História Traumas - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeodan, Bts, Jeon Jungkook, Jimin, Jungkook, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Namjin, Namjoon, Park Jimin, Pipoces, Rap Monster, Suga, Taehyung, Taekook, Traumas, Vkook, Yaoi Bts, Yoongi, Yoonmin
Exibições 104
Palavras 1.780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Terminei de escreve, pessoas!
AAAAAAAAH
Eu adorei esse capítulo.
Mesmo que ele não pareça, ele é importante.
Lembrem dele.

Capítulo 11 - Ainda Bem que Você Apareceu


As aulas acabaram e finalmente os três garotos puderam ir para o carro do mais velho. O encontraram próximo a escola. Ninguém sabia como era o carro melhor que YoonGi, JiMin também já sabia, seu conhecimento sobre o veículo vinha de caronas dadas a ele, principalmente depois de festas que ele estava bêbado demais para poder ir sozinho. Mas TaeHyung não tinha nem uma vaga ideia de como era. E realmente se espantou ao encontrar uma lata velha.

 

—Esse é seu carro?

—É. Legal, não?—YoonGi tirou as chaves do bolso e destravou o carro.—Tá, eu sei que não é o melhor carro do mundo. Só que é o melhor que eu posso ter.

—Não, beleza.

 

Um clima de tensão ficou no ambiente, então todos entraram no carro sem dizer uma palavra. JiMin sentou no banco de carona e TaeHyung foi no banco de trás. Logicamente, YoonGi foi no de motorista.

 

JiMin não gostava de tensão. Ele gostava de ficar a vontade com seus amigos, então resolveu mudar de assunto.

 

—Então, de que cor vocês querem pintar?

—Decididamente preto.—Afirmou YoonGi.—Quero voltar pra minha cor natural.

—Não sei, acho que eu vou pintar loiro...—Falou Tae.

—Loiro fica bem em você. Eu vou platinar. YoonGi ficou tão bem de cabelos platinados que eu resolvi pintar do mesmo jeito.—As falas do mais baixo fizeram o rapper corar.

—Eu fiquei com cara de velho quando eu platinei. Não acho que combine com você.

—Ah, cala a boca, você tá ótimo platinado. E tudo combina comigo. Eu sou fabuloso demais pra uma cor me rejeitar.—Ele disse fazendo pose de diva. TaeHyung riu.—Kim TaeHyung, não ouse rir de uma diva!

 

E eles continuaram brincando no carro, sem ao menos sair do lugar.

 

—Ai aí… porque a gente tá parado aqui mesmo?—Perguntou TaeHyung.

—A gente tá esperando a MinSeo.—YoonGi respondeu.

—Ela tá demorando, eu vou ligar pra ela.—JiMin falou enquanto tirava o celular do bolso.

 

A garota demorou alguns minutos para atender.

 

—Alô…?—A voz da menina era trêmula e chorosa.

—Min? Você tá bem?

—Eu… Eu tô, é só…—Ouviu-se alguém a chamando e pedindo calmamente para passar o celular. Era HoSeok.

—Alô?

—HoSeok, é você?

 

Os garotos ficaram curiosos. O que diabos HoSeok estava fazendo com o celular de MinSeo?

 

—Oi JiMin. É. Sou eu. Olha, eu acabei de encontrar a MinSeo aqui no metrô. Ela não tá bem. Depois eu explico. Ela não vai sair com vocês hoje… Rolou algo bem complicado aqui… Sério, depois eu explico. Tchau.

 

E desligou na hora.

 

O que estava acontecendo? HoSeok nunca pegara metrô na sua vida, pelo o que os amigos sabiam, ele era rico, sempre tinha um motorista a disposição. Porque hoje foi diferente?

 

—A MinSeo não vai… Eu não sei por quê… O que está acontecendo? Eu juro, isso foi muito estranho…

—Explica direito, JiMin.—Pediu TaeHyung.

 

JiMin explicou a situação. Todos estranharam.

 

—Bom… É melhor irmos… Mas confesso que eu estou preocupado. A MinSeo não é assim.—Disse YoonGi, dando partida no carro.

 

Assim eles partiram.

 

Minutos antes, logo depois da saída da escola, se encontrava Choi MinSeo, indo para a estação de metrô.

