História Trouble - Capítulo 9


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Categorias BEAST (B2ST), Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), Jang Hyun-seung, Seungri, T.O.P
Tags Aluno, Amor, Bigbang, Boyslove, Choiseunghyun, Dívidas, Escola, Hyunseung, Leeseunghyun, Lemon, Professor, Prostituição, Romance, Seunghyun, Seungri, Top, Topri
Exibições 26
Palavras 1.514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Como assim dois capítulos seguidos em dois dias seguidos?? Pois é, deu vontade. Mas o próximo só semana que em mesmo.

Capítulo 9 - Capítulo IX


Fanfic / Fanfiction Trouble - Capítulo 9 - Capítulo IX

``Quem se preocupa com as minhas emoções?
Você pode brincar comigo até se cansar
Você pode me quebrar, se é isso que você quer
Porque eu sou um brinquedo, brinquedo´´

Toy - Block B

 

Choa, minha ex namorada chata que era viciada em presentes.

Namoramos por exaustivos cinco meses, ela exigia presentes até por respirar - não estou exagerando, sempre que acordava pedia algo pois dizia que deveríamos comemorar por pequenas coisas - mas raramente me presenteava com algo.

Um dos dois presentes que ela me deu foi o livro que emprestei pro Seung.

Além de que ficava me exibindo para suas amigas e gostava de se preocupar com a vida alheia e nem um pouco com a do namorado.

Mas bem, ela era recém formada em enfermagem e talvez por isso, Dae achou que seria uma boa chama-la.

— Viu só? Foi só eu te deixar sozinho e já adoece. - ela falou e a ouvi gritar da cozinha. - Tá explicado! Você só come porcarias e se entope de álcool.

Alguns vinhos e champanhes não são só álcool, Choa.

Eu esperava que ela não jogasse tudo fora.

@.@.@

Eu só conseguia pensar no meu carro destruído- o havia ganhado do meu pai quando ainda nos falávamos- e na minha briga com o Seung.

Talvez por está muito preocupado que minha febre voltou e dessa vez eu realmente achei que ia morrer.

Estava tão seria a situação que comecei a alucinar. Minha vista estava cansada e segundo o que eu soube depois, o nome que mais saia da minha boca era "Seung".

No final da tarde, Choa me obrigou a tomar um de seus xaropes, que sinceramente, acho que aquele líquido amarelado com gosto de wisky curava até câncer.

Como mágica, minha febre diminuiu e as alucinações sumiram. No dia seguinte eu só tive que me preocupar com minha tosse, a fraqueza e a visita do Seung.

Sim, como uma aparição, Lee SeungHyun apareceu no meu quarto pela manhã, sem farda- no caso estava com uma camisa de mangas curtas azul escuro e uma calça folgada marrom, junto com um sapato de cadarço gasto e uma touca preta- e de cabelos molhados.

— O que está fazendo aqui? - perguntei enquanto se aproximava. - Devia estar na escola...

— É domingo. - ele me cortou e o observei sentar na minha cama. Eu havia me perdido nos dias.

— Como soube?

— O professor Dae. - respondeu.

— Você está bem?

— O doente aqui é você. - ele olhou nos meus olhos e suspirou. - Eu vim me desculpar por sexta... apesar de você ter feito merda, foi na melhor das intenções.

— Eu não sabia que ele realmente podia fazer algo pra alguém. - pensei na destruição do meu carro. - A culpa foi minha novamente.

— Você lembra do GiKwang? - senti seus dedos roçarem nos meus, mas seus olhos fixados em mim me impedirem de olhar. - O novato que veio conversar comigo?

— Ele bateu nele. - falei o que eu lembrava.

— Isso aconteceu pouco antes de você chegar... GiKwang era do terceiro e como não entendia a escola, veio me perguntar... HyunSeung não gostou e começou a ameaça-lo, mas como Gi-hyung não desistia de fazer o mesmo que você está fazendo... - Seung parou e desviou o olhar. - HyunSeung dopou Gi-hyung e tinha a intenção de assusta-lo deixando-o numa casa afastada... Mas a dose foi muito forte, ele morreu horas depois e quando a polícia o encontrou, disseram que havia sido overdose... Gi-hyung era muito bom para se drogar, mas até a mãe dele acreditou... E isso é foda, ele morreu como algo que não era.

Seung agora mexia na minha mão de forma mais direta, entrelaçando vez ou outra, seus dedos nos meus.

— Ele não vai fazer nada contra mim. - falei depois de segundos em silêncio. - E nem contra você.

— Só é chato pessoas se machucarem por minha causa. - ele tirou a touca e bagunçou os cabelos. - Só estou avisando pra não tentar ultrapassar os limites entre nós dois.

— Não estou ultrapassando. - falei e seus olhos se fixaram nos meus e ele se aproximou um pouco.

— Ontem eu vim aqui pra me desculpar... e você estava gemendo meu nome. - Seung falou arranhando a voz de propósito. - Você tem um puta auto controle que me deixa surpreso.

