História Troublemaker - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler, Selena Gomez
Tags Encrenca, Jelena, Justinbieber, Selenagomez
Exibições 358
Palavras 1.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Bônus: Surprises.


Ryan Butler Point Of View

Todo o tecido que reveste o colchão está encoberto por peças multicoloridas que, posteriormente, serão entulhadas dentro da mala preta, aparentemente estreita o bastante para suportar as necessidades exageradas da minha namorada. Em contrapartida, esta gosta de se intitular uma mulher precavida, absolvendo sua culpa pelo excesso de bagagem no carro.

Dentre a montanha de roupas formada, um fragmento de uma lingerie vermelha chama a minha atenção e, furtivamente, envolvo-a nas roupas que já preenchem a mala na cor roxa.

— Não pense que eu não vi, Butler!

Sobressalto, deslocando o rosto até a loura que, parada na porta, fita-me com uma expressão acusadora.

— Pode tirando essa calcinha dai. — a determinação em seu timbre causa-me um desânimo, em resposta, solto um muxoxo, que é ignorado pela mesma.

— Ah, que isso, amor. — reclamo em um tom manho, mantendo-me no fio de esperança que palpita em meu peito. — Você já está levando esse amontoado de coisas mesmo, mais uma pecinha não fará muita diferença.

— Não, Ryan. Nós nem vamos ter tempo para isso.

Ao que a loura adentra no quarto e segue vasculhando entre os móveis mais coisas desnecessárias para amontoar em sua mala, reviro os olhos, de maneira disfarçada, embolo ainda mais a calcinha em suas roupas para que esta não seja notada.

— É claro que vamos ter tempo. É feriado, iremos descansar. — alego, confiante de que o meu argumento possa convencê-la.

— É claro que não. Nós iremos sair e conhecer o vilarejo.

— Não...

O meu resmungo pirracento não a incomoda, afinal. Embora seja deveras humilhante, Ashley tem total consciência de que não precisa de qualquer esforço para me obrigar a fazer algo.

— Você não está ansioso para nadar em lagos sob as montanhas? Ou caminhar pelas ruas de pedra? — à medida em que suas grandiosas esferas azuis tomam um brilho extra, meus lábios erguem-se minimamente, indicando um sorriso.

— Não estou nem um pouco.

— Ah, sinto muito, mas você irá. — ela sorri de forma presunçosa e, posteriormente, atira uma blusa em meu rosto. — Leve essa. Eu a adoro.

— Por que em todo lugar que vamos você precisa fazer com que seja um lugar para compras? — questiono, levemente injuriado por sua falsa sensibilidade com as minhas intenções maliciosas.

— Porque eu gosto de ter lembranças de todos os lugares, oras.

— Comprar sapatos em Mammoth Lake ou em Los Angeles não fará a menor diferença, sendo da mesma marca. — meu timbre flui de maneira seria, entretanto, a loura sabe do humor contido nele.

— Mas eu saberei que são de lugares diferentes, isso é o suficiente.

A idealização de andar por horas em diversas ruas em busca de um sapato ou uma saia perfeita parece-me tortuosa e, evidentemente, a loura não se importa com o meu futuro sofrimento. Ocasionalmente, além de consultor de moda e acompanhante, sou feito de cabide também.

— Você irá sozinha. Duvido que os caras queiram te acompanhar nessa, se nem eu quero. — sob mais um resmungo de minha parte, ela dá uma risada, fazendo-a ecoar por todo o quarto.

— A Selena irá comigo.

No exato instante em que o nome da latina é mencionado, sinto-me paralisar em meus movimentos, cessando a organização dos compartimentos na minha mala. Por segundos, busco em minha memória alguma possível situação em que a ida da Gomez tenha sido, se quer, cogitada, entretanto, não obtenho qualquer resultado positivo.

— Como assim a Selena irá? — indago, a minha voz se propaga de forma instável e amedrontada.

— Ela irá conosco, oras. Eu a convidei.

