História Trouble- Park Jimin. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Gemêas, Hentai, Imagine, Ma Ri, Maevie, Mi-cha, Park Jimin, Problema, Sexo, Suspense, Trouble
Visualizações 46
Palavras 2.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HELLO DKLSJDKLSJ Bem-vindos a minha fanfic biuriful(Nem tão biuriful assim)
Hm... Certo, eu quero realmente terminar ela mas saibam que se eu nunca mais atualizá-la é porque eu desmotivei e decidi não continuar com isso (Como a maioria das minhas fics~ Trágica vida). Mas espero que eu consiga terminar essa ;-;

Olha, se tudo der certo pretendo atualizá-la uma vez por semana e... É isso! Espero que gostem do capítulo e tenham uma boa leitura~

Capítulo 1 - Chapter One.


Fanfic / Fanfiction Trouble- Park Jimin. - Capítulo 1 - Chapter One.

Jimin

 

Apertei meus olhos ao sentir a claridade invadir o quarto e alguns raios solares ficarem bem em meu rosto. Em um movimento involuntário eu coloquei o braço por cima de meus olhos, sentando na cama e grunhindo ao sentir meu corpo pesar.

 

O que eu sentia no momento era como seu meu cérebro estivesse batendo contra o crânio, ou que alguém estivesse o esmagando lentamente minha cabeça. Esse era meu castigo após tomar dez  — Ou mais — doses de uísque.

 

   Olhei para o lado um pouco atordoado, havia um espaço vazio e bagunçado no meu lado e o quarto estava preenchido com o cheiro de um perfume barato e enjoativo. Passei uma de minhas mãos por meus cabelos, percebendo que no travesseiro ao lado havia um pequeno bilhete. Apenas o amassei, sabia que tratava-se apenas de um número de telefone de uma garota na qual nem recordava seu nome e face.

  Ouvi o barulho da porta do meu apartamento abrindo-se, pelo barulho e as vozes, estava mais que claro que eram dois de meus amigos. Conseguia ouvir as risadas e algumas das merdas que eles falavam, algo até que comum.

 

Sem perder tempo, levantei-me da cama e vesti uma cueca e uma calça de moletom, abrindo bruscamente a porta e vendo Taehyung e Hoseok jogados nas poltronas da minha sala. Ambos assim que colocaram seus olhos escuros encima de mim, não deixaram de esboçar um sorriso malicioso.

 

— Aquela loira ainda está aqui? — Kim Taehyung rapidamente perguntou, tentando espiar através do meu quarto. E ao constatar que obviamente não, estreitou suas sobrancelhas. — Uma pena. Pelo menos essa não fez aquele grande drama.

 

— Eu jurava que a loira iria bater em você por dar um fora nela logo pela manhã. Mas até que ela saiu bem de fininho. — Hoseok comentou, parecia um pouco frustrado por não ver o típico escândalo de sábado.  

 

— O que vieram fazer aqui? — Questionei-os antes deles iniciarem outros assuntos bobos e irritantes. No momento eu não estava com a cabeça para ficar jogando conversa fora, já que parecia que a qualquer momento meu cérebro iria explodir. — Se forem passar a tarde aqui podem ir se mandando, não estou com saco para barulho logo de manhã cedo.

 

— Wow, calma aí amiguinho. — Taehyung ergueu as mãos, fazendo questão de demonstrar-se ofendido. — Só viemos te convidar para almoçar e sair mais tarde... Hoje é sábado, não deveria ficar trancado em casa por causa de uma ressaca. Definitivamente não é seu estilo.

 

— Certo, certo. — Dei um longo suspiro, acabando por me dar por vencido ao perceber que um de meus amigos estava certo. Hoje era sábado, significava que era dia de poder beber até quase pôr tudo para fora. — Só esperem um pouco. Vou tomar um banho e tirar esse cheiro de álcool de mim e tentar parecer mais apresentável.

 

— Acho que podemos almoçar no bar. — Hoseok espreguiçou-se, franzindo as sobrancelhas ao ouvir Taehyung resmungar em maneira de protestar. — Ok. Então onde quer ir?

 

— Eu sinceramente quero comer frutos do mar. Eu comi carne as últimas vezes que vocês queriam, então o mínimo que devem fazer é irem comer  frutos do mar comigo. — Reclamava, cruzando os braços enquanto franzia suas sobrancelhas escuras.

