História Troublemaker - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler, Selena Gomez
Tags Encrenca, Jelena, Justinbieber, Selenagomez
Exibições 462
Palavras 2.934
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - One and only.


Selena Gomez Point Of View

— Eu não acredito que tenha feito isso.

O terceiro chiado de Ashley é ignorado por mim, assim como os outros dois anteriores desde que nos encontramos no elevador da empresa, enquanto escolhemos uma das mesas do restaurante para sentarmos. Optamos por uma na lateral, ao lado da janela, que nos dê a vista da rua movimentada. Começo a folhear o cardápio disponível sobre o tampo da mesa, contudo, o olhar inquisitivo da loira é incômodo.

— Eu não fiz nada — defendo-me, fugindo de sua seriedade acusatória.

— Fez sim! — sua entonação soando como um rosnado faz-me revirar os olhos, impaciente com a insistência neste assunto.

— Eu só fui falar com ele, não fiz nada.

— Não minta para mim, Marie — solto o cardápio sem qualquer cuidado, erguendo meu olhar até suas íris de tonalidade modificada pela luz solar.

— Não me chame assim — soo autoritária, no entanto, isto não a afeta — Eu só quero que ele me desculpe, Ash. Apesar de tudo, fomos amigos e ele teve tanta importância para mim quanto você.

A minha explicação parece convencê-la, visto que seus ombros relaxam e uma lufada de ar escapa por entre seus lábios.

— Ouça, você não faz ideia do quanto o Justin sofreu quando você foi embora e...

— Tá, tá, Benson, eu já sei! Juro que estou exausta de ouvir isso! — digo, indisposta à repetição daquele discurso que mais parecia um sermão interminável — Eu só não quero que ele guarde esse rancor de mim, quero me dar bem com ele.

— Você quer se dar bem com ele? Sério?! E pretende fazer isso implicando com a esposa dele?

— Não estou implicando com ela!

Ashley ergue uma sobrancelha, intimidando-me a assumir a minha antipatia pela mulher. Bufo ao notar que me encontro sem argumentos perante à isso.

— Certo, talvez eu tenha julgado-a rápido demais... 

— Sem razão alguma, só para ressaltar — comenta em provocação, sor-io com sarcasmo, controlando a vontade que tenho de levantar o meu dedo médio em sua direção. 

Embora esteja fazendo o que considera politicamente corretor, não duvido que Ashley esteja achando tudo, no mínimo, divertido.

— As minhas intenções são as melhores — garanto, tentando soar convincente. 

Retorno a minha atenção às variadas opções de pratos disponíveis no cardápio, imagino como poderia provar que estou tentando, verdadeiramente, conseguir o perdão de Justin. Ainda que não seja do modo que todos pensam. Vagueio o meu olhar por todo o restaurante e, em seguida, sorrio com entusiasmo.

— Vou fazer um jantar — anuncio, atraindo a atenção da loira, que aguarda uma explicação sob um olhar de desconfiança — Vou fazer um jantar no meu apartamento. Sabe, para vocês conhecerem e... Para provar que estou tentando ser legal. Convidarei o Justin e a Nicole.

— É Natalie — ela corrige. Limito-me a sorrir forçadamente para não revirar os olhos, demonstrando a minha total falta de interesse no real nome da esposa songa-monga do Bieber.

— Isso, Natalie.

— Você tem certeza disso?

— Mas é claro. Será ótimo! — Ashley avalia-me por alguns segundos, decidindo, por fim, não prolongar o assunto.

— Tá, vou confiar nisso — ela larga o cardápio sobre a mesa, parecendo já ter escolhido o seu pedido — Agora me fale sobre Milão.

Enquanto desfruto de alguns momentos de risadas e lembranças com a minha melhor amiga, qualquer outro assunto se torna irrelevante para mim.

[...]

Convencer Ashley de que um jantar era, de fato, uma ótima ideia para me aproximar de Justin e sua esposa enxerida não fora fácil, a loira relutou em ceder os números de celulares do casal. Enquanto discava os números de Natalie, pensei em qual poderia ser a sua resposta diante da minha proposta. Eu não duvidaria que ela inventasse qualquer desculpa, após a minha revelação na volta do pub.

