História Trevas e Luz - Apocalipse - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Anjos Caídos, Apocalipse, Demonios, Fim Do Mundo, Nefilin, Portões Do Inferno, Semana Sangrenta
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Palavras 2.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Verdade


28/29 de janeiro de 2017 – Noite do segundo dia/manha do terceiro dia.

POV Alice
Tudo isso era realmente novo para mim afinal não é todo dia que você acorda e vê um garoto alisando seu rosto e você esta toda nua, depois do mal entendido Gabriel preparou comida e comemos, ele me contou sobre a vida dele e mais algumas coisas sobre o que esta acontecendo, pelo que ele me disse o mundo esta passando por um apocalipse ou algo do tipo.
No começo achei que ele estivesse brincando, mais pelo tom serio percebi que era mesmo verdade o que ele falava. Comemos e depois subimos e entramos no quarto que eu acordei, Gabriel me disse que era o quarto da Irma dele e me disse para ver quais roupas serviam em mim para ele ficar, depois ele me mandou tomar banho e então ele desceu pra sala.
O banho não demorou muito, sai do banheiro enrolada em uma toalha que tinha no banheiro, encima da cama tinha uma roupa que eu acho que ele havia separado para eu usar, era um short jeans acima do joelho e uma blusa verde claro.
Vesti as roupas e peguei a sacola com as roupas que Gabriel tinha separado, sai do quarto e fui para as escadas, desci os degraus e pude ouvir uma conversa.
???: Precisava ter batido tão forte – perguntava o outro cara que estava com o Gabriel – isso doeu pra caralho.
Gabriel: quem mandou falar o que não devia – falou Gabriel sentado no ultimo degrau da escada – a Alice já esta pronta? – perguntou se levantando assim que me vim
Alice: a já sim – falei acabando de descer as escadas.
Gabriel: ótimo, Daniel vai pro carro e deixe-o pronto pra partir – disse ele pro “amigo” dele que estava jogando vídeo game.
Daniel: cara eu to quase acabando, ta 2x0 pro Brasil – falou sem nem ao menos olhar pra Gabriel que apenas puxou uma arma e atirou na tomada fazendo a televisão desligar.
Gabriel: a chave ta na ignição – falou guardando a arma e voltando a olhar pra mim – você vai com ele no carro que é mais seguro – disse pegando uma espada que estava encostada na parede e saindo da casa.
Apenas acinte o segui para fora da casa, olhei para o céu e estava vermelho igual à cor dos meus cabelos, o tal Daniel foi em direção de um carro bem bonito, já Gabriel foi para uma moto muito bonita também.
Daniel: olá – falou abrindo a porta do carro.
Alice: oi – foi só o que eu disse, entrei no carro e ele fechou a porta.
Daniel: ai cara não tem nenhum outro caminho pra sair daqui não? – perguntou pra Gabriel entrando no carro
Gabriel: infelizmente não, pra sairmos daqui temos que passar pela merda daquele inferno – disse dando partida na moto – ai cuida dela ta.
Daniel: pode deixar – falou também dando partida no carro.
Gabriel saiu na frente com a moto e logo depois o tal Daniel o seguiu com o carro, passamos por uma rua não muito longa e no fim tinha uma praça com uma igreja, demos a volta na praça e entramos em outra rua mais longa.
Daniel: e então como está? – perguntou me fintando rapidamente e voltando a olhar pra rua.
Alice: bem – foi só o que eu respondi não que eu não estivesse com animo pra conversar só não gosto do jeito desse cara.
Daniel: qual é você sabe fazer melhor que isso – falou ele sem me fintar.
Alice: só não estou a fim de conversar agora – menti olhando pela janela do meu lado.
Daniel: ok então – ele se deu por vencido.
Mais a frente à moto de Gabriel estava parada, o tal Daniel parou o carro do lado direito e abriu o vidro da janela.
Daniel: o que ta rolando ai? – perguntou fintando Gabriel.
Gabriel: nada de mais, só os filhos da puta que chamaram um reforço olha lá – disse apontando pro meio de um monte de bichos que tinha em uma longa rua que estava a nossa frente.
Daniel: esse é grande – falou olhando na mesma direção.
Gabriel: ok vamos fazer como da ultima vez – falou dando partida na moto – ai já sabe né? – perguntou olhando pra mim pela janela do carro.
Daniel: claro, pra proteger ela – falou balançando a cabeça.
Gabriel: beleza vamos matar uns demônios – falou acelerando a moto feito doido para a rua cheia de demônios.
Alice: esse cara é maluco – falei vendo Gabriel sacar uma arma e começar a atirar em alguns demônios que ficavam a sua frente.
Daniel: você ainda não viu nada – falou ele acelerando o carro com tudo conta os demônios.
