História Trevas e Luz - Apocalipse - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Anjos Caídos, Apocalipse, Demonios, Fim Do Mundo, Nefilin, Portões Do Inferno, Semana Sangrenta
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Palavras 2.727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - A garota de cabelos vermelhos


28 de janeiro de 2017 – Tarde/Noite do segundo dia

POV Gabriel
Fui descendo as escadas por aquele caminho escuro ate que vi um brilho vermelho vindo de uma porta no fim do corredor, fui a caminho de lá e quando cheguei pude contemplar uma esfera do tamanho de uma bola de baseball flutuando no centro da sala, sem nem ao menos pensar fui em direção da esfera e a toquei então como da vez que toquei a primeira esfera flashs passaram por minha cabeça.
Imagens formavam em minha cabeça, imagens representando memórias as memórias de meu antepassado, os momentos felizes que ele passou da infância ate a vida adulta, o amor de uma família, de um pai determinado e de uma mãe carinhosa, o amor daqueles que viviam a sua volta e principalmente o amor daquela que o tirou da solidão, daquela que o ajudou, a saber, o que realmente era o amor compartilhado por dia pessoas.
Fiquei travado em uma imagem, a imagem de meu antepassado com a princesa de Irios Rosely no dia do casamento de ambos e depois veio a imagem da morte dela, mesmo sabendo que não era eu quem estava ali no lugar dele vendo a pessoa que ele mais amava morrer cruelmente e não poder fazer nada, mesmo assim sentia a dor que ele sentiu e desejava que ela não se fosse.
Depois dessa carga de memórias me encontrava ajoelhado no chão frio do subsolo da igreja, lagrimas saião involuntariamente de meus olhos e não sabia por que motivo isso acontecei.
De repente um brilho vermelho se formou em minha frente, rapidamente me prontifiquei a olhar e eis que ali estava uma garota totalmente nua flutuando no lugar onde estava a esfera.
A peguei antes que ela caísse no chão e a coloquei em meus braços, só ai percebi que ela era extremamente parecida com a esposa de meu antecessor era quase igual, os mesmos cabelos vermelhos, o mesmo rosto angelical.
Gabriel: você está legal – perguntei vendo-a se mexer vagamente em meus braços – não se preocupe está tudo bem agora – tirei meu sobre tudo e coloquei nela afinal se Daniel a ver desse jeito nem sei o que ele vai propor para fazer com ela.
Depois de vesti-la com meu sobre tudo a coloquei em meus braços e sai da sala, subi lentamente as escadas observando o rosto dela, será mesmo que é Rosely a princesa de Irios, logo cheguei à saída do subsolo.
Daniel: que bom achei que – ele parou quando percebeu que estava segurando uma garota – nosso que “objeto” você veio pegar em – o ignorei e fui em direção a um dos bancos da igreja deixando a garota deitada e me dirigindo ao altar para pegar minha espada que estava na “fechadura” da passagem secreta, a peguei e a embainhei depois fui em direção a date e dei um soco na cara dele.
Gabriel: da próxima vez que falar dela assim não vai ser só um soco que você vai levar – falei pegando a chave do carro que ele veio – eu vou no carro com ela e você vai na moto, a chave ta na ignição.
Daniel: cara não precisava disso – falou limpando o sangue que escorria de sua boca – e pra onde vamos afinal?
Gabriel: para minha casa é perto daqui – falei já com a garota em meus braços indo em direção a saída da igreja.
Coloquei-a no banco de trás e depois entrei no carro e dei partida, vi Daniel montando na minha moto e também dando partida, passei marcha e sai em direção de onde ficava minha casa que não era muito longe da igreja só algumas quadras.
Não demorou para chegarmos a minha casa parei o carro na frente do portão e Daniel parou a moto do outro lado da rua.
Daniel: nossa família humilde a sua em – falou admirando a casa que tinha três andares.