Com seu timbre soando tão firmemente íntegro, noto que não houve qualquer má intenção em sua atitude, embora isso possa vir a ser catastrófico.

— Você a convidou? Quando?

— No sábado quando fui ao apartamento dela. Eu lhe disse até que a Vanessa não iria, pois ficará com a mãe. — analisando a minha expressão surpresa, exceto por minha testa enrugada indicando dúvida, a loura se manifesta de modo cauteloso, aproximando-se do meu corpo. — Por que? Qual é o problema?

— Você não me disse nada sobre a Selena, amor. Eu me lembro de ouvi-la falar apenas sobre a Vanessa. — intervenho, porém, Ashley não aparenta localizar o problema monstruoso que prefiguro.

— Tudo bem, Ryan. Eu realmente não me lembrava disso mas, qual é o problema? A Selena não é nenhuma estranha. — abanando a mão direita no ar, ela desdenha.

— O problema é que o Justin vai. — murmuro, sendo conduzido pelo receio.

— Uh.

— Uh?

— Você não me disse que o Justin iria também.

— Achei que seria meio óbvio. — justifico prontamente.

— Como eu iria imaginar, Ryan?

— E como eu iria imaginar que você convidaria a Selena?

— Eu poderia não convidar? Ela é a minha melhor amiga. — profere e, de modo pensativo, sua expressão da indícios de que ela recorre à uma solução mentalmente. — Além disso, ela ficou um pouco distante de mim, eu não poderia fazer isso.

Em um suspiro breve, ela desaba seu corpo sobre a cama, encarando-me de maneira inquisitiva, como se aguardasse uma resposta milagrosa.

— Eu sou uma péssima amiga.

— Por que?

— A Selena deixou explícito que não queria que o Justin fosse.

— Sério? — a minha feição se alarga em surpresa e a loura assente movimentando a cabeça. — O Justin quer evitá-la.

— Eles brigaram na festa, mas a Selena não disse o motivo e muito menos quis se aprofundar no assunto.

Seu relato desperta o meu raciocínio, recordando-me da surpresa que vi o meu amigo aderir em sua expressão ao saber que Elena usava um vestido desenhado por Selena na festa da empresa.

— O Justin não me disse nada sobre isso.

— Eu estava esperando a ocasião para encontrá-lo sozinho e saber da fofoca inteira, já que a Selena não quis contar.

— Por que você não agiu com a sua inconveniência de sempre? — o meu tom humorado não é levado na esportiva por Ashley que, no segundo seguinte, joga um travesseiro em minha direção.

— Cale a boca! Ela não queria contar e eu a respeitei.

— É, mas isso não muda o fato de que teremos longos dois dias pela frente. Não deixe nenhum tipo de arma letal perto daqueles dois.

[...]

A estrutura de madeira dá uma aparência sofisticada e moderna à casa, localizada no alto de uma ladeira, onde a vegetação predomina no amplo espaço. O vislumbre de montanhas e lagos sendo contornados por árvores majestosas é capaz de causar o relaxamento imediato dos meus músculos. Além disso, o ar puro que faço questão de inalar com apreço, indica que os problemas da cidade estão suficientemente distantes.

— Obrigado pela ajuda, amor. — sorrio com sarcasmo, sentindo-me ofegar pelo peso excessivo qual carrego nos braços. — Adorei que você tenha me ajudado a carregar as suas três malas, enquanto eu só tenho uma.

— É bom pra você dar uma fortalecida nos músculos. — Ashley caçoa e, diminuindo a distância entre nós, aperta os meus antebraços. — Pare de ser um bebê chorão.

O aroma, já enfraquecido, que emana de sua nuca invade as minhas narinas, impregnando-me com a fragrância de algum perfume importado. A loura inclina levemente os tornozelos, no intuito de manter sua face de frente à minha. Contornando os meus lábios secos com a textura de um gloss que ilumina a sua boca, ela me beija com suavidade, entretanto, o nosso contato é cortado pelas mãos agitadas de Chaz que, ao passar por nossos corpos, defere um tapa em minha nuca. Ashley se afasta minimamente para rir, optando por não prosseguir com a nossa curta demonstração de afeto.