Instintivamente me encolhi no banco do carro não queria ver no que isso ia dar, a cada batida que o carro dava nos demônios o carro balançava e só dava para ouvir alguns gritos estridentes e o barulho de tiros.
Alguns minutos tinham passado e o carro já tinha parado, mas o barulho de tiros continuava, levantei a cabeça para ver o que estava acontecendo e pude ver Gabriel já sem a moto atirando em alguns demônios que tentavam se aproximar dele.
De repente os demônios pararam de se aproximar e abriram caminho para um demônio maior com quase o dobro de tamanho de um dos outros demônios esse estava com um tipo de lança nas mãos e vestia um manto totalmente negro.
O demônio foi em direção a Gabriel que fomente desviou para o lado e depois pulou para trás.
Alice off
Gabriel on
Depois de ter cruzado a rua principal da cidade eu andei por mais alguns metros e parei a moto, desci e saquei as armas começando a meter bala naqueles demônios putos.
O carro do Daniel logo saiu do meio dos demônios e parou a alguns metros atrás de mim dei uma rápida olhada pra ver se tava tudo bem, o Daniel me olhava com um sorriso no rosto, já a Alice estava encolhida no banco de passageiros sorri com isso mais logo voltei a prestar atenção nos demônios que tentavam chegar perto de mim.
Mandava bala em tudo que via pela frente e só ouvia os filhos da puta gritarem que nem mulherzinha, de uma hora pra outra eles pararam de se aproximar e abriram caminho pro demônio que eu tinha visto antes, ele era bem grande e estava vestido com um banto negro e tinha uma lança.
O demônio tentou me atacar com a lança mais só desviei pro lado e depois pulei para trás, guardei as pistolas e fiquei encarando o “capeta” por algum tempo.
Gabriel: ai Daniel, seu tio apareceu – falei olhando para trás e vi Daniel alargar o sorriso – desculpe mais não vai dar pra você conversar com o Daniel hoje ele ta, como posso dizer, fudido com outros assuntos.
Soltei um risinho nem precisei olhar pra Daniel pra saber que ele não estava nem um pouco feliz, o demônio tentou me atingir com a lança de novo mais outra vez eu desviei pro lado.
Gabriel: cara você é bem nervosinho em – falei olhando pro demônio – você quer que eu lute, então vamos lutar – saquei a Tear e me coloquei em posição de combate (n/a: tipo posição de um samurai).
O monstro deu um grito e correu ate mim novamente tentou me acertar com a lança eu desviei saquei uma das armas com a mão esquerda e fiquei segurando a Tear com a mão direito, descarreguei a arma na cabeça do demônio que apenas ficava parado.
Gabriel: alem de feio e nervozinho você é bem durão – falei guardando a arma novamente.
Tive uma idéia um tanto que obvio, eu era a reencarnação de um nefilin, ou seja, filho de um anjo com um demônio, logo eu poderia usar o poder de anjo contra esse demônio, confesso que quase enterro a minha cabeça no chão.
Tentei me concentrar fechei os olhos, ao fundo pude ouvi a Alice gritando dentro do carro não me importando apenas continuei com os olhos fechados me concentrando nos poderes de anjo do meu ancestral, logo senti uma aura rodear meu corpo.
Pude ouvir a Alice gritando dizendo para eu me abaixar, simplesmente fiz o que ela disse e senti algo passar por cima da minha cabeça.
Gabriel: já está na hora de parar com essa brincadeira – falei abrindo meus olhos liberando a aura que me rodeava, não sabia o que mais algo havia mudado me sentia mais leve e mais poderoso.
Gabriel off
Alice on
Alice: Gabriel se abaixa – gritei de dentro do carro quando o monstro tentou acertar um golpe horizontalmente nele.
Gabriel: já está na hora de parar com essa brincadeira – disse ele após se abaixar abrindo os olhos.
Senti uma sensação estranha, algo quente e seguro pairava no ar daquele lugar, comecei a me perguntar o que era do nada a aparência de Gabriel começou a mudar, seus cabelos que eram negros agora tinham uma coloração branca e envolta dele apareceu uma aura azul clara.
Alice: mais o que está acontecendo – perguntei a mim mesmo em voz alta eu realmente não estava entendendo nada.
Daniel: simples ele esta liberando os poderes dele – falou o Daniel, como assim os “poderes”.
Alice: como assim os poderes?
Daniel: incrível ele não lhe dizer isso – falou me encarando – ele é meio anjo e meio demônio.
Alice: isso eu sei – falei e só ai entendi o que ele quis dizer, Gabriel estava usando os poderes de anjo que tinha dentro dele.
Voltei minha atenção pra Gabriel que agora estava de frente para o demônio, o demônio tentou acertar outro golpe horizontal, antes mesmo de eu falar pra Gabriel abaixar ele bloqueou a lança do monstro com sua espada.