Mas, para a minha surpresa, ela nem mesmo hesitou.

Aceitou de bom grado e disse estar animada, que logo avisaria ao seu marido. Estranhei, embora estivesse satisfeita. Porém, a pergunta ainda pairava em minha mente: por que ela aceitaria, visto que pareceu ficar tão incomodada por saber que Justin e eu tivemos um relacionamento no passado?

Ao checar mais recente contato na lista do meu celular, digito a mensagem rapidamente, enquanto um sorriso malicioso brinca em meus lábios.

"Adivinha quem irá me ver, bem antes do que imagina? A sua esposa foi muito atenciosa ao aceitar o meu convite para um jantar, no sábado. Mal posso esperar para te ver, a sua cor favorita ainda é roxa? Xoxo."

 

Justin Bieber Point Of View

— Você o que?! — questiono, atordoado com a resposta que acabara de receber. O celular continua em minhas mãos, contudo, a maldita mensagem já fors apagada por mim.

— Qual é o problema em ter aceitado o convite, Justin? — em um tom brando, ela prossegue seu ato de retirar alguns pratos da lava-louças.

— Não era você que estava brava por ela ter sido... Hm, bem, por eu ter me envolvido com ela? — Natalie permanece irredutível diante da minha feição desconfiada.

— E não foi você que disse que ela não tem a menor importância? — avaliando a minha reação, ela aguarda algum vacilo em minha seriedade — Eu não deveria me preocupar com a presença dela, certo? Ou você quer que ela pense isso, Justin?

Ótimo. Eu seria submetido à um jantar na casa do diabo por uma simples e infantil birra de Natalie. Quis dizê-la que ir ao jantar apenas para mostrar que o nosso casamento está inabalável com a chegada de Selena não faria a menor diferença para a morena, visto que ela pouco se importa com isso. Porém, limito-me a anuir em um movimento com a cabeça.

— Faça o que quiser então, Natalie.

[...]

Durante o percurso até a casa da latina, Natalie e eu nos mantemos em um silêncio incômodo, embora a mulher tentasse transpassar tranquilidade com a situação, a tensão entre nós é palpável, de tão grande. Mentalizei pensamentos positivos sobre esta noite, torcendo para que eu não precise passar por tantas provocações, como nas outras ocasiões em que encontrei Selena. 

No entanto, a minha paz espiritual dá se por terminada no instante em que a morena abre a porta de sua casa, nos recepcionando com um sorriso satisfeito. O vestido roxo que modela seu corpo chama a minha atenção de maneira impetuosa, destacando as curvas que evito perder algum tempo analisando. Os cachos feitos em seus fios castanhos deixa-os um pouco menores e um lado deles está preso com algum objeto para cabelos. Apesar da elegância, Selena parece estar confortável. 

— Entrem, fiquem à vontade — ela cede espaço para que entremos no apartamento, finjo não notar seu olhar meticuloso sobre mim, acompanhado de um sorriso provocativo.

A cozinha logo pode ser vista, assim como os três rostos que observam a nossa chegada. Absortos em sua própria conversa, Ryan e Chaz permanecem esparramados no sofá da Gomez e logo noto que um jogo de hóquei é exibido na TV ligada.

— O que vocês vão querer para beber? — a voz de Selena soando próxima à mim desperta-me, chamando a minha atenção para as suas íris castanhas.

— Água.

— Água? Ainda não sabe beber, Bieber? — alfineta, sorrindo com escárnio. Reviro os olhos discretamente, contendo-me para não mandá-la ao inferno.

— Ele está dirigindo, Selena — Natalie interfere, aparentemente em minha defesa, no entanto, percebo a entonação irônica em sua voz.

— Ele nunca se importou muito com isso...

— Talvez seja porque você tenha o conhecido quando era um jovem imprudente e manipulável.

Droga, Natalie. Não a provoque. Procuro desesperadamente com o olhar alguém que esteja prestando atenção na troca de farpas e possa interromper, porém, todos parecem completamente entretidos em seus assuntos.

