História Trevas e Luz - Apocalipse - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Anjos Caídos, Apocalipse, Demonios, Fim Do Mundo, Nefilin, Portões Do Inferno, Semana Sangrenta
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Palavras 2.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais capítulos iei

Capítulo 4 - A missão


28 de janeiro de 2017 – Segundo dia.
POV Gabriel
A luta com o Daniel tinha sido um bom treino para testar minhas habilidades que mesmo não estando completas já eram um começo.
Depois da luta eu fui ate a arvore que estava com minha Irma antes para pensar um pouco no que eu poderia fazer para consertar essa merda que ta acontecendo, fiquei sentado embaixo da arvore por um tempo meditando.
Em um instante eu tinha sido “tele transportado” para um lugar todo escuro em que apensa uma luz iluminava exatamente onde eu estava de pé.
???: e então gostou de seus poderes? – me perguntou uma voz um pouco conhecida atrás de mim.
Gabriel: sim são bem fodas Azazel – falei cruzando os braços – não sabia que meu ancestral era tão forte assim.
Azazel: você nem imagina o verdadeiro por de antecessor – disse ele se revelando das sombras com a mesma roupa de antes (n/a: como sou muito preguiçoso não vou descrever, é só ir ao capitulo um e ver) – mas mudado de assunto, agora que já esta fora de perigo vou lhe contar a verdadeira historia sobre a “morte” de seu antecessor – disse ele fazendo aspas com as mãos quando falou a palavra morte.
Gabriel: sou todo ouvido – falei o encarando.
Azazel: como já deve ter visto na visão quando tocou na primeira esfera – ok primeira esfera isso quer dizer que tem outras, decidi não lhe perguntar agora por que sei que ele mesmo vai me explicar – seu antecessor morreu durante uma batalha, essa batalha foi a que levou o reino humano de Irios a sua queda, a batalha que deu inicio a rebelião demoníaca.
Gabriel: isso eu já sei, veio com o “pacote” de memórias do meu antecessor – o interrompi.
Azazel: deixe-me continuar – falou ele me encarando – depois da luta que você deve ter presenciado eu encontrei seu ancestral a beira da morte, ele estava muito ferido para ser curado, como éramos amigos ele me pediu um ultimo favor – ele fez uma pausa mais logo continuou a falar – ele me pediu para dividir seus poderes em três partes, cada parte representando um sentimento, alem disso também me pediu para conjurar um feitiço para que sua alma ficasse vagando pelos tempos ate que alguém digno nascesse e então ele reencarnaria.
Gabriel: e esse alguém digno sou eu? Isso so pode ser uma brincadeira – falei o interrompendo mais uma vez.
Azazel: será que posso terminar – perguntou suspirando – como ele me ordenou fiz conjurei o feitiço e dividi seus poderes em três partes, uma representava seu ódio, outra a sua perseverança e a ultima representava o amor que tinha em seu coração – ele explicou por fim me encarando serio – você já tem a alma de Willian e uma das três partes de seus poderes – ele terminou ainda me encarando.
Gabriel: então qual a parte que eu tenho dos poderes de meu antecessor? – perguntei também lhe olhando serio.
Azazel: na escola você absorveu a menor parte dos poderes de Willian, a representação do ódio – explicou fintando o chão.
Gabriel: ok então tecnicamente falando ainda tem, mas da metade dos poderes do meu ancestral para eu despertar, impressionante – falei sarcástico também olhando o chão – espera por acaso você não sabe onde posso encontrar as outras partes dos poderes?
Azazel: mesmo que tenha sido eu quem tenha dividido os poderes de seu ancestral eu apenas sabia de duas partes, a outra foi roubada há muito tempo.
Gabriel: qual foi a parte roubada? – perguntei meio que preocupado não sei por que.
Azazel: a parte roubada foi a que representa a perseverança – não sei por que mais senti um alivio no coração quando ele falou isso.
