi deixar Dougie no terraço do prédio, onde ninguém nos acharia.

A dor na mente cessou quase que imediatamente assim que pousei, me fazendo cair, sem equilíbrio no momento em que larguei Dougie. Ele notou e veio rapidamente para mim, se abaixando para me encarar. Eu ofegava, sem forças, enquanto os olhos verdes me fitavam.

- Desculpe, desculpe. – Ele pediu, preocupado. – Eu não queria te machucar. Eu só entrei na sua mente para que você nos tirasse de lá. Sozinho, eu nunca conseguiria, mas com a sua força, funcionou.

- Você fez o quê? – Eu perguntei, assustada, tentando me recuperar da fraqueza e guardando minhas asas abruptamente, o assustando de novo.

- É um efeito colateral, desculpe. – Ele pediu, preocupado.

- VOCÊ ENTROU NA MINHA MENTE? – Eu gritei, me recuperando.

- Foi só para podermos sair dali! – Ele se explicou. – Eu nunca entraria na sua mente sem permissão. Eu sinto muito.

- O QUE VOCÊ VIU? – Eu ralhei, me levantando, ainda cambaleando.

- Nada! – Ele tentou falar, mas encarava o chão ao levantar. – Eu não contarei a ninguém o que você passou. – Ele falou baixo e eu senti a raiva subir, imediatamente. Eu me sentia invadida. Ele sabia do meu passado, ele sabia de como os jupiterianos me tratavam.

- VOCÊ NÃO TINHA ESSE DIREITO! EU TE SALVEI E É ASSIM QUE VOCÊ ME RETRIBUI?

- SE VOCÊ FICASSE LÁ, VOCÊ TAMBÉM ESTARIA TRANCADA NA ILUSÃO DO URANIANO! – Ele gritou, indignado. – EU TE SALVEI DESSA VEZ!

- Ótimo, então estamos quites. – Eu falei, amargamente, e virei as costas para pular dali.

- Kannah! – Ele me chamou e eu paralisei, virando para ele.

- Eu nunca te falei meu nome! – Eu gritei, furiosa.

- Eu... Eu vi na sua... – Ele falou, sem jeito, apontando para a própria cabeça. – Por que eles te excluiriam?  Suas asas parecem bem maiores que as dos outros e...

 - Você já leu tudo que tinha para ler. – Eu falei, gélida.

- Elas são lindas. – Ele falou, confuso.

- Você é só um saturniano. Não tente nos entender. Não é porque você entrou na minha mente uma vez que você já sabe tudo sobre mim. – Eu retruquei, irritada e pulei do prédio para longe dele, sem usar minhas asas dessa vez, porque ainda estava sensível.

 

~*~

 

- Onde você estava? – Mika avançou em minha direção quando cheguei ao galpão em que nos escondíamos dos saturianos.

- Eu... – Eu tentei pensar rapidamente no que dizer, porque nunca poderia admitir que estava tentando salvar um dos nossos inimigos. – Eu estava verificando o perímetro.

- Bobagem. Você sumiu quando tentamos atacar o forte do governador. – Mika cuspiu as palavras e eu revirei os olhos. Já estava cansada de todos gritando comigo sempre.

- Deixe-a em paz, Mika. – Eu levantei o olhar para a voz conhecida do garoto que atravessava a multidão ao meu encontro. Um sorriso aliviado se formou em meus lábios e eu corri para abraça-lo.

- Calum! – Eu o chamei, empolgada e ele me correspondeu com um abraço rápido. Calum Hood era um dos homens mais fortes de Júpiter. Suas asas eram grandes e negras, indicando que ele tinha nascido para reinar. Todos os respeitavam e para a minha sorte, quando eu ainda era pequena, Calum foi meu primeiro e único amigo.

- Vamos, eu preciso da sua ajuda. – Ele disse, sério e me puxou para um canto, longe de todos. Eu o encarei, confusa e ele bufou, cruzando os braços.

- Onde você estava?

- Eu não sabia que você ia chegar com os reforços. – Eu tentei mudar de assunto, mas ele apenas continuou parado, deixando seus olhos puxadinhos em mim.

- Eu estava...

- A verdade. – Ele pediu e eu bufei. O problema é que a única pessoa para quem eu não conseguia mentir era o próprio Calum.

- Eu conheci um saturiano.

- Ah, Netuno. – Ele começou a ficar nervoso e eu me apressei:

- Não! Não dessa maneira! – Eu falei, segurando o braço dele. – Eu o salvei ontem.

- Por que você foi salvar um dos nossos inimigos? – Ele perguntou, confuso.

- Bom, eu não sei. Ele estava preso no prédio na hora do incêndio. Eu acho que esqueceram que ele estava lá, porque todos os saturianos já estavam a salvo e bem longe de lá.

- Esqueceram ele lá? – Ele perguntou, surpreso. – Saturianos são sempre uns babacas, o senso de união deles é quase inexistente.

- Bom, o caso é que hoje eu o flagrei tentando desfazer uma batalha.

- Como? – Calum se mostrou subitamente interessado e eu decidi olhar em volta antes de continuar.

- O nome dele é Dougie. Eu vi quando ele tentou convencer outros do seu planeta a desistirem de atacar a mente de alguns marteanos.

- Por que ele faria isso? Tem algo errado com esse humano.

- Tem. Eu não sei o que é. Porque, quando os saturianos não o ouviram, ele subiu num prédio e atacou seu próprio povo e fez os marteanos mudarem de ideia e fugir. Ele simplesmente apartou uma briga e se não tivesse sido atacado, ele continuaria apartando as batalhas.

- Eles podem fazer isso? Mudar a ideia das pessoas? – Calum perguntou, surpreso.

- Eles podem entrar na nossa mente. – Eu engoli em seco, lembrando da dor que senti quando Dougie entrou na minha, mas essa parte eu ocultaria de Calum. – De qualquer jeito, um uraniano o encontrou e conseguiu confundir a realidade dele.

- Então quer dizer que uranianos são mais fortes? Eles só mudam realidades, que mal isso faz?

- Eles podem projetar qualquer coisa para nos iludir e atacar e... Parece bem real.

- Você foi atacada?

- Fui. Um uraniano projetou um dragão! Um dragão, Cal! Foi horrível, eu sentia ele queimar minhas asas.

- Nós somos treinados para fechar nossas mentes. – Calum falou, cruzando os braços.

- Não é o suficiente. – Eu o alertei. – Uranianos são mais fortes do que pensávamos. Mas, esse saturiano, o Dougie, me salvou com a mente dele. Ele é forte. Mas, mesmo assim ele foi esquecido no prédio e logo depois um uraniano o atacou. Cal, urianos são aliados dos saturianos. Por que ele atacaria o Dougie que é um aliado?

- Acho que ele deve ter percebido que o seu saturiano estava tentando apartar as batalhas. – Calum analisou.

- De qualquer jeito, temos que tomar cuidado. Nós podemos dar conta dos saturianos se fecharmos as mentes, mas não damos conta de uranianos. – Eu o alertei e ele assentiu, atencioso.



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