História Triângulo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Selena Gomez, Taylor Swift
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez, Taylor Swift
Tags Amor, Jelena, Justin Bieber, Praia, Romance, Selena Gomez, Sexo, Triangulo, Triângulo Amoroso
Exibições 36
Palavras 1.907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tô muito animado com essa fanfic, não estou muito acostumado a escrever com o Justin como protagonista, mas eu espero que vocês aprovem, comentem, favoritem, ficarei MUITO, MUITO, MUITO feliz.

Capítulo 1 - Primeiro.


Justin

 

Naquele fim de tarde, faltando mais ou menos uma semana para o outono, fazia um calor infernal, a despedida do verão, com certeza. E que despedida! Com os pés dentro da piscina, eu dava uma boa olhada no horizonte, as ondas quebrando no oceano magnifico que me servia de quintal. O melhor investimento da minha vida: a casa de férias, na região litorânea. Piscina, praia e céu, os três de tonalidades de azul diferentes, anestésicos aos meus olhos e à mente, admirá-los era o mesmo que se desligar do mundo e de todo o falatório dentro do meu cérebro.

Merecidos quinze dias à toa, não precisava fazer nada além do que eu quisesse; poderia ficar sozinho ou acompanhado, era escolha minha. A galera que organizava/cuidava da casa estava cumprindo com seus afazeres, a meia dúzia de amigos que eu havia convidado chegaria depois das seis, o barulho das ondas era único, ele enchia meus ouvidos, tranquilizando-me. Uma das moças contratadas veio me trazer um copo de suco de frutas e eu pedi para que ela pensasse em trazer alguma bebida alcoólica da próxima vez, porque essas eram minhas favoritas. Sorrimos os dois, pisquei com um dos olhos para ela, que acenou enquanto retornava para as portas de vidro, sumindo pela grande sala de estar. Não conseguia simplesmente dar ordem para todas as pessoas que me prestavam serviços de alguma forma, nunca entrou na minha cabeça essa coisa de superioridade, relações de poder, sempre desejei que todos eles tivessem uma boa convivência comigo, só isso. Nada de ordens, de palavreado duro, pedidos impossíveis, nada de chamá-los de empregados e exigir deles absurdos. Dava certo, funcionava bem, éramos felizes assim.

Meus ombros começaram a arder estando eu diretamente exposto ao sol de três da tarde, por isso me levantei, carregando o suco docinho que a garota havia trazido. Precisava perguntar seu nome, tratar de garota o tempo todo ficaria esquisito. Acendi um cigarro batizado, caminhando em direção à areia que era uma continuação do terraço de casa. O celular tocou no bolso da bermuda, atendi:

– Fala! – Nem mesmo verifiquei o número.

– E aí, amorzinho?! – Sanderson. Logo adivinhei. Um amigo de longa data. Ele estava entre os seis convidados. – Vai se importar se eu levar umas amigas? – Abri um sorriso sem dentes, erguendo os olhos como quem já estava prevendo a proposta.

– Quantas, Sandy? – Perguntei, puxando o gosto amendoado do cigarro com os lábios.

– No máximo quatro, ou, quem sabe, cinco, Juju. Libera, vamos lá! Precisamos das meninas, ‘cê sabe que precisamos. – Ele falou debochado, rindo entre as frases.

– Elas já estão aí, não é? – Era óbvio, vindo de Sanderson... Muito óbvio! – Pode trazer. – Acabei concordando.

– Isso aí! Isso aí! Não vai se arrepender. – Comemorou como se já não soubesse que eu aceitaria.

– Vem na paz, Sandy. – Cortei a ligação, achando graça do entusiasmo de Sanderson com qualquer coisa, era bom tê-lo por perto por isso, até nos piores dias, ele aparentava estar super animado e espontâneo, não se importava com os problemas, com falta de tempo, pressões externas, tudo isso. A maconha me ajudava a trilhar esse caminho, mas mesmo assim, não conseguia me igualar à calmaria de Sandy, nada se comparava ao “foda-se” constante dele.

Desabotoei a bermuda, decidido a dar um mergulho no mar. O celular, o copo e o cigarro apagado ficaram na orla. A bermuda embolada caiu mais a frente e eu pulei na água, esticando os braços para atingir uma distância agradável. Parei quando foi necessário, daquela altura eu via minha casa inteira, os raios de sol refletindo na piscina e nas vidraças compridas das portas e janelas. Joguei os pés para cima, equilibrando o corpo para boiar na superfície.

