História Transylvania - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer, McFly, One Direction
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Danny Jones, Dougie Poynter, Harry Judd, Liam Payne, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Tom Fletcher
Exibições 30
Palavras 2.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ! Estou postando rapidinho mais um capítulo, porque estou bem empolgada com essa história. Nesse capítulo aparecerão os seguintes famosos (fotos nas notas finais):
Charlie Carver (ator)
Daniel Sharman (ator)
Niall Horan (1D)
Luke Hemmings (5sos)
Tom Fletcher (McFly)

Capítulo 3 - Capítulo III.


Fanfic / Fanfiction Transylvania - Capítulo 3 - Capítulo III.


        - Cada um entrará por um lado. – Calum me avisou, enquanto nos aproximávamos pelo jardim do suposto prédio onde os governadores de Saturno ficavam.

- Você tem certeza que eles estarão aí? – Eu perguntei, desconfiada.

- Mika investigou e eles estarão. – Ele me assegurou e eu respirei fundo. – Kan, você é a mais astuta de nós e a menor, então é mais fácil de você entrar.

- Eu sei. – Eu falei, sem dar muita atenção. – Eu vou conseguir entrar.

- Ok. Por favor, tome cuidado. – Ele pediu, segurando meu braço. Eu apenas sorri e assenti, sem responder e comecei a andar em direção ao prédio, me esgueirando pela lateral. Ninguém me veria por ali. Em Júpiter, nós tínhamos muitos seguranças no prédio dos governadores, mas em Saturno, eles confiavam demais nas máquinas, por isso nenhum segurança era visto. Mas, isso era até compreensível, porque eles não eram muito de usar força física de qualquer jeito.

Eu entrei com facilidade no prédio por uma porta lateral. Era tão fácil que aquilo me deixou desconfiada. Caminhei devagar por mais um corredor sem fim, branco e com vidros. Foram quase cinco passos até algo me agarrar por trás. Eu tentei espernear, mas a coisa me levantou do chão e eu pude ver os braços de ferro me esmagarem. Malditas tecnologias. Estava fácil demais para ser verdade. Eu tentei me soltar, mas os braços me apertavam mais a cada tentativa. Logo pensei que ficaria ali para sempre até perceber que a coisa simplesmente começou a andar. Parecia que tinha rodas e deslizava pelo chão rapidamente comigo. Eu tentei me esticar para alcançar o chão, mas era inútil. Se nem os governadores conseguiram se livrar dessas máquinas sozinhos, eu nunca conseguiria. Estava em alerta, tentando entender para aonde a máquina me levava. Na última porta do grande corredor, eu entrei numa sala igualmente branca e sem móveis. Em uma roda, homens conversavam, sérios demais, e eu voltei a espernear para tentar sair dali.

- Ora, ora, o que temos aqui? – Um deles falou, abrindo um sorriso largo na minha direção. Ele tinha o cabelo num castanho claro em um topete e estava com a mesma camisa social que todos os outros usavam, com uma gravata e uma calça preta. Eu me tornei alerta para ele, sentindo que se aproximava de mim.

- De que planeta ela deve ser, Charlie? – Danny perguntou. Eu o reconheci imediatamente. Ao lado dele, um dos senhores deu espaço para que eu enxergasse Dougie. Ele me encarou, confuso e surpreso, mas não disse uma única palavra.

- Tão bonita, deve ser marteana. O planeta do amor tem cada dádiva. – Charlie continuou, tentando pegar no meu rosto, mas eu arreganhei os dentes para ele. Tinha um motivo para nos chamarem de selvagens, nós sabíamos rosnar quando nos sentíamos ameaçados. – Oh! Uma jupiteriana! – Ele falou, surpreso, afastando a mão de mim, um tanto medroso, enquanto eu o encarava, gélida. Dougie se mantinha imóvel e passou a mão no cabelo, inquieto. Danny parecia se divertir com as minhas reações, mantendo um sorriso debochado nos lábios.

