História Troca de personalidade - Eldarya e Amor Doce. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce, Eldarya, Mitologia Grega
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Ezarel, Iris, Jamon, Kentin, Keroshane, Leiftan, Li, Lysandre, Melody, Mery, Miiko, Nathaniel, Nevra, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Valkyon, Violette
Tags Amigos, Amor, Amor Doce, Aventura, Eldarya, Games, Romance
Visualizações 86
Palavras 1.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi!
Não sei o que comentar aqui, então...
Boa leitura 💙

Capítulo 2 - Um vampiro gato da em cima de mim.


POV Armely

Ando com passos lentos na direção das garotas, afim de ouvir o que elas estão comentando:

– Sim, eu sei. Eu apenas prefiro o Kero. - disse a coelha.

– Nossa Ykhar, você precisa renovar um pouco.

– Olha só quem fala, Alajéa, tu gosta do Nevra, ele quer pegar todas. Não vale a pena.

Certo, nem um pouco interessante.

É apenas... estranho.

Vou na direção oposta das garotas, porém uma terceira voz surge no meio da conversa:

– Vocês são cegas a ponto de deixar aquela humana fugir? - disse, ele é um garoto, cabelos negros e olhos cinzas, apontando para mim com a cabeça. – Ah, e é bom saber que me ama, Alajéa. - continuou, lambendo os lábios para a mesma.

A garota peixe corou intensamente, enquanto a coelha chamada Ykhar apenas me encarava, com os olhos arregalados e a boquiaberta:

– Não é hora de brincarem de casalzinho! Venham, temos que levá-la para a Miiko! - disse a coelha, vindo em minha direção. 

Quando ela chegou aqui, estava ofegante e com as mãos nos joelhos:

– Er... antes de qualquer coisa.. - comecei, porém uma mão me puxa pelo pulso.

Sinto como se tivesse na velocidade da luz. Só sei que agora meu cabelo estava descabelado e que o garoto de segundos atrás estava me encarando, um pouco confuso e muito malicioso:

– Você tem um cheiro interessante. - comentou, pegando minha mão e beijando a mesma. – Nevra, o que todas querem, prazer.

Sinto minha face esquentar, o que é facilmente notado por ele, pois uma risada gostosa e reconfortante sai de sua boca:

– Não é hora de paquerar a humana Nevra. - disse a garota peixe. Ela me lançou um olhar gentil. Falsidade mata, querida. 

A olho um pouco confusa, do mesmo modo que olhei para a coelha e Nevra:

– Eu posso perguntar algo? - digo, olhando em minha volta.

Nevra me encara, de cima para baixo, dando uma piscadela logo depois:

– Primeiramente veremos Miiko, depois é a hora das perguntas. - responde a coelha.

Andamos em silêncio por alguns minutos, consigo sentir o olhar do garoto sob mim. Confesso que não é tão ruim assim.

Chegamos num lugar cheio de portas bem estranhas. Uma coisa que aprendi sobre esse lugar desde que cheguei, ele é bem estranho.

Andamos mais um pouco e chegamos a um corredor, com portas umas ao lado das outras e uma porta enorme do outro lado.

Nevra entra na sala como se fosse o maioral, Ykhar vem depois e a garota peixe me puxa pelo pulso.

A sala tinha um enorme cristal no meio, era um lugar bonito, porém não me sentia confortável ali:

– Miiko, o mundo corre perigo, uma humana chegou. - comentou Nevra, com as mãos na cintura.

– O QUE?! - gritou uma mulher com orelhas de gato e olhos azuis chocantes. Deduzo ser essa tal de Miiko.

Olho ao meu redor, muito confusa, há vários olhares sobre mim. Não é muito normal eu ser o centro das atenções:

– Teremos mais uma escrava, uau, que divertido. - comentou um elfo de cabelos azuis enormes e olhos verdes. Bateu uma inveja mínima aqui.

