História Treeibend In World - Interativa. - Capítulo 17


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Adios, adios.


— Sou Phill Overstreet, abram a porta! – Gritou Phill ao lado de outros homens em frente à casa do professor Sebastian Maltez.

Percebendo que ninguém abriria aquela porta, Phill se preparou para arrombar. Dois homens surgiram atrás dele, segurando algo grande, e com ele, pegaram impulso e o acertaram na porta. Na primeira vez, apenas barulho, e na segunda, quase. Mais duas vezes, e a porta se arrebentou para trás. Phill e os outros entraram apontando as armas e correndo por todas as partes da casa.

— Merda. – Phill reclama. – Está vazio.

— Atenção. – Um dos homens disse pelo rádio. – Local informado vazio. Repito, local informado vazio, aguardando instruções.

Atenção agentes, aqui é da central. Movimentação estranha em galpão próximo do local informado. Averiguem. Repito: averiguem galpão próximo do local informado, há movimentação estranha.

Como ordem, Phill e os outros homens correram para fora ainda empunhando suas armas. Viraram o quarteirão, e pessoas corriam para dentro de suas casas. O pelotão foi se espalhando pelas ruas da Cidade Do México, se aproximando de um antigo galpão no local.  Então, escutaram conversas.

— Meu bem, cheguei! – Sebastian gritou, notando Scott amarrado. – O que quer jantar, meu amor?

— ME LARGUE SEBASTIAN! ENLOQUECEU DE VEZ, FOI? ME SOLTA! ME SOLTA! SEU LOUCO.

— É assim que se fala comigo? – Perguntou o professor dando um tapa em Scott.

Scott virou o rosto, reclamando da dor, então outro tapa lhe veio no rosto.

— Leonard está morto, sabia?

— É MENTIRA!

E outro tapa.

— Pare de gritar! – Bradou o professor.

Sebastian se aproxima de Scott pronto para lhe dar um beijo, mas o jovem recua naquele instante. O mais velho puxa sua nuca e o beija a força. O jovem tenta se soltar sem sucesso, as amarras o impedem de qualquer coisa.

Quando se afastou, Sebastian sorri olhando para Scott em ira. Virou-se, e caminhou até avistar uma pequena faca.

Scott lembrou-se do anel de noivado que outrora pretendia dar para Leonard, e então, conseguiu alcançar no bolso de trás de sua calça. Abriu o pequeno suporte e retirou o anel, devolvendo o suporte para o bolso. Começou então a passar a ponta do brilhante contra as amarras, torcendo para que como em filmes, livros ou séries, conseguisse cortá-las.

Enquanto isto, mais longe da li, Dominic comprava passagens de voo para o mais perto possível de Nova Orleães. Retirou o Ray Ban roubado, colocando na gola da camisa social. Estava satisfeito. Matou quem queria matar. Ajudou quem queria ajudar. Fez o que tinha de fazer. Fugiu assim que entregou Scott para Sebastian.

— Buenas Tardes. – Saudou o mexicano sem camisa. No corpo, a barriga definida exibia inúmeras tatuagens de rena feitas exatamente para a festa de rua que estava se iniciando.

Dominic o olhou de cima abaixo abrindo um largo sorriso pervertido. Talvez sua viagem de volta para casa demorasse mais um pouco.

 

 

— ATENÇÃO! – Gritou Phill para Sebastian. – O galpão está rodeado, não há como fugir, entregue Scott Thompson!

— Como me descobriram? – Questionou o professor amedrontado.

O loiro pegou a faca em mãos se preparando para se defender. Correu para perto de seu amado, ficando em posição de defesa, apenas aguardando a entrada dos oficiais.

— Não vou deixar que nos pegue, meu amor. – Sebastian diz.

— Você está louco. – Reclama o preso.

Sebastian olhou de canto para Scott, pronto para lhe dar o ataque final. Levantou o braço, e o desceu em velocidade com a faca. Scott morreria, se não fosse o próprio segurar o braço fino do ex-professor.

— M-mas como? – Gaguejou.

— Meu único amor sempre será Leonard Bellemort, entenda isto. – Disse antes do soco. Sebastian cambaleou para o lado sangrando pelo nariz.

Scott poderia simplesmente abrir a porta e deixar que o prendesse, mas ele tinha algo em mente.

— Leonard está em uma cama de hospital! – Gritou, pulando e caindo acima da perna do loiro, que grunhiu desesperadamente. – Ele quase morreu! Por sua culpa! Por sua loucura! SEU DOENTE! – E um chute.

