História Tritões - uma aventura por entre os corais - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Beyond The Scene, Bts, Comedia, Drama, Gay, Gfriend, Jeon Jungkook, J-hope, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Magia, Min Yoongi, Park Jimin, Rap Monster, Romance, Sereias, Slash, Suga, Tritões, Yaoi, Yuju
Visualizações 172
Palavras 2.627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aos que comentam, eu queria deixar um beijo no fundo do coraçãozinho frágil de vcs, que embora eu não consiga responder todos por simplesmente não saber reagir a elogios, guardo cada comentário, seja ele calmo, ou estridente - sempre grito lendo oq vcs falam ksksksks - na minha alminha sofrida. ♡

Bem, sem mais delongas, apreciem sem moderação.

Capítulo 12 - Na velocidade da luz


Cercado por um cardume de cavalos-marinhos, o humano que ainda desfrutava do dom que foi concedido pelo tritão de respirar embaixo d'água, brincava admirado com os pequenos seres que o rodeavam curiosos, enrolando a pontinha na cauda nos dedos gordinhos do maior. Alguns entravam na sua blusa e os arrancavam cócegas, fazendo o humano gargalhar conforme o peixinho percorria a sua barriga. Ele levantou a barra da blusa e o bichinho saiu atordoado, olhando para todos os lados. Eram tão fofos que se pudesse, Jimin levaria para casa. 

Enquanto isso, Jungkook, que havia colocado sua bebêzinha em uma caverna com os outros filhotes recém-criados, fazia o que adorava fazer e o fazia muito bem: atazanar os corais. Cutucava os buraquinhos das esponjas com tanto gosto que poderia passar o tempo todo ali. Até porque aqueles seres sésseis mal tinham como se defender. Tadinhas, pensou Jimin.

Foi quando uma pequena medusinha se aproximou do tritão e tocou a pele da sua mão com os tentáculos. A substância urticante de seus cnidoblastos causou uma queimadura naquela região, o fazendo grunhir e estapear a pequena para longe. Ao ouvir o gemido de dor da criatura, Jimin se desfez dos cavalinhos para ver se estava tudo bem com o seu peixinho.

- O que houve? - ele perguntara, e sabendo que não teria uma resposta concreta, percebeu a mão machucada do garoto e a segurou para observar melhor - Ai. Você tocou em uma água-viva? Essas coisas são perigosas, sabia? Você poderia ter perdido até o dedo.

Ok, Jimin exagerou. Havia faltado as aulas sobre zoologia e não lembra de absolutamente nada sobre o filo dos cnidários. Claro que ele sabia que uma medusa queimava, mas arrancar o dedo era apenas uma paranoia de sua cabeça. Sem saber como fazer um curativo no meio da água para o maior, Jimin deu um beijinho na área machucada. Talvez isso melhorasse.

Jungkook então abriu sua mão e uma pequena luzinha branca se espalhou pela área queimada, assustando o humano e pensando o que poderia ser aquilo. O tritão não fazia nada, apenas via a luzinha aliviar a dor da queimadura e restaurar o tecido danificado de sua pele, fazendo com que o local voltasse absolutamente ao normal, sem sequela alguma. Jimin ficou tão absorto que não conseguia nem mesmo piscar. Se aquilo foi resultado do seu beijinho na ferida, Jimin poderia criar a paz mundial quando saísse dali.

Pena que era só o poder de regenerar que o tritão possuía. 

- A cada minuto que passa eu recebo uma surpresa. Isso é tão... formidável. 

- Eu gosto do mar. É... bonito. - proferiu o garoto, que até então só grunhia e emitia sons similares ao de uma baleia.

Jimin ficou tão maravilhado que seu sorriso faltou sair da sua cara.

- Você disse uma frase inteira e concreta! Parabéns, Kookie! Você é tão inteligente. - elogiou ele, tão alegre que aplaudiu ao maior

O tritão gostou dos aplausos. Até imitou, parecia um bebê de 6 meses quando os pais ensinam a bater palma. Certamente usaria aplausos para tudo a partir dali. Jungkook então enjoou de bater palminha e puxou o menor pela mão, convidando-o para nadar até o enorme cardume de atuns que nadava em mar aberto. O humano adorava assustar os pombos do parque quando ia brincar, durante a infância. E aquele cardume deveria ter cerca de 500 peixes.

Seria muito divertido. 

Mas a criatura marinha era muito rápida, em um minuto estava a 20 metros de distância de si, nadando em direção à parte funda do oceano para assustar os pobres bichinhos indefesos. Jimin nadava com todo seu esforço, batendo as pernas curtas na água e se perguntando como faria para ter um rabo de peixe com toda aquela força. Caraca, Jungkook parecia até o Flash!

