História Trilha dos Girassóis - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Vocaloid
Personagens Gakupo Kamui, Gumi Megpoid, Kaito, Len Kagamine, Luka Megurine, Meiko, Miku Hatsune
Tags Clichê, Comedia, Fantasia, Ficção, Gablychan, Hatsune Miku, Kaito, Mikaito, Miku, Miku X Kaito, Romance, Shion Kaito, Troca De Corpos
Visualizações 92
Palavras 2.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HYEHEYEHAYAGSYSHSW
QUANTO TEEEEEMPO!!!!! XD
Como vão, vão bem?! kkk'

1º capítulo da "Semana Especial: Mikaito"! :3

Já fez um ano que essa fic ficou sem atualização, SENHOR!!! Nem tinha reparado. XD Bem, peço desculpas! Nem sei como me explicar... kkkk' Bom que ela parou bem no comecinho, né? :P Depois desse hiatus eterno, eu trago mais esse capítulo! Eu estava querendo muito voltar com essa fic. ><

Bem, espero que vocês gostem!
BOA LEITURA! >w<

Capítulo 3 - Trilha dos girassóis (parte 1)


Fanfic / Fanfiction Trilha dos Girassóis - Capítulo 3 - Trilha dos girassóis (parte 1)

3.  TRILHA DOS GIRASSÓIS – PARTE 1

 

— Hoje é a viagem com seus amigos? — a mulher com aparência cansada insistia em manter o sorriso gentil no rosto; olhava para Kaito, seu filho, com o corpo fraco deitado na maca de hospital. Sabia bem que estaria sozinha sem as visitas diárias do Shion; para uma mãe, dois dias sem ver seu filho era uma penitência.

— Será apenas por dois dias! Prometo que quando eu estiver chegando, virei visitá-la — Kaito pega a mão da mãe que estava mais próxima dele (com cuidado), esta que estava ligada a um cano fino que levava soro ao corpo fraco da mulher. — Mesmo que seja noite.

Kaito tentava a todo custo não mostrar a ela uma expressão sofrida, mas muitas vezes falhava miseravelmente. Afinal, era um castigo ver sua mãe tão fraca; por essas e outras, segurava sua carreira no basquete, já que recebia um bom dinheiro, ainda mais como capitão do time.

A mãe leva a mão até o rosto jovem do jogador, acarinhando-o ali.

— Não precisa ter pressa... Me faça um favor: divirta-se bastante! Eu sou sua mãe... Minha prioridade é vê-lo feliz — falou, mostrando o sorriso gentil de costume.

Kaito segura a mão da mãe, que estava sobre o seu rosto.

— E eu sou seu filho, minha prioridade é cuidar da senhora. Vê-la feliz me faz feliz — Kaito diz com um sorriso acolhedor, por pouco tirando algumas lágrimas da mais velha, que estende os braços para abraçá-lo.

Kaito corresponde o abraço, envolvendo-a cuidadosamente com os braços. Por entre os ombros da mais velha, ele mantinha um sorriso cheio de ternura. Sua mãe era a pessoa que ele mais valorizava no mundo, isso porque quando estava em perigo, ela sempre estava presente para ajudá-lo.

Não chegou a conhecer seu pai, sua mãe também não contava histórias sobre ele. Claro que às vezes o Shion se questionava sobre, mas preferia ignorar todas as vezes. Estar com a mãe e fazê-la feliz era o seu único objetivo.

Kaito se despediu com um sorriso, acenando para a mulher – enquanto ajeitava a bolsa larga no ombro –, que acenava com a mesma ternura expressa nos olhos. Quando o filho único passou pela porta e a fechou, o sorriso da mais velha foi se desfazendo aos poucos.

Solitária, ela suspira, olhando para a janela ao seu lado, que dava uma bela visão do céu azul e limpinho. Mesmo vendo tal cena, o coração dela estava cheio de angustia. Tinha uma coisa que precisava dizer ao Shion, mas ela não tinha coragem. Vê-lo todo dia determinado a animá-la, a deixava ainda mais nervosa por ter que contar.

“Desculpa, meu filho... Eu estou sendo egoísta”, pensou com os olhos fechados, encostada a cabeceira da maca.

Tanto Luka quanto Miku tinham acordado bem cedo; tiveram que se arrumar rapidamente, já que tinham hora marcada com Gumi e a equipe na pousada em Hokkaido. A Megurine teve que preparar as reservas, a gasolina que gastaria na viagem e, claro, a mala; a única coisa que a Hatsune fez foi preparar a própria mala. Luka estava alegre por vê-la, de certa forma, empolgada com a viagem.

Acabou que ela não teve coragem de ligar para o Shion; claro, afinal não era do feitio dele se aproximar das garotas com um objetivo tão trivial. Entretanto, a Megurine não confiaria em mais nenhum homem; o Shion não era maldoso como os outros, em sua cabeça não circulava só sexo. Claro que ele pensava em tal, homens e mulheres pensam em sexo, mas Luka sabia que Kaito ia priorizar a cura da Hatsune.

