História Trouble - Capítulo 39


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Joe Jonas, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Joe Jonas, Lauren Jauregui, Personagens Originais, Wilmer Valderrama
Tags Demi Lovato, Dilmer, Drama, Romance, Wilmer Valderrama
Visualizações 116
Palavras 4.160
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Um pouco de hot e um pouco de melancolia. Esse é um penúltimo capítulo da fanfic e espero que gostem!

Capítulo 39 - Silêncio


Um mês depois.

Mark foi enterrado na mesma semana em que Demi saiu do hospital. Mesmo com tudo o que ele fez de errado, ele recebeu algumas homenagens graças ao seu cargo no FBI. Os detalhes do ocorrido no Haras ainda não haviam sido divulgados, e talvez nunca chegassem a ser. Apesar das ameaças de Joe sobre denunciar seu pai de várias formas possíveis e contar ao mundo como Paul era uma pessoa horrível, provavelmente ele não faria aquilo.

As pessoas não queriam respostas, só queriam ficar em paz. Demi, pelo menos, só queria ficar em paz e não fazia questão de levar aquelas investigações a fundo. Aquelas últimas semanas já haviam sido conturbadas o bastante.

Demi já estava melhor e não precisava mais se preocupar em usar uma tipóia. Sua recuperação havia sido satisfatória e o bebê crescia bem e saudável.

Em uma semana mais calma, Demi, Wilmer e Anthony receberam Joe e Lauren em casa para conversar sobre a situação. Eles se sentaram na sala e apesar de tudo, eles pareciam mais tranquilos do que dias atrás.

— Bom, eu tenho boas notícias. — Joe disse enquanto tirava seu quepe e colocava em seu colo, como de costume. Ele parecia animado. — Paul Jonas escreveu uma carta confessando os seus crimes.

Era estranho ver Joe chamando seu próprio pai pelo nome. Ele assentiu para Lauren e ela tirou um papel de sua pasta e entregou primeiro para Wilmer. Era a tal carta.

Wilmer a leu com atenção, enquanto sentia sua garganta secar. Chegava a ser assustador, mas ao mesmo tempo, aliviante. Ele confessava os desvios de dinheiro, a armação contra Anthony naquela noite e até mesmo a sua participação na morte da mãe de Demi.

— Isso encerra o caso? — Ele indagou enquanto passava a carta para Demi e Anthony também lerem.

— Ainda temos que abrir um processo contra Eric e qualquer outro envolvido. — Joe respondeu. — Mas, com a confissão de Paul feita e com Mark morto, todos estarão dispostos a colaborar agora.

Eles eram como um monstro lendário, Demi pensou enquanto devolvia a carta à Lauren. Não adiantava apenas cortar a cabeça, era necessário apunhalar o coração, encontrar seu ponto mais fraco. Só assim eles seriam derrotados.

— Algo sobre mim? — Anthony resolveu perguntar.

Joe moveu a cabeça negativamente.

— Você não precisa se preocupar com isso. Eles não sabem que você está vivo e que está aqui. — Ele respondeu. — A sua história continua a mesma.

— E você? — Demi perguntou ao Joe. — O que vai acontecer com você?

Joe deu de ombros e olhou para Lauren rapidamente.

— Aparentemente nada. — Ele respondeu. — Lauren conseguiu provas o suficiente para mostrar que Mark era um psicopata atrás de vocês e que merecia morrer naquela noite. O fato de Mark ter ido atrás da autópsia de Anthony e ter tentado interrogar o doutor Harper ajudou muito como provas. Então, vou continuar bem porque eu só estava fazendo o meu trabalho matando um homem ruim.

— E sobre a morte de Nicholas? Alguma mudança depois do que você falou? — Wilmer indagou preocupado.

— Não. — Joe respondeu. — Não há provas de que eu o matei apesar da minha confissão naquela noite. E seria insano acreditarem em Paul, principalmente depois de ele ter feito tantas confissões nessa carta. Nicholas foi assassinado por um assaltante e Paul errou em querer se vingar de vocês por isso... Ponto final.