Sebastian segura sua perna, e Scott cai encima do mesmo. Os dois lutam pela faca, e acabam trocando socos e girando para o lado. Phill arromba a porta e entra com os policiais. Scott e Sebastian prosseguem girando, e Sebastian revida dando-lhe uma cabeçada. Zonzo, Scott segura a cabeça do rival, e o mesmo tenta se soltar, então, Scott se gira, tentando se livrar, porém, o loiro resolve seu destino.

Adios, adios, Assassino. – Sebastian sussurra, o loiro segura os braços do rival, e com toda a força que ainda conseguia ter, girou a própria cabeça contra o nada. O estalo incomodou Scott que se mantinha surpreso pelo ato.

Phill arregalou os olhos assim que Scott se levantou ainda tonto, deixando o corpo falecido de Sebastian cair no chão.

— Meu Deus. – Scott chora. – Eu... eu...

— Você não fez nada que outra pessoa em sua posição não teria feito. – Disse Phill pousando sua mão no ombro de Scott.

 

Duas Horas Depois.

 

A viatura parou no aeroporto. Do carro saíram apressados, Phill e Jessie. Mais policias saíram armados correndo por todos os lados tentando cercar o enorme aeroporto. Brandon correu logo atrás, tentando ficar perto de Jessie.

Quem quer que visse a movimentação ia logo se escondendo.

Última chamada para o voo 427 com destino à Louisiana, Estados Unidos. – Avisou a comissária.

— É este. – Disse a morena.

— Ouviu a moça homens, não deixem o avião decolar! – Ordenou o delegado.

Phill e Jessie correram juntos até o corredor chegando na portaria de número 5. Phill retirou sua credencial, mostrando sua identidade, repetiu a frase que todos os agentes dizem, e entrou correndo ao lado de Jessie.

Na pista, os dois correram até o avião, deixando mais policiais para trás. Entraram os dois, enquanto os policiais cercaram o grande avião.

— Dominic Borsuk! – Jessie gritou. – Você está preso! – E nada do rapaz.

Então, o avião começou a decolar.

— Este avião não pode decolar! – Gritou Jessie. – Eu sei que ele está aqui.

— Ele está na cabine! – Brandon gritou surgindo pela escadaria. – Eu vi, acabei de ver.

A turbulência os fez cair no chão. Os três se seguraram nos bancos de alguns dos passageiros enquanto o avião subia pelos ares. O incomodo em seus ouvidos era imenso, e Brandon acabou soltando do braço de Phill, que foi lançado até o fundo, batendo a cabeça e caindo no piso.

Quando finalmente reto, o avião fez com que Jessie e Phill voltassem a ficar em pé, ou quase. Estavam tontos pelo ocorrido, e tentavam buscar mais energia.

 

— É hora de acabar com isto. – Jessie fala caminhando até a cabine. A morena chuta a mesma, e já entra ameaçando. – Dominic Borsuk, você está preso!

Dominic gargalha apontando a arma para o piloto. O jovem piloto coloca o avião no piloto automático e sai com a arma apontada para a cabeça.

— Saiam da minha frente! – Dominic grita.

— Desista, Dominic. – Phill pede. – Acabou.

Dominic fica próximo a porta e mais uma vez gargalha.

— Vocês não entendem. – Ele fala. – Eu não serei preso, jamais. Irão me deixar viver livre? – Ele pergunta descaradamente.

— JAMAIS! – Jessie grita. – Você matou pessoas.

— E você não? – Dominic pergunta, deixando Jessie calada. – Que se dane. Estou pagando meus pecados. Vocês irão pagar os seus. Adios, adios.

Dominic empurra o piloto, e sinaliza para alguém. Zac sai da primeira fileira correndo para a cabine, aperta algum botão, e a porta se abre. Dominic é sugado para fora, em uma queda livre para o Oceano abaixo.

Jessie e os outros acabaram indo para Nova Orleães, cujo era o destino do avião. Ficaram lá por alguns dias.

 

Dois Dias Depois.

 

 

— Louise?! Certo? – Jessie pergunta ao ver a moça passar por ela.

— Sim.

— Me lembro de você. – Jessie comenta. – Lá da Alemanha.

— Sim, estou me recordando.

— Então, Louise. Eu preciso de uma ajuda sua. – Jessie fala. – Sabe onde Ennye Harian morava com a família? – Jessie recebeu a confirmação. – Pois bem. Preciso que me leve lá. Aproveitando que aqui estou, preciso acabar pegando os pertences de umas amigas.

Louise olhou para a morena e concordou. Sabia que a mesma foi a mulher que queria prender Dominic, seu amigo. Porém, resolveu deixar para lá, quanto mais vingança, mais vingança será gerada.

— Eu te levo até lá. – Disse Louise, animada.

— Ouviu, Brad? Ela vai me levar. – Jessie virou-se para o loiro e cá estava ele carregando as malas dos dois. – Acelere, amigo. Vamos logo.

 



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