 

MinSeo tinha o hábito terrível de esquecer as coisas. Era bastante comum ela esquecer que ela ia para alguns lugares se não colocasse um aviso a lembrando. Praticamente todas as vezes ela registrava no celular o horário do compromisso e lembrava dele. O problema era quando ela esquecia de anotar o que tinha que fazer.

 

Essa foi uma das vezes que ela esqueceu que ia sair para fazer hidratação no cabelo e pintar as unhas.

 

Após comprar sua passagem, ela se sentou num banquinho e pegou seu celular para escutar música enquanto esperava o metrô chegar.

 

Depois de algumas músicas, MinSeo se sentiu observada. Era um garoto.

 

Ele foi se aproximando. A garota sentiu uma pontada de medo. Não. Era só um garoto, ele parecia ser só um pouco mais velho, não iria fazer mal.

 

Mentira.

 

Ele colocou o braço ao redor do pescoço da menina, a deixando envergonhada.

 

—Fala gracinha, tudo bem?

—Ahn… É…Aham. Claro…

 

—Tá nervosa, amorzinho? Calma aí, eu sou do bem. Eu tenho cara de quem faria mal a uma princesa dessas?

—Olha… Eu não te conheço… Meus pais me disseram para eu não falar com estranhos… Por favor… Me solta!

—Opa, então isso podemos resolver… Me chamo Yoo YeJun. E você?

—Já mandei me soltar, seu imundo!

—O que é isso, princesa? Eu tomei banho… Por acaso estou fedendo?

—Me larga!—Ela tentou se soltar, mas ele era forte.

—Calma aí princesa… Você tem duas opções:Ou a gente faz isso do jeito fácil ou do difícil. É melhor pra nós dois que façamos isso do jeito fácil, não…?—Ele foi diminuindo a distância entre os rostos.

 

Ela olhou para o lado, tentando desviar o olhar, e viu seu amigo, HoSeok, olhando para a menina, confuso. MinSeo sussurou de forma praticamente inaudível um pedido desesperado e rápido de socorro. HoSeok entendeu, e foi embora. O que ele estava fazendo?

 

Seu rosto foi puxado rapidamente em direção ao do homem. ´´Alguém me ajude!´´ ela gritava internamente. O grito forçava-se a sair, mas ele não conseguia quebrar a barreira do desespero. A única coisa que conseguiu fazer sair foi:

 

—Não vai ter de jeito nenhum! E não me chame de princesa, seu...—Antes mesmo que ela pudesse terminar, YeJun já tinha a beijado com brutalidade. Deus, esse homem beijava muito, mas muito mal.

 

Ela batia no peitoral dele para se afastar, mas a força do braço dele a impedia. Logo a outra mão começou a dedilhar suas costas.

 

Ela estava apavorada. As lágrimas preenchiam seus olhos e molhavam suas bochechas quentes numa rapidez impressionante.

 

—Parado, polícia!

 

O “beijo” foi interrompido. Na frente deles haviam dois policiais e próximo a eles, estava parado Jung HoSeok.

 

MinSeo saiu correndo. Se sentia humilhada. “Como permiti que isso acontecesse?” Pensou. “Eu sou tão burra assim?”

 

—Ei, MinSeo! Volta aqui!

 

Ela ignorou e saiu correndo. Só não esperava que ele fosse junto, muito menos que ele segurasse sua mão.

 

—Min, por favor. Fica calma!

—FICAR CALMA, HOSEOK? COMO? VOCÊ VIU O QUE ACONTECEU?

—Eu sei, mas…

—NÃO HOSEOK! EU NÃO VOU FICAR CALMA, EU ESTOU DESESPERADA, OK? NÃO DÁ PRA ENTENDER ISSO?

 

HoSeok a puxou e a abraçou. Seus instintos diziam que isso a faria melhor.

E então ela ficou calma.

—Quer que eu te leve até a sua casa?—Perguntou, preocupado.

—Quero...

—Tudo bem. Eu vou trocar a minha passagem, espera só um minuto.

—Ok... Não demore.

—Quer vir comigo? Eu sei que você não se sente segura aqui sozinha e tudo mais...

—Quero, quero sim.—Ela abriu um sorriso mínimo.

HoSeok ficou levemente feliz em ver que a amiga ainda conseguia sorrir depois daquilo. Isso significava que ela estava bem, ou pelo menos aparentava estar.

Eles trocaram a passagem e foram para o metrô. Haviam poucos lugares disponíveis, por isso MinSeo se sentou enquanto HoSeok ficara em pé. 