Wilmer assentiu.

— Podemos dizer que está tudo bem. — Lauren completou. — Vocês não precisam se preocupar e estão livres para saíram da cidade se quiserem.

Demi e Wilmer se entreolharam rapidamente.

— Nós pensamos em sair da cidade. — Demi disse. — Até mesmo do país... Mas queremos que vocês vão junto.

Lauren franziu o cenho e olhou para todos na sala.

— Vocês quem? — Ela indagou.

— Você, Joe e é claro, meu pai. — Demi respondeu. — Podemos mudar de vida e começar de novo. Não precisamos mais viver nessa confusão.

Joe assentiu, mas acabou desviando o olhar.

— Eu acho essa ideia interessante. Mas eu prefiro ficar aqui. — Ele disse com sinceridade. — Sei que tudo o que aconteceu foi muito ruim, mas a minha carreira vai se acertar agora. Estão considerando o meu ato de investigar e denunciar meu próprio pai como algo heróico.

Lauren também assentiu.

— Joe tem razão. — Ela disse. — Tudo o que aconteceu foi uma loucura e precisamos nos afastar disso... Mas a minha carreira está boa agora. Essa é primeira vez que eu participo de algo grande como advogada e isso vai me ajudar muito de várias formas, principalmente financeiramente. Eu quero esperar esses julgamentos acabarem e o caso ser encerrado, tenho a sensação de que eu vou conseguir me sair bem e tudo isso graças à vocês.

— Então... Você não vem? — Demi perguntou a amiga.

— Não agora. — Lauren respondeu. — Mas com certeza vou querer morar perto de vocês em breve e em qualquer cidade. Eu vou ser tia, é claro que eu vou querer ficar perto de vocês.

As duas riram ao mesmo tempo e então, Demi se voltou para o seu pai.

— E você, pai? — Ela indagou. — Topa sair daqui?

Anthony assentiu demonstrando animação.

— Eu vou com vocês para qualquer lugar. — Ele respondeu. — E confesso que ficar aqui não está sendo muito fácil. Eu me cansei de ficar apenas escondido no apartamento de Wilmer. É claro... Eu quero ficar por perto já que vou ser avô.

Demi acabou sorrindo satisfeita.

— Obrigada, pai. — Ela respondeu. — Óbvio que ainda temos muito que planejar, mas acredito que vai dar tudo certo.

— Eu também acredito. — Lauren disse.

— Eu mal posso esperar para ver o que o futuro nos reserva. — Joe completou.

Em seguida, eles conversaram por mais um tempo e tomaram café, mas Joe e Lauren tinham que ir. Eles se despediram e prometeram que se veriam em breve, sem toda aquela confusão acontecendo.

Mais tarde os três jantaram juntos, Demi, Wilmer e Anthony. De repente era como nos velhos tempos. Um momento sem preocupação, sem problemas, sem medo.

À noite, quando eles foram dormir, Demi e Wilmer acabaram passando um tempo conversando na cama, na penumbra do quarto.

— Eu pensei que em ir para o Canadá. — Wilmer disse enquanto eles pensavam em um lugar para recomeçar. — Lá têm várias cidades bonitas e interessantes. E eu ficaria mais aliviado em mudar de país.

— Eu também. — Demi respondeu.

— Então... O que você acha do Canadá? — Ele indagou. — Amanhã mesmo eu posso começar a pesquisar as melhores cidades, bairros, procurar uma casa e um novo negócio. Você topa?

Demi riu baixinho.

— Por você eu topo qualquer coisa. — Ela respondeu. — Me mudaria até mesmo para a Venezuela se você quisesse.

Ele riu de volta.

— Não precisamos ir tão longe. — Ele disse. — Eu fico satisfeito só de ficar com você, não importa em qual lugar.

Ela se aconchegou melhor em seus braços e suspirou pensativa.