Gabriel: então vou ter que recuperá-la, ótimo, e a outra parte onde está localizada? – mesmo que ele diga que é muito longe vou achá-la já que é um “pedaço de mim”
Azazel: a parte que representa o amor está localizada em um compartimento oculto que fica abaixo do altar da igreja da cidade de onde você mora – porra velho eu estava na porra da cidade e agora ele me diz que essa merda estava lá também por que ele não me disse isso antes, eu teria ido logo lá meu.
Gabriel: vou nem perguntar por que você não me contou sobre isso antes – falei com uma cara emburrada por que tinha que voltar a porra da merda da cidade de novo – ok então vou ter que voltar a cidade se quiser pegar essa parte dos meus poderes.
Azazel: infelizmente sim – disse de cabeça baixa – bem acho melhor você voltar já que tem uma grande missão pela frente – falou ele me fintando – quando chegar à igreja vou lhe contatar para lhe dizer como abrir a passagem secreta abaixo do altar, adeus.
Depois disso ele sumiu e a luz de onde eu estava foi se apagando aos poucos e logo se apagou por completo, aos poucos fui recobrando a consciência, estava novamente sentado abaixo da arvore que estava antes fiquei ali sentado digerindo as informações que acabei de receber, mal podia acreditar que tenho que voltar aquele inferno novamente porra.
Levantei e fui em direção onde tinha visto o Daniel pela ultima vez e como pensei ele estava sentado em um tronco de arvore junto com os outros moleques da escola e minha Irma.
Gabriel: nossa vocês nunca dormem não é? – perguntei sentando ao lado da Bia a abraçando.
Josh: o mundo ta acabando, pra que dormir? – disse de cabeça baixa olhando pra fogueira.
Bia: a mano o que foi aquilo quando você lutou com o Daniel, o ar ficou mais especo perto do fim da luta – disse ela desmanchando o abraço e me encarando.
Gabriel: digamos que não sou mas o mesmo Gabriel que vocês conheciam – falei olhando pra fogueira com uma cara seria.
Daniel: é como já disse você luta bem para um nefilim – disse o Daniel que ate então estava calado – mas e agora o que vamos fazer?
Gabriel: bem é por isso que estou aqui, já temos uma próxima “missão” – falei o encarando e ele fez o mesmo.
Daniel: ok e que é dessa vez, salvar um monte de velhinhas do asilo municipal? – perguntou sarcástico.
Gabriel: nossa como você é bom em adivinhação ou será que é por que seu pai esta nesse asilo? – perguntei com um sorriso debochando e ele fechou a cara – na verdade é para irmos ate a igreja a cidade, parece que o meu ancestral dividiu os poderes dele em três partes, eu já tenho uma e outra foi roubada e pelo que sei a ultima esta na igreja da cidade.
Bia: espera você vai voltar lá? Não nem a pau você volta naquela cidade – falou minha Irma me agarrando e começando a chorar – você disse que não ia me deixar de novo, não vai, por favor, não vai.
Gisele: é Gabriel sua Irma ta certa isso é muito perigoso – disse do outro lado da fogueira me encarando seria – a e que historia é essa de ancestral?
Gabriel: desculpem, mas tenho que ir à cidade reclamar o que é meu por direito – falei me separando da minha Irma e limpado suas lagrimas – não se preocupe eu voltarei para cumprir a promessa que fiz a você – falei a encarando e sorrindo – a e essa historia de ancestral eu explico quando eu voltar, já estou atrasado – falei me levantando e encarando cada um que ali estava – não se preocupem como disse a minha Irma irei cumprir a promessa que fiz a todos vocês.
Sai andando para onde estavam minhas coisas para me arrumar, seria uma viagem um pouco longa já que a igreja ficava do outro lado da cidade, a única coisa boa era que a igreja ficava perto da minha casa, ou seja, se quiser posso passar rapidamente por minha casa.
Arrumei apenas o necessário dentro de uma mochila, munição e um lanche já era o necessário, e fui em direção a garagem, por onde passava recebia olhares surpresos e ate mesmo de medo, continuei andando sem me importar muito com isso com isso, entrei na garagem e fui na direção que tinha deixando minha moto, montei e liguei logo em seguida e em instantes já estava à frente dos portões da base.
