História Três dias e uma Semana - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Dwayne Johnson, Fic Original, Futebol Americano, The Rock, Time Feminino
Exibições 5
Palavras 1.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Esporte, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoas que leem a minha fic, haverá tempos como os de um tempo atrás, que eu vou demorar dias, semanas e até meses para postar novo capítulo, apesar de estarmos no finzinho do ano, não tenho muito tempo para os meus robes, mas eu nunca vou deixar essa fic morrer mesmo sem novos comentários e favoritos, eu a amo como se fosse a minha primeira fic, por isso quero agradecer aos leitores fantasmas e aos que favoritaram e que ainda vão comentar, obrigada por lerem esta fic que é uma história que aborda algo que eu amo de coração que é o Futebol Americano. Bjos e boa leitura;

Ps: A fic aborda algumas coisas que não existem no mundo da NFL, por ser uma ficção, senti-me com a liberdade de acrescentar ou retirar alguns fatos históricos da liga e algumas regras da mesma.

Capítulo 16 - Objetivo ampliado


Fanfic / Fanfiction Três dias e uma Semana - Capítulo 16 - Objetivo ampliado

Em uma modesta casa que se localizava na cidade de Miami, um pai amoroso e dedicado passava o seu tempo livre com a sua filha de oito anos, esta, era fruto de um ex-casamento que durou mais ou menos cinco anos.

Dicken Johnson havia decidido aproveitar ao máximo o seu tempo com a pequena, pois ele pretendia viajar em breve e não saberia dizer quando retornaria à Miami. Dois dias depois, pegava o primeiro voou para o Texas, especialmente, para a cidade de Dallas. Ao desembarcar nesta, Johnson seguia as instruções escritas em um pedacinho de papel enviado pelo Senhor Lorenzo, alugou um carro e pôs os dados no GPS que o levou diretamente ao caminho da casa de Blanca Santiago, contudo, no caminho foi obrigado a parar em uma certa rua na qual um grupo fervoroso sorria e bebia em comemoração a algo. Não era dia de jogo tampouco feriado. Um súbito desejo de se juntar aquele pessoal, o fez estacionar o carro que alugara bem ao lado do bar onde o grupo estava.

XX

No Mesmo lugar, horas antes...

-Tatiana, você se lembrou de gravar a partida? –Perguntou Keila, baixinho. Os olhos esbugalhados e as mãos tampando-lhe a boca foi o suficiente para Keila entender a resposta.
-Desculpa, desculpa, desculpa. –Pedia em desespero. –Foi tudo tão rápido, tão emocionante, nem sequer me lembrei de gravar algo.
-Eu não quero piorar a situação, mas a tia Blanca vai nos matar, pois o único objetivo dessa partida era gravá-la e enviá-la para o Dicken Johnson e agora nós não temos essa gravação, e agora? –Keila também ficava nervosa e quando Charlene se aproximava as duas disfarçaram, porém não com muita perfeição, as meninas pareciam que estavam apertadas e que almejavam um sanitário urgentemente.
-Tudo bem meninas? –Perguntou Charlene, percebendo as expressões mal feitas. –Keila, o que foi? –O olhar da mãe foi o suficiente para a filha soltar a língua.
-Nos esquecemos de gravar a partida! –Exclamou já com os olhos lagrimejados, lamentava mais a perda do que a futura bronca, porém...
-Não se preocupe, o campo tem câmeras de seguranças.  –Disse displicente apontando para quatro câmeras penduradas nos postes que iluminava o local. Tatiana decaia os ombros em alívio. –O juiz é o vigia, ele desenrola para nós. –Concluiu ignorando a cara estupefata da filha.
-Mas mãe...
-Supúnhamos que eu e a Blanca já sabíamos que vocês iam se esquecerem desse detalhe e assim que a partida terminou, fomos perguntar ao juiz se ele sabia algo sobre o vigia do lugar e tivemos a sorte de ser ele a pessoa que precisávamos.
-Relaxa Keila, não precisamos de alta definição, só precisamos que o Dicken veja o que as Amazonas realmente são. –Disse Tatiana, dando tapinhas no ombro da amiga.

-VAMOS TODOS COMEMORAR O DIA DE HOJE! –Exclamou Mia. –TUDO POR MINHA CONTA! –Logo apontava para os dez homens restantes do time adversário. –Vocês estão convidados. –Jogava uma piscadela enquanto, sorridente, Blanca balançava a cabeça, e as demais assobiavam festeiras.

