História Trendy Treat Shop - Capítulo 5


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, Mark
Tags Bolo, Chef, Cozinha, Cupcake, Friendzone, Loja, Markson, Platônico
Exibições 228
Palavras 1.180
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


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TO TAO FELIZ g-deus do céu quero escrever essa fic o dia todo ahsuhasuhasuhasuh

ah
cap +18, n custa avisar haushaush

boa leitura flores do jardim da TT shop.

Capítulo 5 - Estado inerte


Fanfic / Fanfiction Trendy Treat Shop - Capítulo 5 - Estado inerte

                Eu queria dizer que tinha chegado em casa, tomado um banho, dormido bastante, acordado no outro dia cedo, feito uma caminhada, assado um bom pão caseiro, assistido uns episódios de doramas e filmes enfim, curtido a minha folga.

                Mas minha cabeça não era minha amiga. Parecia uma parte do meu corpo transplantada. Eu não parava de pensar no Mark, nos sorrisos que ele tinha me dado, nos seus lábios, que uma hora tinham ficado muito perto dos meus e...

                E fiquei na merda né amigos. Claro. Cheguei em casa, vomitei na pia do banheiro. Não tive nem dignidade de vomitar na privada. Por causa disso, fiquei 20 minutos tentando desentupir a pia. Perdi o sono. Tentei cozinhar uma receita nova, o gosto de hortelã e baunilha não saia da minha cabeça. Ficou um cu. Joguei alguns wons diretamente no lixo.

                A farinha tinha acabado. Nem pão eu teria pra comer. Deus testava meus limites, juro por ele mesmo. Tudo que eu tinha planejado para fazer no começo daquele domingo, para tentar abstrair minha mente do universo Mark Tuan, tinha ido ralo abaixo.

                Eu era um fantoche nas mãos dele. E ele nem mesmo sabia. Ou sabia. Eu já estava confuso demais para ler o livro 1001 fatos sobre Mark Tuan. Eu admito que ele ser tão enigmático era o que me atraia. Eu queria deitar a cabeça no tórax dele, dormir sentindo o cheiro doce maravilhoso que ele tinha.

                Eu era um estudante aplicado, sem vícios, tinha uma boa vida. Aí eu quis trabalhar naquela doceria. Conheci o meu chef Agora quero ser dele. Abdicar de tudo. Estar sob o controle dele.

                Tudo estava de cabeça pra baixo.

                E aproveitando o resto de coragem que aquela madrugada tinha me dado, mandei uma mensagem pra ele. A famosa mensagem estilo estou de joelhos por você, me dê pelo menos 400 caracteres de atenção.

                Eu: Como combinar em uma receita hortelã e baunilha?

                Sunbae: Não combine.

                Eu: Mas é uma boa ideia.

                Sunbae: Vai por mim, não é pra ser.

                Ele estava falando sobre a receita ou sobre a gente? Olha aí minha mente perturbada. Mas eu não dava a mínima, se ele não percebia que meu coração batia forte com aquelas indiretas.

                Eu: O que não é pra ser?

Sunbae: A receita, Jackie. A receita...

Sunbae: E isso daí que você tá pensando também.

Sunbae: Para de pensar, nem continua a digitar. Vai dormir.

Eu tentei pensar em como o mundo gira, se a Terra ainda gira em torno do sol, se plutão é planeta ou não, por que o estomâgo se revira, por que um corpo caí no chão?

Eu sabia que esse momento ia chegar. Ser quase que diretamente rejeitado, finalmente expulso do pseudo-céu que me encontrava e jogado direto no inferno. Podia ver o final da história, eu e Mark, separados, meramente colegas de trabalho, as folhas de outono caindo, eu voltando pra China, para tentar esquecer.

Mas não era possível. Ele queria me beijar na balada, ele segurou meu queixo. Ele se aproximou, ele sorriu pra mim. Ele ficou com ciúmes da minha camisinha. O que diabos era esse Mark Tuan?

Eu: Não consigo.

Eu deixei tudo para trás. Eu ia tentar, ia fazer Mark Tuan ser meu. Ia ser dele. Ele ia me querer. Ia acontecer.

O não eu já tinha.

Nunca me senti tão vivo.