— Há algum tempo atrás, você disse que aceitaria recomeçar assim que a confusão acabasse. — Ela disse. — E olha onde estamos.

— Verdade. — Ele respondeu. — E me lembro de ter tido que teríamos um filho na hora certa e agora seremos pais.

— Ainda é difícil de acreditar. — Ela completou. — Tenho a impressão de que toda essa confusão é uma vida distante. É como se existisse uma vida antes da noite do lago e outra depois.

Ele assentiu.

— Apenas uma coisa continua a mesma. — Ele disse.

— O que?

— O nosso amor. — Ele respondeu.

Ela riu.

— Não, não é a mesma coisa de antes. — Ela disse.

— O que você quer dizer com isso? — Ele indagou.

Ela riu novamente.

— Que o nosso amor agora é ainda mais forte. — Ela respondeu. — Sinto que te amo ainda mais.

— E eu te amo ainda mais, nena. — Ele respondeu e beijou o topo da cabeça dela com carinho.

Eles ficaram em silêncio por alguns instantes e Demi chegou a pensar que Wilmer havia pego no sono.

— Will? — Ela indagou em um sussurro enquanto já enfiava uma de suas mãos por baixo de sua camisa, tocando o seu abdômen.

— Sim? — Ele respondeu.

Ela hesitou e riu baixinho.

— Eu estou com saudades. — Ela disse.

— Eu estou aqui e estamos juntos. — Ele respondeu.

Ela riu mais uma vez. Ele provavelmente estava se fazendo de bobo.

— Você entendeu o que eu quis dizer. — Ela disse. — Estou com saudades de você... De nós.

Ele riu.

— Eu pensei que você nunca mais diria isso. — Ele respondeu já se movendo lentamente para colocar o seu corpo sobre o dela.

— Ah, claro... — Ela respondeu com ironia. — Eu nunca mais quero transar com você, Valderrama.

Ele riu com excitação e encaixou seus lábios nos dela. No último mês eles mal haviam passado um tempo juntos, já que Demi estava se recuperando e a preocupação não os deixava ter um momento relaxante.

Ela o beijou de volta, seus lábios começando se mover com sincronia. No escuro do quarto, sentir seus lábios, seu cheiro e o calor do seu corpo era algo que ela desejava com intensidade. Talvez os hormônios da gravidez estivesse a deixando daquela forma, talvez fosse saudades de Wilmer ou talvez fosse a mistura de ambos. Era bom. Simplesmente era maravilhoso ser tocada e amada por Wilmer, principalmente depois de tanto tempo.

Ela voltou a colocar suas mãos por baixo da camisa dele, sentindo seus músculos sob a mesma. Ele interrompeu o beijo para lhe beijar o pescoço, fazendo questão de espalhar beijos quentes e pequenas mordidas, fazendo Demi soltar um pequeno gemido no mesmo instante. Foi aí que Wilmer hesitou e se interrompeu.

— Ah... Droga. — Ele resmungou tentando se conter. — Mi amor, não podemos.

— Do que você está falando? — Ela indagou já ofegante. — Eu estou bem. Eu consigo...

— Não é disso que eu estou falando. Eu sei que você já está bem... — Ele respondeu. — O problema é que não vamos conseguir fazer isso sem fazer barulho. Seu pai está no quarto ao lado.

Ela começou a se esforçar para tirar a camisa dele e riu.

— Está com medo disso? — Ela indagou.

— Não é medo. — Ele respondeu. — É só que eu não quero que ele perceba que nós transamos. Isso é muito desconfortável.

— Podemos fazer em silêncio. — Ela respondeu e beijou o canto da boca dele. — Por favor.

Ele a ajudou a tirar sua camisa rapidamente e posicionou seu corpo sobre o dela novamente.

— Você tem certeza? — Ele indagou com um sussurro, mordendo a sua orelha esquerda rapidamente, fazendo-a se arrepiar. — Você consegue ficar em silêncio?

— Eu posso tentar. — Ela respondeu. — Se as coisas ficarem muito quentes, nós paramos.