A Megurine estava bem frustrada por não saber como aproximá-los.

Tomou um susto quando viu a Hatsune sair da cozinha com uma mala em um dos braços e uma lancheira enorme nas mãos.

— Miku... O que é isso? — Luka perguntou, curiosa; as duas já estavam prontas para sair.

— Será uma longa viajem, né? Preparei um almoço bem reforçado! — Miku respondeu com um sorriso radiante. Estava confiante de que ganharia esse concurso, afinal, ela era a modelo do momento.

Luka sorri pela empolgação de Miku.

— Bem, vamos indo. Serão dezoito horas no carro, afinal — ela coça a cabeça com um pouco de impaciência. — Preciso me lembrar de te ensinar a dirigir.

— Eh? — Miku a encara com desgosto. — Acho melhor me deixar com as lancheiras super reforçadas — comentou a garota no momento em que ambas passaram pela porta; depois de um tempo, Luka concordou que talvez fosse uma boa ideia. Como motorista, a Hatsune dava uma excelente modelo.

Depois de colocar as bolsas no porta-malas do carro, ambas sentaram-se em seus lugares – Luka no banco do motorista e Miku bem ao seu lado, radiante. Já fazia tempo que não viajava! Ambas colocaram o cinto de segurança e a Hatsune continuou com a lancheira imensa sobre o colo, esperando o momento certo para comer.

Luka girou a chave do carro, ativou a marcha e pisou no acelerador; estava se preparando mentalmente para passar horas à frente do volante. Miku apenas cantarolava, olhando para a janela ao seu lado. Nasceu no campo, então estar envolvida de flores era como voltar para casa.

— Miku... — Luka a chama, prestando atenção na estrada.

— Hum? — ela pergunta com um sorriso.

— Sente saudade de casa?

Rapidamente, o sorriso se desfaz.

Primeiramente, ela fica séria, porém logo mostra um sorriso triste.

— Sinto sim.

— Às vezes eu me pergunto o que fez você querer se tornar uma modelo... Você chegou sem nenhuma noção ou teto. Se o Hiyama-san não estivesse lá na hora...

— E-Eu sou muito grata ao Senhor Hiyama, mesmo que não pareça — Miku disse meio distante, olhando para a janela ao invés de olhar para Luka.   

Hiyama Kiyoteru, uma pessoa grande na agência de modelos em que Miku trabalha, também a pessoa que a apresentou para Luka. Quando a viu de primeira, decidiu que a ajudaria a ser aquilo que queria: uma grande modelo! Miku tinha corpo e altura para ser a nova visão das câmeras; porém, ela não conseguia trocar uma frase com o homem sem tremer, e foi aí que Luka entrou na história, como agente, conselheira e uma irmã mais velha.

Luka sorri como resposta.

— Eu sei que você é... E ele também sabe disso.

Miku respira fundo, com um sorriso gentil no rosto:

— Quando eu era mais nova, não tinha muitas coisas por onde eu morava. Eu brincava com os meninos, porque eu não tinha muitas amigas — Luka, rapidamente, a encara com o canto dos olhos. — Mas um dia, minha mãe trouxe uma revista de moda da cidade... E foi aí que eu conheci a Lily-san...

— Hum... A Lily, hein? Você a admirava?

Miku confirma com a cabeça, sorrindo por aquela conversa ser meio nostálgica.

— Sim! A Lily tinha uma postura tão incrível. Ela sempre foi uma modelo tão... Sensacional! Quando eu cheguei a uma certa idade, decidi que faria os meus sonhos reais, nem que para isso eu precisasse passar por cima de tudo.

— Hum...

Luka continuou olhando para a estrada, mas estava atenta às palavras de Miku. Por um momento, até se lembrou do primeiro dia em que se viram. Miku era bem mais magra, a pele seca a maltratada, não usava maquiagens ou roupas de baixo, e todas as roupas que carregava consigo eram fora de moda. Os olhos carregavam o medo do desconhecido; mas era por isso que a Megurine a admirava tanto: Miku não tinha medo de correr atrás dos próprios sonhos.  

Já se aproximava da meia-noite quando o ônibus com os jogadores e as líderes chegou à pousada. As moças com roupas ousadas grudaram nas janelas, encantadas com o belo campo de girassóis e a casinha de madeira, que trazia certa calmaria. Kaito – que estava próximo de Gakupo e Len – observou o mesmo campo e a casa; mas não importava o quanto o lugar pudesse ser pacífico, ele sabia que ali, no meio de todas aquelas pessoas, não teria muita paz.

— Dezoito horas de viagem... Por que não pegamos o trem mesmo? — Len reclamou.

— Al disse para aproveitarmos o máximo, lembra? — Gakupo lembrou, se levantando.