Sunbae: Nem eu. Muitas coisas para pensar :X

Eu: O quê? D:

Sunbae: A loja. A vida. Jackson.

Sunbae: Michael Jackson* desculpe, foi o corretor

Sunbae: ;)

Um meteoro caiu na minha casa, explodiu na minha cabeça.

Eu: Eu to pensando no deus Tuan.

Eu: Tupã* foi meu cachorro, pegou meu celular (n/a: beijos angie).

Sunbae: Cacete, Wang. Melhor a gente parar.

Eu: Não quero. Nem começamos.

Mas a mensagem não tinha nem chegado no celular dele. A flechinha ficou única, nunca virou azul. Passou 1 minuto, 2, 3, 40, 60... Eu sentia o cansaço me dominar. Mas era mental. Amar Mark era cansativo.

Mas era tão bom.

 

O domingo passou arrastado. Eu não conseguia comer, a ressaca era maior que qualquer coisa. Eu olhei meu celular toda hora, mas nada, nem sinal do Mark. Eu já tinha desistido. Ele devia ter arrumado companhia, podia estar ouvindo sermão do Bambam, enfim. Eu não ligava.

De fato, eu ligava, é claro. Quando fui tomar banho, os flash da noite me assombraram. Um arrepio gostoso percorreu meu corpo e parou em cima da minha virilha. Não evitei o toque, na verdade fui com violência. Apertei a base do meu pau, completamente rijo. As veias saltavam sob a pele. Eu me sentia fraco, com pressão baixa, todo o sangue do meu corpo se concentrando .

Eu comecei a divagar. Imaginei as mãos que apertavam a massa das tortas com vigor, apertando meu pênis por mim. Imaginei o rosto sujo de farinha do Mark, se ajoelhando perto de mim. Sua boca salivava, ele espalhava com a língua sobre os lábios. Seus lábios grossos formavam um sorriso, enquanto ele passava a ponta da língua no meu pré-gozo, que formava uma fonte na cabeça.

“Está tão duro, Jackie...”

Puta que pariu.

“Posso te chupar?”

Cacete.

“Hmm, tão saboroso”

Porra.

“Seu gosto é viciante, Wang. Quero te sentir dentro de mim. Forte.”

Oh, porra.

Não preciso nem  dizer que gozei com 3 passadas de mão. Eu era um fracassado completo. Tanto que mal terminei de me limpar, já queria de novo. Era doença, era vício, era errado. Diga o que quiser. Eu queria que fosse realidade.

Depois do que pareceu uma hora, eu decidi sair do banho. Meu pau estava completamente vermelhos, a pele castigada pela força que usei. Tá vendo o que Mark Tuan estava me causando? Eu estava fisicamente machucado por causa dele.

E pro imaginar sua bunda arrebitada, em cima da bancada da loja, rebolando.

CHEGA.

Sai de casa para tomar ar fresco. Para voltar ao normal, sei lá. Peguei o metro, sem nem ver a direção que ele ia. Contei 7 paradas, só para ter certeza de onde tinha ido parar, e desci. O rio Han estava à minha frente, mas eu já estava me afogando. Minha vida estava tomando um rumo estranho, quanto mais eu nadava, mais perdia o ar.

Olhei o celular de novo. Nada.

Voltei para casa, patético e idiota. Gastei passe a toa. Não adiantou nada ter ido dar uma volta. Tentei jantar um sanduíche, mas deixei metade. Tentei tomar água, mas só de lembrar de líquidos, queria vomitar de novo.

Porra Mark, por que tem que ser assim? Eu só queria te ter, uma vez. Que fosse. Só para eu poder morrer feliz, só para ser real e não outra punheta perdida.

 

 

Quando a segunda veio, eu estava sentindo um rolo compressor passar na minha barriga. Em poucas horas eu estaria no TT Shop. Ele não ia me escapar. Quando a loja fechasse, eu ia prensar seu corpo na parede e exigir um beijo. Eu ia deixar Mark Tuan louco por mais. E claro, ia me certificar que o Bambam ficasse 10 km longe.

Era isso ou nada.

 

 

 


Notas Finais


Mark Tuan 100% material para safadezes ocultas HASUAHSUAHSUHASUAS


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