História Troublemaker Boy - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Mad Clown, Personagens Originais, V
Tags Bts, Vmin
Exibições 318
Palavras 3.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiê todo mundo! Como vão vocês? Eu vou bem, obg.
Enton.. Eu deveria ter feito uma capa, mas eu tô com preguiça... Sorry... Not sorry..

É... O título não seria esse, mas... É muito MX na minha vida, licença..

Não vou enrolar aqui, desculpem-me por qualquer coisa e
Boa leitura~

Capítulo 15 - Aposta feita


  Kim Naeun, ou como era popularmente conhecida, Kinah, era uma mulher bastante atraente e desejadas por vários homens, e Taehyung com toda certeza se encaixava nesta enorme lista. No entanto, apesar de ser uma artista em ascensão a jovem mulher via a verdadeira diversão longe de seus locais de trabalho, fora de seu habitat, o que já levara-a á tribunal por diversas vezes, e aquela era mais uma dessas vezes.

   A cantora Kim fora um dos primeiros casos que Taehyung pegou tendo sido seu primeiro grande caso vencido, tal levava a artista recorrer a Taehyung sempre que tinha que comparecer em julgamento. E daquela vez não seria diferente.

  A única razão de não ter levado sermão algum pelo grande atraso foi que, ao chegar ao escritório de advocacia, Naeun já estava a sua espera.

"Pergunto-me o quê de tão importante se passa por sua cabeça para estar ignorando minhas palavras Kim Taehyung", a natural e clara voz de uma, no mínimo, muito boa cantora ecoou pela sala um tom mais alto do que antes, conseguindo, por fim, chamar a atenção do advogado dono daquela sala.

"Huh, apenas peguei-me a indagar o porquê de toda vez que te vejo, estás com o cabelo tingindo em uma cor diferente?", a resposta foi automática graças ao costume da profissão, chegando a convencer quem a ouvia.

"E, por acaso, há algum problema nisso?", com uma sobrancelha erguida, ela perguntou.

"De forma alguma", negou vendo uma expressão desconfiada surgir no rosto alheio. — "Fica muito mais bonita a cada nova coloração".

  Um riso de descrença e, ao mesmo tempo, timidez escapou pelos lábios cobertos por um batom de tom vermelho rubi.

"Sempre tão galanteador, Tae", Naeun elogiou aproximando-se do advogado. — "Mas eu te conheço e sei que meus brilhantes, macios e invejáveis cabelos não são a única razão para fazer-lhe perder o foco de minhas palavras", Naeun foi firme, impedido que uma negação viesse por parte de Taehyung.

  O advogado deixou de lado a taça em suas mãos, depositando-a sobre a mesinha de centro e logo se pondo de pé.

"Ainda hoje eu insisto em dizer que, você não precisa da música para sobreviver; se daria bem como investigadora e, até mesmo me arrisco em dizer, como advogada", foi sincero dando um típico sorriso de canto ao finalizar, tendo como resposta uma careta de deboche e um gesto para que fosse direto ao ponto e deixasse de lado a enrolação. E assim fez. — "Um probleminha tolo está a tomar meus pensamentos nesta manhã, coisa sem importância mesmo, não se preocupe e continue a relatar; disse que foi pega em um bairro de subúrbio por um policial, sim?", a passos lentos, a cada palavra dita, ele chegou a ficar frente a sua mesa, e usou dela para apoiar suas mãos voltando a encarar sua cliente.

  Antes de dizer qualquer coisa, Naeun sorriu com deboche olhando para os lados. Umedeceu os lábios voltando a olhar Taehyung e, não perdeu a oportunidade de avaliar o velho conhecido; portador de um físico esplêndido aos seus olhos, ela mesma se perguntava se o homem a sua frente tinha mesmo idade maior do que 30, lhe era inacreditável. Com toda certeza se o maior tivesse mais expressões faciais, fosse menos focado no trabalho como advogado e aceitasse a prática de algumas atividades ilegais, a artista não pensaria duas vezes antes de se jogar para cima dele. No entanto, o outro Kim dali era um completo chato e entediante que a artista apenas buscava para livrá-la de possíveis canas.

"Um probleminha tolo, não é? Se eu não o conhecesse há um pouco mais de cinco anos eu juro que acreditaria, mas como esse não é o caso, sei muito bem que você, melhor do que ninguém, não deixa que a vida pessoal interfira na profissional. Está claro que você está aflito com algo Tae, me permite saber o que é?".