Ouvi um motor de caro vindo em minha direção e logo em seguida parar ao meu lado um Mazada RX8 preto, um de meus carros favoritos, os vidros baixaram mostrando Daniel no banco do motorista.
Daniel: ia me deixar fora da festa era? – perguntou sem me encarar acelerando de leve o carro.
Gabriel: claro que não afinal em todas as festas você sempre entra de penetra mesmo – falei também sem o olhar e acelerendo de leve a moto – mas vamos deixar de papo e vamos logo, já são quase cinco da manha e eu quero voltar antes do almoço.
Antes de ele responder mais alguma coisa sai acelerando na frente e ele não perdeu tempo e logo me seguiu.
POV Gabriel off
Enquanto isso em outro lugar da cidade, mais precisamente no topo da montanha que ficava ao lado da cidade Tanos observava tudo com um enorme sorriso no rosto.
Tanos: hahaha finalmente esse mundo será meu – disse comemorando.
Anton: lembre-se que também lhe ajudei nisso demônio – disse se revelado de detrás de uma arvore.
Tanos: não se preocupe eu sei que você também fez parte disso, porem seu pagamento só será lhe dado quando eu receber o meu – falou serio o homem com terno.
Anton: espero que sim – falou encostando-se a uma arvore – a um de meus subordinados me disse que um grupo de adolescentes fugiu da escola ontem.
Tanos: e o que eu tenho com isso, logo todos morreram – se mostrou desinteiriçado.
Anton: bem você que sabe, mais vou logo dizer que o filho de Ramon, líder dos exércitos do inferno estava junto com eles, Daniel é seu nome.
Tanos: interessante, mandarei alguns demônios para eliminá-lo, ele pode se tornar um problema – falou indo em direção a uma caverna – e você veja se não me causa problemas – disse encarando o seu “parceiro” e logo se encobrindo nas sombras da caverna.
Anton: isso esta começando a ficar interessante – falou indo em direção ao penhasco e observando a cidade.
Mais afastado dali Gabriel e Daniel andavam em alta velocidade pelas ruas da cidade que ate então parecia deserta, nenhum sinal de demônios e isso estava começando a perturbar Gabriel.
Gabriel pensamento: isso ta estranho da ultima vez a cidade estava cheia de demônios e agora parece uma cidade fantasma, isso não é bom.
Não demorou muito para que as suspeitas de Gabriel se confirmassem, eles andaram por mais algumas quadras ate que chegaram à rua principal da cidade que estava infestada de demônios da mais variada espécie.
Gabriel: é agora ficou difícil – falou parando a moto e olhando a longa rua.
Daniel: ai não tem nenhuma outra passagem para essa igreja não?
Gabriel: não, esse é o único caminho a igreja fica no fim dessa rua, só da para chegar lá por essa rua.
Daniel: então vamos começar a festa – disse acelerando o carro em direção ao bando de demônios.
Gabriel: esse cara é maluco – falou também acelerando a moto – vamos para a festa.
Ambos aceleravam feito loucos por entre os demônios que tentavam acertá-los, mas que era totalmente em vão já que não conseguiam, depois de alguns minutos já estavam do outro lado dos demônios.
Gabriel: você é louco – disse parando a moto e sacando uma das pistolas e atirando em alguns demônios que se aproximavam.
Daniel: olha quem fala a idéia de voltar aqui foi sua – falou parando o carro a alguns metros à frente – vamos logo para essa tal igreja pra gente sair logo daqui.
E assim seguiram em direção a uma praça não muito distante da rua principal da cidade, chegando lá parara os veículos próximo a porta da igreja para facilitar uma possível “fuga” caso algo acontecesse.
POV Gabriel
Parei a moto próxima a porta da igreja que não era muito grande mais também não era tão pequena.
Daniel: mais e ai o que estamos procurando ai dentro mesmo? – perguntou descendo do carro – espero que não seja difícil de achar.
Gabriel: não se preocupe eu já sei onde esta o que eu estou procurando – falei também descendo da moto e me direcionando a porta da igreja – pode deixar que não vamos demorar nem dez minutos ai dentro – falei tentando abrir a porta que estava trancada tomei um pouco de distancia e dei um chute arrombando a porta.