Gabriel: porra esse foi forte – falou encarando o monstro – mais ainda não é suficiente – ele ficou segurando a espada com uma só mão e deu um soco no monstro que recuou alguns passos – hora de terminar com isso.
Um brilho azul envolveu a espada de dele, Gabriel correu em direção ao monstro e começou a desferir vários golpes com a espada, golpes extremamente rápidos que eu não consegui ver.
Alguns minutos passaram e Gabriel parou de atacar o demônio ficando a frente dele, Gabriel guardou a espada e deu as costas para o monstro que apenas caiu morto no chão sem ao menos soltar um grito.
Gabriel: pronto já podemos ir – falou chegando perto do carro.
Daniel: gostei do cabelo – quando ele disse isso o cabelo de Gabriel voltou ao normal e a aura que o rodeava sumiu.
Gabriel: obrigado – foi sua única palavra – e você ta legal – falou olhando pra mim, notei que seus olhos mudavam de cor de azul cor do céu a um castanho quase negro, confesso que corei com a intensidade que ele me olhava.
Alice: s-sim – consegui responder apenas isso e desviei o olhar para ele não ver meu rosto corado.
Gabriel: ótimo, vamos antes que algum desses otarios queira brincar mais – disse indo em direção da moto.
Alice off
Quebra de tempo
Gabriel on
Continuamos o caminho pelas ruas da cidade realmente os demônios estavam todos na rua principal por um motivo que eu não sei e não tenho o menor interesse em saber.
De longe avistei a base do exercito em que estavam os sobreviventes da cidade, subimos a ladeira e eu parei a moto na frente do portão da base, aquele filho da puta de antes que tentou roubar minha moto apareceu.
Soldado: ora, ora se não é o metido de antes – falou olhando na minha cara – sabia que se sair não pode mais entrar?
Gabriel: e você sabia que uma bala pode matar mesmo que o tiro não seja em um lugar que deixe a vitima em estado grave? – parece que ele entendeu o recado e abriu de uma vez o portão.
Segui com a moto para o mesmo galpão de antes e a deixei na mesma vaga, o carro com Daniel e Alice parou na vaga ao lado da que eu parei com a moto fui em direção a ele e ajudei a Alice a descer do carro.
Gabriel: bem vinda à base militar de Lowerst City – disse assim que saímos do galpão.
Alice: nossa é grande – falou olhando em volta.
Gabriel: realmente é bem grande, o tamanha da base é quase igual ao tamanho de quatro campos de futebol profissional – disse a guiando por entre as barracas.
Alice: e quem é toda essa gente – perguntou olhando as inúmeras barracas pelo campo enorme.
Daniel: não é obvio, são os sortudos que sobreviveram ao inferno da cidade – falou em tom sarcástico e eu sorri – bem é aqui que nos separamos, vou treinar um pouco de tiro.
Gabriel: cuidado para no errar o alvo e não atirar na própria cara – falei o encarando sem expressão nenhuma no rosto.
Daniel: vou errar o alvo e estourar a sua cara engraçadinho – disse já distante.
Alice: ele tava brincando né? – perguntou me olhando com uma cara de preocupação, eu apenas sorri.
Gabriel: não se preocupe, ele é ruim de mira – falei e seguimos por entre as barracas.
Continuamos andado, olhava em volta procurando a barraca da minha irmã, eu e Alice conversávamos sobre a base militar e sobre a cidade eu lhe explicava sobre algumas coisas que ela precisava saber ate que ouço a voz mais irritante do mundo.
Lindsay: a gabrielzinho, nosso herói voltou – disse encostada em um arvore, parei de andar e apenas fiquei encarando o chão – e quem é essa putinha que está com você?
Seguei-me nesse momento, quando percebi estava com a arma apontada para a arvore e ao lado da cabeça dela tinha um buraco no tronco da arvore que ainda estava saindo fumaça.
Alice: calma, vamos – disse segurando minha mão e me guiando por entre as barracas para um lugar mais afastado.
Quando chegamos apenas sentei no chão encostando-me a uma arvore e fiquei olhando pro horizonte onde o sol já teimava a aparecer por entre as montanhas que cercava a cidade.
Alice: não se preocupe com o que dizem de mim, afinal não devemos nos preocupar com o que quem não conhecemos dizem de nós – falou sentando ao meu lado.
Gabriel: desculpe, eu perdi o controle – falei fintando seu rosto e sentindo as lagrimas quentes escorrerem pelo meu rosto.
Alice: tudo bem, mas tente se controlar da próxima vez – falou limpando as lagrimas que teimavam a cair – não sei o que aconteceu mais é passado.
Não respondi mais nada, ela estava certa era passado e eu tenho agora que viver no presente um presente em que eu sou reencarnação de um nefilin e que o mundo esta acabando e eu que vou parar esse apocalipse.


Notas Finais


Desculpem a falta de alguns acentos e tais...
Bem até mais...


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