- Que sorte a nossa. – Danny analisou. – Prenda ela, Sharman. – Ele decidiu, apontando para um homem que não tinha falado até então. Ele era alto e tinha olhos azuis.

- Nós podemos utilizar essa beldade. – Charlie continuou, me soltando da máquina de repente e me puxando pelo braço para mais perto do grupo. Eu encarei por um momento Dougie que agora me olhava diretamente, parecendo irritado. – Dizem que jupiterianos são extremamente férteis.

Só este pensamento, já me fez ficar arredia e me preparar para reagir assim que ele se descuidasse.

- Ela é uma prisioneira, Carver. – Dougie falou pela primeira vez, firme. Eu logo anotei mentalmente Charlie Carver, eu iria matá-lo como queria matar Danny Jones.

- E qual o problema? Nós temos que satisfazer nossas necessidades físicas. – Charlie respondeu, fazendo piada e Danny riu.

- Nós temos que satisfazer nossas necessidades com mulheres que concordem em fazer isso. – Dougie continuou, cruzando os braços.

- Quem disse que ela não concordou? – Charlie fez piada. – Ela nem falar, não fala. Selvagem, não deve nem entender o que falamos.

Era o suficiente. Eu o puxei pela mão que ele me segurava e o trouxe para mais perto, o surpreendendo e dei o primeiro soco em seu rosto. Charlie caiu, desnorteado. Eu sorri, triunfante, porque eu sempre fui boa em todos os treinos de luta. Fui para cima dele sem pestanejar e comecei a arranhar seu rosto, enquanto Charlie começou a gritar, horrorizado.

- SEGUREM! – Danny gritou, vindo para cima de mim, mas eu virei para ele, mais rápida e agarrei seu braço, me levantando e o torcendo em suas costas. Ele deu um grito de dor e eu o joguei longe. Daniel ficou me olhando, com muito medo de se aproximar, mas decidiu vir para cima. Ele mal chegou perto e eu lhe dei meu melhor soco no rosto que o fez cambalear para trás, então senti braços me segurarem atrás de mim e dei uma cotovelada às cegas, para trás, percebendo que Dougie caíra no chão, ferido. Aquilo me fez congelar, enquanto eu o encarava. Ele me olhava, igualmente horrorizado, enquanto sua boca sangrava. Eu devia ter acertado ali. Antes que eu pudesse reagir, uma dor invadiu a minha cabeça. Uma dor tão forte e aguda que eu caí de joelhos, imediatamente.

- AAAAH! – Eu gritei, sem forças, vendo um filme na minha cabeça. Todas as memórias que eu queria esquecer. Todas as vezes que riram de mim e me menosprezaram em júpiter, o abandono dos meus pais, a maneira como eu sempre acabava sozinha e excluída. Era dolorido ver tudo de uma vez. Eu deitei no chão sentindo a dor tão intensa que minha cabeça explodiria. Eu estava chorando. Eu não chorava com frequência, mas por algum motivo, tantas memórias me fizeram chorar, como se alguém tivesse ligado algum botão na minha mente.

- PARE! – Eu ouvia Dougie gritar, mas não conseguia enxergá-lo com tantas lágrimas e soluços. – Ela já está imóvel, Danny, pare!

- Cale a boca, Poynter! Não seja fraco! Essa garota nos atacou! – Eu sentia tanta dor que achei que ia vomitar, os soluços de choro eram tantos que eu mal respirava. Eu sentia como se só coisas ruins me acontecessem, como se eu nunca mais tivesse nada bom para relembrar.