  Impressionante. Caso Kim Naeun resolvesse lhe dar ouvidos e mudar de carreira, era certo de que Taehyung temeria ir contra ela em um tribunal; a habilidade detalhista para certas coisas, juntos com a visão mais ampliada e pé no chão, evitando fazer o que a maioria fazia, eram características que somavam em vantagem para a mulher, sem dúvidas.

  Naeun estava redondamente correta em sua dedução; não era apenas um probleminha tolo, e Taehyung encontrava-se mais do que aflito. Ainda assim, por mais que tivesse um relativo grau de intimidade com a mulher ali presente, Taehyung ainda colocava o profissional acima do pessoal, e contar o que lhe afligia para sua cliente estava fora de cogitação.

"Repito que, eu temeria ir contra você em jure, de verdade, deveria largar as músicas e vir juntar-se a empresa dos Wu", Taehyung logo pôs-se a falar — "De toda forma, minha vida pessoal não lhe interessa e...", após a forte cortada, foi interrompido pela rápida Kim.

"Se não me interessasse não estaria perguntando", respondeu em contrapartida Naeun, sorrindo sugestiva para Taehyung logo em seguida.

  Taehyung se permitiu rir nasalado, observando por breves segundos o quão enrugado estavam ficando os nós de seus dedos por conta da força desnecessária que era depositada contra a madeira; um sinal de que ele queria compartilhar as dúvidas gritantes em sua mente? Um muito claro, aliás. Todavia, ele não faria isso. Ao menos, não com Naeun.

"Você", deixou de lado seus dedos e voltou a encarar a mulher sentada no sofá. — "Tem certeza que estava fazendo uso de erva legalizada? Porque, sendo sincero, não me lembro de haverem muitas para esse tipo de consumo".

  E Naeun entendeu aquele recado presente nas entrelinhas. Apenas riu de modo exagerado dando-se por vencida e voltando a focar na razão dela estar ali.

→↑↓←

  Arrumar as malas? Sem dúvidas, era o que o jovem Park deveria estar fazendo. Entretanto, não eram com roupas que suas mãos estavam ocupadas naquele momento, mas sim por um objeto bem conhecido por si.

"Jimmie, tem certeza de que quer fazer isso?", a voz preocupada escondia a ansiedade e empolgação para fazer aquilo que ambos estavam prestes a fazer.

  Um estalo de língua ecoou pelo cômodo em que estavam; certeza? Naquela hora sua única certeza era que Kim Taehyung era um mentiroso sem valor moral, então, por que não fazer aquilo?

"Suh", chamou sem olhar para a japonesa. — "será meu presente de despedida", completou com um sorriso de lado – tão semelhante ao de Taehyung, quanto possível – e tal sorriso foi correspondido pela menor.

  O conteúdo de dentro dos cilindros metálicos foi sacudido resultando em um som harmonioso, pelo menos ao ouvido dos dois. E, também em conjunto, as válvulas daquelas latas de spray foram pressionadas e logo a branca e sem imperfeições parede foi manchada por uma tinta preta e outra vermelha; lá estava-se indo o trabalho de uma cara decoradora para que a casa toda combinasse em uma sofisticada harmonia.

  Não tinha em mente um desenho, rabisco ou qualquer outra coisa, nunca tinha, apenas deixava-se levar pelo sentimento tão novo, mas ao mesmo tempo já bastante conhecido por si, de liberdade. Aquela sensação – falsa, talvez – de liberdade que tinha com aquele spray em mãos, era única, sentia como se não houvesse fronteiras. E de fato não havia, podia expressar a vontade suas ideias e opiniões, desejos e anseios, o que era exatamente o que ele estava fazendo; o desejo de que Kim Taehyung se desse mal era pichado por Jimin de forma clara. A raiva, ou melhor, o ressentimento do garoto era facilmente notado.

  Do outro lado, Suzuka já não transmitia tais sentimentos em seus riscos. Jimin chamou-a para ajudá-lo em seu presente de despedida para Taehyung, ela prontamente aceitou sem nem pensar duas vezes – chegando até mesmo a inventar uma desculpa qualquer para o irmão para livrar-se dele naquele dia. O motivo de ter aceitado não era apenas o gosto pela pichação, mas seu apreço – até então sem uma definição específica pela parte dela – pelo coreano Park também contou. Ela notou o recado que o moreno ao lado queria passar para o dono daquele apartamento, no entanto, o que ela faria? Tão pouco sabia sobre o Kim em questão que nada contra ele lhe vinha à cabeça para poder "ajudar" Jimin naquele recado.