Gabriel: família não, meu pai que é humilde – falei descendo do carro e indo ate a porta, que ao invés de ter uma fechadura comum tinha uma fechadura eletrônica por senha, digitei a senha e a porta destrancou.
Daniel: preciso de uma assim – falou entrando na casa enquanto eu ia pegar a garota, que ainda estava desmaiada, no carro.
Gabriel: tem refrigerante na geladeira e pizza no forno pode comer se quiser – falei passando por ele e subindo as escadas.
Daniel: divirta-se – falou ele com tom pervertido e quase que atirei nele, se eu não tivesse carregando essa garota.
Subi as escadas e entrei no quarto da minha irmã e a coloquei na cama, sentei ao seu lado e fiquei a admirando por um tempo, será mesmo que essa garota é a esposa de meu antepassado, observei seu corpo e idéias meio que inconvenientes passaram por minha cabeça mais logo tratei de afastá-las, a cobri com um lençol e fui procurar uma roupa da minha irmã para ela vestir afinal ela não pode ir pelada para aquele batalhão militar.
Depois de longos minutos procurando achei uma roupa que possa servir nela, uma calça jeans clara e uma blusa de alças estampada, peguei as roupas e depositei encima do criado mudo e fui para um lado do quarto onde tinha uma poltrona, sentei e fechei os olhos tentando organizar as informações.
Nem percebi o tempo passar sentado naquela cadeira, levantei o fui ate a janela a lua já estava a pico já tinha anoitecido e pelo visto nada da garota acordar, sai do quarto por um momento e fui em direção ao meu quarto, como sempre estava desarrumado, fui ate a capa e procurei por meu celular e achei debaixo do travesseiro, onde havia deixado, vi que a bateria estava cheia e decidi ligar para minha irmã para dizer que tava tudo certo.
Ligação on
Bia: alo quem está falando – dizia ela com uma voz de sono.
Gabriel: por que não salva meu numero em? Seria mais fácil para me ligar e para saber quem é – falei e acho que ela percebeu que era eu.
Bia: como pegou seu celular? Ele estava em casa.
Gabriel: nossa boa noite pra você também – falei sentando na cama – digamos que acabei a missão sedo e decidi dar uma passadinha aqui em casa.
Bia: legal – foi so o que ela me respondeu.
Gabriel: ai faz um favor pra mim, prepara uma barraca que de para duas pessoas - lhe pedi.
Bia: como assim duas pessoas? – ok o que eu ia dizer pra minha irmã “olha é que eu encontrei uma garota totalmente nua e ela vai dormi comigo”? .
Gabriel: so prepara a barraca – falei serio – a e mais uma coisa diz pra mãe e pro pai que vou demorar mais um pouco pra chagar ai, tchau – falei desligando o celular sem nem esperar uma reação dela.
Ligação off
Guardei o celular no bolso e fui em direção ao quarto da minha irmã para ver como a garota estava, e como havia deixado estava dormindo como um anjo, o que era na minha opinião, fui em direção da cama e sentei ao lado dela e fiquei a vendo dormir ela se parece tanto com a princesa de Irios, mas ela parece mais jovem.
Afastei os fios de cabelo ruivo que cobriam sue rosto e sem perceber comecei a acariciá-lo, sua pele era tão macia e tão banca que parecia a mais pura neve de inverno, aos poucos ela foi abrindo os olhos, eram inexplicavelmente vermelhos a mesma cor de seus cabelos, sua exprecao primeiramente foi de duvida e depois de terror.
???: o-o que eu to fazendo aqui – dizia a ela tentando se afastar de mim – oque você fez comigo? Por que eu to nua? – perguntava encurralada na cabeceira da cama.
Não lhe respondi apenas levantei e fiquei de costas para ela, seus olhos eram vermelhos isso quer dizer que não era a princesa de Irios, a princesa tinha os olhos verdes, se não é a princesa quem é essa garota?
