História Triângulo - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colégio, Desafio, Escola, Eva, Intriga, Luca, Marin, Pessoas, Triângulo Amoroso
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Palavras 500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Uma nota (talvez) esclarecedora, sobre a história: ela surgiu a partir de uma proposta de um amigo meu, que disse algo como: "Cara, seus personagens parecem sempre meio maduros demais, mesmo quando jovens. O que acha de um desafio? Escreva sobre um triângulo amoroso e ceda um pouco à loucura adolescente. É clichê, e é exatamente por isso quero ver como você vai se sair".

Eu achei a ideia interessante e aceitei, mas, para tanto, tive (tenho) de seguir algumas regras impostas, que talvez estejam listadas nas notas finais, quando cumpridas. Doravante, é sobre isso que se trata "Triângulo".

Não tenho ideia do quão longo será o conteúdo (tendo já ultrapassado o limite mínimo de palavras), mas, cada capítulo contém 500 delas, e, todos são narrados pela perspectiva, em primeira pessoa, de Eva ou de Marin - as duas adolescentes que, completamente diferentes, "gostam" do mesmo cara. Vale constar que não usarei do famigerado [POV] no início de cada capítulo, mas sim que deixarei claro quem é que está narrando durante o conteúdo em si.

Capítulo 1 - I


Luca não é um adolescente normal.

E com isso não quero dizer que ele seja de todo estranho, para a nossa idade, mas... parando um pouco agora, para relembrar, não houve um mês no qual ele não tirou pelo menos um dia para impressionar, espantar, calar ou envergonhar as pessoas que notam sua presença, queiram elas ou não.

Nesse instante mesmo: ele está prestes a tomar todos os olhos, presos em cabeças de diferentes tamanhos e cores, displicentes, atenciosos ou indiferentes, da classe composta por vinte e cinco alunos ou mais, para si. O que pode ou não ser uma boa coisa...

Todas as turmas estão em dias de apresentações, artísticas ou tradicionais, tendo em vista que, bem, nosso colégio não é um dos mais rigorosos e, já com o fim de outubro, começaram os “dias finais”.

Esses dias nada mais são que o adiantamento do tédio e preguiça – ou pelo menos para mim são. Eles se estendem com os grupos pré-montados, a trabalhar em seus projetos que, tecnicamente, devem estar apresentáveis até a metade de dezembro, quando chega a formatura. Ou seja, mais de um mês liberado para a baderna mascarada de ensaio, brincadeiras e intrigas fora do papel. Mas até que não é tão ruim. Acho que muitos dos que olham para a cara do outro durante as horas letivas irão se perder, ir para a direção oposta assim que duas semanas, pós-formatura, terem passado...

E, acho que isso é algo que temo, um pouco. Não por todos, mas, por algumas pessoas, em especial. Luca é uma delas.

Eu sei que ele mora há consideráveis minutos do colégio (foi uma das primeiras coisas que fiquei sabendo, quando começamos a conversar, quando ainda na sexta série), e sei que, ao término do ensino médio, ele não teria muitos motivos para voltar para cá, para uma cidade pequena, sem nenhum parente seu ou compromisso relevante. E é por isso que eu gostaria de, sei lá, preparar alguma coisa especial, e não só de agora, diante de uma possível despedida ou...

Bem, eu adiei tanto agir, seja guiada por certa coisa que sinto por ele ou pelos momentos que ele proporciona –  ainda não decidi o que é –  porque Luca é um garoto de jeito peculiar e imprevisível. E isso é o que chama a atenção das out... dos outros, em geral. Mas tento não dar muita bola para eles. Quer dizer, é impossível não se irritar com as atitudes de Marin, estejam elas direcionadas ao Luca ou não.

Marin veio de outro estado, colégio, no começo desse último ano de colegial. E logo na primeira hora, no primeiro dia aqui, já agia como alguém importante e intocável, arrumando confusão com o grupo de patys da escola, chamando a atenção dos garotos, com sua personalidade meio exibicionista e impulsiva, e também percebendo que... hum, Luca significava algo para mim.

Ela tem o tipo de personalidade que eu não gosto nem um pouco, uma que desprezo bastante, muito mesmo. E ela sabe disso.


Notas Finais


Bem, a primeira regra foi: "Não pode haver nenhum traço de fantasia (fantástica ou científica, similares) em seu enredo".
Posso adiantar que essa está cumprida, logo com esse primeiro capítulo.


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