História Trevas e Luz - Apocalipse - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Anjos Caídos, Apocalipse, Demonios, Fim Do Mundo, Nefilin, Portões Do Inferno, Semana Sangrenta
Exibições 8
Palavras 2.532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Segundo capítulo saindo...

Capítulo 2 - A fuga


Madrugada 27~28 de janeiro 2017 – Fim do primeiro dia
Depois do seu encontro com o anjo caído Gabriel apenas seguiu seu caminho para sala da segurança pensando se tudo aquilo que ele viu poderia ser verdade, se ele poderia mesmo ser a reencarnação daquele homem nobre e fiel a sua família.
Ele caminhava calmamente por um corredor com sua espada, recém recebida, na mão esquerda sem prestar muita atenção ao seu redor ate que uma das criaturas que viu anteriormente atravessa seu caminho.
Gabriel: porra mano você é feio viu – disse se encostando em uma parede, a criatura era um tipo de zumbi só que maior e era praticamente ossos e órgãos sem carne nem pele – desculpe mais não tenho muito tempo para brincar com você agora.
Em questão se segundos Gabriel já estava ajoelhado atrás da criatura de costas para a mesma com sua espada na mão direita apoiada com o bico no chão, a criatura apenas soltou um alto e estridente grito e caiu no chão já sem vida.
Gabriel: fácil – disse se levantando e guardando a estada na bainha – ainda não acredito, mais já é um começo, pelo menos posso me proteger – disse voltando a caminhar e passando por um corredor sem notar uma presença.
???: Impressionante, tenho que dizer – disse se apoiando na parede.
Gabriel nem se virou para olhar só parou e soltou um suspiro longo abaixando a cabeça e passando a mão na nuca.
Gabriel: obrigado Daniel, um elogiou vindo de você era o que eu menos esperava – disse Gabriel se virando para encará-lo e lá estava aquele que todos os demônios sentiam medo e raiva pela traição de seu pai.
Daniel: sabe que sou muito gentil né, então decidi deixar o ultimo demônio dessa escolinha pra você – falou o homem com a jaqueta vermelha se aproximando do jovem – e por falar nisso gostei da espada, onde arranjou?
Gabriel: muito obrigado pela honra e a espada digamos que é uma herança que eu tinha perdido há muito tempo – falou começando a andar novamente, em direção a sala da segurança.
Daniel: legal – disse acompanhando Gabriel – a e encontrei seus amiguinhos, os ajudei com uns demônios e os deixei em uma sala perto da saída da escola.
Gabriel: valeu.
Daniel: por nada, mais para onde que você ta indo mesmo?
Gabriel: vou para sala da segurança, lá tem algumas armas.
E assim seguiram os dois caminhando calmamente pelos corredores escuros da escola que costumavam a ser agitados só que agora se encontravam em total silencio.
POV Gabriel
Já tinha um tempo que estava andando pelos corredores da escola junto com Daniel, expliquei para ele como consegui a espada e ele debochou da minha cara, jurei que se ele tentasse fazer isso novamente ele já era e parece que ele entendeu.
Finalmente depois de uma longa caminhada pela escola chegamos à sala da segurança que ficava nos fundos da escola, fiquei impressionado pelo que Daniel disse, ele realmente tinha matado todos os demônios que estavam na escola.
Daniel: e como vamos abrir essa porta afinal?
Gabriel: com a chave? – falei tirando a chave do bolso e colocando na maçaneta girando logo em seguida e empurrando a porta.
Daniel: puta que pariu isso é uma escola ou um batalhão? – falou ele olhando as varias armas penduradas nas paredes ou encima das mesas.
Gabriel: digamos que essa escola é um “batalhão temporário” do exercito em tempos de crise – disse também olhando as armas.
Daniel: essas armas são impressionantes, mais as minhas são muito mais – disse tirando as armas de trás das costas.
Gabriel: claro as armas gêmeas, além da espada maldita, Gladius Maledicti– falei indo ate uma mesa e vendo as pistolas.
Daniel: conhece-me bastante em nefilin – falou encostando-se a uma parede.
Gabriel: temos que conhecer quem é mais forte que a gente não? – falei pegando um coldre para duas armas e colocando na cintura.
Daniel: se fosse assim eu te conheceria muito bem.
Gabriel: nem sou tão forte assim, só descobri que sou sucessor de um filho de um anjo, nada de mais – disse pegando duas pistolas .40 e colocando no coldre – alem do mais já te disse que meu antecessor não era apenas filho de um anjo como também filho de uma demônio?
Daniel: e tem demônios fêmeas?
Gabriel: que nada eles são um bando de viados – falei como uma indireta.
Daniel: ha.ha.ha adorei – disse irônico – e pra mim eram os anjinhos que tocavam harpa – falou sarcástico.
Gabriel: to nem ai pra isso, afinal não sou filho de anjo sou sucessor de um – falei colocando munição em uma mochila que peguei no caminho.
