História Trevas e Luz - Apocalipse - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Anjos Caídos, Apocalipse, Demonios, Fim Do Mundo, Nefilin, Portões Do Inferno, Semana Sangrenta
Exibições 4
Palavras 2.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Dois capítulos seguidos e ainda vem mais por ai hehehe

Capítulo 3 - A promessa


28 de janeiro de 2017 – Segundo dia
POV Gabriel
Continuamos pelo caminho ate chegar a uma ladeira que levava ate o batalhão militar, de longe já dava para ver as luzes vindas de lá, com certeza tinham evacuado as pessoas e as levado para lá, sumimos a ladeira e quando chegamos vimos que a base do exercito estava cheia de moradores.
Fui com a moto e parei na guarita que tinha na frente da base, um tempo depois um soldado saiu da guarita e veio nos recepcionar, desliguei a moto e fiquei sentado encima esperando ele chegar mais perto.
Soldado: ola posso ajudá-los? – perguntou o óbvio.
Gabriel: claro, podemos entrar ou é particular?
Soldado: primeiro quero que se identifiquem – falou fazendo uma cara seria querendo se parecer superior.
Gabriel: somos um grupo de estudaniels da escola, ou melhor, um grupo de sobreviventes – disse apontando para os outros que já estavam fora da van apenas observando.
Soldado: ok podem passar, coloquem os veículos ali e depois entreguem as chaves a mim – falou o guardinha apontando para um galpão, ele só poderia estar brincando eu entregar as chaves da minha shadow nem a pal.
Gabriel: beleza, só que eu não vou lhe dar a chave da minha moto – disse dando partida na moto.
Soldado: como assim, você tem que me obedecer – falou se exaltando vindo em minha direção, que saco – anda logo me da à chave que eu guar..
???: O que ta acontecendo aqui? – perguntou um cara mais alto que o guardinha tinha a mesma roupa, que era verde com detalhes em azul, estilo militar.
Gabriel: nada de mais, é que esse seu soldado incompetente esta tentando se auto-promover em tenente e pegar a chave da minha moto a forca e isso eu não vou fazer – me expliquei.
???: Ok, podem passar – disse ele tirando o guardinha cabeça quente da frente para eu não pisar ele – a e depois venha ate o posto de comando que eu quero falar com você, meu nome é tenente-coronel Adrian James – disse estendendo a mão para mim.
Gabriel: prazer em conhecê-lo, meu nome é Gabriel – falei segurando sua mão – vamos gente – falei acerando a mão e seguindo para o galpão, que estava cheio de veículos.
Daniel: bem que você disse que não gostava de compartilhar – disse chegando perto de mim.
Gabriel: pois é sou assim – disse travando a moto e depois ativando o alarme, vai que aquele filo da puta tenta alguma coisa ele vai ver.
Saímos do galpão e fomos ate onde estavam às barracas, por um minuto senti um frio na espinha como se estivesse sendo observado mais ignorei e continuei meu caminho silenciosamente.
Logo estávamos onde estavam às barracas que ficavam em um campo que eu acho que era para o treino dos soldados fiquei observando de longe e vi minha Irma parada no meio das barracas conversando com alguém que estava sentado, segui o caminho ate ela e o Daniel foi para o lado onde os moleques da minha sala estavam.
Gabriel: posso sentar ou to atrapalhando – disse por trás da Bia percebendo que ela estava conversando com minha mãe Victoria, que quase pulou encima de mim mais se controlou.
Victoria: Gabriel meu filho estava tão preocupado com você, como você esta? Machucou-se? – perguntava ela enquanto me abraçava quase quebrando minhas costas.
Gabriel: não se preocupe mãe eu to legal, mais da pra parar de me apertar? – perguntei e ela me soltou – valeu já tava ficando sem ar.
Bia: e ai conseguiu se livrar do soldado do portão? – perguntou com um tom de deboche.
Gabriel: se ele continuar enchendo meu saco ele vai se arrepender – falei encostando-se a uma arvore que tinha ao lado.
Victoria: Gabriel – disse me repreendendo.
Gabriel: só estou falando a verdade – falei dando de ombros – cadê o pai?
Victoria: ele disse que iria falar com o comandante da base e saber mais o que estava acontecendo – falou ela deixando um suspiro escapar.
Gabriel: acho que ele não percebeu que o apocalipse esta acontecendo – falei me desencostando da arvore e pegando a Tear que estava encostada na barraca – vou ali ver uma coisa e já volto ok.
Victoria: tudo bem mais depois você vai me explicar por que está com duas armas e uma espada ok – falou me encarando com uma cara de suspeita.
Gabriel: não se preocupe mãe, depois eu explico – falei me direcionando ao que pelo que eu saiba era a sala de comando da base para falar com o tal do Adrian.
Segui caminhando calmamente por entre as barracas atraindo olhares surpresos já que a maioria das pessoas da cidade me conhecia e sabia que eu era do tipo vagabundo mais foda-se to nem ai pra isso.