Gabriel: não se preocupe eu não fiz nada com você – lhe respondi me direcionando ao criado-mudo e pegando as roupas que havia deixado ali – tome se vista e depois conversamos – lhe estendi as roupas e com muita cautela depois de alguns minutos ela pegou – estarei no quarto à frente, quando terminar vá ate lá e lhe responderei o que quiser saber – sai e fui para o meu quarto.
Sentei na minha cama e fechei os olhos começando a me concentrar, preciso falar com o Azazel.
Novamente estava naquela sala escura de antes, senti a presença de Azazel atrás de mim nem mesmo me virei para vê-lo.
Gabriel: o que significa tudo isso Azazel? Quem é aquela garota? – perguntei ainda sem me virar.
Azazel: não se preocupe com isso meu caro – falou vindo para minha frente.
Gabriel: como não posso me preocupar com isso, você disse que tinha escondido uma parte de meus poderes não uma garota, quem é ela? – perguntei já quase perdendo o controle.
Azazel: infelizmente não posso lhe responder isso, ate mesmo por que não sei quem ela é – falou abaixando a cabeça – como havia lhe dito guardei apenas a esfera que continha seus poderes naquela igreja.
Gabriel: ótimo, então terei que descobrir mais esse enigma sozinho – falei voltando ao mundo real – droga.
Abaixei a cabeça e fiquei ali sentado por um tempo tentando esvaziar a minha mente na tentativa de achar uma explicação lógica para o que está rolando desde ontem a tarde.
Depois de um tempo ouvi passos no corredor nem levantei meu olhar já sabia que era ela, ela possui uma energia inconfundível, ela se aproximou cautelosamente como se eu fosse um monstro que poderia devorá-la a qualquer momento, sorri com esse pensamento alguém me achando um monstro inacreditável.
Gabriel: não precisa ter medo, não sou o bicho papão – falei levantando o rosto e lhe fintando, seu rosto se mostrava confuso.
???: como vou saber de não é, eu estava nua e você estava acariciando meu rosto – disse ela ainda de pé na porta.
Gabriel: desculpe se te assustei – falei levantando e ela deu um passo para trás – não precisa ter medo, não irei te machucar, venha sentasse – lhe apontei a cama e fui em direção a cadeira que uso para mexer no computador, cuidadosamente ela se sentou na cama – e então o que quer saber.
???: quero saber quem é você e por que estou nesse lugar?
Gabriel: meu nome é Gabriel e digamos que eu te encontrei.
???: como assim me encontrou, responda.
Gabriel: digamos que eu estava procurando algo que eu perdi e te achei.
???: e por que eu estava pelada?
Gabriel: foi como eu te achei, eu não queria colocar uma roupa em você se não quando acordasse iria dizer que eu me aproveitei de você enquanto dormia.
Ela ficou em silencio por um tempo apenas me encarando, depois abaixou a cabeça e assim ficou por alguns minutos.
???: bem, desculpe por lhe acusar sem nem ao menos saber o que aconteceu – falou ela ainda de cabeça baixa – meu nome é Alice – falou ainda sem jeito levantando o rosto.
Gabriel: não tem problema, sei como é essa situação – falei sorrindo e ela retribuiu – mas me diz Alice, você se lembra de algo antes de acordar? – perguntei já sabendo a resposta.
Alice: não me lembro de nada antes disso, apenas alguns flashs e nada mais – como disse já sabia da resposta que ela daria, ótimo to com uma garota que nem conheço e ela está com amnésia.
Gabriel: tudo bem então, pelo menos sabe quantos anos você tem? – pelo menos isso ela deve saber.
Alice: eu acho que 17 anos – ela é da minha idade?
Gabriel: ok pelo menos isso você lembra – falei abaixando a cabeça de repente ouço um roncar vindo da barriga dela – vem tem comida lá embaixo – levantei e sai do quarto fui em direção ao andar de baixo.
Passo pela sala e vejo Daniel todo estirado no sofá jogando vídeo game apenas nego com a cabeça e vou em direção a cozinha.