Contra a minha vontade, milhares de pensamentos me vieram à cabeça. O calendário de shows, fãs, minha família, os amigos, pequenas confusões em que eu estava metido, a mídia e Selena, minha ex-namorada, ela estava mal por um par de coisas e eu sequer tinha coragem de ligar ou mandar mensagem, isso me incomodava, nosso afastamento me incomodava demais. Era perturbador eu não conseguir apagar essas preocupações. Respirei fundo, os olhos fechados. Só precisava me concentrar e ficar vazio. Aos poucos, deu certo. Foi quase como dormir ali, navegando, completamente pelado, sem rumo, livre.

A sensação foi a de ter passado horas boiando, desligado. Do nada, afundei na água, assustado, me dando conta de onde estava. Com as bochechas ardendo e o abdômen também, ainda passei alguns segundos mergulhando. Cansado, retornei a casa, carregando meus pertences numa das mãos, usei a outra para passar no cabelo, esfregando-o até que estivesse quase seco.

– Puta merda! – Levei um susto com o meu reflexo nos vidros da porta de entrada. Estava tão vermelho quanto um tomate fresco. Entrei pela sala dando risadas comigo mesmo. O celular marcava: 3:42 p.m. Eu não tinha passado tanto tempo no mar conforme pensei.

– Ui, meu Deus! – Um dos responsáveis pela casa apareceu, uma mulher mais velha e gordinha, tampou os olhos em seguida. Não entendi nada nos primeiros segundos, mas depois a ficha caiu. – Desculpa, senhor, desculpa! Eu ia chamá-lo e não imaginei! – Ela estava desconcertada, não sabia o que fazer com as mãos em seus olhos. E eu lá, peladão.

– Eu vou subir, – comecei a falar, tentando não cair na gargalhada. – Tomar um banho. Depois desço pra comer alguma coisa, não se preocupa comigo... – Pensei um pouco, já me dirigindo para as escadas. Ela me espionava pelo canto de suas mãos. – Como que você se chama mesmo?

– Lydia, pode me chamar de Lydia, senhor. – Ela respondeu, segurando o avental que usava por cima do vestido meio rosa. Esses uniformes eram ideia da governanta, sem dúvidas.

– O meu é Justin e não 'senhor'. – Disse já pela metade da escadaria, lá de cima, percebi que ela continuava atordoada, mas tinha um sorriso grande no rosto, tão grande e natural que me fez sorrir também.

Um banho rápido, roupas que não pesavam ou traziam a sensação de mais calor, um lanche farto, com outros sucos de diferentes frutas e, no final, a primeira moça que foi me servir, mais cedo na piscina, apareceu com um copo recheado de gelos e, pela cor da bebida, Whisky. Ela pegou fácil minhas possíveis recomendações, afinal, não havia imposto nada, ela só me traria bebida se quisesse. Agradeci, deixando-a radiante. Não disse que desse jeito éramos todos felizes?

Estava anoitecendo, o calor mais ameno e a brisa que vinha da praia era perfeita. Fui para a área externa, aproveitando ao máximo minhas preciosas horas de solidão. Logo, logo Sanderson e os outros apareceriam.

 

 

--

 

 

Sanderson e a galera chegaram perto das oito da noite. As cinco meninas eram, na verdade, oito. Lindas, cheirosas, bem vestidas. Elas se apresentaram uma a uma para mim, beijando minhas bochechas, dando sorrisos. Não sou muito bom em detalhes mínimos, então não vou me ater a isso, basta mencionar o quão bonitas elas eram. E claro que fiquei radiante com as convidadas surpresas, mulheres são, sempre, boa companhia, apesar das pequenas complicações femininas, enfim, não é assunto pra agora. Do grupo de quem eu havia feito convite, vieram mais duas meninas, amigas nossas, e os de sempre, Beluc, Roger e Saeed – o indiano.

Enquanto trocávamos algumas palavras, eu e três das garotas trazidas por Sanderson, conhecendo uns aos outros melhor, Lydia trouxe um banquete com petiscos e bebidas variadas. Sandy agarrou na cintura da pobre Lydia, impedindo-a de regressar para os corredores que dariam na cozinha.

