História Trovejante União - Entre luz e trevas. - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Adolescentes, Amor, Colegial, Comedia, Drama, Escolar, Intercâmbio, Novela, Original, Romance, Shoujo, Universitário
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Palavras 1.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - "- Você? -"


"Que quarto maravilhoso!" – Pensei comigo mesma.

O quarto tinha uma sacada e nela havia uma cadeira que parecia muito confortável, as portas de vidro me permitiam ver o mar e a praia com uma incrível vista, eu poderia visualizar o por do sol perfeitamente dali, também havia cortinas brancas que combinavam perfeitamente com o tom de luxo do quarto de cores principais preto e branco, e havia uma enorme tv na parede de frente para a cama. O senhor Green fez uma ótima escolha. 

Peguei minhas malas então comecei a tirar as roupas de dentro dela e guardar no guarda roupa do quarto. Enquanto eu termino de arrumar minhas coisas eu ouço um toque de notificação vindo do meu celular, que estava em cima da cama.

Deixei as roupas um pouco de lado e fui ver meu celular, eu tinha recebido uma mensagem da Mirella. 


Mirella-   Steeer, cadê você?? Deu tudo certo??

Stella-      Ooii Mih, deu sim. ^^

Mirella-     Está em qual quarto??

Stella-    Estou no quarto 89, no 7° andar.

Mirella-      wow, eu estou no quarto 76, já o Nathan está no 51. Também estamos no 7° andar.

Stella-     Daqui a pouco vou fazer uma visitinha para vocês hehehe.

Mirella-     Aguardo ansiosamente <33

Stella-     <33


Coloquei meu celular de lado e então fui terminar de guardar minhas roupas, aquele finzinho de tarde passou extremamente rápido. Fui fazer uma pequena visitinha ao quarto dos meus amigos e logo após isso fomos comprar um lanche na cafeteria do hotel, estavamos famintos com toda essa correria. Após isso resolvemos ir caminhar um pouco na praia já no comecinho da noite, pois não deu para irmos a tarde. Eu havia colocado um short e uma regata, estava bem elevada a temperatura graças ao sol que queimava tudo de dia. Foi tudo muito lindo. Após a caminhada, nós 3 resolvemos ir até o quarto de Nathan, já que era o mais espaçoso se comparado ao meu quarto e o de Mirella, então ficamos vendo filmes no Netflix o resto da noite, depois de ficarmos até quase 1 hora da madrugada vendo filmes, eu já estava acabada de sono, então resolvi ir para meu quarto para descansar.

–Pessoal irei dormir agora –Disse me levantando e bocejando em seguida.

–Mas já? – Questionou Nathan.

–Fica mais –Disse Mirella fazendo bico.

–Haha, vocês são demais pessoal mas estou mesmo morta de sono, a gente se vê amanhã.

–Ok, então boa noite –Disse Mirella se levantando e me dando um abraço

Me despedi de meus amigos e voltei para meu quarto, tomei meu banho e depois que deitei na cama, simplismente apaguei.


Eu estava dormindo quando meu celular que estava em cima do criado mudo do lado da cama começa a tocar, eu tenho o sono um pouco pesado então quando ouvi o celular tocando levei um tempo para acordar, e quando acordei, tomei um susto e então estiquei a minha mão rapidamente tentando alcançar o celular.

Peguei o celular e olhei para ver quem estava me ligando, porém enxergando com dificuldade graças ao brilho da tela e a sensibilidade dos meus olhos que haviam acabado de acordar, com um pouco de esforço consegui ver o nome que estava me ligando, era minha mãe... eu atendi o celular ainda deitada na cama.


–Oi mãe. 

–Oi filha, o que aconteceu? Te liguei três vezes mas você não atendeu.

–Foi mal mãe, eu estava dormindo.

–Dormindo essa hora? E o seu trabalho?

–Ahh.... é que... eu... eu estou na praia com meus amigos Eu comecei a suar frio. – e então... eu tirei alguns dias de folga no trabalho para ter essas "pequenas férias". –Quem diria, eu estava mentindo na cara dura.

–Entendi, mas está tudo bem no trabalho?

–Siiim, está tudo ótimo. 

–Que bom filha, você sempre foi muito esforçada, merece descansar um pouco.

–Pois é. E a senhora, como está? Perguntei tentando mudar de assunto.

–Estou bem querida, apenas resolvendo coisas da nossa família. 

–E o papai? Como está?

–Como sempre trabalhando muito meu bem. Ela respondeu com um suspiro.

–Estou com saudades mãe.

–Eu também minha querida. 

–Prometo que assim que der, irei visitar vocês aí em seattle.

–Obrigado minha querida, mas não pense nisso agora, curta suas férias aí com seus amigos.

–Pode deixar, e manda um abraço pro pai, fala pra ele que também estou com saudades.

–Farei isso minha querida, bem... agora eu preciso ir, tenho muitas coisas para resolver, só liguei para matar a saudade e saber como você estava.

