História Treat Her Better - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Red Velvet, Seventeen
Personagens Jeon Wonwoo, Seulgi
Tags Blackpink, Bts, Red Velvet, Seventeen
Visualizações 9
Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Indiferença


Fanfic / Fanfiction Treat Her Better - Capítulo 5 - Indiferença

Logo dois caras tatuados que aparentavam estar na faculdade subiram no palco e começaram a arrumar os seus instrumentos, um era baterista e o outro guitarrista. Não demorou muito para que o baixista aparecesse também.

— Olha — cutuquei Krystal e os demais para o que estava acontecendo. — Uma banda vai tocar, será que são bons?

Krystal sorriu e cumprimentou uma garota gordinha, vestida com um vestido preto coberto por uma jaqueta de couro, cabelo ondulado, botas e meia arrastão, e uma maquiagem extremamente carregada que revelavam a beleza dos seus olhos castanhos. Seu rosto redondo pareceu mais fino por causa do contorno do blush, sua boca era grande e convidativa, o batom vermelho rubi que ela usava me atraiu loucamente, seu nariz fino e seus traços delicados, mas ao mesmo tempo cheios de personalidade, mesmo acima do peso ela era linda! Era Seulgi.

Seulgi acenou para Krystal e subiu no palco. Pude ouvir um "não pode ser" do Mingyu, tão chocado quanto eu.

— Boa noite — Seulgi falou timidamente para o publico, as luzes se apagaram, e eu só conseguia enxergar o rosto dela. Ela estava tão bonita! — Espero que gostem.

A música começou a tocar, era uma música calma Avril Lavigne. Mingyu convidou Nana para dançar e eles caminharam lentamente para a pequena pista em frente ao palco, eu podia ouvir Krystal falando algo, mas eu estava tão fascinado com a Seulgi cantando que eu a ignorei completamente.

Seulgi tinha uma voz gostosa de ouvir, eu não sabia que ela cantava..

Seus cabelos negros balançavam ao som da melodia, seus olhos estavam fechados, ela estava concentrada na música e cantava com uma força e coragem que eu nunca pensei que ela tivesse, era como se ela precisasse colocar algo para fora, e suas cordas vocais transmitiam perfeitamente cada palavra.

A cada verso, a cada estrofe que ela cantava mais apaixonado eu ficava. Eu nunca mais esqueceria aquela música: Wish You here here, a primeira música que eu ouvi Seulgi cantar:

Eu posso ser dura

Eu posso ser forte

Mas com você, não é assim

Há uma menina

Que se importa

Atrás desta parede

Que você simplesmente atravessa

Me lembro de todas aquelas coisas malucas que você disse

Você as deixou passando pela minha cabeça

Você sempre estava lá, você estava em toda parte

Mas agora eu queria que você estivesse aqui

Droga, droga, droga

O que eu faria para ter você

Aqui, aqui, aqui

Queria que você estivesse aqui

Droga, droga, droga

O que eu faria para ter você

Perto, perto, perto

Queria que você estivesse aqui

 

Quando ela terminou de cantar meu coração pulsava loucamente, meu Deus! Como eu amo essa mulher! Eu estava pronto para levantar e caminhar até o palco e roubá-la para sempre quando ouvi uma voz rouca e nada sensual me chamar:

— Wonwoo? Wonwoo! — Krystal me cutucou com força me fazendo voltar à realidade.

— Você está bem?

— Não — menti. — Acho que comi demais. Não sabia que a sua amiga tinha banda.

— É, na verdade ela só está substituindo a cantora oficial, parece que a garota está com catapora.

— Nossa... Esses caras parecem mais velhos.

— Sim, eles estão na faculdade, são alunos da mãe da Seulgi.

— Legal — falei olhando admirado para a minha musa enquanto ela se preparava para mais uma música só que dessa vez mais animada.

Depois de ficar uma hora ouvindo e observando Seulgi cantar, Krystal que de fato estava entediada me pediu para levá-la embora. Eu não recusei, mesmo querendo ficar mais um pouquinho. A levei para casa sem dizer uma palavra se quer.

— Obrigada pela noite — ela falou obviamente chateada com algo.

— Você vai amanhã à festa? — perguntei.

— Sim, a gente se vê lá?

Eu balancei a cabeça confirmando e ela se aproximou para me beijar, mais que depressa eu virei o rosto e sorri para ela. Sem graça, Krystal saiu rapidamente do carro, morta de vergonha. Eu não quero dar falsas esperanças pra ela...