– Ezarel, não é hora para brincadeiras. - comentou Miiko. – Onde ela estava? - apontou para mim.

– Na floresta. - respondeu Ykhar. 

Miiko passa seu olhar em todos da sala e para em minha pessoa. Ela me encara como se estivesse vendo o fundo de minha alma:

– Vamos fazer o teste das guardas. Kero, leve-a para a biblioteca. - o elfo abriu a boca para reclamar. – E nem comece porque não quero saber sua opinião, Ezarel, esqueceu quem manda aqui?

Nevra segura a risada enquanto o duende resmunga baixo, um homem alto e bem forte, que estava ali faz um tempo, continua com a expressão de sempre, indecifrável. Nunca vi gente desse tipo antes, ele tem cabelos platinados e olhos âmbar. A inveja vai ser forte hoje:

– Então, garotos. - chamou Nevra. – Parece que irei ganhar comida de graça hoje. - continuou, acenando com a cabeça para mim.

O elfo me olhou de cima para baixo enquanto o outro apenas saiu da sala sem dizer nada:

– Não me diga que você gostou disso. - o elfo me olhou com desdém.

Encaro seus olhos verdes, ambos muito lindos.

Dou um longo suspiro e cruzo meus braços:

– Confesse, é bem melhor ser uma "tábua" do que ser um sem....

– Okay, chega. - começou Nevra, acho que ele notou que iria dar numa briga bem linda.

Ezarel me encarou, incrédulo:

– Se você cair na minha guarda, ore todos os dias, irei lembrar muito bem quando for sua vez de fazer as tarefas. - então saiu da sala, com passos fortes e bravos.

– Humana, não implique com ele. - comentou Nevra. – Quero você viva para poder ter comida de graça a noite. 

Nevra me deu uma piscadela e saiu da sala. Apenas sobrou eu e o garoto com chifre:

– É um unicórnio? - perguntei, o encarando.

Ele sorriu e acenou com a cabeça:

– Não ligue para o Ezarel, ele é assim mesmo, e não se deixe levar pelo Nevra. Venha. - disse, andando na direção da saída, eu apenas o segui.

Andamos novamente pela sala das portas e paramos na frente de uma delas.

O homem unicórnio empurrou a porta, deixando uma enorme biblioteca a vista.

Acho que a partir de agora eu amo esse lugar:

– NÃO! ESSE LUGAR É O PARAÍSO! - grito, entrando na mesma e pulando em uma das cadeira que tinha ali. 

Kero, acho que esse é o nome dele, ri de minha empolgação:

– É bom saber que há uma humana que se interesse por livros. - disse, entrando na biblioteca e pegando um monte de pergaminhos. – Agora vou te fazer umas perguntas, responda com sinceridade, certo?

Concordei com a cabeça. 

***

Não entendi nada desse interrogatório para saber qual é a minha guarda. Eu não sei nem o que é uma guarda.

Kero fica alguns segundos encarando os papéis.

Até os três garotos entrarem na biblioteca com um movimento brusco:

– E então, qual a guarda felizarda? - pergunta Nevra, vindo em minha direção. Ezarel me encara mortalmente e o platinado apenas fica quieto.

– Vocês podem fazer o favor de sair? Eu estou vendo qual será a guarda da.... é... qual seu nome? - pergunta Kero.

– Armely. - digo, encarando o platinado. – Eu ainda não sei seu nome. 

Ele me olha, com a testa franzida:

– Valkyon.

– Hahaha! A escrava gostou de você, Valky. Boa sorte pra aturar essa aí. - disse Ezarel, com um sorriso maldoso nos lábios.

– Você procura as vezes saber as coisas antes de falar bobeira por aí? Até onde eu sei, tenho o direito de saber o nome de quem eu quiser. 

– Ela é da Guarda Absinto. - Kero disse. O sorriso do elfo se aumentou mais ainda.

Acho que me ferrei.



Notas Finais


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