No meio do caminho encontrei meu pai que quase caiu para trás ao me ver, me perguntou se eu estava bem eu disse que sim e bla bla bla, depois de despachar meu pai continuei o caminho, passei pelo guardinha da portaria e dei uma piscada de olho e um sorrisinho sarcástico e ele ficou se corroendo de raiva e finalmente cheguei à sala de comandos da base, bati na porta duas vezes só pra parecer educado, na verdade não tava nem ai pra isso, e recebi um entre como resposta entrei e tinham uns cinco soldados envolta de uma mesa no centro da sala.
Adrian: a Gabriel que bom que veio, por favor, entre logo – disse mostrando um sorriso que identifiquei como falso, ótimo.
Gabriel: bem posso saber por que me chamou aqui, ande logo e fale a verdade não como nada desde ontem meio dia – sim eu estava com muita fome e isso geralmente me mudava, e por falar nisso já eram 02h40min da madrugada (n/a: só em fics pro cara ficar de meio dia a duas da manha sem comer).
Adrian: ok serei breve – disse mudando sua cara para seria – pelo jeito que você estava calmo mais cedo mesmo com suas roupas sujas de sangue prova que você sabe lidar com essa situação e sabe o que esta acontecendo, queria saber o que exatamente esta acontecendo aqui? – porra esse cara é mais burro do que parece.
Gabriel: se não estiver enganado, o que ta acontecendo é que finalmente chegou o fim da porra do mundo, em outras palavras esse é o apocalipse – falei e vi os otarios se entre olharem e depois olharem para mim descrentes.
Adrian: mais como assim apocalipse pode ser mais claro?
Gabriel: desculpa não é desacato não mais você é burro viu – falei o encarando – mano tem monstros andando por todos os cantos da cidade, o céu ta vermelho como sangue e você ainda têm duvidadas, lastimável – falei cruzando os braços e abaixando a cabeça, me levantei logo depois e me prontifiquei a sair pela porta – se era só isso já vou indo, estou com muita fome.
Adrian: espere – parei no batente da porta e esperei ele concluir – poderia nos ajudar a enfrentar isso?
Gabriel: desculpe mais tenho que resolver meus problemas antes – falei saindo sem olhar para trás.
Caminhei por alguns minutos ate chegar onde estava minha família e pude ver que alem de meus pais e minha Irma o grupo da escola estava junto e pra piorar a puta da Lindsay tinha sobrevivido.
Lindsay: olha quem apareceu se não é o novo herói da cidade – desse com a maior cara de puta falsa do caralho – e então herói me da seu autografo?
Gabriel: do se for um murro na sua cara – falei baixinho mais para todos ouvirem.
Josh: shiii se forem ter suas briguinhas saíam daqui ta – falou o mane debochando, simplesmente peguei uma quentinha que minha mãe tinha me dado levantei e fui para perto de uma arvore que estava meio distante.
POV Gabriel off
POV Bianca
Ok esse filho de uma puta do Josh pegaram muito pesado com o Gabriel, ele sabe muito bem que o meu irmão não gosta desse assunto e mesmo assim fica com brincadeiras e essa puta também não vale nada, ai que vontade de esganar gente.
Josh: e o otario pegou ar hahaha – falou o filo da puta caindo pra trás de tanto rir.
Bia: claro seu filho da puta – falei me levantando e dando um tapa na cabeça de Josh – e você sua puta, é melhor parar de brincadeiras com meu irmão ta, vagabunda – disse olhando para a vagabunda da Lindsay que só respondia com uma cara de inocente e desentendida.
Sai dali e fui em direção a onde meu irmão estava ele já sofreu demais nesse mundo nossos pais não sabem o que ele passou quando descobriu que a vagabunda da Lindsay tinha traído ele, eles estavam viajando a negócios, no fim eu que tive que o amparar e lhe apoiar para que ele não fizesse uma besteira.
Bia: você ta legal – perguntei sentando ao seu lado e encostando-me a arvore atrás de mim.
Gabriel: não se preocupe, eu to bem só com vontade de matar duas pessoas que não deveriam estar nesse mundo – falou ele em um tom frio ainda sem me encarar.
Bia: se acalma – falei segurando seu rosto e virando em minha direção, ele estava triste – você sabe que não gosto de te ver com essa carinha.
Gabriel: desculpe – disse ele me encarando – assim melhorou – falou forçando um sorriso.
Bia: que nada sei que você sabe fazer melhor.
Gabriel: ok mais agora eu não to afim – falou voltando a comer.
Ficamos em silencio por vários minutos apenas observando o horizonte do céu que mesmo sendo a noite estava vermelho como sangue.
Bia: e então irmão, o que vai acontecer daqui pra frente? – tentei puxar um assunto qualquer.
Gabriel: eu não sei mais posso garantir uma coisa, eu vou fazer tudo que eu posso para que nossa vida volte ao normal e possamos continuá-la de onde paramos – disse ele me encarando nos olhos – é uma promessa, Irma.