- Não, não... – Eu ouvi Dougie sussurrar mais baixo e senti dedos gelados em minhas têmporas. Era o borrão de Dougie ajoelhado ao meu lado. Eu não conseguia controlar as lágrimas e o ar começava a faltar. A dor era insuportável. – Saia daí. – Ele falou baixinho, quando eu senti uma dor ainda pior. Naquele momento, eu desejei morrer de uma vez. Desejei que Dougie estivesse me matando para me livrar da dor. Mas, em vez disso, a dor cessou imediatamente. Eu continuava chorando sem parar. Algo ainda estava ligado na minha mente me fazendo chorar. Mas, eu não sentia mais dor.

- POR QUE VOCÊ TEM QUE SER SEMPRE TÃO FRACO? – Eu consegui ver Danny levantar Dougie pela gola da camisa e o empurrar contra a parede, o encurralando.

- OLHE PARA ELA! VOCÊ JÁ CONSEGUIU O QUE QUERIA! VOCÊ IA MATAR A GAROTA! – Dougie falou, irritado, mas Danny o deu um soco no olho. Dougie cambaleou, surpreso, perto da parede.

- ESSA MALDITA MANIA DE TER SENTIMENTOS VAI TE LEVAR À SUA RUÍNA, DOUGIE. EU CRESCI COM VOCÊ E VOCÊ NUNCA MUDA! VOCÊ NUNCA DESLIGA A PORRA DOS SENTIMENTOS. VOCÊ NÃO LIGA PARA A LÓGICA, VOCÊ RI DO NOSSO MODO DE VIDA!

- Eu sempre respeitei Saturno. – Dougie falou, gélido, se recuperando do soco. – Eu só não concordo com absolutamente tudo que é pregado por aqui.

- Para mim, você não era daqui! – Danny falou, irritado. – Seu pai, por ser um dos governadores, não deveria suportar a dor de ter um garoto que não pertencia a Saturno e deve ter dado um jeito de você ficar. Olhe em volta, Dougie, ninguém aqui concorda com você. A não ser... – Danny parou, o encarando. – Você conhece a garota?

Eu estava sem ar, fazendo força com os pulmões e lágrimas nem saíam mais de meus olhos quando eu chorava. Meu coração apertava e eu não sabia o que acontecia.

- Não, eu não...

- VOCÊ CONHECE A GAROTA? – Danny gritou, encurralando Dougie na parede novamente.

- Solte ele. – Eu ouvi a voz de alguém entrar no cômodo. Mas, não conseguia ver o rosto da pessoa.

- Niall, seu irmão... – Danny tentou falar, soltando Dougie de repente.

- Deixe ele. – Niall, o garoto que eu finalmente consegui ver, do chão, era da mesma altura que Dougie, mas parecia um pouco mais novo. Era loiro e tinha olhos azuis, porém usava óculos redondo e preto. – Você sabe o quanto ele é sentimental. Aposto que deve ter ficado com dó da selvagem. Meu irmão não se envolveria com uma garota que não é de Saturno.

- É. Você deve estar certo. – Danny falou, tentando se acalmar.

- Essa garota tem que ser presa. – Charlie falou novamente, tentando se recompor, com vários arranhões pelo rosto que sangrava.

- Eu vou levar ela. – Dougie se apressou a dizer.

- Você vai deixar ela escapar com esse seu coração mole e inútil. – Daniel reclamou pela primeira vez.

- Eu levo, pessoalmente. – Niall decidiu e os meninos ficaram em silêncio como se o respeitassem. Daniel me levantou e eu não conseguia reagir. Por algum motivo, não se passava pela minha cabeça fugir ou me mexer. Eu não chorava mais, mas continuava imensamente triste. O garoto me prendeu na máquina novamente e Niall começou a andar para fora do cômodo com Dougie ao seu lado. Minha máquina os seguiu logo atrás. Uma vez no corredor, Dougie veio até mim, causando confusão em seu irmão. Seus dedos voltaram para as minhas têmporas enquanto ele me encarava.

