História TRONO DE VIDRO - Capítulo 3


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Categorias Deltora Quest, Trono de Vidro
Visualizações 9
Palavras 689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Self Inserction, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

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Capítulo 3 - LIBERDADE


Fanfic / Fanfiction TRONO DE VIDRO - Capítulo 3 - LIBERDADE

Os olhos do príncipe brilharam com fascínio pela ousadia de Celaena e detiveram-se demoradamente no corpo da assassina. Ela podia rasgar o rosto dele com as unhas por olhá-la daquela forma, mas o fato de o príncipe sequer se incomodar em olhar quando Celaena estava tão imunda... Um sorriso se abriu lentamente no rosto dela.

O príncipe cruzou as longas pernas.

— Deixe-nos — ordenou ele aos guardas. — Chaol, você fica onde está.

Celaena se aproximou enquanto os guardas saíam, ruidosamente, e fechavam a porta. Decisão tola, muito tola. Mas o rosto de Chaol era indecifrável. Ele não podia realmente acreditar que conseguiria impedi-la agora, caso Celaena tentasse escapar! Ela endireitou a coluna. Que plano era aquele que os deixava tão irresponsáveis?

O príncipe soltou uma gargalhada.

— Você não acha arriscado ser tão ousada na minha presença quando sua liberdade está em jogo?

De todas as coisas que poderia ter dito, isso era o que ela menos esperava.

— Minha liberdade? — O som da palavra a fez imaginar uma terra de pinheiros e neve, de penhascos ensolarados e mares espumantes, uma terra onde a luz sumia nos recessos e elevações da grama verde – uma terra que Celaena já esquecera.

— Sim, sua liberdade. Eu sugiro, então, senhorita Sardothien, que você controle a arrogância antes que acabe voltando para as minas. — O príncipe descruzou as pernas. — Se bem que talvez sua atitude seja útil. Não vou fingir que o reino de meu pai foi construído com confiança e compreensão. Mas você já deve saber disso. — Celaena fechou as mãos em punhos enquanto esperava que ele continuasse. O olhar do monarca cruzou com o dela, alerta, como se a testasse. — Meu pai enfiou na cabeça que precisa de um campeão.

Celaena levou um segundo delicioso para entender o que ele queria dizer, então jogou a cabeça para trás e riu.

— Seu pai quer que eu seja a campeã? O que... não me diga que ele deu um jeito de eliminar todas as almas nobres lá fora! Certamente ainda existe um cavalheiro cortês, um senhor de coração determinado e coragem.

— Cuidado com o que fala — avisou Chaol, postado ao lado dela.

— E quanto a você, hein? — disse Celaena, levantando as sobrancelhas para o capitão. Ah, era engraçado demais. Ela, a campeã do rei! — Nosso querido rei não acha você bom o suficiente?

O capitão levou a mão à espada.

— Fique quieta para escutar o que Sua Majestade tem a dizer.

Ela se virou de volta para o príncipe.

— Pois bem?

Dorian se recostou no trono.

— Meu pai precisa de alguém que ajude o império, alguém que o ajude a lidar com pessoas difíceis.

— Quer dizer que precisa de um lacaio para fazer o trabalho sujo.

— Se prefere ser direta, sim — disse o príncipe. — O campeão do rei deve silenciar os oponentes.

— Deixá-los como túmulos — completou ela, com doçura.

Um sorriso pairou na face de Dorian, mas ele conseguiu se conter.

— Sim.

Trabalhar para o rei de Adarlan como serva real. Celaena levantou o queixo. Matar em nome dele, ser mais um dente na boca do monstro que já consumira metade de Erilea...

— E se eu aceitar?

— Então, depois de seis anos, ele devolverá sua liberdade.

— Seis anos! — Mas a palavra “liberdade” ecoou na mente de Celaena mais uma vez.

— Se recusar — disse Dorian, antecipando a próxima pergunta dela — você permanecerá em Endovier. — Os olhos cor de safira do príncipe endureceram, e Celaena engoliu em seco. Ele não precisou acrescentar: E morrerá aqui.

Seis anos fazendo o papel de arma nas mãos de um rei corrupto... ou uma vida inteira em Endovier.

— Porém — advertiu o príncipe — há uma condição.

Celaena manteve o rosto neutro enquanto ele brincava com um anel.

— O cargo não está sendo oferecido a você. Ainda não. Meu pai quer se divertir um pouco antes. Ele está organizando uma competição e convidou 23 integrantes do conselho para que cada um patrocine um candidato a campeão, para treinar no castelo de vidro e, por último, competir em um duelo. Se por acaso ganhar — disse ele, com um meio-sorriso —, será nomeada oficialmente a Assassina de Adarlan.


Notas Finais


Obrigado por ler até a próxima Arigatou


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