Kaito, Len e Gakupo foram seguindo os jogadores; o Shion não estava de bom humor.

Ao descerem do ônibus, se reuniram à frente de Big Al, que explicava como seriam as regras na pousada; afinal, ter cinco titulares, sete reservas e cinco líderes de torcida – que meio que se convidaram –, jovens e em uma casa pequena... Al achou melhor ter uma conversa séria com todos antes que se instalassem, já que o dinheiro estava saindo todo do bolso dele.

Assim que o Shion desceu (ele foi o último), ouviu Len berrar:

— AH! — isso chamou a atenção de todos para os três (Kaito, Len e Gakupo).

— Kagamine, o que foi? — Al perguntou.

Len aponta para uma garota de vestido branco e chapéu de praia amarelado – mas ela tirou pouco antes da entrada; Kaito assustou-se ao vê-la ao lado de Luka, que nem mesmo tinha percebido o Shion ainda. As duas estavam um pouco distantes do ônibus e daquele pessoal.

— Miku-chan!!! — Len chamou em alto tom.

— Miku-chan? — Gakupo olhou mais atento. — Aquela modelo?

— Isso mesmo! EI, MIKU-CHAN!! — Len berra para ela, acenando.

Miku o encara, assustada; Luka fica ainda mais assustada por reconhecer o time de Kaito, e por ver o Shion de longe. O Kagamine e o Kamui se aproximam correndo, junto de mais alguns caras do time, que também acompanhavam as revistas em que a Hatsune saía. Miku só soube responder com uma travada de corpo; de uma hora para outra, estava envolvida de homens estranhos.

— Nossa! — Len falou, próximo de Miku. — Você é bem mais fofa pessoalmente!

— Ah- — Miku balbuciou, nervosa. Nem conseguia mais mexer as pernas ou braços. Kaito observou de longe. “Uau, ela tem mesmo medo”, pensou ele, desinteressado.

Os caras continuaram envolvendo Miku, mesmo que ela não dissesse nada, isso até Luka puxar a Hatsune para trás de si, com um sorriso sem graça.

— Meninos, eu entendo que gostam da Miku-chan, mas ela está cansada, fez uma longa viagem até aqui — Luka se justificou, mantendo o sorriso no rosto.

— Quer dizer que a Miku-chan vai se hospedar aqui?! — Gakupo pergunta, animado, assim como Len e outros cinco rapazes que estavam as envolvendo (Luka e Miku).

— É, bem, estamos a trabalho... Bom, precisamos ir agora — Luka diz, puxando a Hatsune que saiu de mãos dadas com ela. Vendo isso, Len por pouco explode.

— Que fofa! — comentou após ver que as duas não estavam mais ali, e os outros do time concordaram. — Ela faz totalmente o meu tipo.

Gakupo ri:

— Que mulher não faz o seu tipo, hein?

Os caras do time respondem com risadas.

— Deixa de ser idiota! Eu quero dizer essas mulheres tímidas e fofas igual a Miku-chan! Ah! Meu nariz chega a sangrar!

Kaito observa os jogadores de longe, ouvindo as risadas, mas estando distante dali. Ele não esperava estar na mesma pousada que Miku e Luka, era uma coincidência e tanto. Quando se deu conta, Big Al já estava dando uma bronca em seus amigos por eles terem saído no meio da explicação.  

Tomou um susto quando sentiu Meiko abraçá-lo pelo braço, olhando rápido para ela. A mulher deixava o decote em seus seios bem provocante, e usava uma saia curta que mostrava bem as suas pernas.

— Você gosta desse tipo de garota, Tiger? — perguntou, chamando-o pelo nome do time, como costumava fazer quase sempre.

Kaito suspira, livrando seu braço do toque indesejado.

Mas não adianta, já que Meiko o agarra novamente.

— Você gosta?

— Por quê? Vai colocar roupas de gatinho? — Kaito pergunta, irônico.

— Posso fazer o que você quiser — Meiko diz, sorrindo de forma provocante.   

O Shion já ia dar uma resposta à líder, mas, de repente, um vento forte atinge os dois. O capitão sente uma estranha energia, que o faz olhar para o campo de girassóis que estava bem ao lado da pousada. Um belo campo, mas que dizia algo estranho ao Shion, e aquele vento também; Kaito não sabia o porquê de estar estranhando aquilo tudo.

Meiko tenta achar o que Kaito olhava tão fixamente.

— Hum, o quê? O que foi? — ela pergunta, ainda abraçada ao Shion.

— Nada, vamos... Todos já estão entrando — Kaito respondeu, meio frígido.

 

De repente, um trovão soou e uma chuva forte começou a cair.


Notas Finais


Inté mais! ^^
Agradeço aos comentários e os favoritos!
Tentarei trazer mais capítulos.

KISSUZÃO!!! *3*


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