–Ta bom mãe, se cuida.

–Pode deixar filha, você também se cuide. Mamãe te ama muito.

–Eu também te amo muito mãe.

–tchau.

–tchau.


Desliguei o celular e olhei a hora, eram 9 da manhã. Então coloquei o celular de volta no criado mudo, me espreguicei e fiquei deitada ainda durante uns 5 minutos criando coragem para levantar.  Logo me levanto e tiro meu pijama então coloco um biquini por baixo de uma blusa soltinha branca de verão e um short. Logo passo protetor solar e coloco um chinelo, então mando mensagem para Mirella e Nathan dizendo que eu ia tomar café da manhã e depois iria para a praia, para quando eles acordassem fossem me encontrar. E assim fiz, fui a cafeteria do hotel e pedi um suco natural de laranja junto com algumas torradas, então as comi enquanto curtia a música que tocava no som da cafeteria. Era um som baixo, nada alto e estrondoso.

Eu terminei de comer, paguei a conta e me dirigi em direção a praia, estava um vento bem fortinho porém suave e refrescante, prefiro vir a praia antes do meio dia, pois sempre é mais calmo e o sol não queima tanto igual de tarde.

Eu estava caminhando enquanto observava a paisagem até que derrepente sinto alguém se esbarrando em mim, parecendo andar com pressa, então quase caio no chão.

–Oh, me desculpe moça.  (O homem falava em francês)

"Espere aí... esse homem fala francês?"– Pensei

–Está tudo bem moço. –Respondi em francês. 

–Você me entende?? –Ele perguntou surpreso.

–Éh... sim, meio óbvio... – Respondi.

–Você também fala em inglês?–Ele perguntou.

–Sim, minha língua de origem é inglês. Respondi.

–Por favor moça, pode me ajudar? estou sem tradutora, ela atrasou e não chegou até agora, estamos com hora marcada para uma entrevista e não podemos perder mais tempo, temos que entrevistar o Erick Willians, mas nem eu e nem minha colega falamos em inglês. –Ele disse praticamente implorando.

–calma moço, me explica melhor porque eu não faço ideia de como funciona isso...

–Nós apenas vamos te passar algumas perguntas, então você pergunta para ele em inglês e traduz as respostas dele para nós, é simples. É uma entrevista para uma revista, nós também lhe daremos um cachê pela ajuda.

–Ta, ta, entendi. Vou ajudar vocês, não estou fazendo nada mesmo... –Eu disse.

–Obrigado moça. –Ele suspirou aliviado. – Você salvou nosso trabalho. E falando nisso meu nome é Francis.

Francis parecia ser um homem maduro, deveria ter uns 40 anos, tinha uma barba aparada, olhos castanhos, alguns fios grisalhos que faziam contraste com seus cabelos pretos, usava óculos, parecia bem inteligente.

–Sou Stella. –Eu disse.

–Bom Stella, melhor corrermos, venha comigo.

Eu segui Francis, ele me levou até a frente do hotel. mas espera... é o mesmo hotel onde eu estava hospedada... O homem então se aproximou de uma moça que estava esperando logo na entrada da recepção, eles trocaram algumas palavras e logo Francis se virou para mim.

–Stella, essa é Eleanor. –Disse Francis. 

–Prazer. –Ela disse estendendo a mão para me cumprimentar e dando um sorriso.

Eleanor tinha cabelos castanhos e longos, e tinha algumas sardas no rosto, ela parecia realmente uma modelo, ela aparentava ter uns 30 anos. 

–Prazer. –Eu disse sorrindo e nós demos um aperto de mão. 

 Nós três fomos até o balcão da recepção. Por sorte a recepcionista falava em francês e conseguiu falar com os jornalistas sem problemas, então não precisei traduzir nada para ela. 

Depois de algum tempo conversando com os jornalistas, a recepcionista apertou um botão e disse:

–Senhor Willians, os jornalistas chegaram e querem entrevista-lo.

Ela aguardou alguns segundos, provavelmente esperando uma resposta em seu fone de ouvido. Logo depois ela tirou os fones e se virou para nós novamente. 

–Podem entrar, o senhor Willians está esperando. Quarto 34 no 5° andar.

–Obrigado –Disse Francis.

Seguimos o corredor até chegarmos em frente ao elevador e ficamos esperando. Então o elevador chegou e então entramos. Nós descemos no 5° andar, andamos pelos corredores observando alguns quartos e paramos em frente a porta 34.

–Você poderia bater na porta Stella? Já que você fala a língua dele– Disse Francis. 

–Claro –Eu respondi.

Eu bati na porta de leve e fiquei esperando alguns segundos, até que se ouviu o som da chave girando e logo a porta se abriu e o tal de Erick deu alguns passos para fora.

–Você?? –Eu olhei para ele e falei surpresa.



♣♣♣



Continua...




   




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