— A adolescência é a melhor fase da nossa vida, garanto que com o Justin não foi diferente.

— GOL!

Suspiro em alívio ao que um grito sincronizado dos dois homens sentados no sofá ecoa, encerrando o diálogo.

Analiso, de maneira displicente, os pontos personalizados em todo o ambiente. Desde os móveis modernizados, à mistura leve de cores entre cada objeto. Em qualquer lugar, eu poderia dizer que este apartamento pertence à Selena, devido à inúmeros detalhes marcantes que só pertencem à morena. Incluindo o quadro de pintura à óleo, que reconheci como sendo de Santa Mônica, posicionado na área central de sua sala de estar. Contudo, evitei olhá-lo por algum tempo, impedindo que lembranças voltassem a assombrar os meus pensamentos.

Quando retorno ao meu estado normal de atenção, enxergo Natalie cumprimentando os nossos amigos, que permaneceram ocupando o espaço envolta da bancada da cozinha da Gomez. Porém, a mesma parece mais interessa em minha observação diante de sua nova moradia.

— Gostou do apartamento? — indaga, seu olhar movimenta-se pela região do meu rosto, buscando alguma reação diferente da minha parte.

— Sim, é bem bonito e... — pigarreio, perdendo-me em minhas próprias palavras. Odeio lembrar que conheço-a tão bem à ponto de identificar seus gostos — Ele combina muito você. Deve estar bem feliz por... Sabe, ter alcançado tudo o que queria.

O sentimento rancoroso falha por alguns segundos em meu peito, dando um breve lugar à uma quase admiração. Embora odeie Selena pelo o que ela tenha feito, sou incapaz de negar que gosto de sua determinação sobre os seus objetivos. E vê-la conseguir tudo o que me dissera que sonhava, causa-me algo que, talvez, eu possa chamar de orgulho.

— Sim, é incrível! — o sorriso que se alonga e ilumina toda a sua face, aquece-me internamente, de alguma maneira. Com isso, desvio o olhar para os quadros de fotos em sua parede. O que, de fato, também não tenha sido uma boa ideia, já que me vejo em algumas delas — Eu sinto como se finalmente tivesse chegado aquele ponto ideal na minha vida.

Seu tom suave e contente é capaz de fazer-me sorrir, no entanto, contenho-me em apenas anuir com a cabeça.

— Eu fico contente por você.

No instante em que cruzo o olhar com as íris castanhas novamente, encontro nelas um brilho desconhecido. Selena prende o lábio inferior entre os dentes em meio à um sorriso que, pela primeira vez, demonstra simplicidade.

— Sério?

— Sim, de verdade — reafirmo, estranhando levemente o fato de que ela tenha dúvidas que, apesar de querer distância, não a desejo mal. Não seria cruel à esse ponto, não como ela foi.

— Obrigada, então — a morena suspira e, em um movimento conjunto, nos viramos na direção da cozinha, de onde Natalie nos observa com um olhar interrogativo — Vou buscar algo para você.

Selena anuncia, despertando-me do transe ao perceber que a minha esposa está prestes a interromper a conversa. Movimento a cabeça concordando e a latina solta uma risada nasal.

— Vai querer água mesmo?

— Sim, Selena — reviro os olhos, impaciente com sua insistência. Acabo por pensar que seu objetivo da noite seja me embebedar até ficar inconsciente.

— Tem certeza? Eu tenho Corona... — seus olhos diminuem enquanto o sorriso de canto brinca em seus lábios, de modo sugestivo.

Suspiro, rendendo-me à proposta e, para a minha própria surpresa, dou o meu primeiro sorriso sincero à morena.

— Você ainda me conhece bem, Gomez.

Ela da uma risada satisfeita, balançando levemente os ombros.

— Eu nunca esqueceria, Bieber.

[...]

Por mais surpreendente que fosse, Selena parece ter dado-se por satisfeita com as breves alfinetadas à Natalie, visto que tentava, verdadeiramente, fazer com que a noite fosse agradável para todos. Após alguns minutos de conversas triviais e uma breve apresentação de seu apartamento, resolvemos que era uma boa hora para servir o jantar.