Duas horas depois, estavam todos embriagados, sorridentes e felizes pela vitória (barra) derrota da noite.

Aos pés das mesas juntadas, capacetes, shoulder pads e chuteiras, serviam como apoio para alguns pares de pés dos festeiros, estes que comiam amendoins, castanhas, nozes, todos os tipos de petiscos oleaginosos, pois o bar servia apenas isso.

-Então você é adotada? –Perguntou um dos rapazes.
-Na verdade não, os meus pais não me registraram, eles conheciam os meus pais biológicos de algum lugar e preferiram que eu continuasse sendo uma Santiago, então eles viraram apenas tutores, porém, nosso relacionamento vai mais além disso tudo, eu posso assim dizer que tive duas mães e dois pais de verdade.
-Ah bom, agora eu entendo por que a senhora casou-se com o seu irmão, não são irmãos. –Comentou Tatiana.
-Isso não é meio óbvio Tati? –Interpôs-se Keila.
-Você não entendeu, se os Lorenzos tivessem adotado a tia Blanca, registrado ela em seu nome, seria ilegal ela se casar com o Ramon. –Keila boquiabriu-se e encarou a Blanca.
-Isso é verdade. –Respondeu ela.
-Eu li sobre isso em algum lugar. –Alegava Sheila, tentando se lembrar de onde havia lido o assunto, enquanto isso o assunto da mesa mudara.  
-Então estão na luta para entrarem na Liga Nacional de Futebol? –Perguntou Mike, logo mais jogava uma boa quantidade de amendoins na boca.
-Sim, e talvez até mais que isso. –Respondeu Charlene.
-Mais que isso, Lene? –Iniciou Blanca. –Conquistar o patrocínio da NFL não é o suficiente? –Indagou com molejo.
-Talvez, para provar que somos tão boas quanto os homens, mas depois disso as nossas conquistas ainda serão restritas, jogar na liga será ótimo, ok, um sonho realizado, mas depois de realizá-lo, o que faremos? Depois de conquistá-lo, qual mulher vai querer se esforçar para ser uma Amazonas só pelo simples fato de ser?
-Eu penso que o amor pelo esporte em questão é o suficiente, você não acha? –Opinou Alyce.
-Você não entrou para o time porque amava futebol, entrou pela história que estamos escrevendo. –Justificou Charlene.
-Então a onde você quer chegar? –Perguntou Ellie.
-Meninas... –Iniciou ficando de pé. –Nós hoje jogamos com aquele micro uniforme, há times por aí que usa isso como publicidade, e isso torna as jogadoras, que são ótimas em campo, em produtos. É legal de ser ver? É, mas não podemos entrar em capo e saber que na arena há homens presentes pelo motivo de ver uma grande diversidade de mulheres vestindo lingeries e jogando futebol, isso é atiçar fetiche enrustido.  Queremos sair de uma vitória e ouvir parabéns e não o quanto eu sou excitante usando um shoulder pad. –Respirou fundou e continuou. –O que eu quero dizer é que devemos ser respeitadas e admiradas porque somos jogadoras... ótimas jogadoras de futebol americano. E sabem qual vai ser o nosso objetivo depois da cobertura da NFL?
-A Super Bowl, talvez? –Respondeu uma voz grave, a voz do Dicken Johnson.

Blanca ao vê-lo logo ficava de pé, Charlene sentava boquiaberta e as pessoas à mesa pareciam que estavam fazendo o desafio do manequim da Beyonce, exceto a Alyce, que ficava olhando de um para outro, tentando entender o que estava acontecendo.
-Pessoal, o que houve? –Perguntou na esperança de que alguém a respondesse, mas ninguém falava uma palavra, até ouvir um guincho que veio da Blanca.

-S... Sr. Johnson? –Indagou quando conseguiu formular uma palavra. Apressou-se para saudar o homem que estava com um excessivo sorriso branco no rosto, mas que a sua excessividade era um tanto atraente, capaz de ruboriza a Blanca Santiago quando sentiu o aperto de sua mão.  –Estamos... –Principiou arrumando discretamente os cabelos, afinal, estavam todos surrados da partida. –Bom, estamos comemorando algo. –Concluiu o guiando para uma cadeira perto dela. –Junte-se a nós.
-Será uma honra. –Respondeu com o permanente sorriso. 



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