Enchi a mochila com uma quantidade considerável de munição e com algumas outras armas, coloquei nas costas e saímos da sala a trancando, guardai a chave no bolso e comecei andar em direção ao prédio, olhei vagamente para o céu que mesmo já estando umas 18h40min ainda estava claro com uma tonalidade vermelha.
Gabriel: onde que você deixou os outros? – perguntei a Daniel que ia mais atrás de mim.
Daniel: relaxa, eles estão numa sala perto da saída, acho que é a diretoria pelo que eles disseram.
Apenas abaixei a cabeça e comecei a andar mais rápido para dentro do prédio, por onde passávamos só havia cadáveres e sangue derramado uma verdadeira cena de filme de terror, pensei.
A cada corredor que passava eu lembrava tudo que aconteceu naquele lugar, minha primeira briga minha primeira suspensão, a primeira surra que dei em um exibido, confesso que sorrir ao lembrar aquele dia, meu primeiro beijo, meu primeiro amor e meu coração partido, tudo isso são erros de um passado que vou tentar esquecer e a partir dessa noite nunca mais lembrar nem olhar para as coisas ruins do passado só as coisas boas, os amigos que fiz e os momentos que passei com eles.
Chegamos tão rápido que constatei que devo ter viajado durante o caminho todo, sou acostumado a viajar quando não to fazendo nada, quando abri a porta nem tive tempo de me pronunciar e alguém se jogou encima de mim.
???: que bom que você ta bem, nunca mais faca isso ok nunca mais – dizia a pessoa com uma voz embaçada não permitindo-me identificar quem era, mas sabia que era uma pessoa muito intima para pular assim encima de mim.
Gabriel: calma eu to legal, calma – disse acariciando os longos cabelos, só ai senti o perfume inconfundível era minha Irma adotiva que estudava na escola só que ela era 2° ano, ela tinha 16 anos – calma Bia ta tudo bem.
Bia: tudo bem nada você sai assim sozinho no meio desse inferno e diz que ta tudo bem – disse ela saindo se cima de mim e sentando ao meu lado.
Gabriel: eu sei me cuidar ta – falei também me sentando e a olhando.
Bia: só não faz mais isso – falou olhando para mim com uma cara emburrada.
Gabriel: não garanto nada – disse sorrindo e me levantando a ajudando a levantar – e então todos estão bem? – perguntei olhando envolta, tinham uns oito alunos da minha sala entre eles o Josh
Josh: sim estamos – falou se aproximando de mim – e você onde estava?
Gabriel: por ai.
Daniel: ok agora que já encontrou seus amiguinhos eu já vou indo, ainda tenho uma missão a cumprir – falou se dirigindo a porta e antes dele abrir saquei uma das .40 e atirei na sua frente.
Gabriel: agora que a festa ta boa se quer cair fora, calma ai – falei guardando a arma – sinto que sua missão tem a ver com tudo isso que ta rolando aqui então pensei que poderíamos nos ajudar, eu te ajudo a cumprir sua busca e você me ajuda a reparar a bagunça que ta rolando aqui?
Daniel: a proposta é boa, mais eu não trabalho em equipe então valeu mais tenho que recusar – falou ainda de costas e depois de alguns segundos se virou – ok eu te ajudo com seu propósito de limpar essa cidadezinha patética – disse estendendo a mão para eu apertar.
Gabriel: então saiba que não vai se arrepender – falei apertando sua mão – bem gente é melhor tarem com as coisas arrumadas vamos sair da cidade, na base que tem ao leste deve ter alguma concentração militar e devem ter evacuado boa parte da cidade para lá – falei os olhando seria – vamos para lá e depois eu decido qual o próximo passo – falei para Daniel que estava ao meu lado.
Todos pegaram as coisas e saímos da diretoria que na verdade ficava no lado oeste do prédio e o estacionamento ficava do lado leste, ou seja, temos que cruzar cerca de 300 metros pelos corredores escuros e cheios de cadáveres.
Cerca de vinte minutos de caminhada depois chegamos ao estacionamento, tinha uns cinco demônios entre os carros, eu disse para esperarem dentro do prédio e só saírem quando eu desse a ordem.
Eu e Daniel saímos do prédio e só ai percebi que estava muito enganado tinham mais de dez demônios no estacionamento, paramos de caminhar e nos entre olhamos por um tempo, depois viramos para os demônios.
Daniel: essa festa vai bomba – disse ele sacando as armas gêmeas e começando a andar atirando em alguns demônios.
Eu fiquei só olhando ele fazer o que sabia fazer melhor, um dos demônios tentou me atacar pela direita, desviei meu corpo habilmente para a esquerda e saquei a Tear (n/a: nome da espada do antecessor dele) e o parti ao meio em um só golpe, outros demônios vieram atrás de mim, guardei a Tear na bainha e saquei as pistolas, sai correndo entre os carros atirando nos demônios que via pelo caminho.
