História Trendy Treat Shop - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, Mark
Tags Bolo, Chef, Cozinha, Cupcake, Friendzone, Loja, Markson, Platônico
Exibições 239
Palavras 1.755
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi pessoas!
gostei do feedback para a fic e decidi atualizar hoje, olha que maravilha hahahaha

p.s: vamos deixar o Jackson zuar a altura do Bambam, mesmo a realidade send outra
pq sim né hahaha

p.s.1: escutem se possível a nova música do Far East Movement com o delícia do Chanyeol, pq eu escrevi enquanto dançava ela hahahah
HARD CARRY tbm!
E imaginem aquele abs gratuito que o Jackson dá no MV.
Só isso mesmo
Deu pra ver o que o Mark tá desperdiçando né? hsuahushaushahus



boa leitura e bjos!

Capítulo 3 - Inibição maldita


Fanfic / Fanfiction Trendy Treat Shop - Capítulo 3 - Inibição maldita

A música era alta, estava lotado e em menos de dois minutos lá dentro eu já tinha me perdido de todo mundo. Bambam já tinha se jogado no meio da pista de dança, no mínimo atrás de, bom, você sabe o que. Eu fui até o bar, já que era pra beber de graça mesmo, eu não ia ficar me fazendo de tímido. Pedi uma cerveja e fiquei sentado no banquinho, observando a multidão que dançava e se esfregava.

Ok, isso tá me deprimindo.

Um estrangeiro loiro, alto, bem bonito, se aproximou de mim. Perguntou alguma coisa, mas o som estava muito alto. Eu aproximei meu rosto do dele para tentar ouvir melhor e pedi para que ele repetisse o que tinha dito. Ele me beijou, do nada. Eu já esperava que ele fosse dar em cima de mim, mas me beijar, do nada, foi demais.

Eu me afastei de uma vez. Ele pareceu constrangido, quase me fez pedir desculpas, o que era loucura, quem tinha que pedir desculpas era ele. Olhei para os lados, aflito, e se Mark tivesse visto aquilo?

– Sorry... – e não é que ele pediu desculpas mesmo? – You’re so handsome, I just... – ele me disse que eu era muito bonito, aceitei a desculpas na hora. Para um cara me achar bonito, aquela cara de tripa chinesa atropelada maquiada, eu realmente deveria ser mesmo.

Eu disse que estava tudo bem. Mas ele insistiu em pagar a minha cerveja, que no susto do beijo roubado, eu tinha derrubado. Aceitei, porque é aquela né, de graça até injeção na testa e ônibus errado.

Ele me contou uma historinha, sobre estar sozinho de férias, querer aproveitar, mas também disse que era tímido. Tímido, sei. Eu dei bola pra ele, porque ainda estava sozinho na balada, porque nem sinal do Mark, porque ele pagava bebidas, porque ele era muito bonito. Fazer o que, eu não era de ferro. Não dava para ficar sofrendo por um amor platônico pelo Mark a vida toda. Ele deveria estar fazendo o mesmo, dando em cima de outras pessoas por ali. Eu podia apostar isso.

Foi então que percebi que, naquela noite, parecia que eu tinha um super poder. Eu pensava no Mark e ele aparecia. Eu o vi por detrás dos ombros do estrangeiro, a cabeleira clara na cabeça inclinada, a camiseta estampada e um par de mãos alheias alisando o tecido. Foi como ter visto o último estágio do inferno e todos os demônios juntos, comemorando a minha chegada.

Uma coisa era eu ficar preso a um amor platônico, mas minimamente possível, já que Mark era solteiro e nunca saia pra lugar nenhum, que nem eu – afinal de contas, ele aceitou ajudar um estagiário todo sábado à noite. Mas outra coisa era o ver pegando outra pessoa. Com alguns cinco minutos de balada.

Puta que pariu.

Eu aceitei ir para aquela balada com todo mundo, acreditamento piamente que teria alguma chance com o Mark. E aí alguém foi ainda mais rápido do que eu. O estrangeiro olhou pra mim e perguntou se estava tudo bem, no mínimo eu deveria estar com cara de assassino. Eu decidi que, quer saber, também merecia ser beijado e agarrado. Ainda mais por um cara muito gato que já tinha me pagado três cervejas.