  Ficou por alguns instantes apenas rabiscando letras aleatórias até que um nome, totalmente sem querer pela parte dela, formou-se. Confusa ficou, pois não lembrava-se de nenhum conhecido com esse nome, porém era estranha a maneira como em seu interior aquele nome não soava tão estranho assim.

"Gaeun?", foi tirada de seus devaneios pela pergunta confusa de Jimin.

"Hum?", virou-se para o moreno com uma expressão impassiva.

  Jimin ficou por breves instantes tentando entender se a amiga estava tentando lhe passar alguma mensagem através daquilo, até que sua mente iluminou-se e ele entendeu – ao menos, achou entender – o que Suzuka queria dizer.

"Claro!", concordou com algo que a menor não fazia ideia do que era e logo voltou-se para a parede não mais toda branca.

  Em grandes garranchos, Jimin transmitiu seu desgosto escrevendo o nome das pessoas por quem sentia aquilo. O nome em maior destaque era, sem dúvidas, o de Jeongguk. Claro. Suzuka observou as expressões faciais do outro ao escrever aquele último nome, era sem dúvidas – julgando pelo momento e as expressões do menor – aquele por quem Jimin menos tinha apreço.

  Levada pela curiosidade de conhecer o lugar onde estava, até porque estava boiando ali já que não tinha ideia do que rabiscar na parede, Suzuka pôs-se a andar pelo apartamento. Logo a garota chegou ao quarto de Taehyung, ficou meio receosa de se aproximar mais do lugar, mas sua curiosidade falou mais alto e quando deu por si deixou, totalmente sem intenção, uma pasta cair. Sem demoras ela abaixou-se para apanhar a pasta, mas ao fazer isso fez com que a mesma abrisse e dela caíssem alguns papéis. Era algo sem importância, visto de longe, não tinha nada de chamativo e poderia muito bem ser confundido com um simples contrato a ser avaliado ou algo do gênero, entretanto, poderia caso os olhos hábeis da garota não pousassem em uma parte em questão.

  "... Pela quantia de 25 mil €, declarar o acusado " " inocente, dando a vitória e créditos ao ótimo desempenho do advogado Kim Taehyung...", foi o que ela leu ao que seus olhos se encontraram com uma das folhas em questão. Mais uma vez tomada pela curiosidade, ela deixou de lado a pasta e os demais papéis e pegou aquele em questão para melhor entendê-lo e lê-lo.

  Ao que seus olhos desciam pelo papel, a cada nova linha lida ficava ainda mais surpresa. Longe de sua leviana suposição sobre aquele ser apenas um papel qualquer, muito pelo contrário. Nas mãos de Nakamoto Suzuka encontrava-se um documento que poderia não só acabar com a perfeita índole de bom moço, mas também com a promissora carreira de advogado de Kim Taehyung e de quebra, ainda poderia mandá-lo direto para a prisão.

  Os olhos de Suzuka estavam arregalados ao máximo que sua originalidade asiática permitia quando ela acabou de ler o documento. Então era assim... Kim Taehyung subornava os juízes pata ganhar os casos... E Jimin, estaria ele ciente daquilo? Mesmo confusa, Suzuka optou por não comentar nada sobre o tal documento, apenas arrumou a pasta de volta e colocou-a de volta no lugar de antes. Mas a pasta não estava mais como antes; faltava um documento.

→↑↓←

  O que estava fazendo ali? Está era, sem dúvidas, uma ótima pergunta, mas que no entanto, ele não era capaz de responder. Não sabia nem ao certo há quanto tempo estava ali, apenas julgava ser muito, ou pelo menos o bastante para já estar mais do que impaciente – talvez nem fosse tudo isso mas só sua grande ansiedade misturada ao nervosismo e a insegurança que vários "e se..." rodeando sua cabeça traziam. Mas se estava cansado, seu acompanhante estava ainda pior...

"Não posso acreditar que estamos aqui apenas porque você é um vagabundo e filha da puta que não teve coragem de pedir para ele não ir... Sinceramente, você não é meu familiar Kim Taehyung", a voz carregada de desgosto e descrença deixavam pistas para o desagrado enorme que tomava conta daquele Heo. — "Juro que se eu fosse o de menor eu não pensaria nem duas vezes antes de te deixar", completou por fim apenas para ajudar o primo.

"Seria muito pedir pra você calar a porra da boca?", Taehyung, ríspido, atacou. Já estava estressado e aflito demais para aguentar as falas impensadas do primo mais velho.