Ele colocou os lábios no pescoço dela novamente.

— Será que conseguimos parar? — Ele indagou, mas mesmo assim não deixou de fazer o que estava fazendo.

Ele segurou nos cabelos dele e se deixou levar. Ela não conseguia pensar em mais nada a não ser em Wilmer, era difícil ter que se controlar.  Com agilidade, ele tirou a camisa dela e ela o ajudou arqueando as costas.

Sem esperar nenhum segundo, ele começou a beijar seu seio direito e ela teve que se segurar para não começar a gemer tão cedo. Ele fez o que sabia fazer, beijando, chupando, mordendo de leve e a levando à beira da loucura. Wilmer provavelmente não sabia o quanto sentia saudades do corpo de Demi, até aquilo começar.

Em seguida, ele fez o mesmo com o seu seio esquerdo e ela pensou que teria um orgasmo daquela forma.

— Will... — Ela sussurrou.

— Shh... — Ele fez mesmo sabendo que ouvir aquilo era excitante.

Assim que saiu dos seus seios, ele beijou toda a região da sua barriga. Seus lábios quentes e úmidos, fazendo-a sentir aquilo era como se fosse seu paraíso pessoal. Ele desceu seus beijos até chegar abaixo do seu umbigo e ela sentiu um frio na boca do estômago no mesmo instante.

Com cuidado e com delicadeza, ele começou a tirar o seu short e sua calcinha, tentando não ter pressa.

— Wilmer, — ela sussurrou — eu não sei se consigo ficar em silêncio assim.

— Está desistindo? — Ele perguntou com malícia e terminou de despí-la

— Não, é só que... — Ele não deixou que ela terminasse de falar e assim que ela ficou completamente nua, ele aproximou seu rosto da parte íntima dela e iniciou um beijo quente e delicado.

Ela se contorceu e agarrou os lençóis da cama enquanto fechava os olhos.

Aos poucos ele foi aumentando seu ritmo com um beijo profundo. Demi não tinha tanta certeza se conseguiria manter o acordo do silêncio. Wilmer estava fazendo aquilo por querer.

Ela já respirava pesadamente e fazia o possível para se controlar. Ela agarrou os cabelos dele novamente e ele começou a usar seus dedos para acariciá-la, o que deixou ainda mais ofegante.

— Por favor... — Ela gemeu em um sussurro.

Ele afastou seus lábios, mas não parou de movimentar seus dedos.

— O que foi? — Ele indagou ainda com malícia.

— Você... — Ela mal conseguia responder. — Você vai acabar comigo assim.

Ele riu.

— Eu sei. — Ele respondeu e voltou a colocar seus lábios em sua parte íntima.

Era incrível a facilidade que eles tinham de levar um o outro à loucura. Eles tinham pressa, mas ao mesmo tempo seus gestos eram sútis, enquanto um procurava o outro.

Demi estava prestes a encontrar o seu ápice quando Wilmer se interrompeu. Ele não queria perdê-la ainda apesar de aquele ser o paraíso para ambos. Ele posicionou seu corpo sobre o dela novamente e ela o puxou para alcançar seus lábios com pressa.

Seus lábios se encontraram com fervor e entre os beijos, Wilmer começar a tentar tirar sua própria bermuda. Demi podia perceber o quanto ele já estava animado embaixo da mesma. Ela desceu uma de minhas mãos pelo corpo dele até chegar em sua cueca. Sem hesitar, ela colocou uma de suas mãos dentro da mesma e sentiu sua ereção pulsante.

Ainda beijando seus lábios, ela começou a masturbá-lo dentro da cueca, o que fez ele soltar um gemido baixo em sua boca. Ele fechou os olhos e também tentou se controlar. Aquilo ficava cada vez mais quente.

Com rapidez, ele se livrou da sua bermuda e da sua cueca de uma só vez e Demi o ajudou, e logo a sua ereção estava livre. Em seguida, ele voltou a se posicionar sobre ela e espalhava beijos e mordidas por todo seu pescoço.