 

Deixei os dois discutindo sobre o que comeríamos no almoço. Já que Hoseok protestou e dizia que queria comer um bom, velho e barato hambúrguer que servem na espécie de bar que frequentamos durante o dia. Lá servia comidas baratas e gordurosas e umas bebidas bem geladas, além de que o ambiente era agradável... Tirando o cheiro de cigarro e álcool por cada canto do recinto.

  Às vezes entendo o porquê do Taehyung negar-se ir almoçar lá. Mas frutos do mar no almoço para mim naquele momento não soava bem, eu queria realmente é um hambúrguer bem recheado com umas batata-fritas bem gordurosas. Talvez isso me livrasse da ressaca, qualquer coisa nada que um bom e velho café.

 

Mi Cha

Um irritante ruído ecoou pelo quarto, isso significava que era umas oito horas da manhã. Fiquei mais alguns minutos deitada em minha cama macia, entre meus quentes lençóis e desfrutando os minutos a mais que eu possuía.

   Em menos de poucos minutos o mesmo som perturbou meus ouvidos, fazendo-me perceber que eu havia voltado a dormir, o que é meio estranho, já que em meu pequeno “sonho” eu levantava da cama e seguia minha rotina.

   Sentei-me na cama, piscando os olhos lentamente em uma falha tentativa de deixa-los abertos. Ao afastar os dois edredons de meu corpo senti um terrível arrepio percorrer minha espinha e espalhar-se pelo meu corpo, fazendo-me bater de leve meus dentes.

 

— Mais um sábado. — Reclamei, procurando entre meus cobertores o controle do ar condicionado. Meu quarto estava totalmente gelado, como se fosse inverno, porém a questão era totalmente contrária, já que lá fora estava realmente quente.

 

Segui a rotina diária de levantar e escovar os dentes, tomar um refrescante banho e depois me arrumar. O que mais tomou meu tempo foi decidir o que eu vestiria naquele dia, já que estava sem criatividade alguma - Nem vontade de sair - no momento.

Assim que terminei toda aquela produção matinal, desci as escadas e logo o cheiro delicioso me atraiu até a cozinha. Tanto que tropecei ridiculamente durante o caminho, já que eu estava de saltos e o chão estava perfeitamente encerado.

  Espiei pela porta e vi uma de minhas duas empregadas colocar todo o alimento sobre a bandeja e ir levar ao cômodo ao lado, a sala onde realizo todas minhas refeições.

   De fato, ser filha de um médico e de uma advogada bem sucedidos era bem gratificante. Além de que assim que contei para meu pai que resolveria de uma vez por todas cursar medicina, ele fez questão de me dar um luxuoso e espaçoso apartamento em uma das partes mais ricas de Seul, com direito a empregadas e tudo. 

 

O resto da tarde foi realmente entediante, já que fiquei fazendo alguns trabalhos da faculdade. Tudo aquilo era uma grande dor de cabeça, principalmente por ter que passar meu maravilhoso e quente sábado à tarde em casa.

    Lembrei-me depois de algumas horas que havia faltado ao brunch da família, e até mesmo estranhei não ter recebido ligações dos meus pais, que deveriam estar realmente furiosos com a minha falta no aniversário do meu irmão mais velho. Mas tudo bem, logo depois teria uma janta, então poderia muito bem passar despercebida e dar aquela desculpa.

 

-++-

 

Cheguei na casa dos meus pais basicamente umas oito horas da noite ou nove. Havia uma grande quantidade de pessoas, tanto adultos quanto jovens. A maioria dos jovens eram garotas bonitas que o meu irmão desejava pegar – Ou já pegou –, e alguns de seus amigos que falavam alto.

   Percorri meu olhar pelo salão da mansão a procura da minha mãe ou até mesmo meu pai e assim que os achei não hesitei em ir até eles. Dei-lhes um curto abraço e sorri, pela expressão dos meus velhos, algo estava errado.

 

— Mãe, pai? Algum problema? — Perguntei, franzindo o cenho ao ouvir um suspiro vir da minha mãe. — Hmm... Algo me diz que sim. Qual é o problema?

 

— Ah...  Ma Ri é o problema. Eu estou realmente preocupada, Mi Cha. — Minha mãe, Hyori, passou as mãos por seus longos cabelos loiros. Seus lábios avermelhados estavam até mesmo um pouco inchadinhos de tanto que ela prendia os dentes ali.

 

Ma Ri é a minha irmã mais velha de alguns minutos, somos gêmeas idênticas. Bem, em termos de aparência, pois em personalidade somos totalmente opostos.

  Assim que ela completou seus dezoito anos foi morar em Busan e viver uma vida independente. Da última vez que conversamos, ela era garçonete de um bar bem podrezinho e cursava faculdade de literatura. 