- Eu vou te consertar, mas não fuja. – Ele me alertou, baixinho, e eu assenti, sem sentir que estava realmente viva. Em alguns segundos, senti a leve pontada de novo, não muito forte igual a vez em que Danny entrou na minha mente. Logo concluí que Dougie realmente dizia a verdade no dia anterior, ele não queria me machucar, porque caso ele quisesse, entrar na mente realmente doía. Em pouco tempo, eu o encarei, aliviada. A tristeza e a vontade de chorar sumiram instantamente, mas a vontade de fugir ressurgiu. Eu era eu mesma novamente.

- Não fuja. – Ele pediu de novo e voltou a andar com Niall que o encarava, confuso.

- O que você tem com essa garota? – Ele perguntou, direto.

- Eu não tenho nada.

- Da onde você a conhece? – Ele continuou insistindo.

- Eu não a conheço. Eu só... Só fiquei mal, porque Danny estava realmente machucando ela. Se eu não tivesse interrompido, ele teria matado ela. – Aquilo me fez arrepiar. Eu não sabia o quanto um saturiano poderia ser forte sem se quer dar um soco. – Eu o expulsei da mente dela. É por isso que ele estava tão furioso.

- Ele tem inveja, porque você é mais forte, mas não usa seus poderes adequadamente. – Niall falou, sério, enquanto continuávamos a andar pelo corredor enorme. A máquina me prendia e eu simplesmente tinha que ficar parada, o que era bem frustrante.

- O problema de quando você ignora os seus sentimentos é que você vai perdendo o que o faz humano, Niall. – Dougie falou, irritado. – Veja o Charlie que já queria estuprar ela só para satisfazer o desejo dele. – Outro arrepio. Saturianos eram exatamente tudo que falavam deles, eram machistas e pensavam com duas cabeças, a de cima e a de baixo. Mas, nunca com o coração.

- Charlie deve ser doente. – Niall deu de ombros. – Mas, eu sei que você está mentindo.

- O quê?

- Luke me contou. – Niall falou, monótono, enquanto descíamos uma rampa no meio do prédio.

- Ah, Luke não sabe ficar calado. – Dougie bufou e eu fiquei me perguntando quem era Luke.

- Ele é o nosso irmão mais novo, Dougie. Você devia dar o exemplo e não desvirtuá-lo.

- Eu só estava contando algo, porque você nunca me entenderia. – Dougie resmungou como uma criança.

- Você está fascinado por essa selvagem. – Niall analisou e eu arqueei as sobrancelhas, surpresa. Dougie corou e olhou para trás, me encarnado, incomodado, antes de voltar para Niall.

- Eu não estou fascinado por ela. – Dougie falou mais baixo. – Ela me salvou duas vezes. Eu devo isso a ela.

- Isso é mais que uma dívida, Dougie. – Niall falou, balançando a cabeça negativamente. – Mas, ok, chegamos.

Eu respirei fundo, me preparando, quando Niall abriu uma porta com sua digital. A porta branca deslizou e deu espaço a um laboratório enorme. Eu engoli em seco, agoniada, de estar ali. Eles guiaram a máquina para uma jaula, literalmente, e me jogaram lá dentro. Niall fechou a grade e eu corri, livre, para perto da jaula e voltei a rosnar.

- Calma, tigresa. – Niall falou, sorrindo.

- Deixe-me falar com ela. – Dougie pediu.

- Ela nem te entende. Acho que é muda. Eles não devem falar a nossa língua. – Niall me analisou, atencioso.

- Eu vou falar quando arrancar sua cabeça fora. – Eu o ameacei, arisca, e ele me encarou surpreso.

- Ela nos entende! – Ele falou, animado.

- Pare. – Dougie tentou cortar o irmão. – Ela não é um estudo e nem um bicho, está bem? – Niall continuava me encarando de perto e estendeu a mão entre as frestas dos ferros para me tocar e eu voltei a rosnar, fazendo ele afastar a mão.

- Eu tenho as minhas dúvidas quanto a ser um bicho. – Niall falou, sorrindo, e nos deu espaço. – Cinco minutos.