Eles se tocavam, sentiam o cheiro e o calor um do outro. Nada poderia ser comparado a momentos como aqueles. Eram sempre intensos e únicos e eles sempre sentiram aquele desejo ardente um pelo outro.

Depois de mais alguns beijos, ele se ajeitou entre as pernas dele e ela o ajudou.  Como se estivesse lendo seus pensamentos e satisfazendo seus desejos, ele a penetrou. Ele fez aquilo lentamente e ela o agarrou pelas costas, fazendo o possível para abafar um gemido enquanto o sentia  e se entregava àquele prazer doloroso.

Aos poucos eles foram se ajustando, até encontrarem um ritmo gostoso e lento. Eles se beijavam e se enfiavam cada vez mais embaixo dos endredons, fazendo o possível para não fazer barulho.

Wilmer começou a ficar mais apressado. Demi sabia que ele queria fazer com força e loucamente, mas eles precisavam se controlar o máximo possível.

— Devagar. — Ela sussurrou entre os seus gemidos.

Quanto mais rápido ele a penetrava, mais ela sentia vontade de gemer e dizer seu nome. Aquilo era uma loucura intensa e boa.

— Eu sei. — Ele respondeu afobado.

Diminuindo seu ritmo, ele apertava uma das coxas de Demi e beijava e mordia todo seu pescoço e, de vez em quando, seus seios.  Ela agarrava eu seus cabelos curtos e arranhava suas costas, enfiando o rosto na curva do seu pescoço enquanto controlava os sons que saíam do fundo de sua garganta.

Ele voltou a se apressar e Demi jogou a cabeça para trás.

— Porra... Wilmer. — Ela gemeu em puro prazer. — Devagar.

— Shh... — Ele fez e tampou a boca dela com uma das mãos, tentando fazer movimentos silenciosos, mas intensos.

Demi não conseguia mais controlar seus gemidos e sua respiração ficava cada vez mais apressada.

— Não consigo... — Wilmer gemeu tentando controlar seus movimentos.

Tudo parecia barulhento e intenso demais. Eles não queriam ser ouvidos de jeito nenhum.

De repente ele parou tudo o que estava fazendo e desabou ao lado dela, claramente frustado.

— Desculpa, eu não consigo... — Ele sussurrou.

Ela tentava controlar a sua respiração bagunçada.

— Tudo bem... — Ela respondeu no mesmo tom. — Podemos terminar isso depois.

Eles ficaram em silêncio por alguns segundos, até ela se mover na cama e pegar a camisa jogada dele. Ela a vestiu rapidamente por cima do seu corpo nu e se aconchegou em nos braços de Wilmer novamente.

— Quando nos mudarmos, — ela disse enquanto ele a abraçava de volta — meu pai vai com a gente, mas ele tem que morar em outro lugar.

Wilmer riu.

— É uma boa ideia. — Ele respondeu. — Acho que sexo completamente silencioso é a coisa mais difícil de se fazer.

Demi também riu e ele beijou a testa dela com carinho.

— Mas teremos um bebê daqui um tempo. — Ela respondeu. — Já parou para pensar nisso? Daqui um ano já estaremos em outro lugar e com um bebêzinho. Nós seremos pais e teremos que controlar nossas loucuras.

— Eu não tinha parado para pensar nisso. — Ele respondeu. — Estou empolgado para ser pai, mas é bem difícil imaginar uma vida com você sem loucuras. Eu sou louco por você.

— Mesmo com tudo o que nós passamos, você ainda é louco por mim? — Ela indagou.

— Isso tudo só me deixou ainda mais louco por você. — Ele respondeu. — Você desperta em mim esse amor intenso que eu nunca senti por ninguém. Eu não consigo me imaginar sendo tão apaixonado por alguém quanto eu sou por você.

— É bom saber disso. — Ela disse colando ainda mais seu corpo no corpo dele. — Porque eu me sinto da mesma forma por você, doutor Valderrama.