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— Wonwoo, filho. Venha, quero te apresentar o professor Choi aqui da faculdade. — Meu pai me puxou e me levou até um senhor barbudo e pançudo.

Eles ficaram falando sobre leis, e coisas do tipo, eu obviamente boiei na conversa, para mim eles falavam grego. Será mesmo que eu quero passar anos da minha vida estudando as coisas que eles conversavam?

Foi quando vi uma moça de suéter amarelo, e vestido florido, era Seulgi. O que ela fazia aqui? Será que ela quer ser advogada? Pedi licença para os dois e me aproximei lentamente dela, Seulgi conversava com uma mulher alta , que eu logo reconheci, era a mãe dela. Ela também estava acompanhada de uma senhora bem vestida que decerto era uma das professoras da Korea.

— Seulgi. — A cumprimentei a deixando surpresa com a minha presença. Ela me encarou e deu um suspiro pesado e então respondeu:

— Ah você — falou com desdém. A mãe dela e a professora sorriram para mim e se afastaram, deviam achar que nós queríamos ficar sozinhos.

— Oi — falei animado, o que diabos eu estava fazendo? Seulgi estava furiosa comigo, porque eu fui falar com ela? Maldito instinto! — Você também quer estudar direito?

— Não é da sua conta. — Ela foi grossa comigo, e se virou para ir embora, porém eu segurei o seu braço direito o que a deixou raivosa.

— Eu vi o seu show ontem — falei tentando quebrar o clima e sorrindo para ela. Seulgi estava bem diferente da garota que eu vi ontem. — Eu adorei, sua voz é esplêndida!

Ela soltou o seu braço, seu rosto estava confuso, seus olhos castanhos me olhavam tentando entender a situação.

—Qual é o seu problema, Wonwoo? Uma hora me chama de baleia, e depois diz que a minha voz é incrível? Eu não consigo te entender — disse confusa.

— Nem eu — falei baixinho compreendendo suas palavras.

Eu a deixei partir, desde que entrei no último ano eu comecei a pensar mais nela e a ficar com medo de perdê-la.

— Aquela é a sua gatinha? — uma voz conhecida perguntou.

Virei-me e vi que o dono da voz, era Yonggi.

— Primo. — Abracei-o rapidamente. — O que faz aqui?

— Faço parte de um dos comitês da faculdade, e como desconfiei que você fosse estar aqui hoje para conhecer a faculdade, eu decidi vir te ver.

— Que bom. — Sorri pra ele. — Adorei o campus! Quero muito estudar aqui.

— É e quem não quer? — Ele riu. — Vai fazer direito? Jurava que você ia ser escritor.

— Eu posso ser os dois se eu quiser — falei.

—Você não respondeu a minha pergunta.

—Que pergunta? —indaguei.

—Aquela é a sua gatinha? —ele perguntou apontando para Seulgi.

— Não. — Menti rindo, Yonggi era conhecido por ficar com as mulheres mais gatas de Seul, se ele soubesse do que sinto pela Seulgi... — Claro que não! — Fingi ...

— Então porque você olha pra ela desse jeito?

— Como? — Droga! Ele descobriu.

— Para de se fingir de bobo! Eu conheço um cara apaixonado.

— Sei. — Ri da cara dele. — Ela é só uma garota da escola, eu não gosto dela, olha só pra ela! — Zombei da Seulgi.

— Idiota. — Ele me cutucou e depois riu.

— Qual é? Você transaria com ela? — Fui mais longe pra ele não desconfiar.

— Não. — Ele ficou sério.

— Está vendo. — Forcei uma risada.

— Eu não dormiria com ela, porque ela parece ser legal demais pra mim, eu não transo com garotas legais — Yonggi falou seriamente me deixando constrangido por ter agido daquele jeito infantil.

— Nossa... — Arregalei os olhos.

— Cara, eu queria estar apaixonado, mas o amor não é pra mim. Não seja um idiota como eu sou. — Ele sorriu. —Vou dar uma festa no sábado que vem, quero que você venha, ok? Leve aquele seu amigo e a sua gatinha. — Ele piscou para mim e depois olhou para Seulgi, e falou novamente:

—Não a machuque, ok?

—Ok — falei sem graça, porque até o meu primo havia percebido os meus sentimentos pela Seulgi, menos ela...



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