- Certo. – Dougie falou, aliviado, vendo Niall se afastar, encarando outras jaulas. – Eu vou tirar você daqui. – Dougie falou mais baixo, perto dos ferros. Eu apenas assenti, porque ainda não tinha me recuperado do que Danny tinha feito. – Eu vou dar um jeito, só me dê um pouco de tempo. – Eu continuei assentindo, porque percebi que Niall nos encarava, curioso. Mas, eu duvidava que ele conseguisse nos ouvir dali. – Como você está? Ainda está doendo?

- Eu lido bem com a dor. – Eu me limitei a falar e ele assentiu.

- Jupiterianos. – Ele entendeu. Eu mordi o lábio e ele ficou calado, encostando a cabeça na grade, enquanto segurava o ferro com as duas mãos, uma de cada lado. Eu decidi, num impulso, passar o dedo de leve pela maçã do rosto dele, levemente inchada do soco que ele tinha ganhado de Danny por me salvar. – Está tudo bem. – Ele me garantiu, me encarando de perto. Eu sorri pela primeira vez para ele e deixei que meus dedos fizessem o trabalho da cura. Dougie fechou os olhos devagar, sentindo o ardor e logo reabriu quando eu terminei. Ele riu, sem jeito e pegou na minha mão, encarando meus dedos.

- Eu nasci em Marte. – Eu o avisei, mesmo sabendo que ele já tinha conhecimento disso por ter entrado na minha mente.

- Isso é incrível. – Ele disse, fascinado e voltou a me encarar, sem largar minha mão. Eu senti algo fluir melhor em mim e sorri de volta, empolgada. Ninguém nunca tinha achado meus poderes incríveis, eu era a aberração do meu planeta por possuí-los. – Arde. – Ele admitiu. – Mas, é incrível.

- Obrigada. – Eu falei, sem jeito.

- Hum.... Uma profecia, eu estou vendo. – Alguém nos interrompeu, nos assustando. Eu olhei para o lado e vi uma jaula enorme feita toda de vidro, bem diferente da minha e encarei tudo aquilo perplexa. O garoto na caixa de vidro era loiro e tinha as bochechas rosadas, além disso, ele usava um chapeuzinho preto.

- Profecia? – Dougie perguntou, confuso.

- Não deem ouvidos a ele. – Niall voltou para perto de nós. – Ele tem um motivo para estar preso aí.

- O motivo é ter previsto a morte de um dos seus superiores por uma jupiteriana. – O garoto da jaula respondeu.

- Ele é uraniano. – Dougie concluiu.

- Tom Fletcher, muito prazer. – O moço da caixa de vidro falou, pomposo. – Uranianos são livres de mente, veem passado, presente e futuro.

- Vocês veem o futuro? – Eu falei, surpresa.

- E eu vejo muito bem o seu futuro! – Ele disse, chegando perto do vidro com um sorriso divertido nos lábios, para mim. – E o dele também! Estão interligados.

- Vem, vamos embora. – Niall puxou Dougie e me alertou. – Lembre-se: Não dê ouvidos a ele.

Eu os encarei, confusa e voltei a analisar Tom que deu de ombros e voltou a se sentar em sua cela.

- Você está mesmo fascinado por essa selvagem. – Niall acusou Dougie quando chegaram perto da porta. Acho que eles esqueceram que eu tinha os sentidos aguçados e os ouvia de longe.

- Eu não estou! – Dougie se defendeu.

- Você está fascinado, eu vi nos seus olhos! É tipo aquela história da índia com o homem da cidade... Qual é aquela história? – Niall perguntou.

- Pocahontas? – Dougie perguntou, irônico.

- Isso! Pocahontas. História interessante. Você andou pesquisando.

- Não é necessário pesquisar para saber sobre Pocahontas. – Dougie falou, rindo, assim que eles fecharam a porta. 

 


Notas Finais




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