Bia: mano – disse sorrindo – acredite ou não mais você foi e sempre será a melhor coisa que já me aconteceu, eu te amo meu irmão.
Gabriel: também te amo maninha – falou me abraçando.
Ficamos algum tempo assim depois nos levantamos e fomos a caminho das barracas mais paramos no meio do caminho por causa daquele cara estranho o tal Daniel.
Daniel: ora, ora nefilin queria tirar uma duvida e você é o único que pode fazer isso.
Gabriel: claro que sim Daniel – falou o mano o encarando com um sorriso no rosto – Bia volta para as barracas e diz pra ninguém chegar perto daqui ok? – não disse nada e só o obedeci e sai dali.
POV Bianca off
POV Gabriel
Estava esperando por isso uma luta de verdade contra alguém que saiba lutar de verdade, um tempo depois que minha Irma saiu um grupinho de pessoas se juntou ao nosso redor, ótimo vou ter uma platéia.
Daniel: não pense que vou pegar leve com você – falou sacando a Gladius Meledicti.
Gabriel: e quem disse que quero que pegue leve – falei sacando a Tear e a fincando no chão – ninguém se aproxime, se chegarem a menos de vinte metros daqui acreditem não vão querer saber – disse a platéia que estava ao nosso redor.
Segurei o cabo da Tear, fechei os olhos e comecei a conjurar uma barreira de poder para nenhum dos golpes ferirem os “xeretas” a nossa volta, o Daniel também fez o mesmo, depois de alguns minutos a barreira já estava formada.
Mesmo com a barreira formada fiquei de olhos fechados esperando o primeiro ataque de Daniel que não demorou a vir, ele tentou um ataque furtivo vindo de cima, apenas desviei para o lado e o deixei passar direto, ele tentou novamente um ataque dessa vez pelo lado, peguei a espada e me defendi, mais com o impacto do golpe acabei sendo empurrado e quase cai.
Daniel: impressionante, conseguiu sentir o golpe aéreo e ainda defendeu um ataque lateral muito bom.
Não o respondi apenas fui ao seu encontro, tentei um golpe diagonal da direita para esquerda mais ele desviou sem muito esforço, sem perder tempo Daniel tentou me dar um chute no estomago mais saltei para trás, novamente Daniel tentou um ataque furtivo, mas dessa vez não desviei e sim bloqueie com a Tear, tenho que dizer que não foi uma boa idéia, acabei por ter que ajoelhar por causa da pressão.
Gabriel: é você não é tão ruim assim Daniel – falei tentando agüentar – mas, vamos o ver o que você faz perante isso – tentei concentrar todo o poder sagrado que tinha na Tear e parece que deu certo.
  A lâmina começou a emanar uma luz azul bem claro - a cor do céu pensei - e uma aura que passava confiança e poder ao mesmo tempo, sentia a mesma energia tomar conta do meu corpo e aos poucos fui levantando e não sei como fiz pressão com a lamina e empurrei Daniel para longe.
Gabriel: e agora o que achas de mim? – ele apenas me olhou descrente e depois deu um de seus sorrisos de escárnio.
Daniel: não vou lhe responder nada nefilin – nesse momento o vi despejar uma grande quantidade de poder demoníaco no campo que estávamos uma quantia tão grande que se não tivéssemos criado a barreira a nossa “platéia” seria muito afetada.
Gabriel: incrível mais devo lhe lembra que também tenho descendência demoníaca – lhe disse e toda a energia que me rodeava se transformou, de uma aura que passava confiança para uma que passava medo, a Tear já não era, mas azul e sim roxa uma roxo que transmitia ao mesmo tempo luxuria e dominação.
Em um ultimo ataque nos s dois partimos de encontro um ao outro e atacamos ao mesmo tempo e assim ficamos medindo forças com as espadas ate que, com um movimento que nem mesmo eu sei explicar eu jogo a sua espada para longe e coloco a lamina de Tear no pescoço de Daniel.
Daniel: é por essa em não esperava – disse ele levantando as mãos em sinal de rendição – eu me rendo.
Tirei a lamina de seu pescoço e fui em direção ao meio do “campo de batalha” se é que posso chamar assim, finquei a minha espada no chão e comecei a sugar todo o poder concentrado no campo, que era muito, depois de algum tempo retrocedi a energia que estava emanando de meu corpo e olhei em volta, caras de surpresa e medo era o que via afinal ninguém poderia imaginar que aquele vagabundo que só causava problemas poderia ser tão forte.
Gabriel: aqueles que estão aqui presentes e sabem quem sou existe apenas uma coisa que quero lhes falar, juro pela minha vida que darei um fim a esse inferno que estamos passando e que voltaremos a nossas vidas normais como eram antes – falei levantando erguendo a Tear e vi muitos dos presentes com uma cara de descrença – não se preocupam, aqueles que me conhecem bem sabem que nunca volto atrás com minha palavra.


Notas Finais


Vixe, personagem principal incorporou o Naruto agora kkkkk.
Bem por enquanto é isso, até mais.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...