"Seria, seria sim. E sabe por quê? Porque você foi um filho da puta que, não sou me despertou e atrapalhou do meu sono de beleza, mas também deixou a Naeun largada lá no seu escritório, tadinha. Sinceramente, você não merece que ele continue aqui", além de expor sua raiva pelo primo, Youngsaeng também expôs sua sincera opinião sobre aquele caso.

  E Taehyung não lhe respondeu, e não respondeu por que, no fundo, sabia que o que o primo falava era a mais pura verdade e até mesmo concordava com ele; não merecia ter tal chance, não depois do que fizera – ou melhor, deixou de fazer.

  Repentinamente flashes comeram a passar pela cabeça de Taehyung; desde o dia, o momento, em que descobrira que teria de abrigar em sua casa aquele que ele, por sempre, fizera de tudo para se ver longe e sem ligação nenhuma ao que vivenciara horas antes quando, indo contra sua maior e gritante vontade, informou ao menor sobre o horário em que deveria estar pronto para deixar o país – e ele. Engoliu em seco, com todas aquelas lembranças que lhe vieram de forma tão repentina e foram embora de igual, lhe fizeram se sentir como nunca se sentira antes: quebrado. Estava quebrado não só por no fundo, bem no fundo, saber que ele era sim ligado de forma a Jimin, mas também por constatar que a ligação paterna não era a única a liga-los. Sim ele sabia, mas entre o saber e o aceitar existe uma longa distância.

  Aquele era o dia para que ele descobrisse novas sensações, só podia pois seguindo essa linha de raciocínio, logo ele sentia como se houvesse um bolo entalado em sua garganta. Ainda assim, apesar de tudo, ele não choraria, não naquele momento, não na frente de Youngsaeng, o primo não era a pessoa certa para aquilo até porque a pessoa certa acabara de deixar aquela mansão qual o carro de Taehyung estava estacionado na frente.

  Suas mãos estavam molhadas, quando isso aconteceu? De repente, era como se não soubesse mais andar pois suas pernas pareciam não responder mais aos comandos de seu cérebro; efeito Jimin dava sinais de vida. Mas ele seria forte, mais forte. Já fora muito idiota em ter deixado o menor partir de sua casa, não seria mais idiota ainda agora e o deixaria partir de sua vida.

  Estava decidido, já estava com o nome do garoto em sua boca pronto para ser gritado, só que, a chegada de uma outra pessoa ali lhe fez recuar. Reconhecia aquela garota, era a mesma que chegara acompanhada de Jimin no jantar doutra noite, a mesma que estava com Jimin na sua outra saída com Youngsaeng... Ela, sempre ela... Não conseguia, não podia sair dali e fazer sabe-se lá o quê, não na presença daquela garota.

"Se você não for agora, talvez nunca mais possa vê-lo", como se estivesse lendo os pensamentos do mais novo, Youngsaeng pôs-se a falar. Deu um longo suspiro antes de continuar: — "Eu sei que, quando me questionou sobre seus sentimentos eu lhe disse que estava se precipitando e tudo mais, no entanto, vejo que eu quem estava equivocado era eu, eu estava completamente errado. E você sabe disso. Tae, essa criança ali mexeu com você de uma forma que nenhum outro e não adianta negar a essa altura do campeonato, por mais que isso seja algo não bem visto aos olhos da sociedade, mas sabe, na vida aprendemos que se é por amor não há nada errado; não quando estamos perdidamente apaixonados e dependemos daquela pessoa, mesmo sem perceber. Eu não sou a melhor pessoa para te dizer isso, convenhamos, mas sou a única que pode dizer nesse momento então... Quando é amor, vale-se a pena lutar".

  O Kim tinha seus olhos arregalados como nunca antes. O que Youngsaeng estava dizendo? Amor? O que era aquilo? Ele, Kim Taehyung, nunca fora capaz de amar ninguém, que nunca se permitira ser amado por ninguém estaria amando alguém que ele, até pouco tempo atrás, jurava odiar? Isso era possível? Julgava que não, mas, quantas coisas que ele julgava impossíveis e derivadas e Jimin lhe provara o contrário? Era errado, muito! Não só por serem do mesmo sexo, mas também por Jimin ser de menor e mais grave ainda, serem pai e filho. Com toda certeza, certo aquela relação não era. Mas Taehyung era errado, nunca conseguiu ser certo, por mais que essa fosse a imagem que passasse para a mídia, ele era contraditório a ela. Sempre seria. E quanto a Jimin... Ah, aquele jovem rebelde e revoltado com o mundo e os que nele habitavam estava tão longe de ser o que as pessoas consideravam como certo.