  Não a culpo e nem a julgo pelo caminho que quis tomar, sempre a apoiei em qualquer coisa que fizesse. Sempre fomos muito unidas, unha e carne, uma era a sombra da outra e sempre nos orgulhávamos de deixar isso bem claro.

 Mas... De repente, Ma Ri simplesmente parou de responder minhas mensagens, e-mails e ligações. Senti-me realmente chateada nos primeiros três meses, pois me magoo facilmente com qualquer coisa e ela sabe disso. Além de que o sentimento de ter feito algo de errado e nem ao menos saber o que tinha feito acabava comigo lentamente.

 

— Qual é o problema? A Ma Ri aprontou? —Perguntei, mesmo sabendo a resposta e o motivo de toda angustia de meus pais.

 

— Antes fosse isso… — Meu pai comentou, olhando para os sapatos sociais totalmente polidos. —  Ela simplesmente não atende nenhuma ligação e muito menos nos responde. De maneira alguma… Tentamos rastrear o celular dela e lá indica que ela está no apartamento que aluguei para ela, sempre. Nunca em movimento.

 

— Ah… — Suspirei, controlando minha frustração e raiva. — E o  Chul Moo? — Olhei diretamente para meu irmão, que parecia até mesmo bem com a ausência da "irmã favorita".

 

— Não contamos a ele sobre o surto de rebeldia da Ma Ri. — Minha mãe sussurrou, colocando a mão sobre meu ombro. — Ele vai ficar tão chateado, não queremos isso… 

 

— Há algo que eu possa fazer para melhorar isso tudo? — Me atrevi a perguntar tal coisa. Por um momento vi um brilho de animação e esperança reluzir nos olhos da minha mãe.

 

— Pode ir até Busan e trazer Ma Ri para cá. — Meu pai sugeriu, tentando disfarçar a ansiedade em sua voz para ver Ma Ri.

 

— Oh… Não vai dar. — Recusei, após rapidamente pensar à respeito. — Tenho diversos trabalhos da faculdade para fazer e bem, eu tenho a faculdade. Sinto muito pai, mãe.

 

— Não me venha com essa mocinha! — Minha mãe repreendeu-me, colocando as mãos sobre a cintura. — Sei muito bem que irá entrar de férias daqui a dois dias. Então você vai para Busan encontrar sua irmã sim senhora. — Encolhi meus ombros perante aquele tom. Algumas vezes Hyori sabia agir muito bem como uma autoridade.

 

Ao ouvir aquela ordem eu tombei  a cabeça para o lado, reprimindo um grunhido em minha garganta. Sabia que eu não poderia protestar, então a única coisa que poderia fazer no momento era aproveitar a festa e não beber uma única gota de álcool – Já que iria dirigir até Busan na noite seguinte, tomar um porre não é muito aconselhável –.

 

 

Jimin

 

Lembro claramente do sábado à tarde e um pouco da noite. Foi um grande alívio poder simplesmente acordar, vestir-me e cair fora daquele quarto barato de Motel.

 

  Recordo-me de ter levado uma bonita mulher que possuía cabelos cor fogo, porém quando tentei recordar o nome da menina falhei miseravelmente.

 

  Naquela manhã eu estava necessitando urgentemente de um bom café forte. Chamei um táxi para ir no bar em que meus seis amigos provavelmente comiam e jogavam sinuca.

  O mesmo bar que fomos ontem almoçar e o que vamos todo final de semana e feriado nos reunir. A senhora que atende aquele lugar já sabe que sempre  vamos para lá comer e passar as tardes aos sábados e domingos, então a senhora deixava algumas guloseimas prontas e fresquinhas para nós comprarmos e degustarmos.

 

— Oi, Jimin. — Jin, o  mais velho, como sempre cumprimentou-me com simpatia. Ele segurava uma latinha de refrigerante e parecia estar alguma coisa.

 

— Oi, Jin Hyung. E aí pessoal. — Naturalmente os cumprimentei, indo diretamente até o banquinho do balcão de atendimento. — Havia uma porção de batata-frita que foi colocada bem na minha frente assim que sentei. — Bom dia, tia.  — Cumprimentei a senhora que cuida do bar, que sorriu para mim com simpatia e olhou para as batatas, fazendo um sinal para que eu comesse.

 

— Então! Aquela ruivinha… Como foi com ela? — Yoongi, outro de meus amigos, rapidamente me questionou sobre o lance da noite anterior.