— Hm, pelo menos está funcionando.— comento, referindo-me à sua reclamação de segundos atrás e, ao vê-la dar as costas, não resisto em depositar uma palmada leve em sua nádega esquerda.

Nos acomodamos no quarto oferecido por Chaz, que se empenha em fazer a instalação do video-game na sala de estar. Enquanto Ashley invade cada cômodo da casa, escancarando portas e janelas para que toda a casa fique arejada.

Retornando ao andar superior, encontro a porta principal da mesma maneira que fora deixada ao chegarmos e, desta, enxergo o carro prateado sendo estacionado sobre o gramado recém podado.

A face do louro está parcialmente coberta por óculos escuros e, rumando na direção interior da casa, ele rodopia a chave de seu carro no indicador.

— Já começaram a encher a cara? — ele brinca e, em um gesto rápido, fazemos um high-five como cumprimento. — Chaz, seu nerd viciado, nem mesmo aqui você larga essa porra?

O moreno ergue seu dedo médio e, posteriormente, ambos se abraçam.

— Não é pra ficar jogando LOL aqui não hein, seu trouxa.

— O que mais eu poderia fazer? A maior festa que esse vilarejo já viu teve o inacreditável número de cento e vinte pessoas, isso incluindo os idosos.

Gargalhadas cordiais são dadas diante da fala do Somers. De fato, Mammoth Lake é um cartão postal para viagens relaxantes, visto que esta se localiza bem distante dos agitos da cidade.

— Justin, seu merda, por que estacionou a sua lata velha no gramado da minha mãe? Ela vai te matar. — através da vidraça na janela, Chaz ralha em um tom sério, contudo, o louro nota o sorriso de escárnio que o outro sustenta em sua face.

— Lata velha? — inclinando-se mais à frente, Justin mira uma direção semelhante. — Mas o seu carro está estacionado do outro lado da rua!

Consequentemente, uma nova sessão de risadas é iniciada e, com a descontração, atiro o meu corpo contra a poltrona localizada no canto inferior da sala, sentindo-a acolher os meus músculos rígidos.

— Justin, cadê a Nattie? — indago, estranhando não tê-la visto chegar junto ao marido.

— Ah, ela não quis vir. Precisava trabalhar.

A maneira qual o louro revira os olhos para cima indica que uma adversidade fora criada com tal decisão, entretanto, opto por não abordar o assunto em meio ao clima, momentaneamente, leve.

Entre conversas triviais, Ashley dá-se por satisfeita em sua organização superficial por toda a casa e aconchega-se em meu colo, cortando qualquer assunto do mundo masculino que ela não domine.

Por nossa distração, mal percebemos uma nova chegada à casa e, no momento em que a morena adentra à casa, o silêncio sai sobre nós como uma bomba que fora jogada do céu.

— Oi. — ela profere, em um tom baixo e acanhado, evidentemente surpresa e incomodada com a presença do louro ao fundo da sala.

Encarando-se de maneiras distintas, porém, arduamente na mesma medida, Selena e Justin parecem travar uma batalha mental entre dizer algo ou, simplesmente, ignorar a presença um do outro.

— Alguém quer torta?

A piada vindo disfarçada por uma singela sugestão que provém do Somers, não é eficaz o bastante para descentraliza-los e, tampouco, para dissipar a tensão formada.


SURPRESAAAAAAAAAAAA!


Sim, eu acabo de postar a minha nova fanfic, além desse bônus, especialmente para vocês! O meu novo bebê chama-se Irresistible Deal e o link estará nas notas finais. Espero que aproveitem! 


Notas Finais


https://spiritfanfics.com/historia/irresistible-deal-7130789

Comentem o bônus aqui e, se gostarem, comentem ID lá também. Obrigada à todos os comentários do capítulo passado, irei respondê-los em breve.

Até o próximo! Um beijo e um queijo! ❤


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