— Nós teremos comida japonesa — anuncia, seguindo em direção à algumas travessas de vidro e, posteriormente, levando-as à bancada.

— Eu pensei que você faria o jantar...

— E eu fiz — o sorriso presunçoso morre nos lábios de Natalie diante da resposta da morena — Eu tenho alguns dotes culinários, não é tão difícil de aprender as técnicas.

Ela faz um sinal para que nos acomodemos e, em seguida, arruma as travessas sobre a bancada. Contudo, nos entreolhamos em silêncio, imóveis. 

— Eu acho que o Chaz deveria comer primeiro — digo, empurrando-o para frente, mais próximo à comida.

— Por que? — ele questiona, torcendo o nariz em uma careta enquanto analisa a travessa preenchida com pedaços de salmão. Embora pareça apetitosa, nada garante que o gosto seja agradável.

— É o mais insignificante — Fredo responde em meu lugar, fazendo graça. Rimos, no entanto, a anfitriã apenas revira os olhos.

— Parem com isso! — ralha, aderindo um semblante aborrecido — Você sempre adorou a minha comida, Justin.

— Ah, a sua incrível habilidade em espaguete? Nossa!— caçoo, sorrindo com sarcasmo.

— Não é a sua comida favorita agora? — Vanessa provoca-me, fazendo com que uma risada irônica escape pelos lábios da Gomez.

Ficamos em silêncio, encarando-nos. Após o comentário da Hudgens, senti o corpo de Natalie enrijecer ao meu lado e nem mesmo preciso olhar para a sua face para saber que a loira, provavelmente, está irritada.

— Anda, experimente logo — Selena incentiva-me, estendendo os dois hashis na minha direção.

— Tá, mas já deixem o número da emergência na discagem — brinco, arrancando risadas dos demais.

— Ridículo! — a morena atira um pano branco que estivera em suas mãos diretamente na minha face, posteriormente, mostrando a língua em um gesto pirracento. Escolho um Califórnia Roll, molho no shoyu e levo até a boca, mastigando-o lentamente sob o olhar apreensivo da latina — E ai?

— É... Até que está bom — dou de ombros, fazendo pouco caso. Porém, não hesito em escolher outra das iguarias e comer novamente — Mas isso não quer dizer que estou imune à uma intoxicação alimentar — implico, apenas no intuito de deixá-la irritada. É bom estar do outro lado do jogo.

— E nem de levar um chute, se não calar a boca e comer — diz, tentando soar ameaçadora, entretanto, sua voz está fraca por um riso que insiste em escapar.

Logo, todos começam a comer, usufruindo da surpreendente habilidade culinária da Gomez.

Em algum momento em que Chaz citara, novamente, sua paixonite por Mônica, o assunto sobre uma época do colegial surge e, inesperadamente, me encontro relembrando com entusiasmo o nosso passado.

— A minha bunda queimou por dois dias após aquela suspensão — Alfredo relata em lamento, arrancando-nos gargalhadas.

— Você é um burro, fodeu com o nosso esquema do vestiário feminino! — Chaz revira os olhos, banhando seu pedaço de salmão no molho shoyu. 

— O Bieber também foi pego e nada aconteceu com ele! — o moreno acusa-me, dou de ombros, abstendo-me de qualquer sentimento de culpa.

— Ele sempre foi o queridinho até mesmo do diretor, nunca aconteceria algo com ele — Vanessa alega e eu aceno positivamente — Além do mais, não teria uma semifinal do campeonato naquela mesma semana? Ele ficaria fora do jogo.

— Não iriam deixar o capitão fora do jogo,

— Grande bosta — Ryan desdenha, torcendo o nariz em uma careta — Só puxavam o seu saco por causa daquele seu cabelinho escroto.

— Quando você ficou tão invejoso, Butler? — provoco, sorrindo com escárnio — O meu cabelo sempre foi lindo, as garotas eram loucas por ele.

— Como se isso fizesse alguma diferença... — Ashley da risada, abanando as mãos no ar — Elas nem chegavam perto de você.