Ambos riram mais uma vez e ele tocou o rosto dela, procurando pelos seus lábios no escuro. Quando seus lábios se encontraram, eles se beijaram lentamente e intensamente, com suas línguas se tocando e seus lábios se movendo em sincronia.

— Ok... — Ele disse baixinho, sua voz soando ainda mais sensual. — Eu tenho uma ideia de como podemos terminar isso.

— Pensei que já tinha desistido. — Ela disse no mesmo tom, seus lábios ainda bem próximos dos lábios dele.

— Não consigo desistir de você assim. — Ele respondeu e selou os lábios dela.

Antes que ela pudesse questionar, ele se levantou com cuidado e foi até o banheiro. Ele ainda estava completamente nu e Demi não sabia se achava aquilo engraçado ou sensual.

Ele entrou no banheiro e acendeu a luz. Mantendo a porta aberta, ele a chamou. Ela sorriu e mordeu seu próprio lábio em excitação. Wilmer conseguia ser bem esperto quando estava excitado.

Ela saiu da cama e foi até o banheiro. Assim que ela entrou, ele fechou a porta e a agarrou pelas coxas, colocando-a sentada no balcão da pia. Ela não pôde deixar de notar sua ereção ainda intacta, deixando claro que eles realmente tinham que terminar aquilo.

Ela abriu as pernas e ele se encaixou entre elas no mesmo instante, enquanto seus lábios se encontravam e se procuravam com loucura e tesão. Com pressa, ele colocou suas mãos por baixo da camisa que ela vestia, tocando sua parte íntima, seus seios e sua barriga.

— Linda... — Ele murmurou entre os beijos. — Você é tão linda.

Ele atacou o pescoço dela e ela jogou a cabeça para trás, facilitando sua ação. Eles ainda não poderiam fazer tanto barulho, mas poderiam ficar mais relaxados. Era maravilhoso poder gemer sem medo e sem hesitação.

Em seguida, foi a vez dela de fazer o mesmo por ele e ela atacou seu pescoço. Ele grunhiu no mesmo instante e se apressou em colar seu coropo ainda mais no dela.

— Me fode, Wilmer. — Ela sussurrou em seu ouvido entre beijos.

Ele sentiu seu corpo se arrepiar e ele não poderia mais se prolongar. Demi realmente o levava à loucura. Rapidamente, ele segurou sua ereção e levou em direção a entrada dela. Ela gemeu no mesmo instante, o agarrou pelo pescoço e cruzou as suas pernas atrás do seu corpo, facilitando a situação.

Ele começou a se mover rapidamente, indo para frente e para trás, fazendo movimentos de vai e vem. Ele deixava claro o quanto ele queria aquilo e o quanto ele tinha pessa em conseguir levá-los ao ápice.

— Isso... — Demi gemeu perto de seu ouvido. — Isso, Will.

Ele grunhia, se movimentava sem parar e a segurava pelas coxas. Seus corpos que já estavam suados, voltavam a se molhar com tanto prazer. Não demoraria muito para que eles encontrassem o limite e eles sabiam daquilo.

— Porra. — Ele grunhiu entre sua respiração afobada.

Eles faziam o possível para se tocar e se beijar, enquanto seus movimentos ficavam cada vez mais apressados. Wilmer a penetrava cada vez com mais força e ela estava prestes a se entregar completamente.

Aquela ideia de transar no banheiro era ótima e parecia tão errado, que deixava tudo mais quente. Eles estavam no limite e possuídos por todo aquele fogo e paixão.

— Eu vou... — Ele grunhiu entre seus movimentos, já sentindo Demi se apertar envolta do seu membro.

De repente seus movimentos ficaram mais intensos. Ele lutava entre fechar os olhos e a olhar. Ela era maravilhosa e ele ficava ainda mais excitado quando a via daquela forma por ele e com ele.

O corpo dela se contraiu e enquanto ela apertava seus ombros e suas costas e gemia sem controle. Ele a estocou mais algumas vezes e não teve mais volta, ambos se foram.