No final só sobraram os cadáveres daquelas criaturas e as cápsulas das balas espalhadas pelo chão do estacionamento, fui ate Daniel que estava sentado sobre o capo de um carro, um mustang 67, que era do diretor.
Daniel: belo carrinho esse – falou ele saindo de cima do carro e olhando.
Gabriel: tenho que concordar – falei indo ate seu lado e passando a encarar o carro também – vamos temos que chamar os outros – disse voltando em direção ao prédio e ele me seguiu.
Daniel: ai se já notou que não vai dar pra levar todo mundo né?
Gabriel: como não vai dar?
Daniel: por que não temos um carro que caibam todos – disse e só ai que notei, mais olhei para o lado e sorri.
Gabriel: e pra que, que serve uma van em? – ele olhou para onde eu olhava e se rendeu.
Fomos ate onde os outros estavam eles estavam preocupados principalmente minhas Irma que quase me matou com o abraço de tão apertado que estava, seguimos ate a van, e quando ia subir olhei para o lado e vi algo que me interessei muito.
Gabriel: gente vão indo e esperem no portão que eu vou ver uma coisa ali – disse tirando a mochila e entregando a minha Irma.
Bia: você vai pra onde, entra aqui pra gente cair fora daqui logo – disse ela preocupada, mas saiu mais como uma ordem.
Gabriel: calma, só vou pegar uma coisinha ali e já vou indo – falei fechando a porta da van e dando sinal para o Daniel ir e assim se foram.
Andei calmamente admirando a vista que tinha, na minha frente tinha uma Yamaha Shadow totalmente preta e ainda mais com a chave na ignição, encima do banco tinha um sobre tudo preto de manga curta, sorri bobamente observando a maquina a minha frente, depois de alguns minutos admirando peguei o sobre tudo e coloquei, peguei a Tear e dei um jeito de prender nas costas, montei na moto de dei partida, o motor roncou alto e rouco, dei algumas aceleradas admirando aquele barulho, passei marcha e sai acelerando por entre os carros do estacionamento.
Cheguei rapidamente ao portão de saída e parei ao lado esquerdo da van, desliguei a moto e fiquei esperando a reação deles.
Josh: filho da mãe foi isso que você foi pegar – disse de dentro da van olhando a moto.
Daniel: gostei do brinquedinho – falou também admirando a moto – já ouviu falar de compartilhar?
Gabriel: já mais não é minha praia – falei lhe respondendo.
Bia: de onde que se tirou essa moto?
Gabriel: digamos que esqueceram a chave na ignição, e alem disso é o fim do mundo quem for o dono já deve ter morrido – disse voltando a ligar e ouvindo a “musica” feroz que saia do motor – agora vamos logo que eu não suporto ficar aqui nem mais um minuto.
Sem dizer mais nada acelerei a moto, e sai na frente pela longa rua que leva ate a escola, segui mais um pouco e parei em frente a uma praça, não demorou e a van parou ao meu lado direito.
Gabriel: bem Daniel já que você é novo na cidade então é só me seguir – falei saindo com a moto e ele veio logo atrás com a van.
Seguimos pelas ruas desertas da cidade, ate achei estranho não tinham demônios nas ruas, mais como tudo que é bom dura pouco a nossa sorte também durou, em uma rua que levava para a saída da cidade tinha um grupo com uns trinta demônios, parei a moto bruscamente e a van que vinha logo atrás parou também.
Daniel: uau eles capricharam agora – disse colocando a cabeça para fora da janela.
Gabriel: Bia – chamei a atenção dela que estava admirada com as criaturas à frente – abri a mochila que eu te dei e me dá uma granada – ela balançou a cabeça e logo me entregou uma granada pela janela – só sigam em frente depois que a granada explodir.
Liguei a moto e segui para frente da rua, acelerei um pouco para os demônios me enxergaram e parece que deu certo, arranquei com tudo em direção a ele, tirei minha mão esquerda do guidon da moto sacando minha arma começando a atirar em alguns dos demônios a minha frente, olhei para a esquerda e vi uma espécie de prancha formando uma rampa, sorri com uma idéia em minha mente, direcionei a moto para a rampa e acelerei ainda mais, passei pela rampa e a moto deu uma rápida “voada” por cima dos carros e joguei a granada entre os demônios.
Aterrissei do outro lado dos demônios e virei à moto na direção deles que em um minuto explodirem como fogos de artifício, logo depois da explosão a van com o pessoal apareceu por entre a fumaça e parou ao lado da moto.
Daniel: cara você é doido viu.
Gabriel: obrigado – disse sorrindo e virando a moto voltando ao caminho onde estávamos indo.
Continuamos pelo caminho ate chegar a uma ladeira que levava ate o batalhão militar, de longe já dava para ver as luzes vindas de lá, com certeza tinham evacuado as pessoas e as levado para lá.


Notas Finais


Desculpem por qualquer erro de gramática ou incoerência na história, ainda estava começando quando escrevi.


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