Já próximo ao cardume, o garoto de olhos estranhamente negros procurou pelo seu amigo, que não estava atrás de si. 

- Jimin. - chamou-o, olhando para todos os lados -Jimin! 

Jimin não estava conseguindo chegar até ele. Nadar, na sua condição, era bastante complicado. O coitado só sabia saltitar pela areia da parte rasa e não tinha certeza se conseguiria nadar em mar aberto. Fora que a escuridão que fica ali quando anoitece causava calafrios no rapaz. Mas não queria deixar Jungkook se divertindo sozinho, e muito menos estava afim de sair da água. 

Começou a bater as pernas como toda a força qu sabia reunir, ignorando sua falta de habilidade como nadador e indo em direção ao tritão que rodeava o cardume enorme com a velocidade da luz. Viu Jimin nadando e foi ao encontro dele. 

O humano arfava pelo esforço.

- Jungkook... eu não consigo nadar como você... - disse ele, ofegante - Não sei se consigo brincar.

O maior o fitou confuso, mas entendeu a situação. Deu um loop e então parou embaixo do bípede, como se pedisse para se segurar. Este então se segurou firme, atracando as pernas na cauda vermelha da criatura. Seria mais fácil - e divertido - assim.

- Boa ideia, Kookie. - elogiou, admirando a esperteza do garoto que só aumentava - Mas não seja tão brusco, não confio que aqui tenha cinto de seguranNNNNÇAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!

Tarde demais. Jungkook já nadava com uma velocidade de 30 metros por segundo, os olhos penetrantes totalmente focados em seu alvo e os caninos de fora. Mal arfava, nadar ligeiramente daquela forma era tão habitual, após anos fugindo de tubarões, que nem mesmo sentia a velocidade.

Jimin, por outro lado...

- MENINO QUE VELOCIDADE É ESSA VAI MAIS DEVAGAR - não haviam vírgulas para segurar o seu desespero - CADÊ O FREIO, ALGUÉM PARA ESSE PEIXE DOIDO!!!

- PEIXE DOIDO!!!!!

Em menos de um minuto, os dois já estavam metidos entre o cardume e criando um alvoroço, espalhando tudo que era peixe pela água e desfazendo todo tipo de organização social que aquele grupo teria feito. Os atuns iam e voltavam sem conseguir fugir da energia que emanava pelo corpo dos dois jovens eufóricos por bagunça. Jungkook grunhia e Jimin gritava, emitindo tudo que era ruído, gerando conflito e desespero. Não largava de segurar as costas do menino afoito, temendo cair de suas costas, e com uma tremenda agonia por um de seus fios de cabelo terem caído em seus olhoa e atrapalhado sua visão.

- Não enxergo nadaaaaaa! - berrou ele, tentando tirar a mecha da sua cara levantando a cabeça várias vezes

Um atum desgorvernado bateu contra o rosto do tritão, fazendo com que este perdesse o senso de direção e saísse do meio do cardume apavorado de volta ao recife. Jimin não conseguiu mais se segurar, suas mãos tremiam pela adrenalina e seus olhos estavam cheios de cabelo na frente. Os ajeitou, com as mãos trêmulas e o coração acelerado. 

- Atum tem medo de Jungkook.

- Depois dessa, até eu teria medo.

- Jimin tem medo de Jungkook? 

Ah, aquela pergunta quase partiu o coração do humano.

- Eu jamais teria medo, seu grandalhão. Você é... o meu peixinho favorito. - deu um beijinho na testa do tritão, e ele sorriu, surpreso

Era o primeiro sorriso de Jungkook.

O sorriso mais lindo do Pacífico.

- Jungkook gosta de Jimin.

- Jimin também gosta muito de Jungkook. - imitou a forma de falar do tritão, para melhor entendimento

O garoto estava de fato, aprendendo a falar. Lançou um sorriso à criatura, feliz pela noite que presenciava ao seu lado, pelas travessuras e pela forma de como se aproximava daquele ser tão impressionante e curioso. Queria Jimin estar sempre consigo, ensinando-o sobre o mundo e apredendo ao mesmo tempo, e seu coração apertava quando pensava no quão difícil era o fato de serem tão diferentes. Se pudesse, trocaria as suas pernas por uma cauda sem problemas.