– Tudo bom com a senhora? – Apertou a mulher pela barriga, falando com a boca lotada de pedaços de pão e pasta de peixe. – Traz um negocinho no capricho pra gente? – Continuava envolvendo-a por trás, Lydia fazia força para se livrar daquele aperto. Eu acabei achando graça da cena, ele, provavelmente, não estava satisfeito com as bebidas de baixo teor de álcool que ela trouxera. – Pode ser umas cervejinhas, essas misturinhas aqui não pegam. – Enfim soltou o corpo de Lydia, ela saiu em disparada, ajeitando-se pelo caminho. – Fiz alguma coisa errada? – Perguntou, virando-se para mim. Só conseguia rir da situação, do constrangimento que ele causou em Lydia.

Sanderson se aproximou de mim e das meninas.

– Quer acender um? – Ele me ofereceu de cabeça baixa, falando perto do ouvido.

– Acende aí. – Incentivei Sandy, que enrolava o fumo entre dedos, preparando-o para acender. Ele devia andar com um estojo de erva no bolso, sempre a tinha em mãos! – De onde você tirou essa mulherada? – Perguntei, realmente interessado em saber, Sanderson não tinha habilidade pra dar papo em tanta mulher gostosa.

– Isso aí é conversa. – Terminou o cigarro, olhou ao redor, eu continuava encarando, esperando uma resposta válida. – Cheguei direitinho, elas aceitaram. – Acendeu o fumo, tragando no mesmo segundo.

– Sem bobeira, Sandy. Quando foi que você ficou tão atraente, bebê? – Joguei limpo, ele revirou os olhos, desprendeu o cigarro dos lábios, assoprou a fumaça pelo canto da boca e sorriu.

– Vai me desmerecer? – Entregou-me a erva acesa e prosseguiu: – Falei que elas estavam indo para uma festinha privada com Justin Bieber. Nem pensaram, estão aqui. – Dessa vez, nós dois estávamos rindo da cara de pau dele, e aquelas três garotas bem em frente, distraídas num assunto entre elas.

– Vale nada. – Finalizei, devolvendo o cigarro a Sandy.

Meus amigos eram melhores do que eu para fazer um tour pela casa, mostrando às garotas todos os cômodos. Quando terminaram, vieram para a sala e nos reunimos todos ao redor da mesinha entre os sofás que se tornou mesa de cinzeiros e bebidas. Lydia havia trazido variações extraordinárias de álcool em garrafa, nem eu sabia que tinha aquilo tudo na dispensa.

Úrsula, Alice e Anne, se não me engano, nunca fui muito bom com nomes, elas foram as três com quem mais conversei, as outras pareciam tímidas, estavam mais afastadas, às vezes falando qualquer coisa com meus amigos. Uma dessas, com o cabelo no ombro, meio avermelhado/alaranjado, a boca com uma cor forte, olhava para mim a todo tempo, era bastante desconfortável, mas eu estava conseguindo levar. No começo, pensei que ela viria falar comigo, mas não aconteceu. Eu tentava disfarçar, não ficar encarando também, só que era difícil, muito difícil, ter que lidar com a sensação horrível de alguém me vigiando. Se continuasse, eu deixaria o papo agradável, com as meninas, de lado e iria até lá perguntar o que estava rolando, se ela precisava de algo ou sei lá.

E continuou... Eu me preparei para ir de encontro com ela, mas Beluc entrou no caminho, sem intenções de fazê-lo, perguntando o que tinha acontecido com meu rosto, se era maquiagem; ficou pentelhando, sacaneando, cutucou minhas bochechas quando eu disse que estavam ardias e que o vermelhão era por causa do sol.

– Você fica pura sedução assim, Juju. Tô passando mal, moleque! – Beluc falou com a voz alterada, abanando-se. Pura implicância, perturbação. – Me deixou molhadinha. –  Colocou a língua pra fora e ficou mexendo com ela.

– Que bosta, cara! Que merda. – Olhava para ele, enojado, e ao mesmo tempo querendo dar risada de sua cena.

As meninas, sentadas comigo, ficaram ainda mais próximas, rindo de Beluc e das palhaçadas que ele fazia. E eu sentia aquela garota à espreita, me secando. – Dá uma licencinha... – Pedi, educado. Levantei-me do sofá e Beluc, prontamente, tomou meu lugar entre a mulherada. Ainda deu tempo de eu ouvir dele o: “Vai lá, amigão!” enquanto andava até a garota.

Ter atitude para conseguir o que eu quero é o meu forte, não seria diferente numa situação assim.

 


Notas Finais


Pessoal, sugestões são super bem-vindas, ainda mais por eu ainda não ter decidido completamente a aparência dessa garota misteriosa. Um grande beijo. <3 Obrigado p você que está lendo <3


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