 

— Meh… Não lembro. — Dei de ombros, atacando a porção de batata-frita. Sentia-me realmente faminto e mal-humorado naquele momento. — No face.

 

— E você ainda pergunta a ele? — Namjoon sorriu de leve e balançou a cabeça. Ele segurava um taco de sinuca e apoiava-se sobre à mesa para bater na bola branca no canto. —  Meu amigo, se fosse você eu iria buscar o seu carro depois. Você precisa buscar o JungKook para almoçarmos logo. Eu sinceramente estou com uma puta fome.

 

— Caralho. — Xinguei baixo, lembrando-me claramente de ter deixado o carro no estacionamento um pouco longe daqui. — Por que ele não pega  um táxi? Eu também peguei um táxi e nenhum de vocês cuzões foram me buscar.

 

— Ele deixou a carteira com o Hoseok. — Taehyung revirou os olhos, seus dedos estavam totalmente sujos de ketchup. — É a sua vez de buscar o amiguinho. Lembra do combinado?

 

Ah sim, o maldito combinado. Quando algum de nós após uma noite longa de álcool, se pegarmos no sono em um lugar que não fosse nossa casa, iriamos ter que buscar o coleguinha e tem ordem.

  Por isso que esse bando de vacilões não me buscou no hotel quando eu mandei mensagem. Porque é a minha vez de ajudar… Saco, isso nem faz sentido.

 

— Certo, certo. — Bufei, pegando o café que tinham servido para mim e despejando tudo em um copo descartável. Eu iria tomar no caminho do estacionamento, é o jeito. — Esperem por mim para almoçarem, seus vacilões.

 

— Pare de reclamar. Eu vou com você. — Jin Hyung suspirou, jogando a latinha de metal vermelha no lixo de plástico e caminhando até a saída do recinto.

 

 

Jin e eu fomos caminhando até o estacionamento que deixei meu carro. Eu me sentia um zumbi, estava na verdade louco para deitar meu corpo sobre o macio colchão de minha cama e dormir pelo resto do domingo, mas eu sei que nenhum dos meus amigos permitiria isso, não de novo.

 

— Jimin, aquela não é a… — Jin cutucou minhas costelas com o cotovelo, fazendo-me despertar dos meus banais devaneios.  — Olha. — Dizia, apontando para dois homens altos de terno e uma garota de cabelo colorido usando roupas cor de rosa.

 

Antes de eu responder, foquei-me no que estava acontecendo ali no canto. A garota falava realmente alto e segurava um celular cor-de-rosa com a tela completamente rachada, ela estava com a mão esticada e parecia exigir algo. 

 

O rosto da garota me era familiar, porém o jeito que estava vestida me confundia um pouco, sinto que realmente a vi e que sei o nome dela mas a resposta não vem. Antes de ter tempo de perguntar ao Jin sobre a irritada garota de cabelos coloridos, ouço um estalo ecoar e percebo que a garota acertou fortemente o rosto de um dos homens, enquanto havia começado a acertar com sua ridícula bolsinha de mão a cabeça de um.

   Era cômico ver aquilo, de certa forma.

 

— Ma Ri! — Jin Hyung gritou, vendo a garota parar bruscamente o que fazia e  virar-se bruscamente na nossa direção.

 

Instantaneamente lembrei de quem se tratava. Shin Ma Ri, a minha ex colega trouxa que tinha um grande tombo por meu amigo Taehyung e quase chegou a namorar com ele antes de ambos brigarem por algo que não entendo e ela se afastar de geral. Quase virei amigo dela.

  Porém essa era uma versão bem diferente da minha conhecida trouxa. Seus cabelos estavam  azuis na raiz e do meio para baixo ia em um degrade até chegar nas pontas, que pareciam ter desbotado. Ela também usava lentes azuis e seu rosto estava tapado de maquiagem, além de que Ma Ri parecia estar vestida para ir em uma festa, até mesmo usava saltos.

 

— Ma Ri...? — Deixando tudo o que fazia, ela aproximou-se rapidamente de mim e do Jin, seus olhos momentaneamente azuis nos analisavam com atenção como se estivesse nos desprezando. — Então vocês conhecem a minha irmã. — Concluiu, cruzando os braços.


Notas Finais


Então... Foi isso! JDKLSJDLSK Espero do fundo do meu coração que vocês tenham gostado, perdoem a tia aqui pelos erros de português sldjls Eu revisei mas sempre passa algo despercebido XD

Comentem por favor, isso me motivará muito! <3

Até semana que vem~


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