Mas a vida não lhe oferece essas oportunidades. Talvez fosse necessário viver com aquela barreira, afinal, o rapaz ainda tinha a sua vida lá fora. Sua universidade, seus amigos, sua família, a lasanha que sua mãe faz tão bem e o café de sempre que Hoseok lhe serve. A coisa mais difícil é viver dessa separação, sobrevivendo apenas com as poucas horas que lhe sobram para apreciar a praia do lugar onde mora, a areia branca, as ondas do mar, o vento batendo contra seu rosto. E claro, as artimanhas que seu melhor amigo de escamas lhe apresentava. 

É, talvez fosse isso. Poderia viver assim? É uma burocracia cansativa, mas... o que poderia fazer? Sabia que o máximo que faria era aproveitar cada momento, cada gota d'água salgada, porque Jungkook era único, possuía olhares únicos. 

Jamais poderia perder seu melhor amigo de escamas.

O efeito do beijo do tritão havia acabado. O humano, que até então respirava sem problema algum, agora se debatia com a água que insistia em entrar em seu nariz e em deixá-lo naquela situação de extrema agonia. Seu corpo se remexia naquela parte e seus olhos finalmente começaram a arder pela salinidade. Jungkook sentiu o desespero do mais baixo e o puxou do fundo para chegar à beira da praia. Ia sentar nas costas dele novamente, mas desmaiou no meio do caminho. O tritão não teve outra escolha a não ser segurá-lo pelo tronco e puxá-lo para a superfície. Jimin havia desmaiado, e o garoto se desesperou.

A maré que havia enchido não colaborava, impedindo que os dois pudessem chegar à areia. Não sabia o que fazer, seu humano corria risco de vida e não tinha a menor ideia de como fazê-lo acordar.

O coraçãozinho apertado do maior evidenciava mais uma surpresa: Jungkook também estava começando a sentir. Como um humano sente medo, ele estava sentindo. Medo de que não pudesse vencer a maré, medo de se cansar, medo de que seu amigo não sobrevivesse e principalmente, medo de ser abandonado. 

Não queria ser abandonado. Se Jimin morresse, seria como ficar sozinho, novamente, em pleno mar azul.

Avistou uma pedra enorme no outro lado da praia, e lutou contra as ondas que o puxavam para que pudesse levar o rapaz até ela. Era uma pedra alta e teria que servir. Nadou com toda a sua velocidade até a rocha, e graças à sua cauda, já chegara lá. Estava no local, mas, como chegar até lá em cima?

Não tinha outra saída, agarrou Jimin e afundou uns metros abaixo da superfície, sem soltar o humano. Com um impulso, o tritão percorreu todo o trajeto e deu um salto que ultrapassava as leis da física e da biologia, alcançando cerca de dois metros de altura e então jogando seu corpo para a rocha. Não sabia como havia conseguido fazer isso carregando todo aquele peso, mas até para um garoto que mal sabe conjugar um verbo, o tempo era muito curto. Não podia perdê-lo.

Jimin ainda estava desmaiado, não tinha pulsação e sua pele havia se tornado pálida. Não respirava, e a criatura balançava-o, tentando a todo custo fazê-lo abrir os olhos. 

- Jimin, acorda! - mexeu sua barriga - Jimin tem que acordar! Jimin não pode dormir no mar.

Nada. Nenhuma resposta. Jimin parecia um boneco de pano, não emitia sinal algum. O corpo de Jungkook tremeu, sentia na pele a dor que seria ver o único humano que poderia ensiná-lo as coisas indo embora sem ter tempo de dizer adeus. Era como se no fundo, durante o tempo todo, seu corpo possuíse uma alma humana. Uma alma que sente, que ri, que aprende, e que chora. 

Pela primeira vez, Jungkook chorava como um humano. Ainda que grunhisse como um animal, suas lágrimas escorriam desesperadamente pela suas bochechas pálidas e tocavam a pele do menor, praticamente o ensopando. Mesmo que tentasse usar a sua capacidade de regenerar, o tempo havia acabado.

- Jimin não acorda, Jungkook sem ninguém... Jungkook triste...

Encostou sua testa na do menor. Era assim que se despediria, que diria adeus a todas as tardes de pôr-do-sol a qual saia do fundo do Pacífico apenas para cutucar o rosto do humano que tinha que sempre tirá-lo de alguma confusão. Era assim que terminaria o laço único que nenhum ser humano, em séculos, foi capaz de criar. Jungkook talvez ainda fosse muito bobo para entender com clareza, mas seu coração sabia, que no fim, Jimin foi o único que pôde cruzar seu caminho e fazê-lo nunca mais querer se afastar.