Ela jogou a cabeça para trás e fechou os olhos por um instante em puro exctasy. Ele tampou a boca dela com uma das mãos, enquanto controlava seus movimentos erráticos. Ele a olhava nos olhos e se segurava para não gemer também. Seus corpos se rendiam um ao outro, enquanto Demi gemia sob seus dedos.

O prazer parecia ser infinito.

Aos poucos seus movimentos foram parando, até não restar nada. Os gemidos de Demi pararam e ele saiu de dentro dela lentamente e ofegante.

Seus olhos se encontraram e eles riram. Demi tocou o rosto dele, sentindo sua barba por fazer e colocou seus lábios nos dele rapidamente.

— Eu amo você. — Ela disse. — E você me fode muito bem.

Ele riu mais uma vez e a puxou para se levantar junto dele.

— Eu amo você, hermosa. — Ele respondeu. — E adoro quando você diz essas coisas.

A adrenalina ainda zumbia em seus ouvidos e seus corpos ainda suavam, mas eles estavam extasiados. Eles se olharam por mais alguns segundos e em seguida saíram do banheiro, voltando para a cama.

— Espero que não tenha feito barulho. — Demi disse com um riso.

Wilmer pegou sua cueca que estava no chão e a vestiu.

— Eu também espero. — Ele respondeu e se deitou na cama junto dela. — Mas ao mesmo tempo não me importo, porque o sexo foi maravilhoso.

Ela empurrou seu ombro de brincadeira.

— É do meu pai que estamos falando. — Ela disse. — É estranho pensar que ele pode me ouvir... Você sabe.

— Gemendo meu nome? — Wilmer completou com um tom brincalhão.

— Às vezes você é tão imaturo. — Ela respondeu no mesmo tom.

Ele beijou o rosto dela e os dois se aconchegaram no escuro relaxante do quarto.

— Acho que temos um plano para transar quando o bebê estiver aqui. — Ele murmurou.

— É estranho imaginar que ela pode estar ouvindo tudo. — Demi respondeu.

— Ela? — Ele indagou.

— Eu acho que é uma menina. — Demi respondeu e acabou rindo, pensando em seu futuro bebê.

— Sabe de uma coisa? Eu também acho. — Ele respondeu e no mesmo instante colocou uma de suas mãos sobre a barriga de Demi sobre a camisa. — Mas você acabou de arruinar tudo dizendo que ela nos ouve. Eu nunca mais vou querer transar.

Ela riu.

— Deixa de bobagem. — Ela respondeu. — Por que você não diz algo legal para ela, então?

Ele suspirou e assentiu. Aquele clima sexual estava sendo quebrado e estava dando lugar ao um momento adorável e único. Ele desceu até a direção da barriga de Demi e aproximou seu rosto da mesma. Demi riu com a situação.

— Oi... — Ele murmurou timidamente. — Desculpa todo o barulho, ok? É que... Mamãe e papai se amam muito e a mamãe não sabe ser silenciosa.

Demi lhe deu um tapa de brincadeira e ele riu.

— Mas, eu não queria dizer isso. — Ele continuou. — Eu queria dizer que eu... Eu já amo você e eu sou muito grato por saber que você existe. Eu não vejo a hora de te conhecer. Você já nos faz muito feliz. Eu sou o futuro pai mais feliz do mundo.

Ele beijou a barriga de Demi e abraçou por alguns segundos. Logo em seguida, ele voltou a se deitar do lado de Demi. Ela o abraçou e se aconchegou em seus braços, emocionada com aquele pequeno momento.

— Obrigada por isso. — Ela murmurou e beijou o canto do rosto dele.

— Obrigado por ser a mulher mais incrível do mundo, Demi. — Ele respondeu.

Alguns minutos depois, eles adormeceram e tudo parecia pacífico. Era uma nova vida, era um novo momento e eles estavam prontos para serem felizes juntos mais uma vez.



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