— É, você sempre esteve na coleira — Fredo diz, indicando Selena em um movimento com a cabeça. 

A morena sorri e beberica alguns goles de seu vinho.

— Na verdade, eu poderia ter qualquer uma delas, se eu quisesse...

— Mas você nunca quis — o tom suave da latina interrompe-me e o meu olhar vai de encontro ao seu, que possui um brilho incomum — Porque eu sempre fui a sua única garota, não é?

 

Flashback

Março, 2009.

— Quais são as chances disto acabar mal? — Selena gira seu rosto na minha direção, permitindo-me enxergar a clareza em suas íris provocada pela luz do sol.

A leve brisa que corre por toda a área do pier movimenta seus cabelos, fazendo-os esvoaçarem contra a sua face e consequentemente, atrapalhando a sua visão. A morena luta contra os fios, enfiando-os por trás de suas orelhas.

— Nenhuma. Desde que façamos o certo — respondo-a, sustentando um sorriso encorajador. No entanto, seu gesto em morder o lábios no instante em que franze o cenho, denunciam a sua dúvida perante à questão — Isso não vai mudar nada entre a gente, Sel.

— Tem certeza? — seu olhar desvia do meu e torna a encarar a imensidão azul à nossa frente — Eu adoro você, Bieber. Mas eu não vou dar uma de garotinha apaixonada, como você deve estar acostumado.

— Eu não quero que faça isso — falo, feliz com sua sinceridade excessiva, não me incomoda de nenhum modo que ela seja esclarecida com o que estamos tendo — Eu gosto da sua amizade, acima de tudo. Você é uma garota incrível.

Observo o sorriso que se estica em seus lábios levemente inchados, a morena estala a língua, movimentando freneticamente suas pernas.

— Quero que me prometa uma coisa — ela me fita, esperando a minha reação e eu aceno para que ela prossiga — Não deixe isso aqui acabar, ok? Não vamos... Nos perder nisso, não vamos nos perder um do outro.

— Eu prometo — levanto a minha mão à altura da cabeça, vendo-a fazer o mesmo enquanto rimos.

— A nossa amizade será salva, acima de qualquer coisa? — assinto, porém, ela não parece satisfeita — Nada de sentimentos confusos e dramas? A nossa parceria um com o outro é a coisa mais importante?

— Eu prometo, Selena. Nada de sentimentos, apenas você e eu, e a nossa amizade — garanto e, lentamente, aproximo o meu corpo do dela, unindo nossas testas. Seus lábios entreabrem e o hálito quente choca-se contra o meu, instigando-me a unir aquela parte morna de nossa face. O sabor do chiclete de melancia invade a minha boca quando nossas línguas se tocam e eu sorrio entre o beijo — Amizade com benefícios, é claro.

 

"Se você pudesse ver que eu sou a única que te entende, que esteve aqui por todo esse tempo. Então por que não pode ver? Você pertence a mim." - Taylor Swift.


Notas Finais


That's all folks!

OLÁ PESSOAS! Como vocês estão?
Me atrasei um pouquinho, algumas coisas não estavam me animando muito para escrever, mas enfim, a gente releva, né?
Quem diria, hein? Justin e Selena convivendo em paz nesse capítulo, que louco!
Bom, comentem e me digam o que acham, preciso saber se está legal e se devo continuar.

Divulgaçõezinhas de fics maravilhosas:

(Sex Instructor, meu mais novo vício) https://spiritfanfics.com/historia/sex-instructor-3520578

(He Is Gay, outro vício da mesma autora maravilhosa) https://spiritfanfics.com/historia/he-is-gay-4676782

(A Madrasta, com hots de incendiar até o coração) https://spiritfanfics.com/historia/a-madrasta-6265930

(Good For You, jeleninha pra acalmar o coração) https://spiritfanfics.com/historia/jelena-good-for-you-5274886

(Torn Betweend Love, outro amor da minha vida) https://spiritfanfics.com/historia/torn-betweend-love-5930067

Bom, é só isso! Até o próximo! Um beijo e um queijo! ❤


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