Daniel: nossa cadê seu respeito? – falou logo atrás de mim.
Gabriel: olha quem fala – falei entrando e me direcionando ao altar – é pelo que eu vejo demônios não gostam de rezar não é? – falei percebendo que tinham algumas pessoas mortas e o altar estava todo destruído.
Daniel: nem mesmo eu faria algo assim – falou e eu dei uma risada – que foi eu tenho um pouco de respeito.
Gabriel: eu sei – disse olhando em volta – tem alguém aqui – falei sentindo uma presença maligna vindo de detrás de uma porta.
Daniel: que foi ta com medo – falou se direcionando a porta – vamos dar um oi – falou chutando a porta fazendo-a ir ao chão.
Acredito que ele se arrependeu de ter feito isso, da porta onde ele arrombou saiu um monstro totalmente deformado sua cabeça era totalmente branca não tinha olhos nem boca nem mesmo nariz (n/a: tipo o slenderman), ele estava encharcado de sangue e em mãos tinha a cabeça do que parecia uma mulher.
Daniel: o bichinho veio – disse e o monstro olhou diretamente para ele.
Gabriel: e ele ficou ofendido – falei indo em direção a um dos bancos da igreja.
Daniel: me da uma ajudinha? – perguntou e eu apenas soltei uma risada.
Gabriel: você que o soltou, você que o mate meu amigo – falei sentando em um dos bancos da igreja – anda comecem logo, quero ver o show.
Daniel sacou as armas e começou a atirar na cara do bicho que só se mantinha parado sem fazer nada, Daniel continuava atirando sem parar, mas o bicho se quer se mexia, ate que em um movimento rápido o bicho correu em direção a Daniel lhe agarrando e lhe levando contra a parede.
Gabriel: ok já me cansei de te ver apanhar de algo tão patético – saquei a Tear e cortei fora a cabeça do monstro – pronto.
Daniel: valeu estou em divida com você nefilin – falou ele se recompondo – agora anda logo pega o que você tem que pegar e vamos embora.
Fui em direção ao altar e o observei por um tempo, de repente tudo ficou preto e me encontrei novamente naquela sala que falei como Azazel.
Gabriel: e então como posso abrir essa passagem? – perguntei fintando a escuridão sabendo que ele se encontrava ali.
Azazel: aperte a jóia vermelha no cabo de sua espada e ela se tornara a chave – falou ainda sem sair das sombras – antes de ir quero lhe perguntar uma coisa, sua vida esta para mudar totalmente, você está mesmo pronto para essas mudanças?
Gabriel: sim estou – respondi quase que imediatamente – depois nos falamos, adeus.
Voltei ao mundo normal e fiz o que ele mandou apertei a jóia vermelha no cabo da Tear e percebi que a lamina afundou um pouco para dentro do cabo e no lado contrario da lamina surgiu algo como uma chave, me aproximei do altar e o observei ate achar um espaço como se fosse uma fechadura, sem pensar encaixei a parte da espada que parece uma chave e girei.
A parede começou a emitir um barulho de engrenagem girando, e começou a afundar para dentro revelando uma passagem para o que parece o subterrâneo da igreja.
Daniel: nossa você já sabia de tudo isso – falou me observando sentando em um dos bancos da igreja.
Gabriel: espere aqui já volto – falei descendo as escadas.
Fui descendo as escadas por aquele caminho escuro ate que vi um brilho vermelho vindo de uma porta no fim do corredor, fui a caminho de lá e quando cheguei pude contemplar uma esfera do tamanho de uma bola de baseball flutuando no centro da sala, sem nem ao menos pensar fui em direção da esfera e a toquei.


Notas Finais


Yo aí gente, não é do meu estilo pedir isso entretanto por favor comentem, não estou pedindo isso por querer entretanto é desanimador ver q o trabalho que eu tive escrevendo foi em vão...
Bem até o próximo que sairá daqui a alguns minutos.


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