—Você vai para nossa apresentação amanhã, Min?—Ele tentou distraí-la.

—Vou...—Ela parecia distante.

 

HoSeok não sabia puxar assunto, então perguntou a primeira coisa que veio a sua cabeça:

 

—Qual o seu tipo sanguíneo?

—Que tipo de pergunta é essa?

—A que se faz quando não se tem assunto.

—A positivo. E o seu?

—Também. Mas o meu é negativo.

—Ah.

MinSeo estava abalada demais para conversar, então o silêncio foi mantido até eles chegarem a porta de sua casa.

 

—Então essa é sua casa, né?

—Isso.

—Você tá melhor?

—Vou ficar.

—Tudo bem, eu vou indo então.

 

Ela o abraçou e começou a chorar fraco, apenas duas pequenas e delicadas lágrimas escorreram.

 

—Obrigada, HoSeok. Eu não sei o que teria acontecido comigo se você não estivesse lá. É sério.

—Ei, relaxa.—Ele selou um pequeno beijo em sua testa.—Agora vai pra casa, ok? Relaxa. Vai ficar tudo bem.

—Eu sei...

Ele limpou as lágrimas da menina com os polegares e eles se afastaram. HoSeok percebeu que ela estava levemente vermelha. Achou fofo.

 

—Então, a gente se vê na festa, né?

—A gente se vê na festa.

—Então até amanhã.

MinSeo nem teve tempo para raciocinar, ela já entrou em casa com a sua mãe fazendo um escândalo. 

—Choi MinSeo, quem era aquele menino? Ele é bonito!—A mulher disse com um sorriso.

—É o namorado dela!—Disse MyungJu, sua irmã mais nova.

—Eu não tenho namorado! Ele é só meu amigo!

—Amigos não se abraçam daquele jeito. Quero explicações. 

—Ok, é uma longa história...

 

Enquanto estava contando a história, HoSeok corria pelas ruas a caminho de casa. Hoje ele tinha uma reunião importante com os pais e a presidente de uma empresa de arquitetura, juntamente com sua filha, a pessoa que ele queria evitar.

Lee EunJin destruiu seu sonho faz quase um ano.

No meio do ano anterior, uma empresa de música muito influente abriu vagas para dançarinos. Desde que se descobriu dançarino, HoSeok queria debutar naquela empresa. Ele treinou bastante, até que a coreografia ficara impecável.

No dia anterior as audições, lá estava ele, na academia, treinando tarde da noite. 

EunJin estava lá, prestando atenção em todos os passos. Até que a coreografia acabou. 

HoSeok sabia que a namorada estava presente. Ela não queria que ele debutasse, pois achava que as empresas tomavam muito tempo de seus artistas, e ela simplesmente não queria se afastar dele. Mesmo assim,  ele a amava mais que tudo, mais do que a dança. Mas não estava disposto a abandonar o seu sonho por ela. Era seu sonho e ponto final.

—Gostou da coreografia, Nini?—Ele a chamava de Nini desde que o apelido carinhoso Eunnie perdeu a graça. Ela nunca o chamava por apelidos, apenas pelo nome.

—Eu gostei muito, HoSeok. Mas assim... Eu ainda não concordo com isso.

—Nós já conversamos sobre isso. Por favor, Nini, deixe-me apenas tentar.

—Ok, Hoseok. Já entendi.

—Mesmo que eu passe, eu não vou deixar de ver você. Eu te amo mais do que tudo. Você sabe disso.

—Eu só tenho medo...

—Eu entendo. Mas não se preocupe. Eu consigo dar tempo para você. O quanto precisar.

—Tudo bem...

—Agora eu vou tomar banho. Me espere aqui, eu vou te levar para casa, ok? 

—Ok...

Ele tomou banho e foi para a recepção da academia, onde a namorada o esperava.

Eles sairam silenciosamente, pela longa escadaria da entrada.

—HoSeok, se eu fizesse algo muito, muito ruim, você me perdoaria?

—Por que não?

—Por que eu não quero que você participe desse concurso. Me desculpe, mas isso será necessário.

Então ela o empurrou da escada.

Ele quebrou a perna.

Ela quebrou seu coração.

E ele nunca a perdoou.


Notas Finais


EU SHIPPO E A EUNJIN É FILHA DA PUTA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH


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