  Eram errados...

  Saiu do carro tão repentinamente que assustou até a si mesmo. Como Jimin não havia o notado antes ele não sabia, mas no mesmo instante em que deixou seu automóvel, seus olhos se encontraram com os do menor. Um arrepio, sentiu todos os seus pelos se eriçar, mas continuou seus passos. Ignorou a garota, ignorou as dúvidas dentro de si, ignorou o orgulho, ignorou os erros, ignorou tudo o que lhe atrapalhava e apenas foi.

   Ainda não sabia bem o que sentia por Jimin, mas sabia que era algo inovador, uma coisa nova e que lhe fazia se sentir bem. O desconhecido sempre assusta, mas ele enfrentaria aquele e se fosse amor...

"Você não pode ir"

  ... Ele passaria a lutar pelo amor.

"Eu preciso de você aqui e comigo..."

  Jimin engoliu em seco, se encontrava paralisado e se perguntava se aquilo estava mesmo acontecendo, se aquela cena era mesmo real, se as palavras que estava ouvindo estavam mesmo sendo proferidas por Taehyung.

"Jimin... Por favor, me dê uma chance. Eu estou disposto a deixar meus medos e incertezas de lado, estou disposto a deixar de ser o covarde que eu sempre fui com você... Estou disposto a te dar a prova que você me pediu", não enxergava Suzuka, na verdade não enxergava ninguém mais além de Jimin. Dizia as palavras sem as medir, preferindo não o que vinha de sua mente, mas sim do lado esquerdo de seu peito.

  Jimin ainda estava estático. Tudo aquilo, todas as palavras do Kim lhe pegaram por completamente desprevenido. Ainda assim, ainda sem poder raciocinar direito, pode enxergar naqueles escuros e inesquecíveis olhos, o desespero primeiramente, mas acima de tudo, a sinceridade, aquela mesma que enxergara noutra noite. Em seu íntimo "Apenas acredite" era gritante e, Jimin era um garoto de agir de acordo com as emoções do momento e naquela hora não seria diferente.

"Já pensou que agora é tarde demais para desculpas?", indagou sem demonstrar comoção alguma.

  Taehyung suspirou pesado, não tinha feito planos para possíveis reações pela parte do menor, então foi sincero em sua resposta:

"Na verdade não... Mas eu não vim aqui para lhe pedir desculpas, mas sim outra chance", não poderia ter dado reposta diferente, apesar de tudo ainda era Kim Taehyung.

  Jimin revirou os olhos, mas logo voltou a fixa-los em Taehyung.

"Eu só preciso de uma resposta: me dará essa chance?", Taehyung completou.

  Seu coração batia a milhão, e o de Jimin não estava diferente, apesar de não expressar estava prestes a explodir, só não sabia se era de felicidade ou raiva. Mas aquilo não importava, não quando já tinha a resposta para a pergunta feita na ponta da língua;

  Era arriscado, mas ele arriscaria.

"Eu... Vou apostar tudo em você"


Notas Finais


Eu tô brigado com a mulher então eu vou dá fuga nela
Fui, partiu aonde é o Mandela
Fui, partiu aonde é o Mandela
Fui, partiu aonde é o Mandela

SCRR gente, tá difícil aqui...

É, eu tinha coisas pra dizer mas eu esqueci,, Culpa de quem? Do funk, claro -q

A partir do próximo capítulo as coisas ficam legais, eu espero... HEUAHEUA

É,, sabe, eu tô com muito Monsta X na minha vida e dá pra perceber isso com esse final né? Psé.. Gente, eu quero acabar com a enrolação então o próximo capítulo é bem provável que tenha... Coisas lecais ^D^

SUPEROBRIGADAAAAA AOS COMMENTS E FAVORITOS, seus lindoooosssss
╔══╗
╚╗╔╝
╔╝(¯`v´¯)
╚══`.¸.[You]

É... eu real esqueci o que ia dizer... Mianhee

Gente, amem muito o Monsta X -qqq

Amanhã é o níver do Lucas.. gente eu lembreii (o dele pelo menos) -qq

Marolar, marolar, marolar, marolar, marolar
Marolar, marolar, marolar, marolar, marolar
Marolar, marolar, marolar, marolar, marolar
Ela tava assanhada, foi pa pa pa pa pa ... ATÉ DIA 28 SEUS DIWOSSSSS ♥

PS: A Suzuka é uma maravilinda né non? Muitoooo :3333


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...