Eu não sabia o que dizer, ficamos nos encarando até Seung fazer um estalo com a língua e suspirar.

— Foda-se. - disse antes de subir em cima de mim.

Isso mesmo, ele simplesmente passou as pernas por mim e ficou com uma de cada lado do meu corpo.

Tomei um susto com esse movimento repentino e por isso não tive o reflexo de tentar tira-lo.

Seung aproveitou minha confusão e se inclinou, roçando seus lábios no meu pescoço. Todos os pelos do meu corpo se arrepiaram.

Coloquei minhas mãos na sua cintura, para afasta-lo - apesar disso ser a última coisa que meu corpo queria- mas parei quando senti sua língua deslizar do meu pescoço até meu queixo e logo nossas bocas se encontrarem.

O beijo dele foi bem suave, seus lábios apenas se pressionavam contra os meus e fui eu quem aprofundou aquilo.

O puxei mais para mim e pedi passagem com a língua que aceitou sem hesitar. E porra, ele sabia beijar melhor do que eu.

Seung deu uma leve rebolada contra meu membro e soltei um suspiro longo que logo foi cortado quando o Lee voltou a me beijar, com sua língua experiente tocando a minha e chupando-a vez ou outra.

Infelizmente, eu ainda estava doente, então acabei com o clima quando me virei um pouco pro lado e comecei uma crise de tosse seca.

Isso fez Choa brotar no meu quarto.

~Seungri~

Eu estava naquele momento de dúvida e mais dúvida, quando você faz algo e por mais que seja certo pra você, te incomoda pois há outros envolvidos.

Falando dessa maneira, até parece que eu tinha caráter.

Eu, Lee SeungHyun, não passava de um adolescente imaturo que viu naquele homem gentil e prestativo, uma válvula de escape para todo meu sofrimento.

E como se não bastasse tudo que eu havia feito com ele nas ultimas semanas, eu extrapolei naquele dia ao simplesmente beija-lo sem me preocupar com nada.

Sem me preocupar se aquela mulher era sua namorada e se não, se ela sabia que ele tinha interesses por homens. Talvez, se eu tivesse demorado mais um pouco no seu colo quando começou a crise de tosse, ela tivesse visto e provavelmente sua reputação desceria pelo ralo.

Senti dedos tocando meu braço e meu coração parou por segundos. Quando olhei, era Choa que me estendia uma xícara com um líquido meio amarelado.

— Você está muito pálido, deve ser a imunidade. Então tome isso para não adoecer também. - ela falou e me entregou a xícara. - Vou preparar um lanche.

Fiquei encarando a xícara e dei um gole grande, do qual me arrependi em seguida.

Fiz uma careta ao sentir o gosto forte daquilo e deixei a xícara de lado. Foi quando meu olhar cruzou com o dele, eu sabia que ele estava me encarando desde que parou de tossir, mas evitei retribuir o olhar.

— Acho que não gosto muito do seu auto controle. - falei sorrindo de lado. Ele apenas me olhava, com os lábios entre abertos e molhados.

Eu queria beija-lo novamente, e pela forma que olhava para minha boca, ele também queria.

— Você... Porque ? - Choi perguntou, suas sobrancelhas grossas juntas numa expressão de confusão. - Você acabou de dizer para eu não ultrapassar os limites... Não entendo.

— Não precisa entender. - como eu era filho da puta. - Você quer não é? - fui me aproximando e passei as mãos nos meus cabelos por costume.

— Seung... - ele olhava fixamente nos meus olhos e eu podia ver o tamanho do seu desejo.

Me sentei do seu lado e peguei uma de suas mãos, a colocando na minha coxa devagar e logo senti um leve aperto.

Certo Seung, você já fez isso várias vezes, mais uma não vai arrancar pedaço. Pensei e coloquei minha mão por baixo do seu lençol.

Ele imediatamente segurou minha mão e me repreendeu com o olhar. O irônico era que ele ainda apertava minha coxa.

— Prometo que não vai doer. - dei um sorriso de lado e umedeci meus lábios. - Vamos hyung.

Quanto mais ele me quisesse, mais chances eu teria de ser salvo. Eu só precisava conquista-lo e fazê-lo me querer, depois eu contaria tudo e ele me deixaria para arrumar um melhor. Isso era meu pensamento na época.

E foi com ele que me inclinei para beija-lo novamente- eu estava pouco me fodendo se ficaria doente depois e muito menos ligando para minha frase falsa de preocupação. GiKwang foi descuidado, Choi não seria.

Meus cabelos foram agarrados com força e puxados pra trás, deixando meu pescoço exposto, onde ele deu uma mordida suave e distribuiu beijos molhados.

Foi quando escutei a porta abrir e logo ser fechada com força.

— Mas que porra vocês estão fazendo ?


Notas Finais


Não tenho nada a comentar... Até o próximo!

Beijos sabor cereja :*


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