Eu puxei o pescoço dele e beijei seus lábios, com uma fúria incontida e desejo reprimido. Ele tinha gosto de hortelã e álcool. Abracei o pescoço dele com o braço direito, encostei a cerveja gelada no pescoço exposto. Com a mão livre, apertei sua cintura esguia. Ele ficou empolgado, querendo apertar minha bunda. Eu me esquivei, alguma parte do meu cérebro ainda achava estranho deixar qualquer um me tocar assim.

Ele mordeu meus lábios e desceu os beijos para o meu pescoço. Eu agradeci à minha sanidade de não deixar o Bambam me maquiar lá, imagina o gosto que poderia ter maquiagem e suor. Eu aproveitei para abrir os olhos e observar mais uma vez a cena do Mark à minha frente. De repente, ele também abriu os olhos e ficou me encarando, com um semblante indecifrável. As sobrancelhas estavam unidas, como se quisesse entender o que estava vendo, mas a boca dava um sorriso. Era uma cara estranha.

Eu quis empurrar o americano e correr para Mark, pedir perdão pelo vacilo de pegar outro na frente dele. Era realmente patético querer uma coisa dessas. Ainda bem que o álcool começou a operar milagres no meu corpo e eu freei o pensamento babaca. Eu estava cansado de ser feito de trouxa, não? Ele pegou outro cara na minha frente primeiro. 

O Mark sabia que eu gostava dele, não tinha como não perceber. O Bambam com certeza tinha falado pra ele também. Ainda assim, ele nunca tentou nada comigo. Eu tinha que parar de ser trouxa. Definitivamente.

Eu agarrei o loiro com mais força, e voltei a beijá-lo, dessa vez usando mais a língua. O beijo molhado, o Mark me olhando e as mãos dentro da minha camiseta despontaram minha ereção. O loiro percebeu e desceu a mão, para apertar meu pênis quase duro.

Eu gemi.

v Ya, Jackson! Get a room! – eu ouvi a voz fina do pigmeu, me zuando por estar no maior agarramento com outro cara. Ele me separou dele – Desculpe querido, mas não arrastei meu amigo aqui para não curtir com ele. Vamos, Jackie – ele me puxou, com uma força que eu não sabia que existia. O loiro ficou pra trás, sem entender nada.

Bambam me deu sua bebida azul neon e pegou outra com um dos balconistas. Eu virei a bebida de uma vez, ansiando por mais coragem líquida que o álcool me dava.

– Aish, você não perdeu tempo mesmo, ein Jackson? – Bambam me disse. Eu dei de ombros.

– Nem o Mark. – puta frase de recalque maldita. Por que eu fui dizer aquilo?

Bambam me bateu, forte. Onde aquele mini-projeto de gente estava malhando?

– Já disse pra você esquecer o Mark. Você merece coisa melhor – e do nada ele começou a dançar. A música que tocava era boa, tinha a participação daquele carinha do EXO, o orelhudo.

A letra falava algo sobe amor de verdade. Comecei a sentir uma bad. Antes mesmo de deixá-la se instalar em mim, roubei a bebida do Bambam e a bebi de uma vez. Mais coragem e audácia líquida entraram no meu corpo.

– Ya, para de roubar bebida! Você vai me pagar outra... – Bambam me arrastou para o bar.

– Pago mesmo. Pede qualquer uma aí, o mesmo para mim – eu puxei a comanda do bolso, mas com o movimento derrubei minha carteira no chão, que se abriu e espalhou todo o conteúdo para fora. Eu estava ferrado para recolher tudo aquilo, ainda mais bêbado.

Eis que meu príncipe encantado em forma de Satanás, mochila de criança, encosto e demônio da encruzilhada veio ao meu socorro. Mark pegou minhas coisas do chão, inclusive uma camisinha que deveria estar muito bem guardada, mas que com a queda da carteira, voou longe.