Deixaria o rapaz ali, cercado pelas águas agressivas e um vento gélido, sentindo pela última vez o doce som do oceano, este tão bruto na maioria das vezes. Foi quando ele se virou e ouviu o humano ofegar. Seu corpo se voltou para o mais baixo com tamanha euforia que quase sentiu sua costela de desprender. Jimin ainda tinha ar entrando e saindo de seus pulmões, os batimentos do seu coração ainda permaneciam, e sua pulsação, mesmo fraca, ainda existia. 

Jimin não estava morto.

Jungkook contemplava o seu humano se tornar levemente moreno de novo, sua cabeça se mexer fracamente e seus dedos dobrarem de forma quase despercebida. O tritão não movia um músculo.

E então os pulmões de Jimin explusaram toda a água salgada que havia dentro de si, fazendo-o cuspir tudo para fora, e finalmente respirando sem nenhum empecilho. Os olhos do rapaz se abriram com dificuldade e as imagens foram se aperfeiçoando, até que pôde ver com clareza o rosto apavorado de Jungkook, as mãos trêmulas e os olhos tensos. Esfregou as pálpebras e percebeu que não era sonho, que não estava debaixo d'água.

- Jungkook... onde estamos? - perguntou, com a voz fraca, olhando ao redor e notando a diferença do local em que estavam em relação ao que haviam acabado de sair

Não houve resposta concreta, e sim uma euforia que atacou cada célula do tritão, lhe fazendo emitir grunhidos de alegria e os tais aplausos que acabou de aprender. Os dentes caninos estavam para fora, assim como o resto, porque ele sorria com vontade.

Jimin estava vivo, afinal.

- Jimin vivo! Jimin vivo! - ele comemorava, praticamente se jogando em cima do outro

- Ai. Eu estou bem, Kookie. Só estou meio tonto... Engoli muita água. 

Ele observava o dentuço remexendo a cauda e se mantendo próximo a si, como se fosse defendê-lo de tudo. Jimin ainda quis afastar o menino, pelo cansaço tremendo após nadar loucamente e se afogar, mas ao sentir a preocupação estancada nos olhos do seu grandalhão, preferiu deixá-lo ali. 

Jungkook deitou a cabeça na barriga do humano, com as mãos agarradas à barra da camisa do garoto e a cauda entre as pernas do mesmo. Talvez assim, o humano não corresse perigo de novo. Temia ter que se despedir do rapaz outra vez.

Jimin pousou a mão nos cabelos do maior, fazendo um pequeno cafuné, e deixando-o ali, sem se mexer. Era super desconfortável sentir escamas molhadas tocando sua pele, mas Jungkook estava confortável, então não protestou. Suspirou pesado. Ele precisava descansar, mais do que o humano, aquele tritão-de-cauda-vermelha com caninos pontiagudos sofrera muito naquela madrugada. Queria ele jamais ter desmaiado daquela forma, pois só de pensar no quão angustiado ficara o outro em vê-lo quase morto, era como se enfiassem estacas de ferro perfurando sua carne e adentrando seus órgãos sem piedade alguma. Sentia-se tão culpado, que não poderia se considerar o que mais se esforçou. Jungkook adormeceu em seu colo, afagado pelas mãos do humano, e aquecido pelo sentimento de que poderia continuar vendo aquele ser tão estranho e rabugento todos os dias mais uma vez. Jimin quase se derreteu todo quando percebeu que em meio ao soninho do tritão, o mesmo abriu um sorrisinho.

A noite de festa acabou assim, com um céu estrelado, todo arrumado para que os olhos do humano o admirassem. Formidável, este mundo. Seja em terra, céu, ou mar. Sempre havia beleza onde quer que ele fosse. Ainda que a beleza do mar quase tenha o matado, mas não deixava de ser belo. Quantas histórias os olhos de Jimin poderiam contar nos próximos dias...

Por exemplo, a história de uma estrelinha que brilhava inocente no céu, viajando anos-luz e descobrindo as maravilhas do universo.

Jimin nomeou-a de Jungkook, a sua estrelinha preferida.




Notas Finais


Nosso peixinho está finalmente aprendendo a falar, estou tão orgulhosa do meu bebê.

Falando em bebê, perceberam a interação dele com a sereiazinha que ele fez? Pois é gente, mesmo sendo uma criatura exótica e com aspectos de um humano, ele possui instintos de peixe, e os peixes não possuem todo um cuidado parental no exato momento em que formam um bebê. Mas não fiquem tristes, ele vai cuidar dela, de fato ~ spoiler

É isso, preciso ir ali, já estou preparando o novo capítulo sksksks ♡


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