Gabriel: senta ai que eu vou preparar algo pra você comer – falei e ela puxou uma cadeira e se sentou.
Alice: que é aquele cara? – perguntou olhando pra sala.
Gabriel: so um otario que ta se divertindo com o que não é dele – falei alto para que Daniel ouvisse.
Daniel: não queima meu filme – falou ele da sala.
Alice: ele é seu irmão?
Gabriel: não é apenas um “amigo” temporário – falei enquanto acendia o fogo – não liga pra ele, quando ele completar o objetivo dele ele vai embora.
Alice: ta bom então.
Estava preparando um dos meus pratos favoritos e um dos únicos que sei fazer, macarrão estilo japonês, deixei o macarrão no fogo e me virei para continuarmos a conversa.
Gabriel: olha, tenho que avisar que o mundo esta passando por algo inexplicável e anormal – disse a encarando nos olhos – o mundo esta basicamente em um “apocalipse” e não sei explicar o que realmente esta rolando, mas o que posso dizer é que parece que estão tentando abrir os portões do inferno – pude ver a expressão de medo em seu rosto quando falei que o inferno estava se abrindo.
Alice: como assim o inferno está se abrindo? Isso não pode ser verdade.
Gabriel: também não acreditei quando vi, mas é verdade e a prova disso é que eu sou, como posso dizer, meio anjo meio demônio – falei e ela se levantou bruscamente com a mão na boca e com os olhos arregalados – mas como disse antes não vou lhe machucar se não já teria o feito.
Alice: como vou saber se não está mentindo para mim? – ok ela tem todos os motivos para não acreditar em mim, mas eu nunca machucaria uma garota e principalmente nunca a machucaria, não sei por que mais sinto algo grande por ela.
Gabriel: se quisesse que você morresse teria a deixado onde lhe encontrei – falei voltando a preparar a comida – e sinto que não posso te machucar mesmo se eu quisesse.
Preparei a comida e servi para nós dois, ficamos comendo e conversando, contei basicamente tudo sobre mim e parece que ela estava muito interessada na historia.
Alice: então quer dizer que ate ontem você era apenas um aluno comum e agora você é um mestiço de anjo e demônio? – perguntou me fintando.
Gabriel: não exatamente, apenas tenho os poderes de um anjo e de um demônio fora isso ainda continuo sendo apenas um humano comum – lhe respondi.
Alice: interessante – falou sorrindo e a retribui.
Gabriel: desculpe sei que não deve saber, mas como seus olhos são vermelhos? Eu nunca vi isso antes – eu sabia que ela teria a resposta para essa pergunta, mas mesmo assim a fiz.
Alice: como assim meus olhos são vermelhos?
Gabriel: isso mesmo que você ouviu seus olhos são da mesma cor de seus cabelos – falei sorrindo logo depois – não quero te deixar constrangida mais são lindos na minha opinião – ok eu tava xavecando uma garota que conheci faz algumas horas, me superei.
Alice: obrigado – respondeu abaixando a cabeça.
Depois de comermos nos dois subimos e fomos para o quarto da minha irmã arrumar umas roupas para ela, depois a deixei tomando banho peguei meu sobre tudo e fui para o andar de baixo onde o Daniel ainda estava jogando vídeo game.
Daniel: ai sua amiguinha é bem gostosinha em – sem pensar apenas lhe dei um soco na cara e ele quase caiu do sofá – cara isso doeu.
Gabriel: foi pra doer mesmo – falei com um tom frio que ate me impressionou – e mais uma coisa se falar qualquer coisa desse tipo novamente ou se tentar alguma gracinha com ela da próxima vez não vai ser um soco o que você vai receber meu amigo – virei às costas e o deixei falando sozinho, fui em direção aos degraus e me sentei – é as coisas estão cada vez mais interessantes.


Notas Finais


E entra a querida Alice, agora que as coisas vão começar a pegar fogo(lê-se com ambiguidade).


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