Alô, telefonista? Eu queria, por favor, o telefone de um pedreiro, pra cavar um buraco no chão para que eu possa efiar a cara lá dentro.

Mark deu um riso sacana, e me entregou a carteira, ficando com a camisinha.

– Você veio preparado, ein Jackson? – ele agitou o plástico metalizado no ar. Deu outra risada.

Juro que na próxima risada, vou partir a cara dele. Mentira, não vou não.

Eu ri de volta. Bambam, que observava a cena com curiosidade, com certeza faria alguma fofoca para o pessoal do trabalho. Ou então, usaria aquela cena para me repreender depois. Ele sempre falava sobre Mark com um tom ressentido. Alguma coisa tinha acontecido entre eles, eu apostava em algum problema de família.

– Nunca se sabe quem pode me desejar, né sunbae? – o chamei pelo honorífico de propósito, só para ver seus olhos revirarem – Preciso estar preparado.

– Você quer estar preparado para aquela lagartixa albina que você estava agarrando? – ele apontou para o canto em que me viu pegar o americano – Ya, aquele cara foi arrastado pro banheiro, estava agora a pouco vomitando no balcão.

Ai, puta merda.

– Quem disse que só existe ele na balada? – tentei pegar a camisinha, mas ele se esquivou.

– Uau, esse é um Jackson novo para mim – ele dava risadas cada vez mais filhas da puta, aumentando minha raiva. Eu me aproximei e tentei pegar a camisinha novamente. Não que camisinha fosse cara, eu podia comprar outra com algumas moedas. Mas naquele momento, ela era o troféu de alguma luta que eu travava com Mark. Eu queria ganhar dele. Queria sair por cima, pelo menos uma vez.

– Você ficaria surpreso com o que sou capaz de fazer, Mark Tuan – tentei alcançar a camisinha de novo. Mark não era muito mais alto que eu, mas eu estava molenga pelo grau alcoólico, não conseguia alcançar aquela mão branquinha, os dedos compridos e...

Tropecei distraído nos meus próprios pés. Esbarrei no tórax de Mark, ele me abraçou para amparar minha queda. Nossas respirações se chocaram. Ele também tinha bebido um pouco além da conta, percebi por seu hálito alcoólico. Nossos olhares se cruzaram. Ele também estava nervoso.

– Ya, você quer tanto assim transar hoje? – ele decidiu me entregar a camisinha, mas em troca pegou a bebida da minha mão. Eu comecei a sentir aquela bad de novo. Manter um personagem sedutor e agressivo dava muito trabalho.

– Cansei de esperar, Mark – eu abaixei meu rosto, encarando o tênis ultra moderno do meu chef. Mark ainda era meu chefe. Eu era seu estagiário. Nós dois nunca ficaríamos juntos. A realidade era difícil de encarar.

– O que você disse? Esperar o quê? – ele levantou meu rosto, segurando minha mandíbula com delicadeza. Seus lábios estavam tão perto, mas tão perto...

E de repente, a mão do Bambam apareceu na frente.

- Ya, já chega. Vamos dançar Jackie. Fica com essa merda de camisinha, Mark. Seu estoque deve ter acabado mesmo!

O pedreiro de lego estava bravo com o primo? Como assim?

Bambam me arrastou novamente para o meio da galera, na pista de dança. Os outros colegas de trabalho estavam se divertindo e me vi no meio deles, dançando também. Eu precisava superar Mark Tuan. Precisava curtir a balada, a folga, o grau alcoólico, tudo.

Mas também precisava que Mark me visse. Não adiantava pagar de feliz se ele não tivesse ciência disso.

E ele estava, enfim, me encarando. Dessa vez eu vi claramente o que ele sentia. Ele estava triste, como se sentisse sozinho. Toda aquela postura de chefe tinha sumido. Seus ombros estavam caídos.

 


Notas Finais


ESSE VÍDEO ME MATA ME AJUDA HJAHAHAHAH

https://www.youtube.com/watch?v=eP5erNF1QUc


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